quarta-feira, 20 de maio de 2026

“Guarda Viva” – E temos órgãos sociais na agência imobiliária


Reuniu em sessão extraordinária o executivo camarário. Era tão importante a reunião que apenas se apresentaram quatro dos sete elementos que compõem o executivo
“Situação” e “Oposição” não se deram ao trabalho de substituir os elementos que não podiam votar:
dois do NOS/PPM, um do PSD/CDS
O resultado, em votação secreta, foi de dois a zero a favor do NOS/PPM
Ficou tudo como estava previsto e demonstrou que ninguém levou a sério esta coisa da “Guarda Viva”
Face ao folhetim do que aconteceu na primeira parte, a oposição deveria ter entrado com três vereadores e votado contra, ou não comparecer, assim limitaram-se a receber a senha de presença.
A reunião teve duas partes, a primeira para anular as decisões da reunião anterior e a segunda parte a validação do que tinha sido a decisão anterior, vcom os mesmos elementos
Pelos vistos, agora está tudo legal.
O presidente judstificou no final da reunião de hoje, que na semana passada foi tido em conta «o modelo que foi seguido noutras câmaras do país», mas como «quem não deve não teme» e «para que não restem dúvidas», o melhor seria, «sem qualquer tabú», clarificar «tudo aquilo que tinha que ser clarificado»
O que deveria ter dito, e seria mais normal era: “Quem tem cu tem medo”
A oposição PSD/CDS/IL disse “que continua a ter dúvidas quanto à necessidade de ser criada a empresa municipal, uma vez que, justificou, continua por esclarecer «o que é que vai ser feito em concreto». E que não acredita que a “Guarda Viva” possa vir «a facturar 400 mil euros».
E o diz os estatutos sobre o papel desta empresa? Compra e venda de imóveis?
“Todas as Beiras”
f ) Fixar o montante máximo até ao qual compete ao Conselho de Administração adquirir, alienar ou onerar bens imóveis;
g) Autorizar a aquisição, alienação ou oneração de imóveis de valor superior ao valor definido nos termos da alínea anterior;
h) Autorizar a contração de empréstimos;
j) Deliberar sobre os critérios das remunerações dos membros dos órgãos sociais observando as limitações legalmente estabelecidas;


terça-feira, 19 de maio de 2026

Manhã para descompressão

Com a chegada do sol é tempo de descompressão e vir para a rua, aproveitando o sossego da cidade.
Foi ima manhã rentável
Adquiri uma instalação de arte urbana que já suspendi na entrada da casa
Admirei as hortas urbanas e o Parque Urbano do Convento de S. Francisco onde já estão a montar as tendas para a feira de amanhã.
De resto é esperar pelo fim da tarde para saber as novidades e como vai ser desembrulhado o assunto do “Viver a Guarda”

segunda-feira, 18 de maio de 2026

E falemos de PMP (Prazo Médio de Pagamento em dias)

Porque se está a degradar o Pagamento a fornecedores?
A evolução oficial é como se indica:
31/12/2023 – 20 dias
31/03/2024 – 21 dias
30/06/2024 – 21 dias
30/09/2024 – 20 dias
31/12/2024 – 27 dias
Ficando a Guarda 68º lugar das câmaras mais devedoras
31/03/2025 – 25 dias
30/06/2025 – 25 dias
30/09/2025 – 26 dias
31/12/2025 – 37 dias
Ocupando o lugar 47º das câmaras mais devedoras
Atualmente está com um PMP de 42 dias ocupando o lugar 40 na tabela.
Estes valores ainda estão abaixo dos 60 dias de PMP, valor máximo de referência e que é usado habitualmente nos contratos de adjudicações diretas.
A questão que se levanta é sobre o Prazo Médio de Pagamento e não o Prazo Máximo de Pagamento.
Pode supor-se que poderá haver uns fornecedores a receber a pronto e outros fornecedores a 120 dias ou 150 dias. Será?

Fora do tema mas actual:
Julgo saber que amanhã, 19/05/2026, haverá reunião extraordinária do executo camarário, talvez com ponto único de nomeações para a dia empresa municipal. Mesmo fora de horas não pagarão horas extra.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Dinheiro que não vem e dinheiro que se vai

1 – Dinheiro que não vem
De João Trindade - MANTEIGAS, O CORAÇÃO DA SERRA DA ESTRELA
“Falta menos tempo para assinalar a maior catástrofe natural que devastou o concelho de Manteigas do que aquele que já passou sem que tenha sido feito algo para repor, pelo menos, parte da mancha florestal ardida.”
“Dizem-nos que, dos 155 milhões de euros prometidos, até agora nada chegou a Manteigas. Sabemos, contudo, que o Plano de Revitalização da Serra da Estrela já foi executado, pelo menos em parte, em projetos como a campanha de turismo da Serra da Estrela, o projeto Casa Vergílio Ferreira, em Gouveia, o projeto Melo Aldeia Literária, em Melo, a Rede Cultural e Criativa, na Guarda, e ainda a Rota da Lã, promovida pela Universidade da Beira Interior.”
Para Manteigas, ao que nos dizem, nem sequer houve verbas para aquilo que deveria ser prioritário e obrigatório: a limpeza das áreas ardidas, a limpeza da ainda única mancha florestal do Parque Natural e o reflorestamento da área destruída pelos incêndios. Passaram cinco anos sem que nada significativo tivesse sido feito.”
“Não está em causa o mérito dos restantes projetos. Muitos deles terão, naturalmente, o seu valor. O que está em causa é o facto de parte dos 155 milhões ter servido para quase tudo, menos para aquilo que deveria ter sido a prioridade absoluta.”
2 – Dinheiro que se vai
Jornal “O Interior”
Município do Fundão com dívida de 47 milhões de euros à Águas do Vale do Tejo
O presidente da Câmara do Fundão confirmou, na última Assembleia Municipal, que a autarquia tem uma «dívida colossal» à empresa Águas do Vale do Tejo, relativa a 37 ações judiciais, e que perfaz um total de 47 milhões de euros.”
«Estamos a falar em mais de 27 milhões de euros de capital, cerca de 20 milhões em juros, aos quais, a um juro comercial de 11 por cento, estamos a somar 3 milhões de euros por ano que teremos de pagar», revelou o autarca social-democrata.”
Suponho que este caso não tem nada a ver com o caso da Guarda, mas enquanto no Fundão informam o “estado da arte” aqui esconde.se a “arte”. Até quando?

quinta-feira, 14 de maio de 2026

E o culpado é: TrumPutiNetaniau

Deliberações do executivo municipal, escritas em duas atas que podem ser lidas à porta do mercado municipal, já que não se podem ler na página oficial.
Rua Miguel Unamuno – Prorrogação prazo
Bairro fraternidade -. Prorrogação prazo
Danods no Inverno Freguesias zona nascente – Prorrogação prazo
Danos dos incêndios Fernão Joanes, Meios, Trinta – Prorrogação prazo
Campo Zambito – 1ª fase prorrogação prazo
Museu dos Sabores - Prorrogação prazo apresentação propostas
Sede da antiga associação comercial – aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego - aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego - Prorrogação prazo
Intempéries nas Panoias - Prorrogação prazo
Infraestruturas Ecossistema bairro comercial - Prorrogação prazo
Cheias e inundações diversas - Prorrogação prazo
Ainda não há informações de prazos:
Avenida Tiago Gonçalves/Pocariça
Avenida de S. Miguel fases 1 e 2
Residência de estudantes Rua António Sergio
Obras no Cabroeiro
Recuperação dos passeios da Guarda
Fora as outras que andam por aí e que não arrancam.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Assembleia Municipal Jovem

Realizou-se à dias a Assembleia Municipal Jovem com a presidência do Presidente da Assembleia Municipal Sénior e do Presidente da Câmara
Apareceram nove propostas apresentadas pelos estudantes
“Uma delas originou alguma polémica, tendo o presidente da Câmara e o presidente da Mesa da Assembleia Municipal, que também presidiu a esta sessão, aconselhado os alunos a não usarem as expressões «falta de idoneidade e transparência», termos que constavam do documento intitulado “Pela Transparência Democrática. Acesso à informação, participação nas decisões e confiança dos jovens na Guarda”.
“O autarca da Guarda, chegou mesmo a irritar-se com o estudante que tinha sido o porta-voz da proposta, quando este o tentou interromper durante a intervenção que estava a fazer sobre as propostas. «Não me interrompa, se faz favor», afirmou, em tom irritado e por diversas vezes”.
Na intervenção final desta sessão, o presidente da Câmara chamou a atenção dos alunos para que não usassem expressões como «falta de idoneidade e transparência». «No vosso futuro político, pessoal e profissional, devem evitar usar estas expressões. É uma falta de respeito. O que pretendemos é que haja elevação na Assembleia Municipal».
“Há respeito nesta casa. Às vezes há alguns hábitos que tendem a não ser respeitados».
Informou que, por mês, há duas reuniões do executivo municipal e que uma delas é pública, à qual pode assistir «qualquer pessoa». Quanto às actas das reuniões, por enquanto não estão acessíveis no portal por causa do ataque informático ocorrido há cerca de dois meses e meio, mas «todas as deliberações da câmara são publicadas naquela revista do município», bastando aceder ao “QR Code”, e também divulgadas «nas redes sociais».
O presidente da Mesa da Assembleia Municipal interveio de seguida para dizer que «enquanto os deputados intervieram, o senhor presidente da Câmara esteve calado. Agora, o senhor presidente da câmara está a falar» e os deputados têm que «estar calados». «É tão simples quanto isto. Mas espero não voltar a repetir porque é mesmo isto. Agora calamo-nos. Senhor presidente faça favor», dando novamente a palavra a Sérgio Costa, que prosseguiu, aconselhando os jovens a não usarem aquele tipo de expressões, como «falta de idoneidade e transparência». «Isto não vos leva a lado nenhum. Isto é uma falta de respeito à pessoa com quem vocês falam, independentemente de ser o Sérgio Costa, a Cláudia Guedes, o António Fernandes ou qualquer um dos outros vereadores aqui presentes. Evitem este tipo de discussão que não vos leva a lado nenhum a não ser à baixa política, porque hoje em dia aquilo que nós pretendemos é elevação».
Informações obtidas no “Todas as Beiras”

terça-feira, 12 de maio de 2026

E.M. Guarda Viva

É a discussão do momento: A aprovação dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação. O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal?
O resumo da noticia “Todas as Beiras”
“Foram aprovadas esta tarde, por maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal “Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”.
O documento mereceu a abstenção do vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação, não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e vice-presidente do município.”
E quem são os eleitos?
Presidente do conselho de administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do município.
1º vogal é proposto António Fernandes, actual vice-presidente da autarquia
2º vogal Luciano Calheiros, professor e ex-deputado municipal do PSD.
Presidência da mesa da assembleia geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda
Secretários Orlando Faísca, presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano.
Segundo se sabe dos estatutos os cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos poderão ter senhos de presença.
Haverá próximo capítulo?