
Reuniu em sessão extraordinária o
executivo camarário. Era tão importante a reunião que apenas se apresentaram
quatro dos sete elementos que compõem o executivo
“Situação” e “Oposição” não se
deram ao trabalho de substituir os elementos que não podiam votar:
dois do NOS/PPM, um do PSD/CDS
O resultado, em votação secreta,
foi de dois a zero a favor do NOS/PPM
Ficou tudo como estava previsto e
demonstrou que ninguém levou a sério esta coisa da “Guarda Viva”
Face ao folhetim do que aconteceu
na primeira parte, a oposição deveria ter entrado com três vereadores e votado
contra, ou não comparecer, assim limitaram-se a receber a senha de presença.
A reunião teve duas partes, a
primeira para anular as decisões da reunião anterior e a segunda parte a validação
do que tinha sido a decisão anterior, vcom os mesmos elementos
Pelos vistos, agora está tudo
legal.
O presidente judstificou no final
da reunião de hoje, que na semana passada foi tido em conta «o modelo que foi
seguido noutras câmaras do país», mas como «quem não deve não teme» e «para que
não restem dúvidas», o melhor seria, «sem qualquer tabú», clarificar «tudo
aquilo que tinha que ser clarificado»
O que deveria ter dito, e seria
mais normal era: “Quem tem cu tem medo”
A oposição PSD/CDS/IL disse “que
continua a ter dúvidas quanto à necessidade de ser criada a empresa municipal,
uma vez que, justificou, continua por esclarecer «o que é que vai ser feito em
concreto». E que não acredita que a “Guarda Viva” possa vir «a facturar 400 mil
euros».
E o diz os estatutos sobre o papel
desta empresa? Compra e venda de imóveis?
“Todas as Beiras”
f ) Fixar o montante máximo até ao
qual compete ao Conselho de Administração adquirir, alienar ou onerar bens
imóveis;
g) Autorizar a aquisição, alienação
ou oneração de imóveis de valor superior ao valor definido nos termos da alínea
anterior;
h) Autorizar a contração de
empréstimos;
j) Deliberar sobre os critérios das
remunerações dos membros dos órgãos sociais observando as limitações legalmente
estabelecidas;
Com a chegada do sol é tempo de
descompressão e vir para a rua, aproveitando o sossego da cidade.
Foi ima manhã rentável
Adquiri uma instalação de arte
urbana que já suspendi na entrada da casa
Admirei as hortas urbanas e o Parque
Urbano do Convento de S. Francisco onde já estão a montar as tendas para a
feira de amanhã.
De resto é esperar pelo fim da tarde
para saber as novidades e como vai ser desembrulhado o assunto do “Viver a
Guarda”
Porque se está a degradar o
Pagamento a fornecedores?
A evolução oficial é como se
indica:
31/12/2023 – 20 dias
31/03/2024 – 21 dias
30/06/2024 – 21 dias
30/09/2024 – 20 dias
31/12/2024 – 27 dias
Ficando a Guarda 68º lugar das
câmaras mais devedoras
31/03/2025 – 25 dias
30/06/2025 – 25 dias
30/09/2025 – 26 dias
31/12/2025 – 37 dias
Ocupando o lugar 47º das câmaras
mais devedoras
Atualmente está com um PMP de 42
dias ocupando o lugar 40 na tabela.
Estes valores ainda estão abaixo
dos 60 dias de PMP, valor máximo de referência e que é usado habitualmente nos
contratos de adjudicações diretas.
A questão que se levanta é sobre o
Prazo Médio de Pagamento e não o Prazo Máximo de Pagamento.
Pode supor-se que poderá haver uns fornecedores
a receber a pronto e outros fornecedores a 120 dias ou 150 dias. Será?
Fora do tema mas actual:
Julgo saber que amanhã, 19/05/2026, haverá reunião extraordinária do executo camarário, talvez com ponto único de nomeações para a dia empresa municipal. Mesmo fora de horas não pagarão horas extra.

1 – Dinheiro que não vem
De João Trindade - MANTEIGAS, O
CORAÇÃO DA SERRA DA ESTRELA
“Falta menos tempo para assinalar a
maior catástrofe natural que devastou o concelho de Manteigas do que aquele que
já passou sem que tenha sido feito algo para repor, pelo menos, parte da mancha
florestal ardida.”
“Dizem-nos que, dos 155 milhões de
euros prometidos, até agora nada chegou a Manteigas. Sabemos, contudo, que o
Plano de Revitalização da Serra da Estrela já foi executado, pelo menos em
parte, em projetos como a campanha de turismo da Serra da Estrela, o projeto
Casa Vergílio Ferreira, em Gouveia, o projeto Melo Aldeia Literária, em Melo, a
Rede Cultural e Criativa, na Guarda, e ainda a Rota da Lã, promovida pela
Universidade da Beira Interior.”
Para Manteigas, ao que nos dizem,
nem sequer houve verbas para aquilo que deveria ser prioritário e obrigatório:
a limpeza das áreas ardidas, a limpeza da ainda única mancha florestal do
Parque Natural e o reflorestamento da área destruída pelos incêndios. Passaram
cinco anos sem que nada significativo tivesse sido feito.”
“Não está em causa o mérito dos
restantes projetos. Muitos deles terão, naturalmente, o seu valor. O que está
em causa é o facto de parte dos 155 milhões ter servido para quase tudo, menos
para aquilo que deveria ter sido a prioridade absoluta.”
2 – Dinheiro que se vai
Jornal “O Interior”
Município do Fundão com dívida de
47 milhões de euros à Águas do Vale do Tejo
O presidente da Câmara do Fundão
confirmou, na última Assembleia Municipal, que a autarquia tem uma «dívida
colossal» à empresa Águas do Vale do Tejo, relativa a 37 ações judiciais, e que
perfaz um total de 47 milhões de euros.”
«Estamos a falar em mais de 27
milhões de euros de capital, cerca de 20 milhões em juros, aos quais, a um juro
comercial de 11 por cento, estamos a somar 3 milhões de euros por ano que
teremos de pagar», revelou o autarca social-democrata.”
Suponho que este caso não tem nada
a ver com o caso da Guarda, mas enquanto no Fundão informam o “estado da arte”
aqui esconde.se a “arte”. Até quando?

Deliberações do executivo municipal,
escritas em duas atas que podem ser lidas à porta do mercado municipal, já que
não se podem ler na página oficial.
Rua Miguel Unamuno – Prorrogação
prazo
Bairro fraternidade -. Prorrogação
prazo
Danods no Inverno Freguesias zona
nascente – Prorrogação prazo
Danos dos incêndios Fernão Joanes,
Meios, Trinta – Prorrogação prazo
Campo Zambito – 1ª fase prorrogação
prazo
Museu dos Sabores - Prorrogação
prazo apresentação propostas
Sede da antiga associação comercial
– aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego
- aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego
- Prorrogação prazo
Intempéries nas Panoias - Prorrogação
prazo
Infraestruturas Ecossistema bairro
comercial - Prorrogação prazo
Cheias e inundações diversas - Prorrogação
prazo
Ainda não há informações de prazos:
Avenida Tiago Gonçalves/Pocariça
Avenida de S. Miguel fases 1 e 2
Residência de estudantes Rua
António Sergio
Obras no Cabroeiro
Recuperação dos passeios da Guarda
Fora as outras que andam por aí e
que não arrancam.

Realizou-se à dias a Assembleia
Municipal Jovem com a presidência do Presidente da Assembleia Municipal Sénior
e do Presidente da Câmara
Apareceram nove propostas
apresentadas pelos estudantes
“Uma delas originou alguma
polémica, tendo o presidente da Câmara e o presidente da Mesa da Assembleia
Municipal, que também presidiu a esta sessão, aconselhado os alunos a não
usarem as expressões «falta de idoneidade e transparência», termos que constavam
do documento intitulado “Pela Transparência Democrática. Acesso à informação,
participação nas decisões e confiança dos jovens na Guarda”.
“O autarca da Guarda, chegou mesmo
a irritar-se com o estudante que tinha sido o porta-voz da proposta, quando
este o tentou interromper durante a intervenção que estava a fazer sobre as
propostas. «Não me interrompa, se faz favor», afirmou, em tom irritado e por
diversas vezes”.
Na intervenção final desta sessão,
o presidente da Câmara chamou a atenção dos alunos para que não usassem
expressões como «falta de idoneidade e transparência». «No vosso futuro
político, pessoal e profissional, devem evitar usar estas expressões. É uma
falta de respeito. O que pretendemos é que haja elevação na Assembleia
Municipal».
“Há respeito nesta casa. Às vezes
há alguns hábitos que tendem a não ser respeitados».
Informou que, por mês, há duas
reuniões do executivo municipal e que uma delas é pública, à qual pode assistir
«qualquer pessoa». Quanto às actas das reuniões, por enquanto não estão
acessíveis no portal por causa do ataque informático ocorrido há cerca de dois
meses e meio, mas «todas as deliberações da câmara são publicadas naquela
revista do município», bastando aceder ao “QR Code”, e também divulgadas «nas
redes sociais».
O presidente da Mesa da Assembleia
Municipal interveio de seguida para dizer que «enquanto os deputados
intervieram, o senhor presidente da Câmara esteve calado. Agora, o senhor
presidente da câmara está a falar» e os deputados têm que «estar calados». «É
tão simples quanto isto. Mas espero não voltar a repetir porque é mesmo isto.
Agora calamo-nos. Senhor presidente faça favor», dando novamente a palavra a
Sérgio Costa, que prosseguiu, aconselhando os jovens a não usarem aquele tipo
de expressões, como «falta de idoneidade e transparência». «Isto não vos leva a
lado nenhum. Isto é uma falta de respeito à pessoa com quem vocês falam,
independentemente de ser o Sérgio Costa, a Cláudia Guedes, o António Fernandes
ou qualquer um dos outros vereadores aqui presentes. Evitem este tipo de
discussão que não vos leva a lado nenhum a não ser à baixa política, porque
hoje em dia aquilo que nós pretendemos é elevação».
Informações obtidas no “Todas as
Beiras”

É a discussão do momento: A aprovação
dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação.
O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal?
O resumo da noticia “Todas as
Beiras”
“Foram aprovadas esta tarde, por
maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho
de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal
“Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”.
O documento mereceu a abstenção do
vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação,
não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso
conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e
vice-presidente do município.”
E quem são os eleitos?
Presidente do conselho de
administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do
município.
1º vogal é proposto António
Fernandes, actual vice-presidente da autarquia
2º vogal Luciano Calheiros,
professor e ex-deputado municipal do PSD.
Presidência da mesa da assembleia
geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda
Secretários Orlando Faísca,
presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano.
Segundo se sabe dos estatutos os
cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos
poderão ter senhos de presença.
Haverá próximo capítulo?