Nos últimos dez dias foram realizadas pelo Teatro Municipal da Guarda, TMG, diversas actividades de grande qualidade. Foram muitas e não podendo assistir a todas, refiro aquelas a que assisti
21,sexta, José Maria Galissá, e o seu conjunto Bela Nafa, trouxeram a música mandinga Guiné-Bissau. Consegue aliar um instrumento tradicional, Kora, com instrumentos actuais de maneira brilhante.
22, sábado, Romagem Teatral ao Cabeço das Fráguas, Passeio até ao mítico cabeço, muito bem organizado
22, sábado, António Vitorino de Almeida e a Orquestra do Norte, vieram até à Guarda. O Maestro exuberante e palavroso, como sempre soube escolher um repertório de qualidade e que agradou a todos.
26, Quarta, As últimas Palavras de Swazo Camacase, Teatro com o “Novo escritor teatral” Pedro Dias de Almeida, interpretação e encenação de Américo Rodrigues. Gostei muito mais do texto interpretado do que do lido.
29, Sábado, Veio o Hermem José e o seu Herman: One (Her)man Show. Quem nunca viu o Herman ao vivo é obrigatório ver. Quase duas horas hilariantes, num ritmo frenético e bem encadeado.
1, Segunda, Dia grande com a Guarda-Músicas, Viagem Musical e para comemorar o Dia Mundial da Música. Só com a prata da Guarda. Num modelo inédito, em que vários espectáculos, de cerca de 15 minutos, decorriam ao mesmo tempo, os espectadores iam passando pelos vários locais. Muita qualidade dos intérpretes e da organização. Alguns pormenores necessitariam de afinação, se houver repetição, como um ou dois locais, o tempo, e encadeamento.
Para os interessados, este ritmo vai manter-se. Vá lá. Apareça. Cultive-se.