quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Geminar com Marcos Paz, tem sentido em tempos de guerra

Uma pequena comitiva, de 2 ou três elemento, está, ou estava, em Marcos Paz, Argentina, para um protocolo de geminação.
Tudo foi tratado no recato dos gabinetes e só se soube qualquer coisa, quem esteve atento ao que se passa na Argentina, colocou algumas informações oficiais sobre as visitas, acrescentado algumas fotografias.
Assim, sabemos que:
1 – Visitou uma fábrica de presuntos
2 – Visitou uma fábrica de queijos
3 – Visitou uma grande empresa ligada às energias térmicas, hidroelétricas, parque eólicos, entre outras atividades.
E o que terá levado de Portugal?
O que se sabe é que levou um “totem” de granito, homenageando Eduardo Lourenço, de autor desconhecido.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Adjudicação para o dia que chovam moedas: Tretas

“O executivo municipal da Guarda aprovou esta Segunda-feira a adjudicação à empresa “António Saraiva & Filhos, Lda” por dois milhões e 670 mil euros, a obra do “Museu dos Sabores da Serra da Estrela”, que está previsto surgir nos edifícios que estão em ruína na Praça Luís de Camões (mais conhecida por Praça Velha) e que são contíguos à sede da Comunidade Intermunicipal Beiras e Serra da Estrela.
 
O projecto é da autoria da empresa “Palma Arquitectos” e o prazo de execução da empreitada é de 365 dias.”
 
“Um «projecto que não tem financiamento» e que será necessário «encontrar outras formas de financiamento próprio ou em alguma candidatura que possa haver». O vice-presidente recordou que este projecto «teve vários constrangimentos ao nível da adjudicação, não havia concorrentes que fossem ao concurso público e que felizmente foi agora adjudicada a uma empresa da Guarda».
“Há um contrato que vai ser assinado com a empresa vencedora [do concurso público], mas existe uma cláusula que só depois de haver candidatura a algum programa que possa abrir no Portugal 2030, no “overbooking”, ou de outra forma de candidaturas. Não me parece óbvio que seja uma conclusão definitiva”
“O vice-presidente admitiu que o município tem «dificuldades em avançar porque o custo efectivo é significativo, agora não podemos estar “ad eternum” a aguardar pelo financiamento de algum» programa. «Se esse financiamento não existir terá que ser o município com recurso próprio a avançar com o projecto, até porque provavelmente vamos ter que fazer algumas obras de consolidação já no imediato», adiantou, não adiantando qualquer previsibildade quanto ao início da concretização do projecto, dependendo «sempre da capacidade financeira» que a autarquia possa ter para a sua execução.

domingo, 27 de setembro de 2026

E com o poder absoluto veio a censura

Que se passa na Guarda? O PPM terá saudades da monarquia absoluta?
Três casos muito, muito resumidos e só para lembrar que existem e pode ser um princípio.
1 – “Câmara da Guarda cancela publicação do livro sobre os 50 anos do poder local que teve o contributo de 50 personalidades”. Já estava pronto para impressão. Quem deu a ordem para cancelar? Porquê? (Talvez volte aí tema)
2 – Caros alunos, caros pais e encarregados de educação, e demais interessados: “Projeto De Teatro Na Escola” foi cancelado porque a câmara não tem verbas para 2027. Entrou em insolvência cultural, agora e para o futuro.
3 – Texto da “Morte do Galo” foi à censura por dever contratual. (E não digo mais)
 
E será que o Museu está a ser abalado por mais um terramoto, um maremoto ou costamoto?
(Redes sociais ativas- Obrigado “Todas as Beiras”)

sábado, 26 de setembro de 2026

Aquisição de edifícios no Centro Histórico

Edifícios comprados pela câmara no centro histórico
Pela importância do tema, transcrevo o que escreveu o Rádio F
Na última Assembleia Municipal “O Presidente da Câmara da Guarda fez o balanço das aquisições imóveis desde 2010 e garantiu rigor nos processos de aquisições do Património Municipal”
“Durante a intervenção na Assembleia Municipal, Sérgio Costa, apresentou um detalhado histórico e balanço sobre as aquisições de património imobiliário realizadas pelo município desde 2010 até ao atual mandato. O autarca aproveitou a ocasião para rejeitar categoricamente críticas anónimas relativas à legalidade dos procedimentos, garantindo que todas as operações são efetuadas com absoluto rigor, transparência e em cumprimento estrito da lei. Segundo o edil, a estratégia de aquisição do passado e do presente visa dotar a autarquia de edifícios vitais para a revitalização do centro histórico e para a preparação do futuro do concelho. O Presidente da Câmara reforçou a legalidade de todo o processo de gestão patrimonial, lamentando as acusações “sem rosto” dirigidas à autarquia.”
 
“Na sua exposição cronológica, o presidente da autarquia começou por recuar ao mandato do Partido Socialista (2009–2013), recordando a aquisição de um imóvel em 2011. O autarca assinalou que, nesse caso, decorreram sete anos entre a compra e o início das obras em 2018 na Rua dos Cavaleiros, num investimento de 365 mil euros destinado a casas de função do município.”
 
“Relativamente ao período entre 2017 e 2021, o município investiu cerca de 1 milhão 331 mil e 500 euros na compra de edifícios. Sérgio Costa sublinhou que estas aquisições foram realizadas exclusivamente com capitais próprios da autarquia, uma vez que a maioria dos fundos comunitários não cobria despesas de aquisição. O autarca destacou que este investimento permitiu criar infraestruturas essenciais como a Proteção Civil, o projeto do Museu dos Sabores e habitação no centro histórico.”
 
“Entre os edifícios adquiridos no mandato transato, destacou-se a compra da antiga Associação Comercial em 2021 por 318 mil euros, a qual permitiu alavancar um projeto de renovação de cerca de 830 mil no âmbito do plano de revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela. O município adquiriu ainda um imóvel na Rua do Amparo/Rua de São Vicente por 60 mil euros, integrado no “master plan” do Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal.”
 
“Foi igualmente referida a aquisição de um conjunto de edifícios em 2017 por 693 mil euros, destinados ao Museu dos Sabores da Serra da Estrela e a serviços da Comunidade Intermunicipal (CIM), cuja empreitada total ascende a 2,803 milhões de euros com início de obra previsto entre o final do corrente ano e o início do próximo.”
 
“Já na Rua 31 de Janeiro foram adquiridos edifícios destinados ao Museu do Bombeiro, no valor de 340 mil euros e na Rua do Torreão por 57 mil e 500 euros. A par deste investimento, o autarca aprovou a compra de mais dois edifícios: um no valor de 670 mil euros (a ser pago em 24 prestações) e outro de 870 mil euros (pago em 48 prestações). Ambas as infraestruturas estão destinadas à instalação de serviços públicos municipais ou de outras entidades, bem como a eventual oferta habitacional.”
 
“No atual mandato, Sérgio Costa salientou a rapidez e eficácia no aproveitamento de fundos comunitários. Em 2023, o município adquiriu quatro edifícios pelo montante global de 150 mil euros, totalmente financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Esta aquisição permitiu alavancar um investimento total de 1.226 milhões de euros em habitação, cujas obras se encontram em fase adiantada e com conclusão prevista para este ano com financiamento a 100% pelo PRR.”
 
Suponho que poderão faltar alguns edifícios:
Casa da Legião
Garagem em S. Vicente
Casas na Rua Sacadura Cabral
E a quinta do “Solar do Vinho”?
E no Torreão, quantas compraram? E haverá mais?
E por último: Quantos estão requalificados e a ser utilizados?

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Mariolando

Foto na Torre obtida a partir de um vídeo de Gonçalo Poço

1 – Mariola - Moço que faz recados ou fretes.
2 - Conjunto de três ou mais pedras sobrepostas, geralmente de forma piramidal ou cónica que, em certas serras ínvias, indicam de trecho em trecho o caminho a seguir
E a propósito de quê vamos mariolar?
Pois, fazer uma proposta ao executivo para dinamizar o “Centro Histórico” e os “Passadiços”. Como? Mariolando
Os turistas que visitam a Serra da Estrela, Sobretudo a área da Torre estão a criar campos de “mariolas”.
E já há quem diga que a Turistrela (Turismo da Serra da Estrela, S.A.) quer criar uma zona vedada para quem quiser “mariolar”
E então porque é que a Guarda não se antecipa, criando dois campos, pelo menos, de “mariolas”?
Um campo seria criado num ponto estratégico dos passadiços, que pedras não faltam.
O outro seria em volta do cabeço da “Torre de Menagem” com as pedras que sairiam das requalificações das casas do centro histórico
Pelo que se vê na Torre, não faltarão turistas mariolas para construir as mariolas.
E depois digam que não há propostas credíveis.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Impensável - Inquérito a funcionária: 731 dias para apresentar

Base da informação “Todas as Beiras”
Resumo
1 - “Sentença transitou em julgado em Março de 2025. Desde então, a vítima de assédio laboral e a oposição na câmara e na Assembleia Municipal têm exigido que o executivo municipal avance com um inquérito a Luísa Santos, tendo o autarca sempre respondido que logo que recebesse o excerto da acta da reunião da Assembleia Municipal de 26 de abril, onde Gisela Valente abordou o assunto, seria «aberto o processo de inquérito»
2 – No dia 17 de setembro de 2026 realizou-se a Assembleia Municipal da Guarda onde foi aprovada a ata da reunião de 26 de abril
3 – No dia 28 de agosto foi efectuado contrato do Município da Guarda pelo valor de 7.500 euros (acrescido de IVA), tendo um prazo de execução de 731 dias com serviços jurídicos à sociedade de advogados de José Pedro Aguiar-Branco.
Enquadramento
“Como o jornal “Todas as Beiras” (TB) noticiou em primeira mão, todas as instâncias judiciais deram como provados os factos, tendo Luísa Santos sido «condenada a uma pena de dois anos de prisão, ainda que suspensa, com imposição de regras de conduta, nomeadamente a proibição de exercer funções em posição de superioridade hierárquica relativamente à vítima e ao pagamento de indemnização». Esta sentença transitou em julgado em Março de 2025. Desde então, a vítima de assédio laboral e a oposição na câmara e na Assembleia Municipal têm exigido que o executivo municipal avance com um inquérito a Luísa Santos, tendo o autarca sempre respondido que logo que recebesse o excerto da acta da reunião da Assembleia Municipal de 26 de Abril, onde Gisela Valente abordou o assunto, seria «aberto o processo de inquérito». E este caso tem agora novos desenvolvimentos, com a contratação de serviços jurídicos à sociedade de advogados de José Pedro Aguiar-Branco.”

domingo, 20 de setembro de 2026

Feira Farta


Não tive oportunidade de ir à “Feira Farta”, vários impedimentos assim o quiseram.
Uma das razões de ir à feira era sobretudo para saber como andaria o vinho das Avelãs da Ribeira e da Aldeia Viçosa, como fiz em anos anteriores.
Os outros produtos são história. São endógenos em todo o País.
A Feira Farta não matou o Mercado Municipal de sábado
O Mercado Municipal continuou a fornecer (vender) produtos aos produtores da Feira Farta
Os produtores não tiveram direito “Já não há comida grátis”
Continua a ter direito a tenda a condizer
Curioso que uma boa parte dos produtores “mondegueiros” que vendem no mercado municipal não participaram na feira farta. Merece reflexão.

sábado, 19 de setembro de 2026

Assembleia Municipal de 17 de setembro?

Será que a Assembleia Municipal de 17 de setembro chegou ao fim? Continuou durante a tarde?
Assisti a duas horas e trinta minutos da “Antes da Ordem do Dia” de aborrecimento, tirando uma intervenção que utilizou o relatório da estratégia cultural pago à Universidade do Minho e que eu desconheço.
Depois desliguei, porque tinha mais que fazer.
E a comunicação social da Guarda?
Informou: O Presidente informou que até ao fim do ano o centro comercial vai abrir uma sala de cinema.
Fantástico.
E nada mais se passou?
Continuam a ser desconhecidos o edital e os documentos que irão ser discutidos. Vou contratar um agente secreto para me ir informando
A “nova” página da câmara é um deserto de informação.
Será que vamos ter página oficial ainda este ano? Será que os munícipes estão achegar à conclusão que “aquela coisa” não serve para nada e já não procuram a informação?
E a oposição o que sabe?
 
(A concelhia do PSD da Guarda sentiu-se incomodada com a posição dos vereadores na camara em relação à compra de imóveis na zona histórica, pelo presidente. O que vão fazer os vereadores? Demitir-se ou puxar as orelhas à concelhia?)

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Reunião executivo camarário, de 11 de setembro, versão PSD

Resumo das intervenções do PSD na reunião do executivo camarário, versão PSD
1 - Pedimos informação sobre a Prestação de Contas
Questionámos a não apresentação do Relatório Semestral da Prestação de Contas relativo ao primeiro semestre de 2026, instrumento fundamental para acompanhar a execução orçamental e avaliar a situação financeira do Município.
2 - Centro Histórico: votámos contra a compra de mais três imóveis por 1,5 milhões de euros
Até pelas dúvidas sobre a situação financeira do Município, votámos contra a aquisição de mais três imóveis no Centro Histórico, num investimento global de cerca de 1,5 milhões de euros.
Não foi apresentada uma finalidade concreta para os edifícios, uma estimativa dos custos da respetiva recuperação ou informação sobre fundos e apoios que possam financiar as futuras intervenções.
3 - Irregularidades processuais mais uma vez detetadas
Temos vindo repetidamente a alertar para a necessidade de maior rigor técnico e jurídico na instrução dos processos, propostas e documentos submetidos ao Executivo. Os erros sucedem-se, podem colocar em causa a legalidade dos atos e têm consequências para o erário público e para a imagem do Município.
Nesta reunião identificámos uma dupla autorização de despesa relativa ao Festival Contradança, organizado pela ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes: para o mesmo fornecedor e o mesmo objeto foram autorizados 19 mil euros através de um Protocolo e outros 19 mil euros através de Ajuste Direto.
3 - Planos, estudos e consultadorias: mais de 220 mil euros em três anos e uma nova adjudicação
Continuam a suceder-se as adjudicações de planos estratégicos, estudos e serviços de consultadoria, que, nos últimos três anos, representam já um investimento superior a 220 mil euros.
A mais recente destina-se a serviços especializados de consultadoria estratégica para operacionalizar a estratégia municipal de desenvolvimento territorial no âmbito do desígnio “Guarda 2040”. Junta-se a outros trabalhos já contratados, como a elaboração do Plano Estratégico Guarda 2040, o Plano de Desenvolvimento Económico baseado na atração de pessoas e empresas ou a coordenação de uma estratégia de desenvolvimento assente nas artes e no património.
4 -Transportes Urbanos
Alertámos para falhas que têm sido registadas no serviço de transportes urbanos, nomeadamente no cumprimento dos circuitos e horários, com particular incidência fora do período escolar..
5 - Salubridade democrática
Voltámos a chamar a atenção para a importância de um relacionamento institucional saudável entre todos os membros do Executivo Municipal.
A presença dos Vereadores nas iniciativas promovidas pelo Município não pode depender de sucessivos “esquecimentos” no envio de convites aos eleitos da oposição. O respeito democrático também se demonstra nestes procedimentos institucionais, independentemente das diferenças políticas.
6 - Nova reorganização dos Serviços Municipais: para quê?
Discordámos da nova proposta de reorganização dos Serviços Municipais.
Em março deste ano entrou em vigor uma nova Estrutura Orgânica e Organização dos Serviços Municipais, sustentada numa consultoria que custou cerca de 50 mil euros. Poucos meses depois, essa organização parece já necessitar de novas alterações.
7 - Capital Portuguesa da Cultura: não podemos votar o que não conhecemos
Solicitámos a retirada, sem votação, do ponto relativo à candidatura da Guarda a Capital Portuguesa da Cultura, por considerarmos que não estavam reunidas as condições necessárias para uma deliberação informada e responsável.
Não nos foram apresentados o documento de fundamentação da candidatura, a programação nem o orçamento. Não poderíamos ser chamados a votar uma candidatura cujos elementos essenciais desconhecíamos.
Enquanto membros do Executivo, temos o dever de participar nas deliberações, mas também o direito de dispor de todos os elementos técnicos e jurídicos indispensáveis a uma tomada de posição consciente e responsável. É uma questão de respeito institucional e de seriedade do próprio processo.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

A Câmara Continua a comprar no centro da cidade

Foto: Suposto palácio dos Condes da Guarda. Ano 2011
A câmara da Guarda continua a comprar imóveis no centro da Guarda, agora a prestações a proposta foi aprovada em reunião do executivo
Transcrições do que se passou na reunião:
“Câmara da Guarda aprova, com os votos contra do PSD, a compra de três imóveis no centro histórico, num valor a rondar 1,5 milhões de euro
“Uma dessas propostas engloba dois prédios urbanos, um dos quais na Rua de São Vicente, pelo valor global de 670 mil euros, a serem pagos em 24 meses. A outra proposta contempla um edifício no Largo do Paço do Biu, pelo valor de 870 mil euros, a pagar em quatro anos, que originou alguma polémica, uma vez que se trata de um imóvel pertencente ao grupo empresarial detentor de dois órgãos de comunicação social regional.”
“O assunto fez parte da ordem de trabalhos da reunião do executivo. O presidente do Município, justificou o investimento com a necessidade de revitalizar aquela zona da cidade com a instalação de serviços públicos e mais habitação. Uma das casas adquiridas é a chamada Casa dos Condes da Guarda, localizada no Paço do Biu.”
“O vereador do PS votou a favor deste ponto da ordem de trabalhos, uma vez que em reuniões anteriores, tem defendido medidas para revitalizar o centro histórico.”
“Já os vereadores do PSD votaram contra e disseram que a Câmara adquire imóveis sem qualquer tipo de justificação.”“Vereador do PSD adiantou que o imóvel no Paço do Biu é propriedade de uma empresa que detém dois órgãos de comunicação social na cidade. O social democrata considera que há aqui um conflito de interesses que fere a liberdade de imprensa na Guarda. O edifício, de acordo com o vereador, tem um custo de 800 mil euros e a Câmara vai pagar durante 4 anos, 18 mil euros por mês.”
“Na resposta, o presidente da Câmara da Guarda, lamentou as declarações e frisou que a comunicação social é idónea e independente.”
Comentários
1 – Comprar a prestações? Com juros ou sem juros?
2 – Comprar a investidores? Qual o valor estimado a preços da Guarda?
3 – Porque não investiu este dinheiro na “Praça Velha” e na “Casa da Legião”. Para que quer estes edifícios?
4 – Um edifício será para serviços públicos da câmara. Será o “Polo VII da câmara”? E se a Câmara precisa do “Polo VII”, porque não na “Praça Velha”?
5 – E os investidores imobiliários ficarão contentes com esta concorrência? Os estarão completamente desinteressados do Centro Histórico?

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Hotel Turismo: Será desta?

Foi hoje assinado o contrato de arrendamento do Hotel Turismo.
Poderá ser desta vez que a requalificação vai avançar. A Guarda esperava por isto e para já nada há a comemorar. O tempo dirá
Sobre o projeto total pouco se sabe, mantém-se em segredo.
Recuperarão total do edifício ou apenas parte?
O que foi dito “pelos novos proprietários” é por um lado de confiança, por outro deixa dúvidas.
Custo do projeto entre 15 e 20 milões de euros, larga margem de erro
O projeto ainda não está feito, está para fazer. Quando chega à câmara?
O objetivo é abrir o hotel daqui a “dois anos”. Muito otimismo
Assinado contrato de arrendamento do Hotel Turismo da Guarda
“Apostar numa unidade de cinco estrelas, com spas «com alguma dimensão» e duas piscinas, tendo como público-alvo o mercado espanhol e norte-americano. «Não será mais um hotel do grupo, será um hotel de referência». Caro Amaro, a Guarda vai ter Spa? Não pago.
E o que disse o presidente da câmara?
O Hotel Turismo não reabre por decreto, tem pela primeira vez um nome, um contrato e uma data»,
“No passado houve «cinco tentativas» para reabilitar o hotel, mas que se revelaram «cinco desilusões»”
Não se esqueça de olhar para a fotografia. Recorda-se? Estava no poder e tinha muitos candidatos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Aí está o Cabroeiro

Sem pompa e sem foguetes aí está a assinatura do “Vale do Cabroeiro”
O dinheiro está no banco, as máquinas estão no terreno, as obras vão começar
Quando? É estar atento, as escavadoras vão” barulhar” e toda a cidade vai ficar a saber.
Tal como sabe da “clinica privada”, “do hotel”, da “avenida s. Miguel”, a “avenida Tiago Gonçalves”, o “bairro da fraternidade”, etc.
Entretanto aqui ficam as palavras do presidente após assinar o papel.
“Na cerimónia que decorreu junto à Viceg, na rotunda das Piscinas Municipais, o presidente da câmara da Guarda referiu que «não há mais etapas administrativas. Não há mais perdas de tempo. Há máquinas e há trabalho» e sublinhou que «trinta anos de espera terminaram com a assinatura de uma caneta. Agora, resolvem-se com a força de uma escavadora e as mãos dos trabalhadores da Guarda».”
“O autarca guardense realçou também que «há trinta anos que a Guarda espera por este momento. Trinta anos de promessas feitas e promessas guardadas na gaveta. Trinta anos em que este vale foi o retrato vivo daquilo que faltava fazer na Guarda». A intervenção engloba um quilómetro de novo acesso, dentro de mais de três quilómetros de vias de coesão entre bairros. «São 500 novos fogos habitacionais que esta obra vem tornar possíveis. É uma nova frente de crescimento urbano para a cidade. Hoje deixou de ser um sonho. É mais do que um projeto. A partir de hoje, arranca o estaleiro», salientou.” Foi assinado esta sexta-feira, dia 4 de setembro

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Novo circuito para os fins de semana´

Com a abertura da nova superfície comercial (3 de setembro – Lidl) os fins de semana terão novo circuito, na estação. (Talvez 1000 metros a pé)
Ora vamos ver: Ponto de encontro: Rotunda do comboio
1 – Casa China
2 - Action
3 – Novo Lidl
4 – Aldi
5 – Mini-Preço
6 – Continente Bom Dia
7 – Mercadona
8 – Pingo doce Estação
Se ainda não ficar satisfeito, entre no carros e ainda pode escolher:
1 – Grande Pingo Doce
2 – Mini Lidl
3 – Modelo Continente
4 – Intermarché
5 – Auchun
6 – Normal
Bom fim de semana
E boa inauguração. Teve direito a placa e discurso?

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Indiana Apal – Em busca da rotura perdida


Os investigadores da APAL andam pela vila procurando roturas de água.
A pressão nas torneiras varia conforme as horas dia.
É provável, passado o mês de agosto, os os turistas e residentes ocasionais foram à sua vida, as coisas melhoraram, diminuiu o consumo.
A investigação continua, as festas também.
E na escolha do investimento, ou despesa, entre a água e as festas, a escolha de muitas câmaras tem sido comum: As festas são prioritárias. Movimenta a economia, os bairros sobem ao centro e divertem-se. As tascas podem substituir a água.
Boa sorte na investigação.
 
E o investimento na leitura de jornais? Isso é lá com os outros, de Lisboa, esses é que sabem. Aqui, os jornais diários chegavam por volta das 10 horas, agora, com o novo subsídio à distribuição, já chega ao meio-dia, é preciso poupar nas rotas.
As vendas estão a baixar e não tarda muito que nem cheguem. E depois aparecem os políticos todos a queixarem-se que Lisboa abandonou o interior. O desprezo pela informação sempre foi a praia de muitos políticos. Acabem com ela que temos os Facebook pessoais onde informamos o que deve saber, o resto são cantigas.
Cantemos, então

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Tontices de verão

1 – Confronto entre a arte contemporânea e uma instalação futurista na Praça Velha
2 – Corrida de obstáculos no centro da cidade
3 – Dois amigos encontram-se numa mesa e podem poupar 1 cêntimo, recorrendo à calculadora.
4 – Trump, homenageia Portugal e vai alterar os nomes de Newark (Nova Arca) para Nova Serra (New Mountain) e Nova Iorque para Nova Lisboa
5 – Coleção da arte do abandono em exposição entre o Jardim José de Lemos e a Praça do Município