O Secretário de Estado do Turismo
aproveitou a “Festa do Vinho” na Guarda para anunciar as novidades sobre a requalificação
do Hotel Turismo Serão boas? Para já é um passo em
frente. Anunciou que foi adjudicado ao “Grupo
Lince Hotels” a obra do hotel turismo Por agora temos: Passo 1: Assinado o despacho de
adjudicação Passo 2: Aprovação pelo Ministro das
Finanças para avançar. Passo 3: “Logo que possível, o novo
concessionário vai submeter o projeto à Câmara Municipal” Aguardemos então pelo andamento. “O grupo The Lince Hotels é a
cadeia hoteleira do Grupo Arliz, A marca tem estado em forte expansão, operando
unidades de luxo e bem-estar como o The Lince Santa Clara Historic Hotel em
Vila do Conde e o The Lince Braga, The Lince Ecorkhotel Évora”
O mês de junho foi o mês de muitas
vitórias. Anúncios de avanços, anúncios de recomeços e anúncios que não foram
anunciados. Anunciaram-se E à cabeça está o PDM finalmente em
vigor O tribunal de contas deu o aval e a
Variante pode avançar O Tribunal de contas também deu
consentimento pra o empréstimo de 12 milhões e vamos ter dinheiro para as obras Suponho que o “Hospital privado”
deu início às obras no terreno Terá sido apresentada a proposta
ganhadora para a reabilitação do hotel turismo Non Bairro da fraternidade a providência
cautelar foi chumbada e esperemos que o processo-crime não seja um obstáculo. O Porto Seco estará pronto no
verão. Verão ou veremos? As geminações viram-se para as
Américas do Sul, na Argentina, queremos mais. Foi lançado novo concurso para o
centro tecnológico do mercado municipal, no último, não apareceram
interessados. A Avenida de S. Miguel, vai ser
desta que vai passar de obra a previsão de obra Ainda não é desta que a estrada da
Pocariça vai passar a ser Avenida Tiago Gonçalves. Posses administrativas ou o
quê? O Museu de arte contemporânea vai
estar à espera de nova contemporaneidade. O Museu dos sabores ninguém lhe pega.
Vai acontecer novo concurso? O Edifício para o Museu dos
Bombeiros já está vedado para obras. Agosto é o aniversário. O órgão da Sé saiu do discurso.
Será mesmo no dia 27 de novembro? Do apagão, ainda nada e a página
oficial continua fraquinha. Provavelmente devido ao apagão, voltou
a aparecer bum pedido de inquérito ao bosque da cidade na encosta norte.
Foi convocada uma conferência de
imprensa para anunciar a entrada em vigor do PDM do concelho da Guarda. Muito
bem Mas o Presidente esteve mal. Ao desprezar
aquela equipa que há 32 anos viu ser aprovado o primeiro, e até ontem o único,
PDM aprovado. E o que disse o presente? Transcrevo
o que está escrito na página oficial da câmara: “Em conferência de imprensa
anunciámos que o novo PDM entrou em vigor e, com ele, desbloqueámos o potencial
que nos foi negado durante mais de 3 décadas. 1000 hectares para criar emprego,
atrair investimento, proporcionar expansão urbanística e fixar as nossas
famílias na cidade, nas nossas aldeias e Vila” Recordo: “O primeiro Plano Diretor Municipal
(PDM) da Guarda foi aprovado pela Assembleia Municipal a 17 de março de 1994. A
sua ratificação foi publicada através da Resolução do Conselho de Ministros n.º
55/94 no Diário da República a 20 de julho de 1994.” O que nos diz o presidente é que o
PDM estava ultrapassado quando foi aprovado. Os documentos da época não é isso
que nos dizem. E também diziam: “As primeiras edições dos Planos
Diretores Municipais (Primeira Geração de PDM) não tinham um prazo de vigência
rígido ou limite de validade pré-definido na lei. O Decreto-Lei n.º 69/90
estipulava apenas que estes instrumentos de gestão territorial se destinavam a
vigorar por tempo indeterminado, com uma recomendação teórica de revisão a cada
10 anos.” E também é de recordar que o
presidente já vai no 13º ano consecutivo de governação.
Hoje é dia da primeira feira anual
da cidade, feira de S. João. A segunda será em outubro e é a feira de S.
Francisco. Há muitos anos que os funcionários públicos
da administração local lhes é dada a possibilidade de fazerem compras nestas
feiras durante duas horas, dentro do horário normal de serviço. Há uns anos atrás, também algumas
empresas privadas davam facilidades para os seus empregados irem às feiras, Se esta decisão tem implicações no
desenvolvimento da economia e do comércio da cidade, sugiro: 1 – Que estas medidas sejam extensivas
às feiras quinzenais 2 – Que todos os munícipes tenham
direito a duas horas semanais para as compras no comércio local. A justificação
das ausências, será feita contra a entrega do talão de compras. A câmara
comparticipará nos danos provocados pelas ausências, se as houver. Pelo desenvolvimento no nosso
concelho Por uma Guarda maior Determino e mando publicar
Tenho escrito muito pouco porque se
passa tanta coisa que não tenho tido tempo para digerir isto tudo São as requalificações, são as
inaugurações, são as feiras de turismo, é o ciclismo e hoje são os Santos
Populares. É tudo a favor da economia local. Inauguração do “campo de merendas”
do Caldeirão. Como estamos de poluição? Anúncio do campeonato nacional de estrada
de ciclismo e as etapas da volta a Portugal A colocação de muitas placas de requalificação
de coisas que deveriam ter merecido a manutenção e chegou-se ao ponto de
requalificar, porque assim mostra-se obra que ainda não há. Um dia qualquer ainda vou ver
colocar placas de inauguração de requalificação das placas toponímias. E ainda
espero ver uma placa a dizer; inauguração da colocação da colocação da placa
toponímica que desapareceu não se sabe quando.
Torniquetar: Montar torniquetes para controlar entradas e saídas dos funcionários. Horas extraordinárias vão disparar. Com o apagão por resolver as queixas podem multiplicar-se.
Censurar: Ato querer controlar um órgão de comunicação social por publicar notícias sobre ordem de trabalhos das reuniões do executivo sem autorização do presidente.
Ministrar: Substituir-se ao ministro das infraestruturas e ir para Madrid "negociar" a electrificação da linha espanhola que entronca na Linha da Beira Alta. Que tenha boa sorte para daqui 7 anos.
Começamos a entender o "grande boom" na construção de casas na Guarda Segundo o jornal O Interior o preço das casas para arrendar a procura desceu vinte e cinco por cento relativamente a 2026. Concluímos, por isso, que na Guarda apenas se constrói para venda, demonstrando a alto poder de compra dos Guardenses. Não entendo então qual o interesse da câmara construir e/ou requalificar casas para arrendamento.
Reuniu em sessão extraordinária o
executivo camarário. Era tão importante a reunião que apenas se apresentaram
quatro dos sete elementos que compõem o executivo “Situação” e “Oposição” não se
deram ao trabalho de substituir os elementos que não podiam votar: dois do NOS/PPM, um do PSD/CDS O resultado, em votação secreta,
foi de dois a zero a favor do NOS/PPM Ficou tudo como estava previsto e
demonstrou que ninguém levou a sério esta coisa da “Guarda Viva” Face ao folhetim do que aconteceu
na primeira parte, a oposição deveria ter entrado com três vereadores e votado
contra, ou não comparecer, assim limitaram-se a receber a senha de presença. A reunião teve duas partes, a
primeira para anular as decisões da reunião anterior e a segunda parte a validação
do que tinha sido a decisão anterior, vcom os mesmos elementos Pelos vistos, agora está tudo
legal. O presidente judstificou no final
da reunião de hoje, que na semana passada foi tido em conta «o modelo que foi
seguido noutras câmaras do país», mas como «quem não deve não teme» e «para que
não restem dúvidas», o melhor seria, «sem qualquer tabú», clarificar «tudo
aquilo que tinha que ser clarificado» O que deveria ter dito, e seria
mais normal era: “Quem tem cu tem medo” A oposição PSD/CDS/IL disse “que
continua a ter dúvidas quanto à necessidade de ser criada a empresa municipal,
uma vez que, justificou, continua por esclarecer «o que é que vai ser feito em
concreto». E que não acredita que a “Guarda Viva” possa vir «a facturar 400 mil
euros». E o diz os estatutos sobre o papel
desta empresa? Compra e venda de imóveis? “Todas as Beiras” f ) Fixar o montante máximo até ao
qual compete ao Conselho de Administração adquirir, alienar ou onerar bens
imóveis; g) Autorizar a aquisição, alienação
ou oneração de imóveis de valor superior ao valor definido nos termos da alínea
anterior; h) Autorizar a contração de
empréstimos; j) Deliberar sobre os critérios das
remunerações dos membros dos órgãos sociais observando as limitações legalmente
estabelecidas;
Porque se está a degradar o
Pagamento a fornecedores? A evolução oficial é como se
indica: 31/12/2023 – 20 dias 31/03/2024 – 21 dias 30/06/2024 – 21 dias 30/09/2024 – 20 dias 31/12/2024 – 27 dias Ficando a Guarda 68º lugar das
câmaras mais devedoras 31/03/2025 – 25 dias 30/06/2025 – 25 dias 30/09/2025 – 26 dias 31/12/2025 – 37 dias Ocupando o lugar 47º das câmaras
mais devedoras Atualmente está com um PMP de 42
dias ocupando o lugar 40 na tabela. Estes valores ainda estão abaixo
dos 60 dias de PMP, valor máximo de referência e que é usado habitualmente nos
contratos de adjudicações diretas. A questão que se levanta é sobre o
Prazo Médio de Pagamento e não o Prazo Máximo de Pagamento. Pode supor-se que poderá haver uns fornecedores
a receber a pronto e outros fornecedores a 120 dias ou 150 dias. Será?
Fora do tema mas actual: Julgo saber que amanhã, 19/05/2026, haverá reunião extraordinária do executo camarário, talvez com ponto único de nomeações para a dia empresa municipal. Mesmo fora de horas não pagarão horas extra.
1 – Dinheiro que não vem De João Trindade - MANTEIGAS, O
CORAÇÃO DA SERRA DA ESTRELA “Falta menos tempo para assinalar a
maior catástrofe natural que devastou o concelho de Manteigas do que aquele que
já passou sem que tenha sido feito algo para repor, pelo menos, parte da mancha
florestal ardida.” “Dizem-nos que, dos 155 milhões de
euros prometidos, até agora nada chegou a Manteigas. Sabemos, contudo, que o
Plano de Revitalização da Serra da Estrela já foi executado, pelo menos em
parte, em projetos como a campanha de turismo da Serra da Estrela, o projeto
Casa Vergílio Ferreira, em Gouveia, o projeto Melo Aldeia Literária, em Melo, a
Rede Cultural e Criativa, na Guarda, e ainda a Rota da Lã, promovida pela
Universidade da Beira Interior.” Para Manteigas, ao que nos dizem,
nem sequer houve verbas para aquilo que deveria ser prioritário e obrigatório:
a limpeza das áreas ardidas, a limpeza da ainda única mancha florestal do
Parque Natural e o reflorestamento da área destruída pelos incêndios. Passaram
cinco anos sem que nada significativo tivesse sido feito.” “Não está em causa o mérito dos
restantes projetos. Muitos deles terão, naturalmente, o seu valor. O que está
em causa é o facto de parte dos 155 milhões ter servido para quase tudo, menos
para aquilo que deveria ter sido a prioridade absoluta.” 2 – Dinheiro que se vai Jornal “O Interior” Município do Fundão com dívida de
47 milhões de euros à Águas do Vale do Tejo O presidente da Câmara do Fundão
confirmou, na última Assembleia Municipal, que a autarquia tem uma «dívida
colossal» à empresa Águas do Vale do Tejo, relativa a 37 ações judiciais, e que
perfaz um total de 47 milhões de euros.” «Estamos a falar em mais de 27
milhões de euros de capital, cerca de 20 milhões em juros, aos quais, a um juro
comercial de 11 por cento, estamos a somar 3 milhões de euros por ano que
teremos de pagar», revelou o autarca social-democrata.” Suponho que este caso não tem nada
a ver com o caso da Guarda, mas enquanto no Fundão informam o “estado da arte”
aqui esconde.se a “arte”. Até quando?
Deliberações do executivo municipal,
escritas em duas atas que podem ser lidas à porta do mercado municipal, já que
não se podem ler na página oficial. Rua Miguel Unamuno – Prorrogação
prazo Bairro fraternidade -. Prorrogação
prazo Danods no Inverno Freguesias zona
nascente – Prorrogação prazo Danos dos incêndios Fernão Joanes,
Meios, Trinta – Prorrogação prazo Campo Zambito – 1ª fase prorrogação
prazo Museu dos Sabores - Prorrogação
prazo apresentação propostas Sede da antiga associação comercial
– aprovação trabalhos complementares Pavilhão desportivo vale do Mondego
- aprovação trabalhos complementares Pavilhão desportivo vale do Mondego
- Prorrogação prazo Intempéries nas Panoias - Prorrogação
prazo Infraestruturas Ecossistema bairro
comercial - Prorrogação prazo Cheias e inundações diversas - Prorrogação
prazo Ainda não há informações de prazos: Avenida Tiago Gonçalves/Pocariça Avenida de S. Miguel fases 1 e 2 Residência de estudantes Rua
António Sergio Obras no Cabroeiro Recuperação dos passeios da Guarda Fora as outras que andam por aí e
que não arrancam.
É a discussão do momento: A aprovação
dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação.
O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal? O resumo da noticia “Todas as
Beiras” “Foram aprovadas esta tarde, por
maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho
de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal
“Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”. O documento mereceu a abstenção do
vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação,
não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso
conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e
vice-presidente do município.” E quem são os eleitos? Presidente do conselho de
administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do
município. 1º vogal é proposto António
Fernandes, actual vice-presidente da autarquia 2º vogal Luciano Calheiros,
professor e ex-deputado municipal do PSD. Presidência da mesa da assembleia
geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda Secretários Orlando Faísca,
presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano. Segundo se sabe dos estatutos os
cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos
poderão ter senhos de presença. Haverá próximo capítulo?
A notícia apareceu, como a vou transcrever: “Foi aprovado prazo de prorrogação
da construção dos 51 fogos no Bairro da Fraternidade.” “O assunto fez parte das propostas
levadas à reunião do executivo” “O presidente da Câmara da Guarda
afirmou que a obra está atrasada” “Voltou a dizer que há processos-crime
em tribunal.” E assim são publicadas as notícias,
secas, sem questionar o que se passa. Atrasado porquê? Quanto tempo de
atraso? Como vai ficar sem PRR? Crime? Que crime? Está em segredo
de justiça ou o recato dos gabinetes? Quem avançou com a queixa? Foi o ofendido que foi vítima de
qualquer coisa? Que é? Entidade ou individuo? Foi um cidadão que viu o que não
deveria ter visto? Foram as entidades policiais tiveram
conhecimento do caso? Qual caso? Fora funcionários públicos que tiveram
conhecimento do crime no exercício das suas funções? Foi o executivo camarário para
encontrar pretextos para o atraso? Quantos anos vai demorar o inquérito? As obras estão paradas ou a andar (ou
como se diz “a andar paradas”)? É só mais uma obra, num rol, de
obras com atrasos.
Do Jornal ECO “Presidente da Comissão de
Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) identifica áreas cujos
projetos vão perder apoio do PRR por não estarem prontos a tempo: escolas,
centros de saúde, habitação, áreas de localização empresarial e equipamentos
sociais.” “A região Centro já fez o trabalho
de casa e já identificou as várias áreas que “estão na iminência de ter de”
retirar projetos do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR),
porque não vão ficar prontos a tempo: escolas, centros de saúde, habitação,
áreas de localização empresarial e equipamentos sociais das IPSS” “O presidente da CCDRC ainda não
está em condições de identificar montantes, porque o Instituto da Habitação e
da Reabilitação Urbana (IHRU) ainda não fez o levantamento ao nível da
habitação.” E na Guarda, quantos projectos
podem estar nesta situação?
A notícia – Na foto do lado
esquerdo A empresa de supermercados LIDL vai
construir um novo espaço, junto à rotunda da mão, abandonando as instalações que
tem junto à Capela de Mileu. O espaço futuro com uma área de 11 500
metros quadrados A minha especulação - 1 O negócio foi feito por 150 mil
euros A área em causa ficará toda
impermeabilizada O investimento será de 5 milhões de
euros Criará 20 postos de trabalho, que
resultarão da transferência do “Lidl velho” para o “Lidl novo” A minha especulação -2 – Na foto do
lado direito Os terrenos, no lado direito da
foto, pertencem à câmara De quem é a nova estrada que liga a
parte esquerda à parte direita? Para que estão a transferir terras
dos terrenos (da câmara) para o lado esquerdo? A Câmara está a dar, emprestar ou
dar a terra? O que será feito ali no futuro?
Tiveram ontem inicio os festivais
de cultura popular organizados pelas juntas de freguesia, que vão entremear com
os festivais de cultura organizados pela câmara. Ontem foi o festival do chichorro
em Vila Mendo. Eu venho fazer uma proposta para a
dinamização da economia local. Como é do conhecimento público as
duas fábricas d cerveja que estavam previstas para instalar na Guarda, foi mera
ilusão. E ainda bem. Assim nos festivais de cultura
popular devia ser proibida a cerveja e a obrigatoriedade de consumo de vinho
regional, Para completar a oferta local seria
interessante ativar a fábrica de refrigerantes “Sepol” dinamizaria a economia
local e teríamos deliciosos refrescos quer simples quer emulsionados com o
vinho regional.
Com o salão nobre da câmara com
muitos interessados realizou-se a “assinatura do contrato de empreitada da
"regeneração e mobilidade urbana do vale do cabroeiro e publicado no mesmo
dia Data da publicação - 27-01-2026 Descrição - Regeneração e
Mobilidade Urbana do Vale do Cabroeiro Entidades adjudicatárias - António
Saraiva e Filhos, Opualte – Construções e João Tomé Saraiva - Sociedade de
Construções Data do contrato - 27-01-2026 Preço contratual - 9.477.999,99 € Prazo de execução - 915 dias O Contrato publicado tem uma cláusula
interessante: Clausula terceira - O prazo de
execução desta empreitada é de 915 DIAS, a contar da data da consignação que é
efetuada após o Visto do Tribunal de Contas Pergunta: E se o tribunal de Contas
recusar o pedido? Para o presidente da Câmara da
Guarda “um dia histórico. Há dias que marcam o calendário, e há dias que marcam
o destino de uma cidade. O dia de hoje pertence a essa categoria: hoje
definimos o nosso Destino.” “Ganhamos uma nova centralidade.
Com este investimento de 12,8 milhões de euros, vamos rasgar um novo acesso,
que revolucionará a mobilidade na nossa cidade. Acabou o isolamento entre o
Centro e a Periferia.” “Foi apresentado todo o projeto da
obra que se divide em cinco fases”. “A empreitada vai demorar cerca de
três anos a executar” “A obra representa o cumprimento de
uma dívida com mais de 30 anos” E representa uma dívida real de 12 milhões de
euros mais os juros que poderão chegar aos 5 milhões, (Este número de 5 milhões
a 20 anos é calculado como eu sei e não como o banco sabe, precisa de
validação)
“O presidente da Câmara da Guarda,
diz que a autarquia está a executar mais de 30 milhões de euros em obras para
maximizar os fundos comunitários” “Revelou recentemente que o
concelho tem atualmente em curso, um volume de investimento em obras públicas
que ultrapassa os 10 milhões de euros. “Das várias empreitadas visitadas,
o autarca sublinhou que, num único dia de acompanhamento técnico, visitou
intervenções que totalizam 3,5 milhões de euros, estimando que o valor global
das obras a decorrer na cidade e no concelho não seja inferior a dez milhões.” “Este montante, contudo, é
significativamente superior quando se contabiliza o setor da habitação” “Afirmou que a autarquia está a
garantir a maior execução possível de fundos PRR, e sublinhou a importância
destas obras necessárias para o desenvolvimento do concelho.” A Imagem da direita é gerada pela
comunicação da câmara A imagem da esquerda é gerada por
Inteligência Artificial e publicada na página oficial com a seguinte legenda: RIGOR E OBRA: A GUARDA NÃO PARA! Integramos o saldo de 6.922.828,25€
de 2025 para investir no futuro do nosso concelho. O valor é inferior ao ano
passado porque, perante os chumbos dos empréstimos pela oposição, não cruzámos
os braços: usámos fundos próprios para garantir que a obra aparecesse! Prioridades do Saldo do Gerência
para 2026: • Habitação, Centro histórico,
Lameirinhas, Estação • Juventude nova residência de
estudantes • Despoluição, reabilitação e
valorização dos rios Diz e Noeme • Energia renovável mais barata
para as empresas do Parque Industrial da Guarda • Construção do novo órgão de tubos
da Sé Catedral Bloquearam o financiamento, mas não
travaram o nosso trabalho. Menos conversa, mais obra feita!
Continuamos no queremos. Se querem
porque não fazem se é de graça? O presidente “recordou que a
proposta de criar uma nova empresa municipal, a Guarda Viva, que concentraria a
gestão habitacional e empresarial, foi chumbada no anterior mandato, lembrando
que a oposição teve responsabilidade nesse desfecho.” Ao fim de 12 anos de governação o
presidente da câmara “voltou a expor fragilidades na gestão da Plataforma
Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) e dos restantes parques industriais
do concelho” “A proposta de alienação de um lote
no novo Polo Industrial acabou por desencadear um debate mais alargado sobre a
necessidade urgente de actualizar o regulamento da PLIE, considerado
desajustado face à realidade actual.” “O regulamento em vigor tem duas
décadas e que a sua última revisão ocorreu há 10 anos.” “O município enfrenta actualmente
pedidos de reversão de oito lotes, em litígio judicial há dois anos, sem
decisão conhecida. “É preciso adoptar novos modelos de gestão e olhar para
práticas seguidas por outros municípios comparáveis, alguns dos quais passaram
da venda directa para a hasta pública.” “O presidente afirmou que o
município terá de retomar o debate sobre este modelo de gestão, numa altura em
que se prevê “muita habitação pública”, apoiada pelo Banco Europeu de
Investimento e pela reprogramação do Portugal 2030, que volta a contemplar habitação
social e acessível.” “O vereador do PS, insistiu que o
regulamento da PLIE deve ser revisto com prioridade. Alertou para empresas que
adquirem terrenos, mas não cumprem os prazos e obrigações previstos, o que leva
a Câmara a recorrer aos tribunais e bloqueia o desenvolvimento económico da
cidade. Defendeu a introdução de uma gestão profissional, afirmando que existem
na cidade pessoas com competência para assumir essa função e atrair
investimento.” “O vereador do PSD concordou com a
necessidade de revisão, que deve ter em conta todos espaços empresariais: a
Plataforma Logística, o Parque Industrial e a área empresarial da Arrifana.
Sublinhou que há vários lotes em incumprimento, sem utilização, impedindo novos
investidores de avançar. Criticou também a demora na resolução judicial dos
oito lotes em litígio e referiu problemas operacionais reportados pelos
empresários instalados, como ruturas frequentes na rede de água e falhas na
rede eléctrica.”
«nem no tempo da governação
social-democrata nem no tempo da governação do PS isso era feito». Vem isto a propósito das propostas
de orçamento da câmara proposta pela oposição «com este executivo, nos últimos
quatro anos, foram pedidas propostas para o orçamento anual» «Setenta e cinco por cento desses
contributos estão em linha com aquilo que são as nossas propostas, mas nós
nunca deixaremos de executar o nosso programa eleitoral». E quais são as linhas gerais aprovadas
do orçamento? Orçamento para o ano de 2026 ultrapassa
os 99,4 milhões de euros. Para 2025 o tinha um valor superior a 76,5 milhões de
euros. Despesas com pessoal representam
21,29%. Aquisição de bens e serviços 19,15%. Investimentos com mais peso,
ultrapassando os 50%. As funções sociais (habitação,
acção social, serviços auxiliares de ensino, por exemplo) ultrapassam os 23
milhões de euros. As funções económicas (que inclui a
regeneração urbana do Cabroeiro e a requalificação da Avenida de S. Miguel) com
cerca de 16 milhões de euros Funções gerais com 11,2 milhões de
euros. Pressupostos: 38 milhões de euros
do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], dos 18,5 milhões de euros do
Portugal 2030 e dos 32 milhões de euros do Plano de Revitalização do Parque
Natural da Serra da Estrela