Momento 1 – Parque Urbano do Rio
Diz
Momento 2 – “Rotundona” no Bairro
Nossa Senhora de Fátima, (Foto rapinada do Facebook de uma pessoa amiga, sem pedido
de autorização)
(Será que vou receber ordem de
expulsão da Guarda?)

Foi convocada uma conferência de
imprensa para anunciar a entrada em vigor do PDM do concelho da Guarda. Muito
bem
Mas o Presidente esteve mal. Ao desprezar
aquela equipa que há 32 anos viu ser aprovado o primeiro, e até ontem o único,
PDM aprovado.
E o que disse o presente? Transcrevo
o que está escrito na página oficial da câmara:
“Em conferência de imprensa
anunciámos que o novo PDM entrou em vigor e, com ele, desbloqueámos o potencial
que nos foi negado durante mais de 3 décadas. 1000 hectares para criar emprego,
atrair investimento, proporcionar expansão urbanística e fixar as nossas
famílias na cidade, nas nossas aldeias e Vila”
Recordo:
“O primeiro Plano Diretor Municipal
(PDM) da Guarda foi aprovado pela Assembleia Municipal a 17 de março de 1994. A
sua ratificação foi publicada através da Resolução do Conselho de Ministros n.º
55/94 no Diário da República a 20 de julho de 1994.”
O que nos diz o presidente é que o
PDM estava ultrapassado quando foi aprovado.
Os documentos da época não é isso
que nos dizem.
E também diziam:
“As primeiras edições dos Planos
Diretores Municipais (Primeira Geração de PDM) não tinham um prazo de vigência
rígido ou limite de validade pré-definido na lei. O Decreto-Lei n.º 69/90
estipulava apenas que estes instrumentos de gestão territorial se destinavam a
vigorar por tempo indeterminado, com uma recomendação teórica de revisão a cada
10 anos.”
E também é de recordar que o
presidente já vai no 13º ano consecutivo de governação.
Futurismo: Assim vai ficar a
envolvente do Jardim José de Lemos, quando “requalificarem os buracos” dos
passeios.
As placas poderão dizer:
“Inauguração da requalificação do
buraco número 1,2,3,4,5 …n, pelo presidente da câmara.”
Ou então apenas isto:
“E se é para dizer mal da Guarda
ponham-se daqui para fora”. “Não precisamos deles”
E contra a “moção de censura” bajular,
bajular, bajular… e o Presidente da câmara a distribuir arroz pela assembleia,
bem acolitado pelo outro presidente.
Avassalador nas obras que não fez,
que vai fazer, que projecta fazer, com o dinheiro que vai aparecer.
E quando diz que 12 milhões de euros
foi o maior investimento feito nas freguesias é porque nasceu em 1976 e,
portanto, não conhecia o concelho da Guarda. Dê uma vista de olhos ao passado e
pergunte a quem está vivo como era isto.
Inauguração das festas de
enceramento dos “Santos da Guarda”

Temos assistido um grande movimento
de realizações nacionais, regionais e internacionais, com a câmara na primeira
linha de apoio. Com dinheiro, logístico, brindes e o mais que adivinhamos
É para apoiar a economia local,
dizem-nos.
Ciclismo, futebol dos sacerdotes e
outras mais, e uma surpresa, o “CORNHOLE”
Sito a página da câmara
“A popularidade do Cornhole, jogo
de lançamento de sacos para uma plataforma, é cada vez maior em Portugal, à
semelhança do que acontece noutros países, e é praticado por atletas de todas
as idades.”
O que consegui apurar pela IA, é um
jogo “A feijões”. o jogo resume-se a encher uns saquinhos com feijões e tentar
acertar num buraco feito numa tábua. Será inovador? Os Jogos Tradicionais da
Guarda não têm algo mais interessante.
Mas aproveitando a onda, sugiro aos
“agricultores do Mondego” que realizem os campeonatos nacionais de “embaraçar
cebolas” e de “torneirar cabaças”, muito mais interessantes e rentáveis.
Com a Câmara aberta a estas movimentações,
fica a sugestão.
Hoje é dia da primeira feira anual
da cidade, feira de S. João. A segunda será em outubro e é a feira de S.
Francisco.
Há muitos anos que os funcionários públicos
da administração local lhes é dada a possibilidade de fazerem compras nestas
feiras durante duas horas, dentro do horário normal de serviço.
Há uns anos atrás, também algumas
empresas privadas davam facilidades para os seus empregados irem às feiras,
Se esta decisão tem implicações no
desenvolvimento da economia e do comércio da cidade, sugiro:
1 – Que estas medidas sejam extensivas
às feiras quinzenais
2 – Que todos os munícipes tenham
direito a duas horas semanais para as compras no comércio local. A justificação
das ausências, será feita contra a entrega do talão de compras. A câmara
comparticipará nos danos provocados pelas ausências, se as houver.
Pelo desenvolvimento no nosso
concelho
Por uma Guarda maior
Determino e mando publicar