Soure - Conferência ibérica - oportunidades e desafios da intermodalidade

Conferência ibérica debate em Soure
oportunidades e desafios da intermodalidade
A 15 de setembro irá reunir
representantes governamentais, autoridades portuárias, operadores logísticos,
empresas, transitários e especialistas portugueses e espanhóis
O município de Soure acolhe a 15 de
setembro a I Conferência Ibérica de Intermodalidade, que vai debater o futuro
da logística e dos transportes na Península Ibérica. Sob o mote “Conectando
corredores, portos, ferrovia e rodovia para uma Península Ibérica mais
competitiva”, a conferência reúne representantes governamentais, autoridades
portuárias, operadores logísticos, empresas, transitários e especialistas
portugueses e espanhóis.
Promovido pelo município de Soure,
em conjunto com a Associação dos Transitários de Portugal (APAT) e a Associação
Espanhola do Transporte (AET), o encontro pretende promover o diálogo e a
reflexão sobre a integração dos diferentes modos de transporte e o seu
contributo para uma cadeia logística mais eficiente, sustentável e competitiva.
A conferência realiza-se no
Terminal Multimodal de Granja do Ulmeiro – Alfarelos, que, segundo o presidente
da Câmara de Soure, "já tem uma operação muito relevante, onde já faz um
transbordo multimodal de carga muito relevante, ligado ao Porto da Figueira da
Foz e a alguns operadores, como o IKEA ou a Colep".
Na véspera do debate, o economista
e antigo ministro António Costa e Silva vai a Soure participar num painel sobre
as principais tendências geoestratégicas e com as cadeias de abastecimento pelo
mundo inteiro.
A realização da primeira edição da
I Conferência Ibérica de Intermodalidade pretende lançar as bases para um
encontro de referência na Península Ibérica, promovendo a cooperação entre
Portugal e Espanha e uma discussão conjunta sobre os desafios e oportunidades
que irão marcar o futuro da Logística, Transportes e Intermodalidade,
contruindo uma visão integrada para uma Península Ibérica mais competitiva.
E a pergunta que a CMG nunca respondeu.
ResponderEliminarQuantos camiões vão por dia circular até ao Porto Seco e que percurso vão fazer?
Os que circularem, à partida por uma estrada.
ResponderEliminarGrande PG! Nunca acabem, que o ridículo ainda me faz rir!
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EliminarIPG volta a não conseguir capitar alunos. Política de presidente do IPG leva a isto e ainda diz que a culpa é da concorrência desleal de outros politécnicos. O homem anda bem. Aviso à Guarda continuem a deixar lá estar o Brigas que aquele edicidicio vai ficar sem nada. Podem depois reconverter em apartamentos.
ResponderEliminarMas agora é Universidade?
EliminarOs professores é que continuam a ter estudado em politécnicos lol
Mudem os professores que os alunos aparecem
A demografia é brutalmente desfavorável ao interior. Há simplesmente menos jovens em idade de entrar no ensino superior. E isso não é um problema que o IPG consiga resolver sozinho.
EliminarA concentração populacional no litoral continua a aumentar. O custo de estudar longe de casa pesa imenso. Mesmo quando há propinas semelhantes, um jovem que consegue estudar perto de casa pode continuar a viver com os pais. Ir para a Guarda significa pagar alojamento, alimentação e transportes.
Sim, pode haver cursos no IPG com pouca procura que deviam ser repensados ou extintos. Mas extinguir cursos não cria automaticamente alunos para os restantes.
O ensino superior do interior acaba por ser chamado a resolver um problema territorial muito maior do que ele próprio. Não se pode pedir ao IPG que, sozinho, compense décadas de desertificação, envelhecimento e concentração de investimento e emprego no litoral.
Também é preciso distinguir gestão de contexto. Pode haver decisões erradas da presidência e problemas internos reais, sem que seja intelectualmente honesto atribuir-lhe a totalidade da quebra demográfica.
A culpa não será certamente toda do IPG, nem de quem o preside. Pode haver cursos que há muito deveriam ter sido repensados e decisões de gestão discutíveis, mas ignorar o contexto é simplificar demasiado. O interior tem cada vez menos jovens, enquanto o litoral concentra população, emprego e oportunidades. E, para uma família, é muito mais barato um filho estudar perto de casa do que ter de pagar alojamento, alimentação e transportes para estudar longe.
O IPG tem problemas próprios? Provavelmente. Mas também está a sofrer um problema muito maior: a contínua desigualdade entre interior e litoral. E enquanto a Guarda continuar a perder população jovem, será cada vez mais difícil a qualquer instituição de ensino superior captar alunos suficientes. Não se resolve isso apenas trocando presidentes.
Para mim os politécnicos foram a maior fraude do pós 25 de abril
EliminarAbdicaram de formar os melhores técnicos especialistas para formarem os piores licenciados
Foi uma péssima escolha para mim à técnicos muito melhores que licenciados
Os politecnicos escolheram a pior via, piores licenciados e piores tecnicos
O tempo vai provar a sua falácia
Agora Universidade com professores que foram licenciados nos politécnicos?
Olha que vem aí boa
Alguns dos alunos dos politecnicos tinham nota negativa a matemática
Ou seja não tinham raciocinio lógico-matemático
Como podem ser licenciados?
E.dar aulas?
Alguém percebe?
Antes do 25 de abril é que eram assim
Eu gosto da Universidade de Coimbra porque tem história
Por isso estudei lá mas não acabei o curso
Mas uma disciplina em Coimbra valr mais que uma licenciatura na Guarda
Professores no IPG licenciados em instituições de segunda categoria é uma realidade. Mas alguns fazem o pleno uma licenciatura no ipg e um doutoramento numa universidade de qujnta categoria num país irmão xuxa
EliminarAlguns vão para boas instituições mas depois não lecionam na area do Doutoramento.
Outros têm vergonha sao responsaveis w não andam para aí a passear perganinhos que não têm. Há de tudo.
Vivam os alunos de 2026/2027 que o IPG tem muito para andar.
Vamos até Vale de Estrela ver a Estrela cintilante.
Viva a "uPG".
Óh diabo PG nem pensar!! Credo
Swrá que não pode ficar Universidade da Guarda só?
Ao contrário do Presidente do Isntituto o Novo Presidente da Apal capta muita gente.
ResponderEliminarhttps://paginaum.pt/2026/08/23/camara-socialista-entregava-ajustes-directos-a-camaradas?fbclid=IwdGRjcAT4wc5wZG9mBWZkaWQWUNFMwRwydonuZ86kDKNo06tJZGJ9BGV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR5Mld45Xdv00XgIz89a3fhgsMyi8XImwThpmmPsGHKHBBYrjIjanoC_USfmPQ_aem_jBvVXHroC5hziqaqlVtISQ
A Guarda tem o que merece:
ResponderEliminarSC na Câmara;
Brigas no IPG.
Tem muito em comum, ambos foram eleitos para representar as duas maiores instituições da Guarda.
Se representam bem ou mal deverá ser ponderação de quem os elegeu.
O IPG contrata uns professores a vulso de Coimbra, Porto, Aveiro para virem compor o ramalhete dão umas horas ganham milhares e os que cá estão ganham patacos e trabalham das 9 às 17h e ainda vão para divulgação sem receber deslocação e horas extra
ResponderEliminarConcordo que alguns professores do quadro são mesmo muito maus entraram no tempo do facilitismo e sabes lá tu por que porta ?
Há lá professores que estão nos quadros, dão aulas e nem doutoramento têm! Em lado nenhum do mundo se vê uma coisa destas!
EliminarUniversidade do PG toma embrulha
ResponderEliminarProjeto-piloto das trotinetes e bicicletas elétricas na Guarda chegou ao fim, mas autarquia está à procura de nova entidade
ResponderEliminarEm fevereiro de 2025 a empresa BIRD instalou na cidade da Guarda bicicletas e trotinetes elétricas no âmbito de um projeto-piloto para perceber a viabilidade e utilização destes equipamentos por parte dos residentes na cidade mais alta. O projeto-piloto era por um ano e, neste momento, já não se veem pela cidade as bicicletas azuis e trotinetes cinzentas da empresa BIRD, mas o autarca guardense, Sérgio Costa, diz que «está a ser preparado um concurso público para que outra entidade possa concorrer e manter o serviço na cidade da Guarda».
Os grandes interessados «foram os mais jovens, nomeadamente estudantes que utilizaram as trotinetes e bicicletas elétricas para se deslocar entre as residências, Politécnico, estação, entre outros locais». Sérgio Costa assume que com o aproximar do final do período do projeto-piloto o interesse das pessoas por estes equipamentos «foi diminuindo», justificado também pelo «crescente vandalismo de alguns aparelhos».
Ah espera, correu mal, mas vamos fazer novamente porque agora é que vai correr bem?
Por acaso é uma otima alternativa a deslocações na cidade
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