sexta-feira, 24 de julho de 2026

Municípios obrigados a escolher 1% para ZAER


Do Jornal do Fundão, 22 de julho 2026
“Secretário de Estado da Energia revelou que municípios devem selecionar área mínima dos seus territórios para energias renováveis”
“O secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, afirmou terça-feira, em Castelo Branco, que os municípios têm obrigatoriamente de sinalizar um por cento dos seus territórios dentro das respetivas Zonas de Aceleração de Energias Renováveis (ZAER)”
“Os municípios podem selecionar dentro das suas zonas de aceleração apenas um por cento [percentagem mínima] do seu território” explicou o governante, que reuniu em Castelo Branco e no Fundão com representantes das comunidades intermunicipais da Beira Baixa, do Alto Alentejo e das Beiras e Serra da Estrela, no âmbito da consulta pública sobre o Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER). Sublinhou também que o projeto de criação das ZAER não procura lesar os territórios”
Já escolheu o seu cantinho ZAER?

quinta-feira, 23 de julho de 2026

PNSE – Parque Natural da Serra da Estrela


A sede do PNSE
“A maior área protegida de Portugal completa hoje, dia 16 de julho, meio século de vida.
Aconteceu a visita da Ministra do ambiente e Energia, M com o recente reconhecimento da Serra da Estrela como Reserva da Biosfera da UNESCO.
O que aconteceu ontem:
Inauguração das obras de requalificação do edifício-sede do Parque Natural da Serra da Estrela
Só isto?
Aconteceu mais uma coisa que pode ser importante: Vai ter um Presidente exclusivo para o Parque.
E o testo do pessoal dirigente vai ficar espalhado pelo País? Não disse.
E s revitalização na sequência dos incêndios?
Aconteceram muitas festas e anúncios de protocolos: 150 milhões, foi anunciado. E como estamos?
Ministro da Economia:
O financiamento para o plano de revitalização da Serra da Estrela está “a caminho” de ser encontrado, salientando que o Governo não parou uma medida do PS, porque não estava em andamento. “Falta encontrar os recursos financeiros, ainda não estão encontrados, mas estão a caminho de serem encontrados
Ministro da Economia:
O financiamento para o plano de revitalização da Serra da Estrela está “a caminho” de ser encontrado, salientando que o Governo não parou uma medida do PS, porque não estava em andamento.
E os autarcas da Serra da Estrela o que andaram a fazer? Andaram por aí è espera de assinar mais papeis? E agora quanto tempo vão esperar?

domingo, 19 de julho de 2026

Especulação educativa


Se os “Institutos Politécnicos” passam a ser designados por “Universidades Politécnica” as “Escolas Profissionais” vão designar-se por “Escolas Profissionais Politécnicas” com direito a formar licenciados?

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Barragem de Girabolhos – Contrapartidas

Foto: TB – Todas as Beiras
A construção da barragem de Girabolhos vai a concurso. Até pode ser que vá ser construída, mas posições são muito divergentes
O governo propõe uma barragem para produção de energia, para regadio, para lazer, para abastecimento de água a populações e sobretudo evitar as cheias do rio Mondego e, por conseguinte, evitar inundações em Coimbra e nos campos a jusante.
O procedimento publicado no Diário da República para a atribuição de concessão de captação de água, produção de energia hidroelétrica e conceção, construção, exploração e conservação da infraestrutura hidráulica determina que a concessão tem um prazo de 65 anos.
Os concorrentes têm agora 270 dias para apresentar propostas e o vencedor terá depois 60 meses para entregar a Proposta de Definição de Âmbito, bem como o Estudo de Impacte Ambiental, e 18 meses para elaborar o estudo prévio.
Os peritos dizem que não resolve as inundações. Não é compatível as missões que o governo propõe com as inundações.
Os ambientalistas dizem que é mais um desastre ambiental, que é preciso fazer um novo plano de avaliação.
E os autarcas?
Os autarcas querem contrapartidas. Já se sabe, contrapartidas é dinheiro
Vejam só:
Em abril de 2016 o Governo cancelou a Barragem de Girabolhos
Os autarcas exigiram contrapartidas estruturais, sociais e económicas para compensar o abandono do projeto, que representava um forte investimento e uma oportunidade de desenvolvimento para a região do Alto Mondego.
Perda de investimento e emprego: A suspensão do projeto prejudicou as dinâmicas económicas locais e a criação de postos de trabalho associados à obra
Compensações regionais: Os autarcas reclamaram a melhoria de infraestruturas rodoviárias e o reforço das redes de abastecimento de água, investimentos que dependiam da execução do projeto da barrage
Em 15 julho 2026 o Governo anunciou a barragem
Autarcas exigem compensações pela Barragem de Girabolhos. Ministra acredita na conclusão em 2034
Alexandre Batista
Os autarcas dos municípios abrangidos pela barragem de Girabolhos reivindicaram esta quarta-feira contrapartidas como a construção de estradas, a melhoria do abastecimento de água às populações, e a proteção do rio Mondego.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Programa “Camp In” desenvolvido pela Associação “Just a Change

 

O mesmo programa, duas informações diferentes.
A CIM BEIRA E SERRA DA ESTRELA APRESENTARAM, EM CELORICO DA BEIRA, O PROGRAMA “CAMP IN” DESENVOLVIDO PELA ASSOCIAÇÃO “JUST A CHANGE
“A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela apresentou, recentemente, em Celorico da Beira, o programa “Camp In” desenvolvido pela Associação “Just a Change”. O objetivo desta iniciativa é reabilitar habitações de famílias em situação de vulnerabilidade e promover melhores condições de vida à população.”
“O programa estende-se aos municípios de Almeida, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Guarda, Manteigas e Sabugal”.
“A reabilitação das casas vai ser feita por jovens voluntários de várias nacionalidades.”
 
GUARDA REFORÇA APOIO SOCIAL COM PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO COM A JUST A CHANGE
“O Município da Guarda e a Associação Just a Change assinaram esta terça-feira, 15 de julho, um protocolo de cooperação destinado à renovação e reabilitação de habitações de agregados familiares em situação de vulnerabilidade social. Esta parceria será concretizada através da implementação dos projetos Camp-In, iniciativas de voluntariado que promovem a recuperação de habitações degradadas.” Para este ano, estão previstos dois Camp-In no concelho da Guarda, com o objetivo de intervir em três habitações, beneficiando diretamente oito munícipes e contando com o envolvimento de 20 voluntários.”
“A adesão a este protocolo reforça o compromisso do Município da Guarda na melhoria das condições de habitabilidade das famílias mais vulneráveis do concelho, através de um modelo de intervenção que combina apoio técnico especializado, participação voluntária e impacto social significativo. No âmbito desta colaboração, a autarquia alocou uma verba de 30 mil euros, contribuindo para a concretização das intervenções previstas e reafirmando a aposta na promoção de uma habitação mais digna.”

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Ministro diz que passe de Mobilidade Nacional poderá ser realidade até final do ano


 Ministro diz que passe de Mobilidade Nacional poderá ser realidade até final do ano
Onde? Tinha de ser Lisboa e Porto
E o Interior? Onde há falta de transportes? No Interior. Onde há gente com mais idade? Interior. Onde há mais isolamento? Interior.
E continua a investir-se no litoral. E os Autarcas e os Deputados têm interesse por isto? Não.
DN/Lusa - 15 julho 2026
Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, admite que se trata de um processo “que não tem sido fácil”.
O Passe de Mobilidade Nacional poderá ser uma realidade até ao final do ano, de acordo com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, que lembrou que se trata de um processo “que não tem sido fácil”.
“Como tinha dito a última vez, continuamos a trabalhar com as duas áreas metropolitanas” para que o primeiro passe seja “um passe intermetropolitano, e isso quase que abrange 80% da oferta nacional”
“trata-se de um processo que “não tem sido fácil”, devido às várias especificidades, nomeadamente diferentes tarifários, “softwares diferentes, regras diferentes”, porque nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto há “muitos operadores, os quais têm de ser ressarcidos por parte das receitas”.
O ministro adiantou que o Governo está a falar com as autarquias, com as comunidades intermunicipais, áreas metropolitanas e que “todas as forças políticas, todos os autarcas, [estão] alinhados”.
“Acham que é útil caminharmos nesse sentido e, portanto, eu acredito, convictamente, que podemos chegar a bom porto até ao final deste ano. Ter um primeiro passe com um novo título, com as duas áreas metropolitanas interligadas”.

terça-feira, 14 de julho de 2026

“Marketing” de vendas

Andando por aqui, por ali, por acolá olhando montras e coisas curiosas