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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Salas de cinema: Ministra cria grupo de reflexão


 “Na sequência do fim da exibição de filmes em vários espaços, a ministra da Cultura, anunciou a criação de um grupo de trabalho para refletir sobre a exibição de cinema e o encerramento de salas no país.”
“Esse grupo de trabalho, que integra a IGAC e o ICA, compromete-se a "olhar para o histórico dos últimos três anos" sobre pedidos de desafetação e a tirar conclusões no primeiro trimestre deste ano.”
“A explicar este encerramento de salas não é alheio a quebra de público e de receitas. No ano passado, as salas de cinemas nacionais registaram 10,9 milhões de espectadores, uma quebra de 8,2% face a 2024, naquele que é o pior número desde 1996.”
“No que toca às receitas, o valor atingido no ano passado foi de 70,5 milhões de euros, uma redução de 3,9% em comparação a 2024.”
“A contrariar a tendência de quebra estão, curiosamente, as salas de cinema independentes que vivem um período de crescimento, com especial destaque para o Cinema Trindade, no Porto e o o Cinema Medeia Nimas, em Lisboa.  Este último registou mesmo, ano de 2025, 88.512 espectadores um crescimento de 31,5% face a 2024.”

quinta-feira, 6 de julho de 2023

José Afonso´ - O avô cavernoso - 1972

Hoje apeteceu-me deambular por José Afonso e pelo seu acutilante “Avô cavernoso” do álbum “Eu vou ser como a toupeira”
Vai andar por aí um, é menos cavernoso, mas é cavernoso.
“Eu vou ser como a toupeira que esburaca”
"Abre Núncio Vade Retro Querem vender o Concelho"
 
O avô cavernoso
Instituiu a chuva
Ratificou a demora
Persignou-se
Ninguém o chora agora
Perfumou-se
Vinte mil léguas de virgens vieram
Inúteis e despidas
Flores de malva
E a boina bem segura
Sobre a calva
Ao avô cavernoso quem viu a tonsura?
E a tenda dos milagres e a privada?
Na tenda que foi nítida conjura
As flores de malva murcham devagar
Devagar
Até que se ouvem gritos, matinadas

sábado, 11 de dezembro de 2021

6 – Oeiras. P Delgada. Viana. V Real - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

5 – Évora. Faro. Funchal. Leiria - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

sábado, 4 de dezembro de 2021

4 – Coimbra - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

3 – Braga - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

2 – Aveiro - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

1 – Guarda - Capital Europeia da Cultura 2027

Jornal Público – 29 de Novembro de 2021
12 Candidaturas entregues em Lisboa
Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliações Culturais
Ministério da Cultura
Audiência de pré-seleção das candidatas:
Fins de Fevereiro e princípio de Março de 2022
Anúncio das selecionadas a seguir às audiências
Anúncio da vencedora:
Entre Dezembro de 2022 e Janeiro de 2023
A cidade vencedora tem um apoio de 25 milhões de Euros

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Nova Directora Regional da Cultura do Centro


"A secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, irá designar Suzana Menezes para exercer o cargo de Diretora Regional de Cultura do Centro, em regime de substituição, a partir de 1 de janeiro de 2019", disse fonte do Ministério da Cultura, em resposta à agência Lusa.
Após a nomeação, informou o Ministério da Cultura, será feito o pedido de abertura de concurso para o cargo, junto da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (Cresap), que é responsável pela sua abertura, receção de candidaturas, avaliação e entrevistas.
Celeste Amaro, que dirige a DRCC desde 2011, e que terminava neste mês o seu mandato, mantém-se em funções até 1 de janeiro de 2019.
De acordo com o Ministério da Cultura, Suzana Menezes é, desde 2009, chefe de divisão da Cultura do município de São João da Madeira, "assumindo a direção e gestão de recursos humanos, gestão cultural e a gestão científica das instituições a seu cargo, como a biblioteca municipal e serviço de apoio às bibliotecas escolares, Museu da Chapelaria e Museu do Calçado, Paços da Cultura e Casa da Criatividade".
Entre 2011 e 2015, Suzana Menezes assumiu a função de diretora executiva da Oliva Creative Factory, "tendo sido da sua responsabilidade o desenvolvimento e implementação das ações conducentes à abertura da Oliva Creative Factory e à afirmação desta nova instituição no contexto cultural e criativo da região".
"Fez parte da equipa responsável pela abertura da Casa da Criatividade, ficando posteriormente responsável pela gestão dos recursos humanos e processos administrativos da instituição. A partir de abril de 2014, assumiu a responsabilidade de programação cultural da Casa da Criatividade e Paços da Cultura", acrescenta o Ministério da Cultura.
No plano académico, Suzana Menezes faz parte do Núcleo de Investigação em Políticas Culturais, criado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Livros de todo o ano


Elementar meu caro Watson.
Dois livros com aventuras do Detective Sherlock Holmes.
Para ler à lareira neste Natal.
Se não conseguir ler até ao Natal, deixe estar na estante.
O momento vai aparecer.

domingo, 19 de agosto de 2018

A Gente não lê


A Gente não lê
Carlos Tê/Rui Veloso/Isabel Silvestre

Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidão
Rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão

Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais

E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz

Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passar o saber
Com os provérbios que ficam na gíria

De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleira
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira

Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E não quebrar a tradição
Que dos nossos avós já vem

sábado, 4 de agosto de 2018

Cinco Movimentos “Com a Guitarra de Paredes”

“Com a Guitarra de Paredes” é um dos espetáculos inseridos na proposta 'À Volta do Fado', que vai percorrer 19 municípios da Região Centro e é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal.
Em cada atuação - que teve uma duração de 12 minutos - cada guitarrista tocou três temas, as canções tocadas são de Artur (pai) e Carlos Paredes (filho) e estava acompanhado pela guitarra de Carlos Paredes, que não foi tocada, mas que esteve presente em cada concerto,  
No espetáculo, atuaram Manuel Portugal, Luísa Amaro, Diogo Mendes, Hugo Paiva de Carvalho e Bruno Costa na guitarra de Coimbra, sendo sempre acompanhados por Diogo Passos na guitarra clássica

quarta-feira, 28 de março de 2018

A polémica com a Directora Cultura do Centro

Para a Cultura do Centro, Centro é o que as imagens mostram. E o Interior?

Continua a polémica em torno da Directora Regional da Cultura do Centro devido às suas posições. Aqui fica o despacho de nomeação para aquele cargo.
Despacho 16361/2013, de 18 de Dezembro
Corpo emitente: secretário de estado da cultura-presidência do conselho de ministros
Fonte: DIÁRIO DA REPUBLICA - 2.ª SERIE, Nº 245, de 18.12.2013, Pág. 35983. Data: 2013-12-18
Sumário
Designa a licenciada Celeste Maria Reis Gaspar dos Santos Amaro para exercer o cargo de Diretora Regional de Cultura do Centro. Publica em anexo a nota curricular da nomeada.
Considerando que o Estatuto do Pessoal Dirigente da Administração Pública, o recrutamento se efetua por procedimento concursal, a desenvolver pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública
Considerando os resultados obtidos em sede do procedimento concursal
1 - Designo, na sequência de procedimento concursal, a licenciada Celeste Maria Reis Gaspar dos Santos Amaro para, em comissão de serviço e pelo período de cinco anos, exercer o cargo de Diretora Regional de Cultura do Centro
2 - Para efeitos, a nota curricular da designada é publicada em anexo ao presente despacho, que produz efeitos a 16 de dezembro de 2013.
Em 12 de dezembro de 2013. - O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.
Nome: Celeste Maria Reis Gaspar dos Santos Amaro
Graus Académicos: Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variantes de Estudos Portugueses e Ingleses, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1988)
Experiência Profissional
Diretora Regional da Cultura do Centro entre outubro de 2011 até à presente data;
Técnica superior assessora na Câmara Municipal de Coimbra até junho de 2011;
Deputada à Assembleia da República na XI Legislatura desde outubro de 2009 a abril de 2011;
Diretora executiva da Empresa Municipal de Turismo da Câmara Municipal de Coimbra em 2007;
Chefe da Divisão de Turismo, em regime de substituição entre 2006 e 2007;
Membro da Assembleia Geral da Fundação Inês de Castro desde 2005;
Delegada regional da Cultura do Centro, em comissão de serviço entre maio de 2002 e junho de 2005;
Responsável pela gestão financeira do projeto "Coimbra Capital Nacional da Cultura» em 2003;
Formadora sobre a temática da Agenda Turística, no âmbito do Curso de Gestão do Património Cultural entre julho de 1999 e junho de 2000;
Responsável pelo projeto "Terras da Moura Encantada», incluído no Programa de Incremento do Turismo Cultural, sob a orientação da Direção-Geral de Turismo em 1999;
Responsável pela elaboração e execução do projeto denominado "Agenda Turística e Cultural» de Coimbra em 1998;
Adjunta do Gabinete do Ministro Adjunto, exercendo funções na área da Juventude em 1995;
Vogal da Direção dos Serviços Sociais da Presidência do Conselho de Ministros, em comissão de serviço entre 1992 e 1995;
Responsável pela negociação de protocolos na área da juventude com Espanha e realização de ações de cooperarão com a Alemanha, Moçambique e Cabo Verde em 1989;
Coordenadora do Gabinete da Comissão Nacional de Turismo Juvenil em 1988;
Vogal do conselho fiscal da Associação Portuguesa de Pousadas da Juventude em 1986;
Membro da Comissão para o Lançamento do Cartão Jovem em 1986;
Técnica auxiliar BAD de 2.ª classe na Câmara Municipal de Coimbra, sob a orientação do vereador do Pelouro da Cultura em 1981;
Professora de Inglês e Português na Escola Secundária de Pombal em 1980.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Os Grupos de Teatro não precisam de subsídios


Os Grupos de Teatro não precisam de subsídios? Não precisam, não senhor. E quem o diz é a Directora da Direcção de Cultura do Centro, Celeste Amaro.
E diz assim:
“Elogiou a programação apresentada pelo Leirena e lembrou que, na reunião que teve em Coimbra com o grupo, apresentaram tudo o que fazem e não me pediram dinheiro".
"Vim cá a Leiria porque, por incrível que pareça, não me pediram dinheiro. Como é possível?”
“Ainda por cima na área do teatro! Foi algo que me tocou bastante. É uma lição de como um grupo de teatro profissional, com três atores, que se dedica de corpo e alma ao seu trabalho, vive sem pedir dinheiro, não incomoda a administração central".
"Isto não acontece nem em Lisboa nem no resto do país".
"Preferiram estar a trabalhar nesta programação, que não fica nada a dever às companhias profissionais subsidiadas, em que vez de estarem ao computador a tratar do processo. As pessoas de Leiria devem estar orgulhosas por ter uma companhia assim”
E ainda um aparte: Preferia que as cidades se unissem para apresentarem candidaturas a “Cidade Europeia da Cultura”. Não vai encontrar aliados na Guarda

domingo, 30 de abril de 2017

Vinho e Arte: Aliança Underground Museum, Anadia

O Aliança Underground Museum na Anadia, é um espaço expositivo, que se desenvolve ao longo das tradicionais caves da Aliança Vinhos de Portugal.
Na Arte Africana saliento isto:
Urnas fúnebres em formas fálicas foram feitos para ser colocado no túmulo do seu falecido entre objetos pessoais, tais como pontas de flechas, lanças, roupas, ossos e dentes. Alguns são muito altas (80 cm) e são rematadas com cabeças pequenas.
O primeiro sítio arqueológico de Bura foi descoberto em 1975, a 150 quilômetros a noroeste de Niamey no delta do rio Volta no Níger, na região controlada pelo Império Songhaï de 7 a 16 séculos. Peças de terracota como cabeças, urnas e cerâmica são encontradas em abundância nesta região.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Candidatas à palavra do ano 2015

Está aberta a votação para escolher a palavra do ano. Pode votar no sítio da "Porto Editora" 
"Acolhimento"
"Terrorismo"
"Esquerda"
"Festivaleiro"
"Plafonamento"
"Privatização"
"Refugiado"
"Superalimento"
"Drone"
"Bastão selfie".
Nota: Em votei em "in(e)vento"

sábado, 22 de agosto de 2015

As Ceias do Passado

As “Ceias Medievais” estiveram na moda durante vários anos. Porco no espeto com pão, servido a pessoas com uma capa, de preferência castanha ou preta, acompanhado por vinho em copos de barro.
Atinge os seu auge nas festas populares ou quando se quer angariar fundos.
Apareceram depois as “Ceias Quinhentistas” mais elaboradas, já servidas em loiça sem ser da época ou cópia e com a comida mais variada. As vestimentas são mais vistosas, alegres e mais ricas e as carnes, sobretudo de aves, galinha, pato, às vezes faisão, mas também coelho e lebre. Mais caras para os comedores.
Nesta onda surgiu agora uma ementa mais elaborada nas “Ceias Neolíticas da Idade da Pedra” e desenvolvida com base nos dados provenientes das escavações.
Desta ementa consta "carne com mexilhões, amêijoas, berbigão e lambujinha, cozinhada numa estrutura de cuvete forrada a seixos do rio previamente aquecidos, e coberta por uma pele de animal e folhas", "coelho temperado com ervas, cozinhado com cogumelos e acompanhado com lentilhas cozidas em panela de barro neolítica, truta salmonada temperada com ervas aromáticas, enrolada em folhas largas e cozinhada sobre casca de árvore coberta com argila", "coelho na grelha de madeira sobre o fogo, barrado permanentemente com mel e ervas, até estar pronto", "naco de carne de vários quilogramas espetado em paus cozinhado no fogo durante várias horas”, e os "acompanhamentos: frutos silvestres, frutos secos, águas e infusões"
Desta “Ceia Neolítica” estava interessado em provar, pode ser que um dia passe lá por perto.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Acordo Ortográfico - 1

Sobre o acordo ortográfico o Ministro da Cultura do Brasil disse:
“Talvez tenhamos errado”
Se tivesse dito “Talvez tenhamos acertado” seria diferente?
A mim, que não sou linguista, as expressões, pouco diferem uma da outra.
A diferença será a mesma como a que existe entre “Inverdade” e “Mentira”. Querem dizer a mesma coisa, só que a primeira é dita por pessoas com” educação” que não querem ofender e a segunda é dita pelo povo, que pouco lhe interessa a conveniência ou inconveniência.
Se a “Língua” foi criada pelo povo, deixem o povo falar à vontade, ficando para os académicos dar alguma ordem ao pequeno caos dos diferentes falares.

Acordo Ortográfico - 2

Alguns Juízes querem que o acordo ortográfico em vigor seja inconstitucional e dizem que não têm que obedecer às leis do Governo de Portugal, há +e alguma confusão porque os factos apresentados são factos e não fatos como pretendem e os cágados continuam cágados e não cagados. Pára é para parar e não para ser. Corector é corretor na bolsa e bem pode ser corretor destas larachas.
Para reflexão deixo-lhes um texto ao abrigo do acordo de 1945 e que é perfeitamente entendível sem tradutor e que não foi alterado com o novo acordo.
Texto:
Em Pega (1) há uma pega (2) que é amiga de uma pega (3) que gostava de se passear num pega (4), tinha uma pega (5) que gostava de ficar na pega (6) e que morreu quando levou com a pega da panela.
Tradução:
(1) – Freguesia. (2) – Prostituta. (3) - Mulher feia e mal vestida. (4) - Cavalo de duas cores. (5) – Pássaro. (6) – Peça no alto do mastro

sábado, 4 de abril de 2015

Decreto Manoel de Oliveira

O Presidente da República, o Primeiro-ministro e o Secretário de Estado da Cultura, face ao grande movimento Popular, Político, Empresarial e demais Sociedade em torno do falecimento do grande cineasta Manoel de Oliveira, reuniram de imergência e vão propor à Assembleia da República o seguinte:
1 – Que as Escolas do Ensino Secundário sejam obrigadas a passar pelo menos um filme de Manoel de Oliveira por período escolar
2 – Que todos os Cineclubes, Teatros e Cinemas Nacionais, Teatros Municipais e equiparados, Casas da Cultura organizem pelo menos uma vez por ano uma semana dedicada a Manoel de Oliveira
3 – Que todos os canais de televisão públicos e privados, em sinal aberto ou fechado passem pelo menos uma vez por mês e a horas decentes, horário nobre, um filme do realizador.
4 – Que os jornais e revistas voltem a falar de Manoel de Oliveira pelo menos uma vez por ano.
5 – Que todos aqueles que vieram falar aos meios de Comunicação Social sobre a vida e obra de Manoel de Oliveira, organizem tertúlias e debates públicos sobre o cinema português em geral e o cinema de Manoel de Oliveira em particular.
Só assim se consegue eternizar a memória de Manoel de Oliveira
Quando aprovado, publique-se de imediato.