Começo a pensar que a câmara tem
equipas especializadas para as diversas reparações na via pública.
As três fotografias distam uma das
outras cerca de 50 metros, ficando a que tem sinalização verde no meio.
Então o que temos?
Uma equipa de meia dúzia de três ou
quatro trabalhadores repararam, e parece bem, os paralelos do início da
passadeira.
Cerva de 20 metros acima temos a
rua de alcatrão esburacada. Passaram e andaram sem ver.
Uns 20 metros abaixo, passaram por
uma passadeira que já tem um longo historial de más reparações.
Esperemos, então, que venha a
equipa de alcatrão e depois a equipa de passadeiras.
A Guarda e muitas outras urbes
estão “enxameadas” do que se chama “outdoors”. Enormes painéis publicitários.
Políticos e comerciais.
Agora na Guarda há outra qualidade
Os ““outdoors” MUPIS (Mobiliário
Urbano para Informação)
Parafraseando Vitorino “Anda a semear
mupis no caminho”
Já deve ser a 10º geração disto. Os
armazéns da câmara devem estar cheios destas coisas.
Como e onde estão a ser colocados
parece que é onde der jeito, Cada vez mais respeitam menos os passantes.
E quanto à “Prevenção Rodoviária
Portuguesa” não tem nada a dizer? Será que não é mais um motivo de distração
dos condutores
E por falar em prevenção: Será que
50 km/hora no interior da cidade é uma boa velocidade para controlar?
Cada vez há mais cidades europeias
e limitar a circularão a 30 km/hora, com muitos ganhos em rapidez de deslocação.
Que eu saiba, há apenas duas ruas
com transito de 20 Km7hora, mas ninguém respeita: Rua Lopo de Carvalho e Rua
dos Bombeiros Egitanienses.
Transito partilhado há zero.
Informação aos munícipes
“Foram inaugurados, no dia 4 de
agosto, os Tanques Comunitários da freguesia de Avelãs da Ribeira, uma
intervenção realizada no âmbito do Contrato Interadministrativo celebrado entre
o Município da Guarda e a Junta de Freguesia. A obra teve como principal
objetivo a requalificação deste espaço, contribuindo para a valorização do
património local e para a melhoria das condições de utilização por parte da
população.”
Um telheiro vazio, não se vislumbra
tanque nem canalização de água, foi inaugurado com pompa pelo presidente da
câmara e sua vereação, todos os êxtas, com a obra imprescindível para a
freguesia e uma das formas mais baratas de combater a coscuvilhice
faceboquiana.
E que tal instalar uma máquina de
lavar industrial?

Segundo o jornal público o
primeiro-ministro Montenegro não dá entrevistas há 378 dias. Não gosta de
perguntas jornalísticas, prefere perguntar e responder, assim pode trabalhar sem
ser “maçado”.
Segundo eu, o presidente da câmara
da Guarda não segue o exemplo do primeiro-ministro.
Desdobra-se em entrevistas pelos
muitos e vários órgãos de comunicação social da Guarda, apresentando as grandes
promessas do mandato.
Como é normal fez o balanço dos 100
dias, dos 180 dias e dos 270 dias, além das entrevistas temáticas de carnaval,
do dia da cidade, da feira farta e a próxima será do órgão.
Este fim de semana, cumpriu-se mais
uma promessa: as grandes festas da cidade, mais de 20 mil pessoas segundo o
presidente da Câmara Municipal, nada mau para seis dias de espetáculos
Esperam-se novas entrevistas com as
novas conclusões.
Notas de contexto
(O ministro das finanças já
autorizou disponibilizar o dinheiro para a requalificação o hotel turismo?)
(Face aos acontecimentos das
últimas semanas começo a pesar que em Belém vamos ter uma rainha de Inglaterra)
Se o dia 31 de julho é o melhor dia
para casar então agora há, mas um motivo a juntar ao entra agosto.
O primeiro-ministro decretou que o dia
31 de julho é também o dia nacional do vinho.
É um bom casamento: sexo e vinho.
Pode ser que alguma câmara
aproveite a ideia para fazer uma grande festa, dinamizando a economia local,
que se dedica aos eventos casamenteiros.
Também pode ser lançado um vinho
alusivo ao tema.

Catástrofe 1 – Manteigas - APAL –
primeiro grande teste e falhou
O colapso total do asfalto na EN
232 ocorreu na tarde de terça-feira, 3 de março de 2026.No entanto, o processo
desenvolveu-se em várias fases devido à forte precipitação:Início de fevereiro
de 2026: Registaram-se os primeiros deslizamentos significativos na Mata da
Carvalheira, o que levou ao encerramento preventivo da estrada a 22 de
fevereiro.3 de março de 2026: A instabilidade da encosta agravou-se e o
"cotovelo" da estrada ruiu por completo.
Consequências? Muitas e entre elas afetou
as nascentes que abastecem cerca de 30% de Manteigas desde os reservatórios da
carvalheira. Neste momento a água é cortada durante a noite com tendência para agravar.
E o que fez a APAL? Não foi ainda
explicado
Catástrofe 2 – Incêndio desta
semana no concelho da Guarda
E o que disse o presidente da
Câmara da Guarda?
“O sistema de combate aos incêndios
faliu, continua a não funcionar”
“Mostrou-se desagradado durante o
dia desta terça-feira pela demora em dominar o incêndio que começou no Rochoso,
concelho da Guarda, e se alastrou aos concelhos vizinhos de Almeida, Sabugal e
Pinhel.”
“a verdadeira frustração foi
sentida quando o edil analisou as estatísticas, com «tantas pessoas
mobilizadas, mas depois vamos para o terreno e não as vemos ou estão
completamente fragmentadas ou a caminhar cada um por si». «há gente demais a
fazer de menos?», “como é que há forças que são acionadas demasiado tarde para
fazer frente ao fogo; não percebo como é que a UEPS da GNR só foi chamada ontem
à hora de almoço e não no dia anterior à noite; não percebo como é que o ICNF
não está no fogo quando sabemos que havia máquinas paradas na Guarda e
trabalhadores à espera de ser chamados».
“conclui que «o sistema faliu,
continua a não funcionar, continua a acontecer tudo exatamente da mesma forma e
ninguém faz nada para melhorar o estado da arte».
Então quando foram apresentados os
meios com muito aparato, foi só aparato?
Então os meios que foram distribuídos
pelas juntas de freguesia não servem?
Então e os caminhos alcatroados não
ajudaram? E os caminhos rurais não alcatroados porque não foram limpos?
E tudo o mais que não foi feito e
que deveria ter sido?
Do Jornal do Fundão, 22 de julho
2026
“Secretário de Estado da Energia
revelou que municípios devem selecionar área mínima dos seus territórios para
energias renováveis”
“O secretário de Estado Adjunto e
da Energia, Jean Barroca, afirmou terça-feira, em Castelo Branco, que os
municípios têm obrigatoriamente de sinalizar um por cento dos seus territórios
dentro das respetivas Zonas de Aceleração de Energias Renováveis (ZAER)”
“Os municípios podem selecionar
dentro das suas zonas de aceleração apenas um por cento [percentagem mínima] do
seu território” explicou o governante, que reuniu em Castelo Branco e no Fundão
com representantes das comunidades intermunicipais da Beira Baixa, do Alto
Alentejo e das Beiras e Serra da Estrela, no âmbito da consulta pública sobre o
Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis
(PSZAER). Sublinhou também que o projeto de criação das ZAER não procura lesar
os territórios”
Já escolheu o seu cantinho ZAER?