
Suponho que a câmara da Guarda
possuiu, na cidade, um bom património imobiliário.
Suponho que tenha apartamentos, lojas,
escolas antigas, garagens e os muitos edifícios devolutos comprados nos últimos
anos.
Não estranha, por isso, que que
queira dar uso aos que estão sem uso.
Uma das modalidades escolhida é o
comodato, não entendo os critérios de atribuição de uso.
Último exemplo: “Foi inaugurada,
dia 31 de janeiro, a nova sede do Grupo Motard Lobos do Asfalto. O espaço,
cedido através de um contrato de comodato entre o Município e o Grupo Motard,
está localizado Praceta Amélia Rey Colaço, no Bairro do Pinheiro.”
(Nota: Mandem pintar de outra cor o
lancil do passeio, porque, uma borda de passeio (ou meio-fio/lancil) pintada de
amarelo no chão indica uma proibição ou restrição de estacionamento e/ou
paragem naquele local e alterem a posição do sinal de trânsito)
Será que também é para vender que o
presidente reuniu com p presidente da “ESTAMO”?
“O presidente da Câmara Municipal e
o presidente do Conselho de Administração da ESTAMO – Participações
Imobiliárias SA, reuniram recentemente nas instalações da ESTAMO com o objetivo
de definir uma estratégia local de valorização do património público na Guarda.”
A ESTAMO – Participações
Imobiliárias, S.A. é uma empresa de capital público em Portugal, tem a missão
de gerir, valorizar, arrendar e vender o património imobiliário não estratégico
do Estado e institutos públicos. Atua como gestora integrada de ativos
públicos, promovendo a reabilitação e a rentabilização de imóveis, incluindo a
colaboração em políticas de habitação acessível.
Funções Principais: Identificar,
cadastrar e valorizar imóveis do Estado, incluindo a sua venda ou arrendamento.
O “Hotel Turismo” está metido ao
barulho? Vai ser entregue à ESTAMO?
O prazo das decisões já acabou. Vai
restar a ruína.

“Na sequência do fim da exibição de
filmes em vários espaços, a ministra da Cultura, anunciou a criação de um grupo
de trabalho para refletir sobre a exibição de cinema e o encerramento de salas
no país.”
“Esse grupo de trabalho, que
integra a IGAC e o ICA, compromete-se a "olhar para o histórico dos
últimos três anos" sobre pedidos de desafetação e a tirar conclusões no
primeiro trimestre deste ano.”
“A explicar este encerramento de
salas não é alheio a quebra de público e de receitas. No ano passado, as salas
de cinemas nacionais registaram 10,9 milhões de espectadores, uma quebra de
8,2% face a 2024, naquele que é o pior número desde 1996.”
“No que toca às receitas, o valor
atingido no ano passado foi de 70,5 milhões de euros, uma redução de 3,9% em
comparação a 2024.”
“A contrariar a tendência de quebra
estão, curiosamente, as salas de cinema independentes que vivem um período de
crescimento, com especial destaque para o Cinema Trindade, no Porto e o o
Cinema Medeia Nimas, em Lisboa. Este
último registou mesmo, ano de 2025, 88.512 espectadores um crescimento de 31,5%
face a 2024.”
Aqui há uns anos fizeram-se umas
festas para a inauguração dos percursos turísticos nas estradas nacionais EN 17
e EN 18.
Tentativa para copiar o que foi
feito na EN 2
Passados mais de meia dúzia de anos
que resultados foram obtidos?
Quantos passeantes foram registados?
Alguém conseguiu apanhar as canas?
O concelho de Manteigas é cerca de dez
vezes menor em população do que o concelho da Guarda.
Tem um presidente “independente”
como do da Guarda
Tem página no Facebook como o da Guarda
para divulgação com os munícipes
Não deve ter “central de informação”
como tem a Guarda
E tem três coisas importantes que a
Guarda não tem:
Divulga nas redes sociais a data/hora
da reunião
Transmite pelas redes sociais, em direto,
as reuniões do executivo
Informa nas redes sociais os
principais pontos discutidos.
E a Guarda para quando?
Qual será o problema do presidente?
Se Manteigas tem dinheiro para
pagar este “luxo” a Guarda não tem?
Tiveram ontem inicio os festivais
de cultura popular organizados pelas juntas de freguesia, que vão entremear com
os festivais de cultura organizados pela câmara.
Ontem foi o festival do chichorro
em Vila Mendo.
Eu venho fazer uma proposta para a
dinamização da economia local.
Como é do conhecimento público as
duas fábricas d cerveja que estavam previstas para instalar na Guarda, foi mera
ilusão. E ainda bem.
Assim nos festivais de cultura
popular devia ser proibida a cerveja e a obrigatoriedade de consumo de vinho
regional,
Para completar a oferta local seria
interessante ativar a fábrica de refrigerantes “Sepol” dinamizaria a economia
local e teríamos deliciosos refrescos quer simples quer emulsionados com o
vinho regional.
“Acordai, acordai, homens que
dormis a embalar a dor dos silêncios vis
vinde no clamor das almas viris arrancar
a flor que dorme na raiz”
“Dizem que dinheiro não falta, Dizem
que dinheiro não falta Entre os meus amigos e teus
Às vezes sabe Deus
E com certas artimanhas, Mas estou
sem os cobres
Mas estou sem os cobres Oh Quim tu
não me mintas
E oh Quim tu não me mintas. Eles
mostram uma nota
E não passam de uns pelintras”
“Acabou o dinheiro E ainda nem
acabou o mês
Quando o pagamento cai na minha conta
nem consigo sentir o cheiro do dinheiro
Montão de boleto que tem para pagar.
Não sobrou nem para ajeitar o cabelo
Aconteceu outra vez Aconteceu outra
vez Acabou o dinheiro
E ainda nem acabou o mês acabou o
dinheiro E ainda nem acabou o mês

1 - Informação Municipal 21 de
agosto de 2020
“Reconhecendo a riqueza e
singularidade do potencial histórico, cultural e natural do concelho e do
sentido de pertença da sua população, a Câmara da Guarda está a realizar um
trabalho de recolha no terreno de caracterização dos bens culturais imateriais do
concelho, denominado de “Carta da Paisagem da Guarda”. Trata-se de um catálogo
dos bens culturais imateriais presentes no concelho da Guarda, devidamente
suportado por consulta de bibliografia, arquivo e trabalho de terreno, tendo em
vista a sua valorização e reinterpretação, com o objetivo do reforço da oferta
cultural e turística e a sua inscrição no Inventário Nacional do Património
Cultural Imaterial (InNacPCI).
Nesse âmbito, decorreu esta manhã,
nos Paços do Concelho, uma reunião de trabalho com o Antropólogo Paulo Lima,
responsável pela elaboração da “Carta da Paisagem da Guarda”. Trabalho de
relevante importância que permitirá revisitar lugares e partilhar experiências
que nos reportam a um passado que ainda hoje faz parte das vivências locais.
2 - Informação Municipal de 29 de
janeiro de 2026
Data da publicação - 29-01-2026
Descrição - Aquisição de Serviços
para Elaboração da Carta de Paisagem da Guarda
Entidades adjudicatárias - PAULO
ALEXANDRE TABELA LIMA
Data do contrato - 23-01-2026
Preço contratual - 54.000,00 €
Prazo de execução -1096 dias
3 – Perguntas:
O que se passou neste grande
intervalo de tempo?
Que compromissos foram havia com o
adjudicatário?
Vamos estar mais 3 anos à espera
pela conclusão da carta?
Será que a primeira carta não encontrou
o destinatário e agora é preciso enviar outra?