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domingo, 12 de julho de 2026

Hotel turismo: Passo em frente?

O Secretário de Estado do Turismo aproveitou a “Festa do Vinho” na Guarda para anunciar as novidades sobre a requalificação do Hotel Turismo
Serão boas? Para já é um passo em frente.
Anunciou que foi adjudicado ao “Grupo Lince Hotels” a obra do hotel turismo
Por agora temos:
Passo 1: Assinado o despacho de adjudicação
Passo 2: Aprovação pelo Ministro das Finanças para avançar.
Passo 3: “Logo que possível, o novo concessionário vai submeter o projeto à Câmara Municipal”
Aguardemos então pelo andamento.
“O grupo The Lince Hotels é a cadeia hoteleira do Grupo Arliz, A marca tem estado em forte expansão, operando unidades de luxo e bem-estar como o The Lince Santa Clara Historic Hotel em Vila do Conde e o The Lince Braga, The Lince Ecorkhotel Évora”


domingo, 5 de julho de 2026

Junho: O mês de todas as vitórias

O mês de junho foi o mês de muitas vitórias. Anúncios de avanços, anúncios de recomeços e anúncios que não foram anunciados.
Anunciaram-se
E à cabeça está o PDM finalmente em vigor
O tribunal de contas deu o aval e a Variante pode avançar
O Tribunal de contas também deu consentimento pra o empréstimo de 12 milhões e vamos ter dinheiro para as obras
Suponho que o “Hospital privado” deu início às obras no terreno
Terá sido apresentada a proposta ganhadora para a reabilitação do hotel turismo
Non Bairro da fraternidade a providência cautelar foi chumbada e esperemos que o processo-crime não seja um obstáculo.
O Porto Seco estará pronto no verão. Verão ou veremos?
As geminações viram-se para as Américas do Sul, na Argentina, queremos mais.
Foi lançado novo concurso para o centro tecnológico do mercado municipal, no último, não apareceram interessados.
A Avenida de S. Miguel, vai ser desta que vai passar de obra a previsão de obra
Ainda não é desta que a estrada da Pocariça vai passar a ser Avenida Tiago Gonçalves. Posses administrativas ou o quê?
O Museu de arte contemporânea vai estar à espera de nova contemporaneidade.
O Museu dos sabores ninguém lhe pega. Vai acontecer novo concurso?
O Edifício para o Museu dos Bombeiros já está vedado para obras. Agosto é o aniversário.
O órgão da Sé saiu do discurso. Será mesmo no dia 27 de novembro?
Do apagão, ainda nada e a página oficial continua fraquinha.
Provavelmente devido ao apagão, voltou a aparecer bum pedido de inquérito ao bosque da cidade na encosta norte.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Hoje foi dia de festa: O PDM entrou em vigor.

Foi convocada uma conferência de imprensa para anunciar a entrada em vigor do PDM do concelho da Guarda. Muito bem
Mas o Presidente esteve mal. Ao desprezar aquela equipa que há 32 anos viu ser aprovado o primeiro, e até ontem o único, PDM aprovado.
E o que disse o presente? Transcrevo o que está escrito na página oficial da câmara:
 
“Em conferência de imprensa anunciámos que o novo PDM entrou em vigor e, com ele, desbloqueámos o potencial que nos foi negado durante mais de 3 décadas. 1000 hectares para criar emprego, atrair investimento, proporcionar expansão urbanística e fixar as nossas famílias na cidade, nas nossas aldeias e Vila”
 
Recordo:
“O primeiro Plano Diretor Municipal (PDM) da Guarda foi aprovado pela Assembleia Municipal a 17 de março de 1994. A sua ratificação foi publicada através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 55/94 no Diário da República a 20 de julho de 1994.”
 
O que nos diz o presidente é que o PDM estava ultrapassado quando foi aprovado.
Os documentos da época não é isso que nos dizem.
E também diziam:
“As primeiras edições dos Planos Diretores Municipais (Primeira Geração de PDM) não tinham um prazo de vigência rígido ou limite de validade pré-definido na lei. O Decreto-Lei n.º 69/90 estipulava apenas que estes instrumentos de gestão territorial se destinavam a vigorar por tempo indeterminado, com uma recomendação teórica de revisão a cada 10 anos.”
 
E também é de recordar que o presidente já vai no 13º ano consecutivo de governação.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Feiras anuais na Guarda


Hoje é dia da primeira feira anual da cidade, feira de S. João. A segunda será em outubro e é a feira de S. Francisco.
Há muitos anos que os funcionários públicos da administração local lhes é dada a possibilidade de fazerem compras nestas feiras durante duas horas, dentro do horário normal de serviço.
Há uns anos atrás, também algumas empresas privadas davam facilidades para os seus empregados irem às feiras,
Se esta decisão tem implicações no desenvolvimento da economia e do comércio da cidade, sugiro:
1 – Que estas medidas sejam extensivas às feiras quinzenais
2 – Que todos os munícipes tenham direito a duas horas semanais para as compras no comércio local. A justificação das ausências, será feita contra a entrega do talão de compras. A câmara comparticipará nos danos provocados pelas ausências, se as houver.
Pelo desenvolvimento no nosso concelho
Por uma Guarda maior
Determino e mando publicar

terça-feira, 9 de junho de 2026

É uma sucessão sucessiva de anúncios e requalificações


Tenho escrito muito pouco porque se passa tanta coisa que não tenho tido tempo para digerir isto tudo
São as requalificações, são as inaugurações, são as feiras de turismo, é o ciclismo e hoje são os Santos Populares. É tudo a favor da economia local.
Inauguração do “campo de merendas” do Caldeirão. Como estamos de poluição?
Anúncio do campeonato nacional de estrada de ciclismo e as etapas da volta a Portugal
A colocação de muitas placas de requalificação de coisas que deveriam ter merecido a manutenção e chegou-se ao ponto de requalificar, porque assim mostra-se obra que ainda não há.
Um dia qualquer ainda vou ver colocar placas de inauguração de requalificação das placas toponímias. E ainda espero ver uma placa a dizer; inauguração da colocação da colocação da placa toponímica que desapareceu não se sabe quando.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Curtas: Torniquetar, censurar e ministrar


 Deduções curtas para baralhar:

 Torniquetar: Montar torniquetes para controlar entradas e saídas dos funcionários. Horas extraordinárias vão disparar. Com o apagão por resolver as queixas podem multiplicar-se.

 Censurar: Ato querer controlar um órgão de comunicação social por publicar notícias sobre ordem de trabalhos das reuniões do executivo sem autorização do presidente. 

Ministrar: Substituir-se ao ministro das infraestruturas e ir para Madrid "negociar" a electrificação da linha espanhola que entronca na Linha da Beira Alta. Que tenha boa sorte para daqui 7 anos.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Casas para arrendar na Guarda

 Começamos a entender o "grande boom" na construção de casas na Guarda
Segundo o jornal O Interior o preço das casas para arrendar a procura desceu vinte e cinco por cento relativamente a 2026. Concluímos, por isso, que na Guarda apenas se constrói para venda, demonstrando a alto poder de compra dos Guardenses. Não entendo então qual o interesse da câmara construir e/ou requalificar casas para arrendamento.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

“Guarda Viva” – E temos órgãos sociais na agência imobiliária


Reuniu em sessão extraordinária o executivo camarário. Era tão importante a reunião que apenas se apresentaram quatro dos sete elementos que compõem o executivo
“Situação” e “Oposição” não se deram ao trabalho de substituir os elementos que não podiam votar:
dois do NOS/PPM, um do PSD/CDS
O resultado, em votação secreta, foi de dois a zero a favor do NOS/PPM
Ficou tudo como estava previsto e demonstrou que ninguém levou a sério esta coisa da “Guarda Viva”
Face ao folhetim do que aconteceu na primeira parte, a oposição deveria ter entrado com três vereadores e votado contra, ou não comparecer, assim limitaram-se a receber a senha de presença.
A reunião teve duas partes, a primeira para anular as decisões da reunião anterior e a segunda parte a validação do que tinha sido a decisão anterior, vcom os mesmos elementos
Pelos vistos, agora está tudo legal.
O presidente judstificou no final da reunião de hoje, que na semana passada foi tido em conta «o modelo que foi seguido noutras câmaras do país», mas como «quem não deve não teme» e «para que não restem dúvidas», o melhor seria, «sem qualquer tabú», clarificar «tudo aquilo que tinha que ser clarificado»
O que deveria ter dito, e seria mais normal era: “Quem tem cu tem medo”
A oposição PSD/CDS/IL disse “que continua a ter dúvidas quanto à necessidade de ser criada a empresa municipal, uma vez que, justificou, continua por esclarecer «o que é que vai ser feito em concreto». E que não acredita que a “Guarda Viva” possa vir «a facturar 400 mil euros».
E o diz os estatutos sobre o papel desta empresa? Compra e venda de imóveis?
“Todas as Beiras”
f ) Fixar o montante máximo até ao qual compete ao Conselho de Administração adquirir, alienar ou onerar bens imóveis;
g) Autorizar a aquisição, alienação ou oneração de imóveis de valor superior ao valor definido nos termos da alínea anterior;
h) Autorizar a contração de empréstimos;
j) Deliberar sobre os critérios das remunerações dos membros dos órgãos sociais observando as limitações legalmente estabelecidas;


segunda-feira, 18 de maio de 2026

E falemos de PMP (Prazo Médio de Pagamento em dias)

Porque se está a degradar o Pagamento a fornecedores?
A evolução oficial é como se indica:
31/12/2023 – 20 dias
31/03/2024 – 21 dias
30/06/2024 – 21 dias
30/09/2024 – 20 dias
31/12/2024 – 27 dias
Ficando a Guarda 68º lugar das câmaras mais devedoras
31/03/2025 – 25 dias
30/06/2025 – 25 dias
30/09/2025 – 26 dias
31/12/2025 – 37 dias
Ocupando o lugar 47º das câmaras mais devedoras
Atualmente está com um PMP de 42 dias ocupando o lugar 40 na tabela.
Estes valores ainda estão abaixo dos 60 dias de PMP, valor máximo de referência e que é usado habitualmente nos contratos de adjudicações diretas.
A questão que se levanta é sobre o Prazo Médio de Pagamento e não o Prazo Máximo de Pagamento.
Pode supor-se que poderá haver uns fornecedores a receber a pronto e outros fornecedores a 120 dias ou 150 dias. Será?

Fora do tema mas actual:
Julgo saber que amanhã, 19/05/2026, haverá reunião extraordinária do executo camarário, talvez com ponto único de nomeações para a dia empresa municipal. Mesmo fora de horas não pagarão horas extra.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Dinheiro que não vem e dinheiro que se vai

1 – Dinheiro que não vem
De João Trindade - MANTEIGAS, O CORAÇÃO DA SERRA DA ESTRELA
“Falta menos tempo para assinalar a maior catástrofe natural que devastou o concelho de Manteigas do que aquele que já passou sem que tenha sido feito algo para repor, pelo menos, parte da mancha florestal ardida.”
“Dizem-nos que, dos 155 milhões de euros prometidos, até agora nada chegou a Manteigas. Sabemos, contudo, que o Plano de Revitalização da Serra da Estrela já foi executado, pelo menos em parte, em projetos como a campanha de turismo da Serra da Estrela, o projeto Casa Vergílio Ferreira, em Gouveia, o projeto Melo Aldeia Literária, em Melo, a Rede Cultural e Criativa, na Guarda, e ainda a Rota da Lã, promovida pela Universidade da Beira Interior.”
Para Manteigas, ao que nos dizem, nem sequer houve verbas para aquilo que deveria ser prioritário e obrigatório: a limpeza das áreas ardidas, a limpeza da ainda única mancha florestal do Parque Natural e o reflorestamento da área destruída pelos incêndios. Passaram cinco anos sem que nada significativo tivesse sido feito.”
“Não está em causa o mérito dos restantes projetos. Muitos deles terão, naturalmente, o seu valor. O que está em causa é o facto de parte dos 155 milhões ter servido para quase tudo, menos para aquilo que deveria ter sido a prioridade absoluta.”
2 – Dinheiro que se vai
Jornal “O Interior”
Município do Fundão com dívida de 47 milhões de euros à Águas do Vale do Tejo
O presidente da Câmara do Fundão confirmou, na última Assembleia Municipal, que a autarquia tem uma «dívida colossal» à empresa Águas do Vale do Tejo, relativa a 37 ações judiciais, e que perfaz um total de 47 milhões de euros.”
«Estamos a falar em mais de 27 milhões de euros de capital, cerca de 20 milhões em juros, aos quais, a um juro comercial de 11 por cento, estamos a somar 3 milhões de euros por ano que teremos de pagar», revelou o autarca social-democrata.”
Suponho que este caso não tem nada a ver com o caso da Guarda, mas enquanto no Fundão informam o “estado da arte” aqui esconde.se a “arte”. Até quando?

quinta-feira, 14 de maio de 2026

E o culpado é: TrumPutiNetaniau

Deliberações do executivo municipal, escritas em duas atas que podem ser lidas à porta do mercado municipal, já que não se podem ler na página oficial.
Rua Miguel Unamuno – Prorrogação prazo
Bairro fraternidade -. Prorrogação prazo
Danods no Inverno Freguesias zona nascente – Prorrogação prazo
Danos dos incêndios Fernão Joanes, Meios, Trinta – Prorrogação prazo
Campo Zambito – 1ª fase prorrogação prazo
Museu dos Sabores - Prorrogação prazo apresentação propostas
Sede da antiga associação comercial – aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego - aprovação trabalhos complementares
Pavilhão desportivo vale do Mondego - Prorrogação prazo
Intempéries nas Panoias - Prorrogação prazo
Infraestruturas Ecossistema bairro comercial - Prorrogação prazo
Cheias e inundações diversas - Prorrogação prazo
Ainda não há informações de prazos:
Avenida Tiago Gonçalves/Pocariça
Avenida de S. Miguel fases 1 e 2
Residência de estudantes Rua António Sergio
Obras no Cabroeiro
Recuperação dos passeios da Guarda
Fora as outras que andam por aí e que não arrancam.

terça-feira, 12 de maio de 2026

E.M. Guarda Viva

É a discussão do momento: A aprovação dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação. O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal?
O resumo da noticia “Todas as Beiras”
“Foram aprovadas esta tarde, por maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal “Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”.
O documento mereceu a abstenção do vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação, não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e vice-presidente do município.”
E quem são os eleitos?
Presidente do conselho de administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do município.
1º vogal é proposto António Fernandes, actual vice-presidente da autarquia
2º vogal Luciano Calheiros, professor e ex-deputado municipal do PSD.
Presidência da mesa da assembleia geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda
Secretários Orlando Faísca, presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano.
Segundo se sabe dos estatutos os cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos poderão ter senhos de presença.
Haverá próximo capítulo?

terça-feira, 7 de abril de 2026

Bairro da Fraternidade: Crime ou castigo?

A notícia apareceu, como a vou transcrever:
“Foi aprovado prazo de prorrogação da construção dos 51 fogos no Bairro da Fraternidade.”
“O assunto fez parte das propostas levadas à reunião do executivo”
“O presidente da Câmara da Guarda afirmou que a obra está atrasada”
“Voltou a dizer que há processos-crime em tribunal.”
E assim são publicadas as notícias, secas, sem questionar o que se passa.
Atrasado porquê? Quanto tempo de atraso? Como vai ficar sem PRR?
Crime? Que crime? Está em segredo de justiça ou o recato dos gabinetes?
Quem avançou com a queixa?
Foi o ofendido que foi vítima de qualquer coisa? Que é? Entidade ou individuo?
Foi um cidadão que viu o que não deveria ter visto?
Foram as entidades policiais tiveram conhecimento do caso? Qual caso?
Fora funcionários públicos que tiveram conhecimento do crime no exercício das suas funções?
Foi o executivo camarário para encontrar pretextos para o atraso?
Quantos anos vai demorar o inquérito?
As obras estão paradas ou a andar (ou como se diz “a andar paradas”)?
É só mais uma obra, num rol, de obras com atrasos.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Presidente da CCDRC: Projectos apoiados pelo PRR que futuro?

Do Jornal ECO
“Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) identifica áreas cujos projetos vão perder apoio do PRR por não estarem prontos a tempo: escolas, centros de saúde, habitação, áreas de localização empresarial e equipamentos sociais.”
“A região Centro já fez o trabalho de casa e já identificou as várias áreas que “estão na iminência de ter de” retirar projetos do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), porque não vão ficar prontos a tempo: escolas, centros de saúde, habitação, áreas de localização empresarial e equipamentos sociais das IPSS”
“O presidente da CCDRC ainda não está em condições de identificar montantes, porque o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) ainda não fez o levantamento ao nível da habitação.”
E na Guarda, quantos projectos podem estar nesta situação?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

O início da destruição de um vale?

A notícia – Na foto do lado esquerdo
A empresa de supermercados LIDL vai construir um novo espaço, junto à rotunda da mão, abandonando as instalações que tem junto à Capela de Mileu.
O espaço futuro com uma área de 11 500 metros quadrados
A minha especulação - 1
O negócio foi feito por 150 mil euros
A área em causa ficará toda impermeabilizada
O investimento será de 5 milhões de euros
Criará 20 postos de trabalho, que resultarão da transferência do “Lidl velho” para o “Lidl novo”
A minha especulação -2 – Na foto do lado direito
Os terrenos, no lado direito da foto, pertencem à câmara
De quem é a nova estrada que liga a parte esquerda à parte direita?
Para que estão a transferir terras dos terrenos (da câmara) para o lado esquerdo?
A Câmara está a dar, emprestar ou dar a terra?
O que será feito ali no futuro?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Festivais da cultura popular e a contribuição para a economia local

Tiveram ontem inicio os festivais de cultura popular organizados pelas juntas de freguesia, que vão entremear com os festivais de cultura organizados pela câmara.
Ontem foi o festival do chichorro em Vila Mendo.
Eu venho fazer uma proposta para a dinamização da economia local.
Como é do conhecimento público as duas fábricas d cerveja que estavam previstas para instalar na Guarda, foi mera ilusão. E ainda bem.
Assim nos festivais de cultura popular devia ser proibida a cerveja e a obrigatoriedade de consumo de vinho regional,
Para completar a oferta local seria interessante ativar a fábrica de refrigerantes “Sepol” dinamizaria a economia local e teríamos deliciosos refrescos quer simples quer emulsionados com o vinho regional.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

“assinatura do contrato de empreitada da "regeneração e mobilidade urbana do vale do cabroeiro"

Com o salão nobre da câmara com muitos interessados realizou-se a “assinatura do contrato de empreitada da "regeneração e mobilidade urbana do vale do cabroeiro e publicado no mesmo dia
Data da publicação - 27-01-2026
Descrição - Regeneração e Mobilidade Urbana do Vale do Cabroeiro
Entidades adjudicatárias - António Saraiva e Filhos, Opualte – Construções e João Tomé Saraiva - Sociedade de Construções
Data do contrato - 27-01-2026
Preço contratual - 9.477.999,99 €
Prazo de execução - 915 dias
O Contrato publicado tem uma cláusula interessante:
Clausula terceira - O prazo de execução desta empreitada é de 915 DIAS, a contar
da data da consignação que é efetuada após o Visto do Tribunal de Contas
Pergunta: E se o tribunal de Contas recusar o pedido?
Para o presidente da Câmara da Guarda “um dia histórico. Há dias que marcam o calendário, e há dias que marcam o destino de uma cidade. O dia de hoje pertence a essa categoria: hoje definimos o nosso Destino.”
“Ganhamos uma nova centralidade. Com este investimento de 12,8 milhões de euros, vamos rasgar um novo acesso, que revolucionará a mobilidade na nossa cidade. Acabou o isolamento entre o Centro e a Periferia.”
“Foi apresentado todo o projeto da obra que se divide em cinco fases”.
“A empreitada vai demorar cerca de três anos a executar”
“A obra representa o cumprimento de uma dívida com mais de 30 anos” E representa uma dívida real de 12 milhões de euros mais os juros que poderão chegar aos 5 milhões, (Este número de 5 milhões a 20 anos é calculado como eu sei e não como o banco sabe, precisa de validação)

sábado, 24 de janeiro de 2026

Rádio F: 30 milhões em obras

O presidente da Câmara da Guarda, diz que a autarquia está a executar mais de 30 milhões de euros em obras para maximizar os fundos comunitários”
“Revelou recentemente que o concelho tem atualmente em curso, um volume de investimento em obras públicas que ultrapassa os 10 milhões de euros.
“Das várias empreitadas visitadas, o autarca sublinhou que, num único dia de acompanhamento técnico, visitou intervenções que totalizam 3,5 milhões de euros, estimando que o valor global das obras a decorrer na cidade e no concelho não seja inferior a dez milhões.”
“Este montante, contudo, é significativamente superior quando se contabiliza o setor da habitação”
“Afirmou que a autarquia está a garantir a maior execução possível de fundos PRR, e sublinhou a importância destas obras necessárias para o desenvolvimento do concelho.”
 
A Imagem da direita é gerada pela comunicação da câmara
A imagem da esquerda é gerada por Inteligência Artificial e publicada na página oficial com a seguinte legenda:
RIGOR E OBRA: A GUARDA NÃO PARA!
Integramos o saldo de 6.922.828,25€ de 2025 para investir no futuro do nosso concelho. O valor é inferior ao ano passado porque, perante os chumbos dos empréstimos pela oposição, não cruzámos os braços: usámos fundos próprios para garantir que a obra aparecesse!
Prioridades do Saldo do Gerência para 2026:
• Habitação, Centro histórico, Lameirinhas, Estação
• Juventude nova residência de estudantes
• Despoluição, reabilitação e valorização dos rios Diz e Noeme
• Energia renovável mais barata para as empresas do Parque Industrial da Guarda
• Construção do novo órgão de tubos da Sé Catedral
Bloquearam o financiamento, mas não travaram o nosso trabalho.
Menos conversa, mais obra feita!

domingo, 4 de janeiro de 2026

Guarda – Câmara quer rever regulamento da Plataforma Logística e quer criar “Empresa Municipal – a Guarda Viva”

Continuamos no queremos. Se querem porque não fazem se é de graça?
O presidente “recordou que a proposta de criar uma nova empresa municipal, a Guarda Viva, que concentraria a gestão habitacional e empresarial, foi chumbada no anterior mandato, lembrando que a oposição teve responsabilidade nesse desfecho.”
Ao fim de 12 anos de governação o presidente da câmara “voltou a expor fragilidades na gestão da Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) e dos restantes parques industriais do concelho”
“A proposta de alienação de um lote no novo Polo Industrial acabou por desencadear um debate mais alargado sobre a necessidade urgente de actualizar o regulamento da PLIE, considerado desajustado face à realidade actual.”
“O regulamento em vigor tem duas décadas e que a sua última revisão ocorreu há 10 anos.”
“O município enfrenta actualmente pedidos de reversão de oito lotes, em litígio judicial há dois anos, sem decisão conhecida. “É preciso adoptar novos modelos de gestão e olhar para práticas seguidas por outros municípios comparáveis, alguns dos quais passaram da venda directa para a hasta pública.”
“O presidente afirmou que o município terá de retomar o debate sobre este modelo de gestão, numa altura em que se prevê “muita habitação pública”, apoiada pelo Banco Europeu de Investimento e pela reprogramação do Portugal 2030, que volta a contemplar habitação social e acessível.”
“O vereador do PS, insistiu que o regulamento da PLIE deve ser revisto com prioridade. Alertou para empresas que adquirem terrenos, mas não cumprem os prazos e obrigações previstos, o que leva a Câmara a recorrer aos tribunais e bloqueia o desenvolvimento económico da cidade. Defendeu a introdução de uma gestão profissional, afirmando que existem na cidade pessoas com competência para assumir essa função e atrair investimento.”
“O vereador do PSD concordou com a necessidade de revisão, que deve ter em conta todos espaços empresariais: a Plataforma Logística, o Parque Industrial e a área empresarial da Arrifana. Sublinhou que há vários lotes em incumprimento, sem utilização, impedindo novos investidores de avançar. Criticou também a demora na resolução judicial dos oito lotes em litígio e referiu problemas operacionais reportados pelos empresários instalados, como ruturas frequentes na rede de água e falhas na rede eléctrica.”

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

E S. Costa pertenceu a um executivo social-democrata?

«nem no tempo da governação social-democrata nem no tempo da governação do PS isso era feito».
Vem isto a propósito das propostas de orçamento da câmara proposta pela oposição
«com este executivo, nos últimos quatro anos, foram pedidas propostas para o orçamento anual»
«Setenta e cinco por cento desses contributos estão em linha com aquilo que são as nossas propostas, mas nós nunca deixaremos de executar o nosso programa eleitoral».
E quais são as linhas gerais aprovadas  do orçamento?
Orçamento para o ano de 2026 ultrapassa os 99,4 milhões de euros. Para 2025 o tinha um valor superior a 76,5 milhões de euros.
Despesas com pessoal representam 21,29%.
Aquisição de bens e serviços 19,15%.
Investimentos com mais peso, ultrapassando os 50%.
 
As funções sociais (habitação, acção social, serviços auxiliares de ensino, por exemplo) ultrapassam os 23 milhões de euros.
As funções económicas (que inclui a regeneração urbana do Cabroeiro e a requalificação da Avenida de S. Miguel) com cerca de 16 milhões de euros
Funções gerais com 11,2 milhões de euros.
Pressupostos: 38 milhões de euros do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], dos 18,5 milhões de euros do Portugal 2030 e dos 32 milhões de euros do Plano de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela