sexta-feira, 24 de julho de 2026
quinta-feira, 23 de julho de 2026
PNSE – Parque Natural da Serra da Estrela
A sede do PNSE
“A maior área protegida de Portugal
completa hoje, dia 16 de julho, meio século de vida.
Aconteceu a visita da Ministra do
ambiente e Energia, M com o recente reconhecimento da Serra da Estrela como
Reserva da Biosfera da UNESCO.
O que aconteceu ontem:
Inauguração das obras de requalificação
do edifício-sede do Parque Natural da Serra da Estrela
Só isto?
Aconteceu mais uma coisa que pode
ser importante: Vai ter um Presidente exclusivo para o Parque.
E o testo do pessoal dirigente vai
ficar espalhado pelo País? Não disse.
E s revitalização na sequência dos
incêndios?
Aconteceram muitas festas e
anúncios de protocolos: 150 milhões, foi anunciado. E como estamos?
Ministro da Economia:
O financiamento para o plano de
revitalização da Serra da Estrela está “a caminho” de ser encontrado,
salientando que o Governo não parou uma medida do PS, porque não estava em
andamento. “Falta encontrar os recursos financeiros, ainda não estão encontrados,
mas estão a caminho de serem encontrados
Ministro da Economia:
O financiamento para o plano de
revitalização da Serra da Estrela está “a caminho” de ser encontrado,
salientando que o Governo não parou uma medida do PS, porque não estava em
andamento.
E os autarcas da Serra da Estrela o
que andaram a fazer? Andaram por aí è espera de assinar mais papeis? E agora
quanto tempo vão esperar?
domingo, 19 de julho de 2026
Especulação educativa
Se os “Institutos Politécnicos” passam a ser designados por “Universidades Politécnica” as “Escolas Profissionais” vão designar-se por “Escolas Profissionais Politécnicas” com direito a formar licenciados?
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Barragem de Girabolhos – Contrapartidas
Foto: TB – Todas as BeirasA construção da barragem de
Girabolhos vai a concurso. Até pode ser que vá ser construída, mas posições são
muito divergentes
O governo propõe uma barragem para
produção de energia, para regadio, para lazer, para abastecimento de água a
populações e sobretudo evitar as cheias do rio Mondego e, por conseguinte,
evitar inundações em Coimbra e nos campos a jusante.
O procedimento publicado no Diário
da República para a atribuição de concessão de captação de água, produção de
energia hidroelétrica e conceção, construção, exploração e conservação da
infraestrutura hidráulica determina que a concessão tem um prazo de 65 anos.
Os concorrentes têm agora 270 dias
para apresentar propostas e o vencedor terá depois 60 meses para entregar a
Proposta de Definição de Âmbito, bem como o Estudo de Impacte Ambiental, e 18
meses para elaborar o estudo prévio.
Os peritos dizem que não resolve as
inundações. Não é compatível as missões que o governo propõe com as inundações.
Os ambientalistas dizem que é mais
um desastre ambiental, que é preciso fazer um novo plano de avaliação.
E os autarcas?
Os autarcas querem contrapartidas. Já
se sabe, contrapartidas é dinheiro
Vejam só:
Em abril de 2016 o Governo cancelou
a Barragem de Girabolhos
Os autarcas exigiram contrapartidas
estruturais, sociais e económicas para compensar o abandono do projeto, que
representava um forte investimento e uma oportunidade de desenvolvimento para a
região do Alto Mondego.
Perda de investimento e emprego: A
suspensão do projeto prejudicou as dinâmicas económicas locais e a criação de
postos de trabalho associados à obra
Compensações regionais: Os autarcas
reclamaram a melhoria de infraestruturas rodoviárias e o reforço das redes de
abastecimento de água, investimentos que dependiam da execução do projeto da
barrage
Em 15 julho 2026 o Governo anunciou
a barragem
Autarcas exigem compensações pela
Barragem de Girabolhos. Ministra acredita na conclusão em 2034
Alexandre Batista
Os autarcas dos municípios
abrangidos pela barragem de Girabolhos reivindicaram esta quarta-feira
contrapartidas como a construção de estradas, a melhoria do abastecimento de
água às populações, e a proteção do rio Mondego.
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Programa “Camp In” desenvolvido pela Associação “Just a Change
O mesmo programa, duas informações
diferentes.
A CIM BEIRA E SERRA DA ESTRELA
APRESENTARAM, EM CELORICO DA BEIRA, O PROGRAMA “CAMP IN” DESENVOLVIDO PELA
ASSOCIAÇÃO “JUST A CHANGE
“A Comunidade Intermunicipal das
Beiras e Serra da Estrela apresentou, recentemente, em Celorico da Beira, o
programa “Camp In” desenvolvido pela Associação “Just a Change”. O objetivo
desta iniciativa é reabilitar habitações de famílias em situação de
vulnerabilidade e promover melhores condições de vida à população.”
“O programa estende-se aos
municípios de Almeida, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Guarda, Manteigas
e Sabugal”.
“A reabilitação das casas vai ser
feita por jovens voluntários de várias nacionalidades.”
GUARDA REFORÇA APOIO SOCIAL COM
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO COM A JUST A CHANGE
“O Município da Guarda e a
Associação Just a Change assinaram esta terça-feira, 15 de julho, um protocolo
de cooperação destinado à renovação e reabilitação de habitações de agregados
familiares em situação de vulnerabilidade social. Esta parceria será concretizada
através da implementação dos projetos Camp-In, iniciativas de voluntariado que
promovem a recuperação de habitações degradadas.” Para este ano, estão
previstos dois Camp-In no concelho da Guarda, com o objetivo de intervir em
três habitações, beneficiando diretamente oito munícipes e contando com o
envolvimento de 20 voluntários.”
“A adesão a este protocolo reforça
o compromisso do Município da Guarda na melhoria das condições de
habitabilidade das famílias mais vulneráveis do concelho, através de um modelo
de intervenção que combina apoio técnico especializado, participação voluntária
e impacto social significativo. No âmbito desta colaboração, a autarquia alocou
uma verba de 30 mil euros, contribuindo para a concretização das intervenções
previstas e reafirmando a aposta na promoção de uma habitação mais digna.”
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Ministro diz que passe de Mobilidade Nacional poderá ser realidade até final do ano
Ministro diz que passe de
Mobilidade Nacional poderá ser realidade até final do ano
Onde? Tinha de ser Lisboa e Porto
E o Interior? Onde há falta de
transportes? No Interior. Onde há gente com mais idade? Interior. Onde há mais
isolamento? Interior.
E continua a investir-se no
litoral. E os Autarcas e os Deputados têm interesse por isto? Não.
DN/Lusa - 15 julho 2026
Miguel Pinto Luz, ministro das
Infraestruturas e da Habitação, admite que se trata de um processo “que não tem
sido fácil”.
O Passe de Mobilidade Nacional
poderá ser uma realidade até ao final do ano, de acordo com o ministro das
Infraestruturas e da Habitação, que lembrou que se trata de um processo “que
não tem sido fácil”.
“Como tinha dito a última vez,
continuamos a trabalhar com as duas áreas metropolitanas” para que o primeiro
passe seja “um passe intermetropolitano, e isso quase que abrange 80% da oferta
nacional”
“trata-se de um processo que “não
tem sido fácil”, devido às várias especificidades, nomeadamente diferentes
tarifários, “softwares diferentes, regras diferentes”, porque nas áreas
metropolitanas de Lisboa e do Porto há “muitos operadores, os quais têm de ser
ressarcidos por parte das receitas”.
O ministro adiantou que o Governo
está a falar com as autarquias, com as comunidades intermunicipais, áreas
metropolitanas e que “todas as forças políticas, todos os autarcas, [estão]
alinhados”.
“Acham que é útil caminharmos nesse
sentido e, portanto, eu acredito, convictamente, que podemos chegar a bom porto
até ao final deste ano. Ter um primeiro passe com um novo título, com as duas
áreas metropolitanas interligadas”.
terça-feira, 14 de julho de 2026
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