
“Na sequência do fim da exibição de
filmes em vários espaços, a ministra da Cultura, anunciou a criação de um grupo
de trabalho para refletir sobre a exibição de cinema e o encerramento de salas
no país.”
“Esse grupo de trabalho, que
integra a IGAC e o ICA, compromete-se a "olhar para o histórico dos
últimos três anos" sobre pedidos de desafetação e a tirar conclusões no
primeiro trimestre deste ano.”
“A explicar este encerramento de
salas não é alheio a quebra de público e de receitas. No ano passado, as salas
de cinemas nacionais registaram 10,9 milhões de espectadores, uma quebra de
8,2% face a 2024, naquele que é o pior número desde 1996.”
“No que toca às receitas, o valor
atingido no ano passado foi de 70,5 milhões de euros, uma redução de 3,9% em
comparação a 2024.”
“A contrariar a tendência de quebra
estão, curiosamente, as salas de cinema independentes que vivem um período de
crescimento, com especial destaque para o Cinema Trindade, no Porto e o o
Cinema Medeia Nimas, em Lisboa. Este
último registou mesmo, ano de 2025, 88.512 espectadores um crescimento de 31,5%
face a 2024.”
Aqui há uns anos fizeram-se umas
festas para a inauguração dos percursos turísticos nas estradas nacionais EN 17
e EN 18.
Tentativa para copiar o que foi
feito na EN 2
Passados mais de meia dúzia de anos
que resultados foram obtidos?
Quantos passeantes foram registados?
Alguém conseguiu apanhar as canas?
O concelho de Manteigas é cerca de dez
vezes menor em população do que o concelho da Guarda.
Tem um presidente “independente”
como do da Guarda
Tem página no Facebook como o da Guarda
para divulgação com os munícipes
Não deve ter “central de informação”
como tem a Guarda
E tem três coisas importantes que a
Guarda não tem:
Divulga nas redes sociais a data/hora
da reunião
Transmite pelas redes sociais, em direto,
as reuniões do executivo
Informa nas redes sociais os
principais pontos discutidos.
E a Guarda para quando?
Qual será o problema do presidente?
Se Manteigas tem dinheiro para
pagar este “luxo” a Guarda não tem?
Tiveram ontem inicio os festivais
de cultura popular organizados pelas juntas de freguesia, que vão entremear com
os festivais de cultura organizados pela câmara.
Ontem foi o festival do chichorro
em Vila Mendo.
Eu venho fazer uma proposta para a
dinamização da economia local.
Como é do conhecimento público as
duas fábricas d cerveja que estavam previstas para instalar na Guarda, foi mera
ilusão. E ainda bem.
Assim nos festivais de cultura
popular devia ser proibida a cerveja e a obrigatoriedade de consumo de vinho
regional,
Para completar a oferta local seria
interessante ativar a fábrica de refrigerantes “Sepol” dinamizaria a economia
local e teríamos deliciosos refrescos quer simples quer emulsionados com o
vinho regional.
“Acordai, acordai, homens que
dormis a embalar a dor dos silêncios vis
vinde no clamor das almas viris arrancar
a flor que dorme na raiz”
“Dizem que dinheiro não falta, Dizem
que dinheiro não falta Entre os meus amigos e teus
Às vezes sabe Deus
E com certas artimanhas, Mas estou
sem os cobres
Mas estou sem os cobres Oh Quim tu
não me mintas
E oh Quim tu não me mintas. Eles
mostram uma nota
E não passam de uns pelintras”
“Acabou o dinheiro E ainda nem
acabou o mês
Quando o pagamento cai na minha conta
nem consigo sentir o cheiro do dinheiro
Montão de boleto que tem para pagar.
Não sobrou nem para ajeitar o cabelo
Aconteceu outra vez Aconteceu outra
vez Acabou o dinheiro
E ainda nem acabou o mês acabou o
dinheiro E ainda nem acabou o mês

1 - Informação Municipal 21 de
agosto de 2020
“Reconhecendo a riqueza e
singularidade do potencial histórico, cultural e natural do concelho e do
sentido de pertença da sua população, a Câmara da Guarda está a realizar um
trabalho de recolha no terreno de caracterização dos bens culturais imateriais do
concelho, denominado de “Carta da Paisagem da Guarda”. Trata-se de um catálogo
dos bens culturais imateriais presentes no concelho da Guarda, devidamente
suportado por consulta de bibliografia, arquivo e trabalho de terreno, tendo em
vista a sua valorização e reinterpretação, com o objetivo do reforço da oferta
cultural e turística e a sua inscrição no Inventário Nacional do Património
Cultural Imaterial (InNacPCI).
Nesse âmbito, decorreu esta manhã,
nos Paços do Concelho, uma reunião de trabalho com o Antropólogo Paulo Lima,
responsável pela elaboração da “Carta da Paisagem da Guarda”. Trabalho de
relevante importância que permitirá revisitar lugares e partilhar experiências
que nos reportam a um passado que ainda hoje faz parte das vivências locais.
2 - Informação Municipal de 29 de
janeiro de 2026
Data da publicação - 29-01-2026
Descrição - Aquisição de Serviços
para Elaboração da Carta de Paisagem da Guarda
Entidades adjudicatárias - PAULO
ALEXANDRE TABELA LIMA
Data do contrato - 23-01-2026
Preço contratual - 54.000,00 €
Prazo de execução -1096 dias
3 – Perguntas:
O que se passou neste grande
intervalo de tempo?
Que compromissos foram havia com o
adjudicatário?
Vamos estar mais 3 anos à espera
pela conclusão da carta?
Será que a primeira carta não encontrou
o destinatário e agora é preciso enviar outra?

Com o salão nobre da câmara com
muitos interessados realizou-se a “assinatura do contrato de empreitada da
"regeneração e mobilidade urbana do vale do cabroeiro e publicado no mesmo
dia
Data da publicação - 27-01-2026
Descrição - Regeneração e
Mobilidade Urbana do Vale do Cabroeiro
Entidades adjudicatárias - António
Saraiva e Filhos, Opualte – Construções e João Tomé Saraiva - Sociedade de
Construções
Data do contrato - 27-01-2026
Preço contratual - 9.477.999,99 €
Prazo de execução - 915 dias
O Contrato publicado tem uma cláusula
interessante:
Clausula terceira - O prazo de
execução desta empreitada é de 915 DIAS, a contar
da data da consignação que é
efetuada após o Visto do Tribunal de Contas
Pergunta: E se o tribunal de Contas
recusar o pedido?
Para o presidente da Câmara da
Guarda “um dia histórico. Há dias que marcam o calendário, e há dias que marcam
o destino de uma cidade. O dia de hoje pertence a essa categoria: hoje
definimos o nosso Destino.”
“Ganhamos uma nova centralidade.
Com este investimento de 12,8 milhões de euros, vamos rasgar um novo acesso,
que revolucionará a mobilidade na nossa cidade. Acabou o isolamento entre o
Centro e a Periferia.”
“Foi apresentado todo o projeto da
obra que se divide em cinco fases”.
“A empreitada vai demorar cerca de
três anos a executar”
“A obra representa o cumprimento de
uma dívida com mais de 30 anos” E representa uma dívida real de 12 milhões de
euros mais os juros que poderão chegar aos 5 milhões, (Este número de 5 milhões
a 20 anos é calculado como eu sei e não como o banco sabe, precisa de
validação)