sexta-feira, 2 de outubro de 2026
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Geminar com Marcos Paz, tem sentido em tempos de guerra
Uma pequena comitiva, de 2 ou três elemento, está, ou estava,
em Marcos Paz, Argentina, para um protocolo de geminação.
Tudo foi tratado no recato dos gabinetes e só se soube
qualquer coisa, quem esteve atento ao que se passa na Argentina, colocou
algumas informações oficiais sobre as visitas, acrescentado algumas
fotografias.
Assim, sabemos que:
1 – Visitou uma fábrica de presuntos
2 – Visitou uma fábrica de queijos
3 – Visitou uma grande empresa ligada às energias térmicas, hidroelétricas,
parque eólicos, entre outras atividades.
E o que terá levado de Portugal?
O que se sabe é que levou um “totem” de granito, homenageando
Eduardo Lourenço, de autor desconhecido.
terça-feira, 29 de setembro de 2026
Adjudicação para o dia que chovam moedas: Tretas
“O executivo municipal da Guarda aprovou esta Segunda-feira
a adjudicação à empresa “António Saraiva & Filhos, Lda” por dois milhões e
670 mil euros, a obra do “Museu dos Sabores da Serra da Estrela”, que está
previsto surgir nos edifícios que estão em ruína na Praça Luís de Camões (mais
conhecida por Praça Velha) e que são contíguos à sede da Comunidade
Intermunicipal Beiras e Serra da Estrela.
O projecto é da autoria da empresa “Palma Arquitectos” e o
prazo de execução da empreitada é de 365 dias.”
“Um «projecto que não tem financiamento» e que será
necessário «encontrar outras formas de financiamento próprio ou em alguma
candidatura que possa haver». O vice-presidente recordou que este projecto
«teve vários constrangimentos ao nível da adjudicação, não havia concorrentes
que fossem ao concurso público e que felizmente foi agora adjudicada a uma
empresa da Guarda».
“Há um contrato que vai ser assinado com a empresa vencedora
[do concurso público], mas existe uma cláusula que só depois de haver
candidatura a algum programa que possa abrir no Portugal 2030, no
“overbooking”, ou de outra forma de candidaturas. Não me parece óbvio que seja
uma conclusão definitiva”
“O vice-presidente admitiu que o município tem «dificuldades
em avançar porque o custo efectivo é significativo, agora não podemos estar “ad
eternum” a aguardar pelo financiamento de algum» programa. «Se esse
financiamento não existir terá que ser o município com recurso próprio a
avançar com o projecto, até porque provavelmente vamos ter que fazer algumas
obras de consolidação já no imediato», adiantou, não adiantando qualquer
previsibildade quanto ao início da concretização do projecto, dependendo
«sempre da capacidade financeira» que a autarquia possa ter para a sua
execução.
domingo, 27 de setembro de 2026
E com o poder absoluto veio a censura
Que se passa na Guarda? O PPM terá saudades da monarquia
absoluta?
Três casos muito, muito resumidos e só para lembrar que existem
e pode ser um princípio.
1 – “Câmara da Guarda cancela publicação do livro sobre os
50 anos do poder local que teve o contributo de 50 personalidades”. Já estava
pronto para impressão. Quem deu a ordem para cancelar? Porquê? (Talvez volte aí
tema)
2 – Caros alunos, caros pais e encarregados de educação, e
demais interessados: “Projeto De Teatro Na Escola” foi cancelado porque a
câmara não tem verbas para 2027. Entrou em insolvência cultural, agora e para o
futuro.
3 – Texto da “Morte do Galo” foi à censura por dever contratual.
(E não digo mais)
E será que o Museu está a ser abalado por mais um terramoto,
um maremoto ou costamoto?
(Redes sociais ativas- Obrigado “Todas as Beiras”)
sábado, 26 de setembro de 2026
Aquisição de edifícios no Centro Histórico
Edifícios comprados pela câmara no centro histórico
Pela importância do tema, transcrevo o que escreveu o Rádio
F
Na última Assembleia Municipal “O Presidente da Câmara da
Guarda fez o balanço das aquisições imóveis desde 2010 e garantiu rigor nos
processos de aquisições do Património Municipal”
“Durante a intervenção na Assembleia Municipal, Sérgio
Costa, apresentou um detalhado histórico e balanço sobre as aquisições de
património imobiliário realizadas pelo município desde 2010 até ao atual
mandato. O autarca aproveitou a ocasião para rejeitar categoricamente críticas
anónimas relativas à legalidade dos procedimentos, garantindo que todas as
operações são efetuadas com absoluto rigor, transparência e em cumprimento
estrito da lei. Segundo o edil, a estratégia de aquisição do passado e do presente
visa dotar a autarquia de edifícios vitais para a revitalização do centro
histórico e para a preparação do futuro do concelho. O Presidente da Câmara
reforçou a legalidade de todo o processo de gestão patrimonial, lamentando as
acusações “sem rosto” dirigidas à autarquia.”
“Na sua exposição cronológica, o presidente da autarquia
começou por recuar ao mandato do Partido Socialista (2009–2013), recordando a
aquisição de um imóvel em 2011. O autarca assinalou que, nesse caso, decorreram
sete anos entre a compra e o início das obras em 2018 na Rua dos Cavaleiros,
num investimento de 365 mil euros destinado a casas de função do município.”
“Relativamente ao período entre 2017 e 2021, o município
investiu cerca de 1 milhão 331 mil e 500 euros na compra de edifícios. Sérgio
Costa sublinhou que estas aquisições foram realizadas exclusivamente com
capitais próprios da autarquia, uma vez que a maioria dos fundos comunitários
não cobria despesas de aquisição. O autarca destacou que este investimento
permitiu criar infraestruturas essenciais como a Proteção Civil, o projeto do
Museu dos Sabores e habitação no centro histórico.”
“Entre os edifícios adquiridos no mandato transato,
destacou-se a compra da antiga Associação Comercial em 2021 por 318 mil euros,
a qual permitiu alavancar um projeto de renovação de cerca de 830 mil no âmbito
do plano de revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela. O município
adquiriu ainda um imóvel na Rua do Amparo/Rua de São Vicente por 60 mil euros,
integrado no “master plan” do Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal.”
“Foi igualmente referida a aquisição de um conjunto de
edifícios em 2017 por 693 mil euros, destinados ao Museu dos Sabores da Serra
da Estrela e a serviços da Comunidade Intermunicipal (CIM), cuja empreitada
total ascende a 2,803 milhões de euros com início de obra previsto entre o
final do corrente ano e o início do próximo.”
“Já na Rua 31 de Janeiro foram adquiridos edifícios
destinados ao Museu do Bombeiro, no valor de 340 mil euros e na Rua do Torreão
por 57 mil e 500 euros. A par deste investimento, o autarca aprovou a compra de
mais dois edifícios: um no valor de 670 mil euros (a ser pago em 24 prestações)
e outro de 870 mil euros (pago em 48 prestações). Ambas as infraestruturas
estão destinadas à instalação de serviços públicos municipais ou de outras
entidades, bem como a eventual oferta habitacional.”
“No atual mandato, Sérgio Costa salientou a rapidez e
eficácia no aproveitamento de fundos comunitários. Em 2023, o município
adquiriu quatro edifícios pelo montante global de 150 mil euros, totalmente
financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Esta aquisição
permitiu alavancar um investimento total de 1.226 milhões de euros em
habitação, cujas obras se encontram em fase adiantada e com conclusão prevista
para este ano com financiamento a 100% pelo PRR.”
Suponho que poderão faltar alguns edifícios:
Casa da Legião
Garagem em S. Vicente
Casas na Rua Sacadura Cabral
E a quinta do “Solar do Vinho”?
E no Torreão, quantas compraram? E haverá mais?
E por último: Quantos estão requalificados e a ser
utilizados?
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Mariolando
Foto na Torre obtida a partir de um vídeo de Gonçalo Poço
1 – Mariola - Moço que faz recados ou fretes.
2 - Conjunto de três ou mais pedras sobrepostas, geralmente
de forma piramidal ou cónica que, em certas serras ínvias, indicam de trecho em
trecho o caminho a seguir
E a propósito de quê vamos mariolar?
Pois, fazer uma proposta ao executivo para dinamizar o “Centro
Histórico” e os “Passadiços”. Como? Mariolando
Os turistas que visitam a Serra da Estrela, Sobretudo a área
da Torre estão a criar campos de “mariolas”.
E já há quem diga que a Turistrela (Turismo da Serra da
Estrela, S.A.) quer criar uma zona vedada para quem quiser “mariolar”
E então porque é que a Guarda não se antecipa, criando dois
campos, pelo menos, de “mariolas”?
Um campo seria criado num ponto estratégico dos passadiços,
que pedras não faltam.
O outro seria em volta do cabeço da “Torre de Menagem” com
as pedras que sairiam das requalificações das casas do centro histórico
Pelo que se vê na Torre, não faltarão turistas mariolas para
construir as mariolas.
E depois digam que não há propostas credíveis.
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Impensável - Inquérito a funcionária: 731 dias para apresentar
Base da informação “Todas as Beiras”
Resumo
1 - “Sentença transitou em julgado em Março de 2025. Desde
então, a vítima de assédio laboral e a oposição na câmara e na Assembleia
Municipal têm exigido que o executivo municipal avance com um inquérito a Luísa
Santos, tendo o autarca sempre respondido que logo que recebesse o excerto da
acta da reunião da Assembleia Municipal de 26 de abril, onde Gisela Valente
abordou o assunto, seria «aberto o processo de inquérito»
2 – No dia 17 de setembro de 2026 realizou-se a Assembleia
Municipal da Guarda onde foi aprovada a ata da reunião de 26 de abril
3 – No dia 28 de agosto foi efectuado contrato do Município
da Guarda pelo valor de 7.500 euros (acrescido de IVA), tendo um prazo de
execução de 731 dias com serviços jurídicos à sociedade de advogados de José
Pedro Aguiar-Branco.
Enquadramento
“Como o jornal “Todas as Beiras” (TB) noticiou em primeira
mão, todas as instâncias judiciais deram como provados os factos, tendo Luísa
Santos sido «condenada a uma pena de dois anos de prisão, ainda que suspensa,
com imposição de regras de conduta, nomeadamente a proibição de exercer funções
em posição de superioridade hierárquica relativamente à vítima e ao pagamento
de indemnização». Esta sentença transitou em julgado em Março de 2025. Desde
então, a vítima de assédio laboral e a oposição na câmara e na Assembleia
Municipal têm exigido que o executivo municipal avance com um inquérito a Luísa
Santos, tendo o autarca sempre respondido que logo que recebesse o excerto da
acta da reunião da Assembleia Municipal de 26 de Abril, onde Gisela Valente
abordou o assunto, seria «aberto o processo de inquérito». E este caso tem
agora novos desenvolvimentos, com a contratação de serviços jurídicos à
sociedade de advogados de José Pedro Aguiar-Branco.”
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