Mostrar mensagens com a etiqueta guarda - Toponímia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guarda - Toponímia. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Duas novas Ruas para a Cidade

Em dia de aniversário A toponímia esteve em destaque. Duas estradas ficaram com nome de rua. Não me cabe a mim questionar a bondade da comissão de toponímia. Mas gostaria de ler as actas da “Comissão de Toponímia” que é quem decide estas coisas.
Rua 1 - Pocariça
Era um caminho rural das quintas da Pocariça e que passou a estada municipal da Pocariça, creio que nunca lhe foi atribuído um número.
No dia da cidade passou a chamar-se Rua Tiago Gonçalves.
Vão lá ser gastos mais de 600 mil Euros na requalificação.
Passando a ser uma rua da cidade vamos esperar que passe a ser uma rua para o século XXI. Rua para peões, rua para ciclistas e rua para automóveis e respectivos estacionamentos.
Rua 2 - Troço da EN18
O troço da EN18 entre a Rotunda do G e o limite da freguesia da Guarda vai passar a chamar-se D. Martinho Pais, primeiro Bispo da Guarda
Suponho que a passagem do troço da EN18 da posse das infraestruturas de Portugal, para a Cãara vai trazer custos para a sua modernização.
E repito o que escrevi acima:
Passando a ser uma rua da cidade vamos esperar que passe a ser uma rua para o século XXI. Rua para peões, rua para ciclistas e rua para automóveis e respectivos estacionamentos.

terça-feira, 4 de maio de 2021

Compra das placas toponímicas

Foto da placa que ganhou o concurso
E vai ficar com o cristal de gelo que só representa o Amaro?
Finalmente a Guarda vai ter placas novas, onde faltam ou onde estão deterioradas.
Foi adjudicada a compra de não sei quantas placas toponímicas, vamos ver onde são colocadas e se vão deixar alguns belíssimos exemplares antigos que ainda existem na cidade.
Data da publicação - 29-04-2021
Entidades adjudicatárias - Ambienti D'Interni Unipessoal Lda
Objeto do contrato - AQUISIÇÃO DE PLACAS TOPONÍMÍA
CPV - Placas indicadoras de ruas
Data do contrato - 28-04-2021
Preço contratual - 19.960,08 €
Prazo de execução - 90 dias

domingo, 4 de abril de 2021

Placas toponímicas: E porquê o desleixo?

A Guarda tem uma “Comissão de Toponímia” nomeada pela Câmara
A Guarda gastou muito dinheiro para escolher uma nova placa de identificação das ruas com o fim de uniformizar a informação, substituir as placas degradadas e repor as faltas.
E o que se tem passado?
Da “Comissão de Toponímia” não há registo de atividade nas atas da Câmara, nem nas da Assembleia Municipal.
Das placas a situação degrada-se dia a dia em toda a cidade.
Continuam as faltas, continua a degradação das placas e no “Centro Histórico” que deveria ser cuidado é uma desgraça.
O que se passa? Falta dinheiro pra concretizar o projecto?
E uma sugestão para acabar com a discussão: O “Largo do Paço do Biu” deve chamar-se “Largo do Passo do Biu ou Largo do Paço do Biu”?
A Placa toponímica actual indica “Largo do Passo do Biu” mas como se pode ver, em todos os documentos oficiais incluída a Câmara continua a usar “Largo do Paço do Biu”.
Município da Guarda, 30 de março às 17:30 de 2021·
AVISO | CORTE DE TRÂNSITO | CENTRO HISTÓRICO DA GUARDA
Devido à rodagem do telefilme “Quando o Diabo Reza” … nos seguintes locais no centro histórico da cidade: Rua Francisco de Passos … Paço do Biu …”
Pedido:
E se há “Paço do Biu será que um dia os historiadores descobrirão quem é o “Biu” e onde se situaria o seu “Paço”? E se o Paço é Passo, então quem foi o Biu?

quinta-feira, 4 de março de 2021

À atenção da Comissão de Toponímia: Nome de Rua: 4 de Outubro

Na Guarda, mais propriamente na antiga freguesia de S. Miguel, há uma rua que começa na rotunda que um dia terá o comboio e termina na ETAR, desenvolvendo-se ao longo do Parque Urbano, e que para a toponímia oficial tem o nome de “Rua 4 de Outubro” e para o toponímia do “Professor Google” tem o nome de “Rua da Direcção Geral de Viação”
O nome de “4 de Outubro” tem a ver com a data da criação da Freguesia de S. Miguel, fundada em 4 de Outubro de 1985.
O nome de “Direcção Geral de Viação” foi-lhe dado por ali ter sido instalado um prefabricado onde a Direcção de Viação foi instalada provisoriamente e por muitos anos
Ora a Freguesia de S. Miguel foi extinta em 28 de janeiro de 2013 pela lei “Miguel Relvas”
A Direcção de Viação foi transferida para um moderno edifício no outro lado da cidade.~
Sendo assim era de bom-tom alterar o nome da rua e eu proponho que a rua se chame “Rua Miguel Relvas” em homenagem ao político autor da lei que desmantelou a organização das freguesias em Portugal, sem proveito para ninguém.
Na placa toponímia deve manter-se a data da criação da freguesia e colocar a data da extinção, para lembrar aos Guardenses da “estação” que têm mais duas belas datas para comemorar: A criação da Freguesia de S. Miguel, com área cedida pelas freguesias da Sé e S. Vicente e depois a criação da “Freguesia da Guarda” e a extinção das três que existiam.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Comissão de Toponímia da Guarda

Finalmente foi nomeada a Comissão de Toponímia da Guarda. Poderá ter apenas um ano de actividade.
Pode ser que agora finalmente comecem a colocar as placas em falta e substituir as que estão impróprias, ou será que este trabalho não é da comissão de toponímia?
Bom trabalho.
No sentido da regulamentação das competências acima identificadas, a Assembleia Municipal da Guarda, sob proposta da Câmara Municipal da sua reunião ordinária de 8 de fevereiro de 2016, deliberou, na sua sessão de 26 de fevereiro de 2016, aprovar o Regulamento Municipal de Toponímia e de Atribuição de Numeração de Polícia do Município da Guarda, que estabelece as normas e critérios que regulam a atribuição das designações toponímicas dos espaços públicos, as regras de atribuição da numeração de polícia dos edifícios e as caraterísticas a que devem obedecer as placas com designações toponímicas e numeração dos edifícios na área do concelho da Guarda.
No artigo 6º do referido Regulamento Municipal é prevista a constituição de uma Comissão Municipal de Toponímia, que é o órgão consultivo da câmara municipal, para todas as questões que se prendem com a execução do mesmo regulamento.
Segundo o mesmo artigo a Comissão Municipal de Toponímia será nomeada por deliberação da Câmara Municipal e terá a seguinte composição:
a) Vereador do pelouro do urbanismo da Câmara Municipal, que preside
b) Vereador do pelouro da cultura da Câmara Municipal
c) Representante da Junta de Freguesia da área geográfica referente à toponímia em apreciação
d) Representante dos CTT
e) Duas personalidades convidadas e escolhidas de entre pessoas de reconhecido mérito na área científica em causa.
O mandato da Comissão Municipal de Toponímia terá uma duração coincidente com a do mandato do executivo que a nomeou
No presente mandato (2017-2021) não foi nomeada a Comissão Municipal de Toponímia, pelo que se propõe a constituição da mesma nos termos regulamentarmente referidos, com a renomeação dos cidadãos abaixo indicados, pela reconhecida idoneidade e dedicação à história da cidade da Guarda.
Maria José Santos Neto, licenciada em História e Mestre em Estudos do Património, cuja tese de dissertação incidiu sobre a toponímia da cidade da Guarda e a construção da memória pública no século XX
Hélder Sequeira, licenciado em História e Mestre em Museologia e Património Cultural. Tem dedicado especial atenção a questões relacionadas com a Toponímia, integrando a comissão executiva organizadora de vários Fóruns sobre Toponímia da Guarda desde 2012, e sendo autor de vários artigos sobre personalidades consagradas na toponímia guardense.”

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Chamar as ruas pelos nomes


Há pelo menos três personalidades que são propostos para serem recordados em nomes de Ruas:
Cardeal Saraiva Martins
Mário Soares
José Antunes Sena
A Comissão de Toponímia vai pronunciar-se em breve e vai ter um trabalho duro.
Se não quiser renomear ruas de quem já conhecemos o nome, não vai ser fácil encontrar ruas que esperam um nome.
No entanto, seguindo a lógica recente aqui indico o que pode acontecer:
Avenida Dr. Mário Soares: Início na Rotunda do Intermarché e términos na futura passagem inferior do Linha da Beira Baixa no Barracão
Avenida Cardeal Saraiva Martins: Início na Rotunda do Macdonald e fim na Rotunda dos Galegos
Avenida José Antunes Sena: Início na Rotunda dos Galegos e fim na Rotunda do Parque Industrial.
Ficam ainda disponíveis:
Avenida NN: Início na Avenida Evelina Coelho e término no Tintinolho
Avenidas ZZ, YY, KK: Três troços da VICEG ainda disponíveis.
E quando faltarem ruas sempre poderão recorrer aos acessos da VICEG aos bairros.
E no futuro ainda teremos a Alameda da TiJaquina e a Avenida do Senhor Variante da Sequeira.
E ainda para alterar:
Águas santas. Alegria. Alvação. Amores. Amparo. Bertas. Bons amigos. Camalhão. Camélias. Campo. Cativo. Colmeias. Corredoura. Eirinha. Encharcadas. Encontro. Flores (3). Fonte da Tijela. Fontinha. Girassol. Glória. Malmedra. Margio. Mariavela. Meia-Lua. Namorados. Palma. Poção. Povo. Repouso. Ribeiro. Rosas. Rosmaninhal. Rosmaninho. Sol. Taipas. Tanque grande. Tapada do coelho. Tereija. Vale do além. Veiga.

domingo, 26 de agosto de 2018

Placas toponímicas: 18 meses depois


Em 26 Janeiro de 2017:
“Tiago Bastos Isidro vence concurso de placas toponímicas”
“O designer guardense Tiago Bastos Isidro é o vencedor do primeiro prémio do concurso de ideias “Toponímia na Guarda”.
“A sua proposta de placa toponímica e de número de polícia foi a escolhida para ser colocada nas ruas da cidade e freguesias, o que vai acontecer após «alguns testes e ajustes». Recorde-se que o concurso abrangia cinco categorias – centro histórico e zona envolvente, restante área urbana da cidade da Guarda, freguesias rurais, limite das freguesias rurais e limite do concelho da Guarda – e o vencedor vai receber um prémio de 1.000 euros. A autarquia justificou este desafio com a necessidade de «uniformizar o grafismo das placas toponímicas e dos números de polícia existentes em cada zona, de acordo com o perfil arquitetónico e urbanístico, de modo a neutralizar a existência de diferentes suportes/modelos”.
Em 26 de Agosto de 2018, 18 meses depois:
E então, o que aconteceu? Que eu saiba, nada.
Será só para casas e ruas a construir no futuro?
E quanto à reposição das placa em falta? Para quando?
Novas ou as clássicas copiadas das que existiam?


terça-feira, 24 de outubro de 2017

Praça Velha, Praça Luís de Camões ou Praça D. Sancho

Cópia de Postal editado por Pedagogia Verde – ESAA - 1995 
Uma promessa eleitoral do Presidente da Câmara da Guarda é a requalificação da Praça Luís de Camões mais conhecida por Praça Velha e que tem a estátua de D. Sancho desde 28 de Maio de 1956 (data da inauguração).
O Presidente da Câmara anunciou que vai pedir o projecto de requalificação da Praça à Ordem dos Arquitectos.
No meu entender, há aqui uma questão que os Guardenses deviam resolver e responder, antes da requalificação.
Que Praça é que querem?
Querem a Praça Velha?
Querem a Praça Luís de Camões?
Querem a Praça D. Sancho I?
Qualquer requalificação deveria estar dependente da resposta.
Não podemos andar em disputas pelo Sancho, pelo coreto, pelas árvores e pelo que deve ficar no centro da praça, se é que é importante ter alguma coisa no seu centro.
Uma coisa é certa, três nomes para o mesmo local, não pode continuar.
E quem sabe onde é a Rua de D. Sancho I? Fica ali perto mas se querem dar dignidade ao Rei que deu foral à cidade então também deve ser questionada a rua que lhe foi atribuída.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A História através da toponímia

No deambular pela aldeia histórica de Castelo Mendo deparei-me com a Rua do Corro a desembocar no Largo da Praça.
Se Largo da Praça pode ser de fácil interpretação já para Rua do Corro, o meu vocabulário não era suficiente para fazer a interpretação.
O recurso aos dicionários deu isto:
Corro: Reunião de pessoas em círculo. Corrilho. Arena. Circo.
Praça: Espaço circular destinado a espectáculos. Mercado público.
Dá para uma interpretação imediata, mas para interpretar com rigor, era necessário fazer perguntas. Mas a quem? A terra está sem gente e é uma pena. 10 casas habitadas, ouvi dizer.
Nota 1: Andou em discussão e votação pública os projectos das novas placas toponímicas para a Guarda. Quem sabe os resultados?
Se aprovado, este projecto levará à retirada de todas as placas actuais, independentemente do seu valor histórico, ora isso poderá ser um atentado à história da Guarda.
Nota 2: Outro atentado é retirar da toponímia da cidade os nomes primitivos, colocando apenas os actuais. Muita história se irá perder. Quem se lembrará, daqui a uns anos, que existia um largo dos correios, um largo do cinema ou um largo das camionetas, entre muitos outros? 

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Eleição da Placa toponímica Guardense

Começou a contagem decrescente, até 12 de Novembro, para a eleição das placas toponímicas e números de polícia do Concelho da Guarda.
Na minha opinião nenhuma das placas tem condições para ser elegível.
As duas primeiras opções, proposta 1 e 2, por terem gravada aquela coisa a que chamam o Cristal da Guarda que representa apenas um Presidente. Estas duas opções poderão custar milhares de Euros aos Munícipes porque, um dia, chegará um novo Presidente que quererá deixar a sua marca própria, banirá o Cristal e criará outra coisa qualquer, em que se reveja e sirva para a sua propaganda.
 As duas outras opções, propostas 3 e 4, não têm nada que identifiquem a Guarda e por isso não servem.
As quatro propostas deveriam ter obrigatoriamente o “Brasão da Cidade” que é a identificação da cidade.
Sobre os números de polícia, é obrigatório informar os Munícipes, quem vai pagar a substituição e em que regulamentos estão baseados, para obrigar à uniformização da numeração e em que lojas vão as novas casas abastecer-se.
Não sei se no boletim de voto vão aparecer as opções de voto contra e voto branco, pois qualquer opção que ganhe não cumprirá as normas mínimas da decência.
Nota: A introdução da Proposta 1é notável na presunção de que o “Cristal da Guarda” é um símbolo milenar:
“O Cristal da cidade da Guarda é o ponto de partida para o desenvolvimento do conceito…”
“Uma imagem de toponímia simples e eficaz que simboliza a história e os valores do Concelho da Guarda.” 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

As Comissões de Toponímia

As Comissões de Toponímia da Câmara da Guarda sempre foram medíocres e/ou inexistentes.
Atribuem nomes sem conhecerem as ruas e praças, sem qualquer dignidade para com as pessoas ou acontecimentos, escolhidas.
Alguns nomes de democratas ou relativamente à democracia, nada têm a ver com as ruas e praças escolhidos, onde não vive ninguém.
Alguns exemplos:
Largo Francisco Salgado Zenha é um Parque de Estacionamento
Rua José Afonso é uma rua que de um lado tem a garagem do Novo Banco e do outro tem a garagem da CGD, dois bancos para José Afonso.
Avenida 25 de Abril é um acesso à Guarda desde a A25 entre a Rotunda do Alvendre e a Rotunda do Rio Diz, não vive lá ninguém
A Futura Avenida António Almeida Santos, a inaugurar, com placa de inauguração, no dia 25 de Abril, é o troço da Via de Cintura Externa da Guarda, entre a Rotunda da Ponte Pedonal e a Rotunda do Parque Industrial, não vive lá ninguém.
Pergunta: No troço da VICEG, agora renomeado, era permitido o trânsito de “piões”. Não havia segurança para os peões. Agora que vai passar a Avenida, serão feitos passeios para os ditos? E porque não uma Ciclovia?
Também nesse dia será inaugurada a Rua Evelina Coelho, Artista Plástica da Guarda. Nas palavras do Senhor Presidente a rua foi requalificada pela EDP. Começa na Avenida Sá Carneiro, vai por uma zona muito arborizada de matagal e termina ou no campo de futebol do Zambito ou nas Torres Eólicas.
O que existe nessa rua? A subestação da EDP, a sede da EDP, uma oficina e a central de bombagem de água de abastecimento. Mais uma escolha com muito critério
Apenas alguns exemplos e há muitos mais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Algumas curiosidades da Toponímia Guardense

1 – A Praça Luís de Camões, conhecida por Praça Velha, tem uma estátua de D. Sancho.
2 – O Largo General Humberto Delgado, engoliu parte da Rua Batalha Reis tem um canto a que chamam Largo Salgado Zenha, tem o grande jardim José de Lemos e o Monumento aos mortos da I Grande Guerra.
3 – O Largo Frei Pedro da Guarda tem a estátua de Homenagem a Francisco dos Prazeres
4 – A Rua José Afonso só tem duas casas, que são dois Bancos. Do lado esquerdo o BES e do lado direito a CGD.
5 – No largo de S. João está a estátua a homenagear Augusto Gil e a Rua Augusto Gil está no centro histórico.
6 – O Largo Dr. Amândio Paúl é metade das traseiras da Sé e reparte o espaço com a Rua Miguel Alarcão
7 – A estátua do Dr. Lopo de Carvalho está numa chamada “Esplanada dos Combatentes” na Rua Batalha Reis e a Rua Dr. Lopo de Carvalho fica entre o Largo João de Almeida e a Porta do Sol.
8 – A Rua de Olivença não tem saída, tal como o chamado problema de Olivença

domingo, 25 de abril de 2010

Comissões de Toponímia e de Trânsito

Na Ordem de Trabalhos de todas as Assembleias Municipais, há um ponto que se chama “Informação do Sr. Presidente acerca da actividade Municipal”
Nos Documentos enviados a todos os Srs. Deputados há um que se chama “Informação do Presidente” que é um resumo do que se fez e por vezes do que se vai fazer no Município.
È um documento bem feito mas que julgo ainda com algumas lacunas.
Estranho que o trabalho desenvolvido pelas Comissões de Toponímia e Trânsito não apareçam referenciadas e a questão que coloco é a seguinte: Aquelas comissões, Toponímia e Trânsito, foram extintas, já está tudo feito, não fazem nada ou é por esquecimento?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Toponímia - 1

Jornal interior – 12 de Fevereiro 2009
“Praça Velha continua sem placas”
“Os turistas que vêm à Guarda sabem que estão na Praça Velha unicamente por causa da Sé, já que a praça há muito que não tem placas toponímicas”
Ora o “Interior” informa mal, porque se as placas estivessem colocadas, o que os turistas saberiam é que estavam na Praça Luís de Camões e não Praça Velha.
E ficariam assim ainda mais baralhados, não percebendo que uma Praça a que chamam Velha, tenha uma estátua de D. Sancho e também a Sé e se chame Luís de Camões.

E a propósito: Existirá na Câmara Municipal da Guarda uma “Comissão de Toponímia” em actividade?
Se existe deveria começar a rever nomes de ruas, largos, praças, etc., que no passado recente foram atribuídos a meu ver sem dignificar os homenageados.

Hoje, trago aqui dois casos: Largo Francisco Salgado Zenha e Rua José Afonso.

O Largo Francisco Salgado Zenha está integrado no Largo General Humberto Delgado e presumo que seja constituído por um parque de estacionamento, pela sede do Núcleo da Liga dos Combatentes e pela Direcção Geral de Finanças. O Arquivo Distrital e a Guarda Nacional República estão no Largo General Humberto Delgado.

A Rua José Afonso é um atentado à memória do poeta / cantor. Situada entre o Banco Espírito Santo e a Caixa Geral de Depósitos.
Na rua existem três portas: Duas são as portas das garagens dos bancos e a terceira dará acesso a uma moradia (4A) mas que pertence à Rua Francisco dos Prazeres.

A falta de dignidade é evidente. Aqui será fácil de resolver, pois no primeiro caso o largo é todo General Humberto Delgado e no segundo chamar-se Travessa do Banco de Portugal.
Ruas não faltarão para dar o nome a estas duas figuras maiores da democracia portuguesa.