
Na sequência do apagão informático,”
o Município da Guarda necessita investir cerca de dois milhões de euros na área
dos sistemas informáticos”
O autarca tem que fazer escolhas
claras: Ou escolha a propaganda em que gasta milhões ou gasta na segurança. São
menos de 2% do orçamento e transitaram 7 milhões do ani passado e ainda os
bancos estão atulhados em notas prontas a utilizar.
“O autarca salienta que o município
não dispõe dessa verba e terá que ser encontrada uma solução.”
“O Município da Guarda vai ter de
investir cerca de dois milhões de euros para normalizar todo o sistema
informático, que sofreu um ciberataque no passado dia 12 de Fevereiro, e que,
aos poucos, tem estado a ser reposto.”
A informação foi prestada esta
manhã pelo presidente da Câmara, no encontro com os jornalistas a propósito da
reunião de ontem do executivo municipal, durante a qual foi aprovada a abertura
de um concurso público para a aquisição e implementação de infraestruturas de
segurança, no valor de 527 mil euros”
«Aquilo que ocorreu obriga o Município a
fortes investimentos.”
“Estamos a começar pela
cibersegurança», acrescentando que o investimento da autarquia «não vai ficar
por aqui» e que «será necessário investir mais um milhão e meio de euros nesta
área dos sistemas informáticos».
“O autarca salienta que o município
não dispõe dessa verba e terá que ser encontrada uma solução.”
Depois das visitas a Évora, Beja, Vila
Real, Bragança e mais alguma que eu não sei, foi a vez do presidente levar aos
seus autarcas, representantes da juntas e da assembleia, pelo distrito.
E que boas práticas foram aprender?
Património em Marialva
Termalismo em Longroiva
Cultura em Vila Nova de Foz Coa
Produtos Endógenos em Trancoso
Adegas em Freixo de Numão e Poço do
Canto
Será provável que em breve possamos
admirar:
O nosso centro histórico
recuperado´
Os banhos de Mileu prontos a servir
O Bolo do Sancho e a bola parda em
todo o país
E abertura de adegas cooperativas
em Vila Cortez do Mondego e Avelãs da Ribeira.
Boa sorte com a aprendizagem das
novas boas práticas

O mais sério diário português, o
Diário da República” informa-nos que a linha a Beira Baixa poderá estar fechada
até mil dias, se existirem interessados na obra e não acontecerem imponderáveis
não ponderados. Poderemos contar 3 anos a partir de agora:
E o que fazem e dizem os nossos
autarcas sobre isto? Pois nada. Estão no recato dos gabinetes a ver se os
comboios passam.
Não fazem absolutamente nada sobre
isto. Esperam, não é com eles, isto é com o ministro.
Então isto não foi causado pela “Cristina”?
Então porque tem tratamento diferente?
“Foi publicado hoje em Diário da
República o concurso público internacional para as obras de estabilização de
taludes na Linha da Beira Baixa, no troço entre Belver, Fratel e Sarnadas de
Ródão (nos concelhos de Gavião e Vila Velha de Ródão), pelo preço base de sete
milhões de euros. O prazo de apresentação de propostas decorre até 2 de Maio e
tem um prazo de execução de obras de mil dias.
A Infraestruturas de Portugal (IP)
já tinha informado que previa uma paragem longa, possivelmente superior a seis
meses, dada a complexidade técnica da reparação junto ao Tejo. Por agora, ainda
não foi possível apurar se as obras previstas no concurso hoje publicado vão ou
não interferir com a reabertura prevista pela IP. - Jornal “Todas as Beiras”
O afã com que presidente da câmara
da Guarda anda pelo país a visitar os seus pares, presidentes de câmara, tem a
ver com a nova atração turística da cidade.
A ilha balnear dos coqueiros, no
Parque Urbano.
E já tem uma grande atração. Um
artesão vai utilizar as cascas dos cocos para fazer as concas e por isso a ilha
também será chamada ilha dos conqueiros.
Já teve inauguração e visita
Segundo a informação dos jornais da
Guarda a Senhora Ministra da Saúde, que esteve na Guarda ontem à noite deu a
conferência de imprensa na ilha
Segundo se sabe, e pelas não
notícias da comunicação social, o auditório estava vazia.
Aguardamos mais esclarecimentos das
nossas fontes,
E já agora: Alguém me diz se nos últimos
30 dias aconteceu alguma coisa importante na cidade, excluindo o apagão?

Vocês verão que no próximo verão as
praias estarão recuperadas e verão os portugueses correr para elas. Vocês verão
que no próximo verão ainda não arrancou o programa de revitalização da Serra da
Estrela e verão os nossos autarcas a esperar sentados ou talvez os verão a
discursar na assembleia da república onde verão os deputados entretidos e verão
também os ministros a dizer que não há dinheiro porque a tragédia já passou e
há outras tragédias mais importantes e verão os portugueses nas praias a
apanhar banhos de sol e verão alguns mais afoitos a ir até à serra e preguntar
onde está a neve verão assim a serra como um ponto de passagem verão o queijo
falsificado e carros estacionados porque a serra é só estradas alcatroadas e os
ministro virão no verão blablablablablaba e reformulem lá o programa porque há
coisas que não têm pés nem cabeça e verão que estamos de tanga e não precisam
de estradas verdes porque andaram este tempo todo a alcatroar caminhos
agrícolas e verão que no verão os portugueses ficarão muito contentores com
tantos apoios. E blablablablablaba. Os ministros andam pelo país e a nós
calhou-nos a da saúde que parece que não vai ao hospital mad vai para o auditório
da estação.
11 de março de 2026
111 milhões para recuperar praias
Governo avança com pacote de
investimento para recuperar o litoral após tempestades
O Governo vai mobilizar 111 milhões
de euros para recuperar e reforçar a proteção do litoral português após os
danos provocados pelo mau tempo registado entre outubro de 2025 e fevereiro
deste ano. O plano prevê intervenções prioritárias antes do início da próxima
época balnear.
O anúncio foi feito pela Ministra
do Ambiente e da Energia, na apresentação de um relatório da Agência Portuguesa
do Ambiente (APA) que avalia os impactos das tempestades no litoral de Portugal
continental e define as medidas de mitigação do risco.
05 de março de 2024
155 milhões para a revitalização da
Serra da Estrela
O Governo aprovou, no início de
fevereiro, 155 milhões de euros para o Programa de Revitalização da Serra da
Estrela. O montante destina-se a recuperar o Parque Natural dos incêndios que
ali ocorreram em 2022, dinamizar a economia e promover o desenvolvimento
sustentável da região, mas faltam medidas para a regeneração dos valores
naturais e a valorização dos serviços de ecossistema.

1 - O presidente da Câmara
Municipal da Guarda visitou o Município de Bragança Ao longo da deslocação ao
território brigantino, o autarca guardense apresentou cumprimentos ao presidente
da Câmara Municipal e analisou vários assuntos de interesse comum e temas da
atualidade política, bem como os desafios que os territórios enfrentam e as
perspetivas de desenvolvimento económico para o futuro próximo.
2 - O presidente da Câmara
Municipal da Guarda visitou o Município de Vila Real. Ao longo da deslocação ao
território vila-realense, o autarca guardense apresentou cumprimentos ao presidente
da Câmara Municipal e analisou vários assuntos de interesse comum e temas da
atualidade política, bem como os desafios que os territórios enfrentam e as
perspetivas de desenvolvimento económico para o futuro próximo.
3 - O presidente da Câmara
Municipal da Guarda visitou a telha mal colocada e não reparou na janela
4 - O presidente da Câmara
Municipal da Guarda visitou mais uma estrada que ardeu nos incêndios
podre
5 - O presidente da Câmara
Municipal da Guarda irá visitar, durante sessenta dias, todas as pessoas que diariamente
utilizavam a ponte pedonal, sobre a linha de caminho de ferro da estação, e não
poderão fazê-lo porque vão construir uma nova ponte. O prazo será prorrogável, sempre
que necessário, até ficar concluída.

A notícia apareceu, como a vou transcrever:
“Foi aprovado prazo de prorrogação
da construção dos 51 fogos no Bairro da Fraternidade.”
“O assunto fez parte das propostas
levadas à reunião do executivo”
“O presidente da Câmara da Guarda
afirmou que a obra está atrasada”
“Voltou a dizer que há processos-crime
em tribunal.”
E assim são publicadas as notícias,
secas, sem questionar o que se passa.
Atrasado porquê? Quanto tempo de
atraso? Como vai ficar sem PRR?
Crime? Que crime? Está em segredo
de justiça ou o recato dos gabinetes?
Quem avançou com a queixa?
Foi o ofendido que foi vítima de
qualquer coisa? Que é? Entidade ou individuo?
Foi um cidadão que viu o que não
deveria ter visto?
Foram as entidades policiais tiveram
conhecimento do caso? Qual caso?
Fora funcionários públicos que tiveram
conhecimento do crime no exercício das suas funções?
Foi o executivo camarário para
encontrar pretextos para o atraso?
Quantos anos vai demorar o inquérito?
As obras estão paradas ou a andar (ou
como se diz “a andar paradas”)?
É só mais uma obra, num rol, de
obras com atrasos.