sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Soure - Conferência ibérica - oportunidades e desafios da intermodalidade

Conferência ibérica debate em Soure oportunidades e desafios da intermodalidade
A 15 de setembro irá reunir representantes governamentais, autoridades portuárias, operadores logísticos, empresas, transitários e especialistas portugueses e espanhóis
O município de Soure acolhe a 15 de setembro a I Conferência Ibérica de Intermodalidade, que vai debater o futuro da logística e dos transportes na Península Ibérica. Sob o mote “Conectando corredores, portos, ferrovia e rodovia para uma Península Ibérica mais competitiva”, a conferência reúne representantes governamentais, autoridades portuárias, operadores logísticos, empresas, transitários e especialistas portugueses e espanhóis.
Promovido pelo município de Soure, em conjunto com a Associação dos Transitários de Portugal (APAT) e a Associação Espanhola do Transporte (AET), o encontro pretende promover o diálogo e a reflexão sobre a integração dos diferentes modos de transporte e o seu contributo para uma cadeia logística mais eficiente, sustentável e competitiva.
A conferência realiza-se no Terminal Multimodal de Granja do Ulmeiro – Alfarelos, que, segundo o presidente da Câmara de Soure, "já tem uma operação muito relevante, onde já faz um transbordo multimodal de carga muito relevante, ligado ao Porto da Figueira da Foz e a alguns operadores, como o IKEA ou a Colep".
Na véspera do debate, o economista e antigo ministro António Costa e Silva vai a Soure participar num painel sobre as principais tendências geoestratégicas e com as cadeias de abastecimento pelo mundo inteiro.
A realização da primeira edição da I Conferência Ibérica de Intermodalidade pretende lançar as bases para um encontro de referência na Península Ibérica, promovendo a cooperação entre Portugal e Espanha e uma discussão conjunta sobre os desafios e oportunidades que irão marcar o futuro da Logística, Transportes e Intermodalidade, contruindo uma visão integrada para uma Península Ibérica mais competitiva.

16 comentários:

  1. E a pergunta que a CMG nunca respondeu.
    Quantos camiões vão por dia circular até ao Porto Seco e que percurso vão fazer?

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  2. Os que circularem, à partida por uma estrada.

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    1. Grande PG! Nunca acabem, que o ridículo ainda me faz rir!

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  3. IPG volta a não conseguir capitar alunos. Política de presidente do IPG leva a isto e ainda diz que a culpa é da concorrência desleal de outros politécnicos. O homem anda bem. Aviso à Guarda continuem a deixar lá estar o Brigas que aquele edicidicio vai ficar sem nada. Podem depois reconverter em apartamentos.

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    1. Mas agora é Universidade?
      Os professores é que continuam a ter estudado em politécnicos lol
      Mudem os professores que os alunos aparecem

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    2. A demografia é brutalmente desfavorável ao interior. Há simplesmente menos jovens em idade de entrar no ensino superior. E isso não é um problema que o IPG consiga resolver sozinho.
      A concentração populacional no litoral continua a aumentar. O custo de estudar longe de casa pesa imenso. Mesmo quando há propinas semelhantes, um jovem que consegue estudar perto de casa pode continuar a viver com os pais. Ir para a Guarda significa pagar alojamento, alimentação e transportes.
      Sim, pode haver cursos no IPG com pouca procura que deviam ser repensados ou extintos. Mas extinguir cursos não cria automaticamente alunos para os restantes.
      O ensino superior do interior acaba por ser chamado a resolver um problema territorial muito maior do que ele próprio. Não se pode pedir ao IPG que, sozinho, compense décadas de desertificação, envelhecimento e concentração de investimento e emprego no litoral.
      Também é preciso distinguir gestão de contexto. Pode haver decisões erradas da presidência e problemas internos reais, sem que seja intelectualmente honesto atribuir-lhe a totalidade da quebra demográfica.
      A culpa não será certamente toda do IPG, nem de quem o preside. Pode haver cursos que há muito deveriam ter sido repensados e decisões de gestão discutíveis, mas ignorar o contexto é simplificar demasiado. O interior tem cada vez menos jovens, enquanto o litoral concentra população, emprego e oportunidades. E, para uma família, é muito mais barato um filho estudar perto de casa do que ter de pagar alojamento, alimentação e transportes para estudar longe.
      O IPG tem problemas próprios? Provavelmente. Mas também está a sofrer um problema muito maior: a contínua desigualdade entre interior e litoral. E enquanto a Guarda continuar a perder população jovem, será cada vez mais difícil a qualquer instituição de ensino superior captar alunos suficientes. Não se resolve isso apenas trocando presidentes.

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    3. Para mim os politécnicos foram a maior fraude do pós 25 de abril
      Abdicaram de formar os melhores técnicos especialistas para formarem os piores licenciados
      Foi uma péssima escolha para mim à técnicos muito melhores que licenciados
      Os politecnicos escolheram a pior via, piores licenciados e piores tecnicos
      O tempo vai provar a sua falácia
      Agora Universidade com professores que foram licenciados nos politécnicos?
      Olha que vem aí boa
      Alguns dos alunos dos politecnicos tinham nota negativa a matemática
      Ou seja não tinham raciocinio lógico-matemático
      Como podem ser licenciados?
      E.dar aulas?
      Alguém percebe?
      Antes do 25 de abril é que eram assim
      Eu gosto da Universidade de Coimbra porque tem história
      Por isso estudei lá mas não acabei o curso
      Mas uma disciplina em Coimbra valr mais que uma licenciatura na Guarda

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    4. Professores no IPG licenciados em instituições de segunda categoria é uma realidade. Mas alguns fazem o pleno uma licenciatura no ipg e um doutoramento numa universidade de qujnta categoria num país irmão xuxa
      Alguns vão para boas instituições mas depois não lecionam na area do Doutoramento.
      Outros têm vergonha sao responsaveis w não andam para aí a passear perganinhos que não têm. Há de tudo.
      Vivam os alunos de 2026/2027 que o IPG tem muito para andar.
      Vamos até Vale de Estrela ver a Estrela cintilante.
      Viva a "uPG".
      Óh diabo PG nem pensar!! Credo
      Swrá que não pode ficar Universidade da Guarda só?

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  4. Ao contrário do Presidente do Isntituto o Novo Presidente da Apal capta muita gente.
    https://paginaum.pt/2026/08/23/camara-socialista-entregava-ajustes-directos-a-camaradas?fbclid=IwdGRjcAT4wc5wZG9mBWZkaWQWUNFMwRwydonuZ86kDKNo06tJZGJ9BGV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR5Mld45Xdv00XgIz89a3fhgsMyi8XImwThpmmPsGHKHBBYrjIjanoC_USfmPQ_aem_jBvVXHroC5hziqaqlVtISQ

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  5. A Guarda tem o que merece:
    SC na Câmara;
    Brigas no IPG.
    Tem muito em comum, ambos foram eleitos para representar as duas maiores instituições da Guarda.
    Se representam bem ou mal deverá ser ponderação de quem os elegeu.

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  6. O IPG contrata uns professores a vulso de Coimbra, Porto, Aveiro para virem compor o ramalhete dão umas horas ganham milhares e os que cá estão ganham patacos e trabalham das 9 às 17h e ainda vão para divulgação sem receber deslocação e horas extra
    Concordo que alguns professores do quadro são mesmo muito maus entraram no tempo do facilitismo e sabes lá tu por que porta ?

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    1. Há lá professores que estão nos quadros, dão aulas e nem doutoramento têm! Em lado nenhum do mundo se vê uma coisa destas!

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  7. Universidade do PG toma embrulha

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  8. Projeto-piloto das trotinetes e bicicletas elétricas na Guarda chegou ao fim, mas autarquia está à procura de nova entidade

    Em fevereiro de 2025 a empresa BIRD instalou na cidade da Guarda bicicletas e trotinetes elétricas no âmbito de um projeto-piloto para perceber a viabilidade e utilização destes equipamentos por parte dos residentes na cidade mais alta. O projeto-piloto era por um ano e, neste momento, já não se veem pela cidade as bicicletas azuis e trotinetes cinzentas da empresa BIRD, mas o autarca guardense, Sérgio Costa, diz que «está a ser preparado um concurso público para que outra entidade possa concorrer e manter o serviço na cidade da Guarda».
    Os grandes interessados «foram os mais jovens, nomeadamente estudantes que utilizaram as trotinetes e bicicletas elétricas para se deslocar entre as residências, Politécnico, estação, entre outros locais». Sérgio Costa assume que com o aproximar do final do período do projeto-piloto o interesse das pessoas por estes equipamentos «foi diminuindo», justificado também pelo «crescente vandalismo de alguns aparelhos».

    Ah espera, correu mal, mas vamos fazer novamente porque agora é que vai correr bem?

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    1. Por acaso é uma otima alternativa a deslocações na cidade

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