quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Município da Guarda vai retomar a elaboração do Plano de Urbanização do Vale de São Francisco



Foto: “Todas as Beiras”
Há duas décadas foi anunciada a Praça da Liberdade
Há uma década foi anunciado a Alameda do Bonfim e da Praça da Liberdade
Há um lustro foi anunciada a Praça da Liberdade a Alameda do Bonfim a feira na encosta e o novo parque da cidade
Do Jornal “Todas as Beiras”
“Na sequência da entrada em vigor do novo Plano Director Municipal (PDM) da Guarda, o município vai avançar novamente com a elaboração do Plano de Urbanização do Vale de São Francisco, situado na zona sul da cidade, entre o Bairro do Bonfim e a Avenida Rainha Dona Amélia, o Teatro Municipal e a Via de Cintura Externa da Guarda e a localidade de Alfarazes e o Bairro do Torrão.”
De referir que, em novembro de 2024, tinha sido dado início ao processo de elaboração do plano, mas não foi cumprido o prazo de 15 meses para a sua conclusão, tendo sido agora necessário declarar a sua caducidade e «retomar os respectivos procedimentos». O presidente da autarquia, que se mostrou convicto de que o documento deverá ficar concluído daqui a um ano, disse aos jornalistas que o plano permitirá regular «a expansão urbanística» naquela extensão área.”
“De acordo com o que está na proposta, a que o jornal “Todas as Beiras” teve acesso, o plano contempla a criação do Parque Urbano de São Francisco, o desenvolvimento de novas infraestruturas viárias para reforçar a acessibilidade e a interligação entre bairros, com destaque para «a continuidade viária das Avenidas Nuno Montemor e Engenheiro Adelino Amaro da Costa; a ligação entre a Av. Nuno Montemor e a zona urbana a nascente (Bairro do Bonfim); a construção da variante ao núcleo antigo de Alfarazes e outras que sejam consideradas pertinentes durante o desenvolvimento do plano». Prevista está igualmente a criação de bolsas de estacionamento junto aos espaços centrais da cidade da Guarda, a melhoria e reforço da rede de infraestruturas de mobilidade em modos suaves, bem como a «melhoria das condições de circulação e segurança rodoviária da rotunda do G»”
“Para além de tudo isto, serão reservados, tal como já é referido no PDM, «espaços destinados à instalação de um Recinto de Feiras, à criação de um espaço polivalente para actividades ao ar livre e espectáculos itinerantes; ampliação do cemitério da Guarda» e a promoção do ordenamento e «a requalificação urbanística da área de intervenção, melhorando a malha urbana e a articulação entre as redes de infraestruturas e os espaços urbanos da cidade e os bairros periféricos».


10 comentários:

  1. Mas alguém acredita nesse homem? Se nem as casas da Praça Velha consegue mandar recuperar como vai ter capacidade para fazer o que apregoa? Mais me parece já ter iniciado a próxima campanha, já está a preparar a sua reeleição. Sermos enganados uma vez ainda se admite, à segunda ganharam com os votos dos novos funcionários que entraram no último ano dizem que mais de 600, à terceira só se formos todos uns tansos...

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  2. Cada tiro, o mesmo melro

    Na Guarda, certas promessas não acabam.
    Reciclam-se.

    O Parque Urbano de São Francisco anda no planeamento municipal desde 1994.

    Houve planos, contratos, estudos, novos procedimentos e, agora, mais uma caducidade seguida de novo anúncio.

    A Alameda atravessa décadas de intenções.

    A Praça da Liberdade foi prometida para 2024 e reapareceu depois como grande projeto do mandato seguinte.

    A feira, os acessos, o estacionamento e as ligações viárias voltam novamente no novo Plano do Vale de São Francisco.

    O problema já não é falta de ideias.
    É falta de execução.

    E há uma pergunta que começa a impor-se: quanto dinheiro já se gastou, ao longo dos anos, a estudar, planear e anunciar aquilo que continua por fazer?

    Na Guarda, cada mandato parece trazer um novo tiro.

    O melro é que continua a ser o mesmo.

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    1. Parece que a ideia não gastar executando, é gastar fazendo de conta, com repetição de estudos, planos, consultas, etc. Para serem sempre os mesmos a lucrar. É como com os fundos que vêm para a coesão territorial, desenvolvimento regional, para fazer face à tragédias dos incêndios e temporais, para hudar os portugueses: somem-se e desaparem nas instituições que foram criadas para distribuir esse dinheiro por quem foi atingido, perdeu imenso e para revitalizar terrenos e serras que ficaram negros e despojados de vegetação, provavelmente essas instituições, associações, entidades, etc., são tantas e com tantos funcionários que os fundos são derretidos em seus salários e mordomias, de cima a baixo. Há por aí muito parasita instalado.

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  3. Se o dinheiro vai para tendas artistas e vinho não pode chegar para o que é necessário.

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  4. Esta notícia é espetacular. É o que a guarda está a necessitar para de destacar no panorama nacional. Eu sempre disse que o Sérgio costa era um grande presidente. Não desista dessa sua intenção. Se necessário for, crie uma associação e peça ajuda a mais meia dúzia de apoiantes. Se necessitar eu posso ser presidente do conselho de administração.

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  5. Esse plano de urbanização do vale de s Francisco , acreditem, eu não sei do que se trata. Acredito no entanto que é um investimento muito importante para a Guarda. Eu neste momento estou desempregado e posso ser um bom chefe para supervisionar os trabalhos. Este investimento é melhor do que o hotel.

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  6. Oliveira: fale com o Sérgio costa, vocês são amigos e diga lhe que não se esqueça que a guarda precisa dum bom aeroporto. Evitava os empresários da Guarda terem que ir a Lisboa Porto ou Madrid apanhar os aviões

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  7. Sérgio Costa é um flop
    Promessas e apresentações é a seguro?! Nada
    Ele está convencido que ninguém tem memória suficiente para se lembrar das promessas.
    Já agora,
    Como ficou aquele assunto da sua assessora julgada mas ainda com poderes de assessoria ou até mais?
    E a relação estranha com a Presidnete da uls?
    E a situação da dívida as águas de Portugal?
    E o que foi feito do olá no estratégico que andou a fazer n pre campanha?
    E os muitos projetos apresentados quando começam: a dos sabores, a da cultura, as habitações sociais…

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  8. Mudou de sala para mandarem areia para os olhos das pessoas

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    1. Informação é poder
      Sérgio Costa devia ter aprendido a meter papeis no triturador como fez uma antiga colega de vereação

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