sábado, 24 de janeiro de 2026

Rádio F: 30 milhões em obras

O presidente da Câmara da Guarda, diz que a autarquia está a executar mais de 30 milhões de euros em obras para maximizar os fundos comunitários”
“Revelou recentemente que o concelho tem atualmente em curso, um volume de investimento em obras públicas que ultrapassa os 10 milhões de euros.
“Das várias empreitadas visitadas, o autarca sublinhou que, num único dia de acompanhamento técnico, visitou intervenções que totalizam 3,5 milhões de euros, estimando que o valor global das obras a decorrer na cidade e no concelho não seja inferior a dez milhões.”
“Este montante, contudo, é significativamente superior quando se contabiliza o setor da habitação”
“Afirmou que a autarquia está a garantir a maior execução possível de fundos PRR, e sublinhou a importância destas obras necessárias para o desenvolvimento do concelho.”
 
A Imagem da direita é gerada pela comunicação da câmara
A imagem da esquerda é gerada por Inteligência Artificial e publicada na página oficial com a seguinte legenda:
RIGOR E OBRA: A GUARDA NÃO PARA!
Integramos o saldo de 6.922.828,25€ de 2025 para investir no futuro do nosso concelho. O valor é inferior ao ano passado porque, perante os chumbos dos empréstimos pela oposição, não cruzámos os braços: usámos fundos próprios para garantir que a obra aparecesse!
Prioridades do Saldo do Gerência para 2026:
• Habitação, Centro histórico, Lameirinhas, Estação
• Juventude nova residência de estudantes
• Despoluição, reabilitação e valorização dos rios Diz e Noeme
• Energia renovável mais barata para as empresas do Parque Industrial da Guarda
• Construção do novo órgão de tubos da Sé Catedral
Bloquearam o financiamento, mas não travaram o nosso trabalho.
Menos conversa, mais obra feita!

31 comentários:

  1. Essa radio existe? Tem crédito e ouvintes? Não acredito. Quanto aos investimentos só se for em carne e vinho e pão centeio. Essas obras não estão abrangidas pelo PRR. O Sérgio costa já e aluno de algum instrumento no centro cultural? É só música.

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  2. A Guarda é uma verdadeira ditadura leninista-estalinista. Todas as associações, freguesias, empresas, religiões, imprensa, estão sob o controlo do município. Totalitarismo.

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  3. Já no final do mês vai haver um grande investimento no festival do chichorro. A malta não funciona sem a motivação para tocar bombo. Vai de festarola em festarola.

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  4. Haja quem:

    https://futurodaguarda.pt/2026/01/audio-explicador-a-variante-da-ti-jaquina-ainda-e-necessaria/

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    1. A habilidade de jogar com as palavras não nascendo do acaso. Ela é construída por quem sempre se aproveitou do sistema, descobriu as suas brechas e fez da ambiguidade uma estratégia de sobrevivência e de poder e ainda apregoa que vê as orelhas do elefante do alto da cidade.

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    2. Esse não faz nada por acaso. Aceitam-se apostas.

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    3. Eu diria que não vê só as orelhas, mas tem sabido estar sempre perto do elefante e ao longo dos anos soube conduzi-lo com habilidade. Não tem visto só as formas do elefante, conhece-lhe bem as fraquezas. Estes 50 minutos são todo um manual de tratador de elefante.

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  5. A Câmara pediu um empréstimo de 12 milhões para construir uma estrada que não é mais do que um fetiche porque deixou de ser uma necessidade, enquanto a cidade cresceu para outro lado e continuam os acessos com 60 anos.
    Parabéns por esta competente explicação com memória, onde se mostram tantas contradições e se desfazem as balelas que os populistas Cidadãos Monárquicos nos querem vender.
    Ouvir antes que mandem apagar: https://soundcloud.com/futurodaguarda/audio-explicador-a-variante-da-ti-jaquina-ainda-e-necessaria

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    1. Presumindo que o arquivo sonoro que o autor utiliza é o mesmo da Rádio Altitude onde trabalhou, espanta-me que o meio de comunicação social que detém os originais não faça este trabalho com regularidade e que seja um free lancer ou lá o que é a mostrar como se faz jornalismo quando lhe apetece ou só quando lhe interessa. Não concordo com a conclusão subjacente que a variante não é necessária e penso mesmo que a narrativa é feita de uma forma forçada para influenciar erradamente a opinião pública, mas é prazer ouvir e voltar a ouvir este trabalho por toda a História que nos traz na voz daqueles que foram os seus protagonistas. A Guarda tem um património único neste arquivo, independentemente de originais ou cópias, e o Município podia encarar tratá-lo para usufruto público como sons de História. Fica a dica também para quem tem este arquivo, se realmente gosta da Guarda. Unam-se vontades pela cultura e pelo bem público.

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    2. A Rádio Altitude já deu hoje mesmo a conhecer seu arquivo do 25 de Abril, que ninguém tinha feito, não precisam de bitaites

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    3. A RA o quê? Qual arquivo do 25 A? Refere-se a uma itinerância do arquivo nacional?

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    4. Foi uma audição da gravação da emissão da Rádio Renascença no 25 de Abril de 74, que a comissão nacional de comemorações está a dar a ouvir pelo país. Eu fui lá e senti vergonha. Cheiro a mofo e a wc e duas paredes cheias de fotografias do diretor Baptista num culto de personalidade que atira para insegurança e foros de valente pancada. Aquilo foi ridículo, se há local onde podia e devia ter sido organizado era no arquivo distrital que tem salas amplas e funciona no local do RI 12 que teve grande relevo nos acontecimentos. O sr presidente e a sra vereadora deram-se ao patético, só faltou ele dizer que também fez o 25 de Abril como Ventura a lembrar-se das eleições Soares Freitas quando tinha 3 anos. Mais uma.vez a Guarda envergonhada

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  6. Muitos parabéns. Ainda bem. As pessoas passam mas a obra fica .

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  7. Até agora não ficou nada.
    Em qualquer caso todos pagamos com os impostos.

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  8. Estive a ver as fotos da Guarda na FITUR e o que retiro daquilo é que o querealmente foi promovido, para além do vinho e do copo na mão, foi um grupo de pessoas, talvez para ver se, em Espanha, podem arranjar um tacho com melhor remuneração.

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  9. E também acompanhantes que nada têm a ver com o Município. Falta saber quem paga as estadias...

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  10. E a vereadora do PSD na Guarda e a vereadora do PS em Sintra em alegre cavaqueira no CC do TMG no Sábado à noite?

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    1. A vereadora de Sintra veio só para estar com os amigos ou prepara-se algo mais?

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  11. Tiro o meu chapéu ao excelente trabalho do Rui Isidro onde explica detalhadamente o mito da variante da Ti Joaquina, ouvindo-se as vozes que importam desde Abílio Curto até Sérgio Costa.
    Notável e valioso arquivo.
    Deve ser de audição obrigatória de intervenientes de todos os quadrantes e das pessoas que realmente se importam com a Guarda.
    Cada um que tire as conclusões que quiser, mas com informação.
    Parabéns e faça este serviço público mais vezes e não seja só quando lhe apetece.
    A Guarda precisa da memória que sabe usar como ninguém.

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    1. E a voz da própria Sra. Jaquina já falecida, isso devia ser arquivo salvaguardado na Biblioteca ou no Museu.

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    2. Fundamental ouvir Sérgio Costa ao minuto 32
      A estrada da Ti Jaquina deixou de ser viável porque não há dinheiro nos próximos quadros comunitários e a Câmara não vai pagá-la

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    3. Já ouvi e pareceu-me mais um trabalho de fazer justiça a Sérgio Costa quando veio resolver os desastres das intervenções urbanísticas da era do PS. Quando muito a crítica que lhe é feita é por ter desistido do ímpeto estratega inicial quando quis concorrer à Câmara e se rodeou de quem não o deixa dar passos longos e firmes. Aí, nitidamente, Sérgio Costa é vítima de Valbom e companhias. Mas em síntese pareceu-me uma reportagem histórica honesta.

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    4. Perguntas de quem não sabe:
      A que propósito surge este trabalho agora?
      esse som de arquivo é de qual arquivo?
      Se a esposa não fosse oposição o trabalho seria o mesmo?
      Se este meio comunicação é da fundação João Bento Raimundo qual é o interesse da fundação neste tema?

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    5. Verdade é que cada vez que o homem decide quebrar a hibernação, o que faz torna-se um facto político que inspira comentadores.
      Mal vai a comunicação social da Guarda, tendo em conta que este podcast nem é carne nem é peixe no que se refere à classificação como meio de comunicação social.

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  12. Sobre a variante da Ti Jaquina, mesmo que pudesse ser construída a custo 0, é necessário um estudo sério sobre as implicações que terá na circulação automóvel na Guarda.

    Hoje em dia os conceitos de indução (e evaporação) de tráfego já não mais conhecidos e estudados.

    De uma forma simples, vieram estudar os fenómenos onde a construção ou alargamento de uma estrada, para resolver problemas de engarrafamentos, acabaram por piorar a situação inicial.

    E de uma forma inversa, locais onde estradas foram fechadas ou reduzidas, levaram a que a situação do trânsito tivesse, de uma forma estranha, melhorado.

    Isso acontece porque após uma melhoria ou criação de uma nova estrada, há alteração das viagens que já existiam de outras forma/locais e há também o aumento do número de viagens.

    O inverso acontece com a redução/fecho de uma estrada. Em vez do caos esperado, o trânsito como se se evapora e acaba por melhorar de uma forma geral.

    Um exemplo simples para explicar. Vamos imaginar que entre a Guarda e a Covilhã só há a N18, com muitos camiões, piso degradado e até engarrafamentos. E a linha de comboio, com a viagem de demorar 40 minutos.

    É contruída a A23. Imediatamente as pessoas deixam de usar a N18 e passam a circular pela A23. O número de viagens totais por estrada vai também aumentar, pois muitos dos passageiros do comboio passam a usar o automóvel. A somar a isso, vão haver muitas novas viagens. Por exemplo, de pessoas que havendo a A23, vão colocar a hipótese de ir trabalhar na Covilhã. Ou que vão lá a passeio, às compras ou actividades culturais ou desportivas.

    Não deverá ser o caso da A23, mas noutros locais com mais população poderia acontecer que, com o passar do tempo, também a auto-estrada ficasse congestionada. Aí haveria duas opções, alargar o traçado (criando novamente indução de tráfego) ou por exemplo, investindo na ferrovia para transportar, atraindo mais passageiros a serem transportados de uma forma eficiente.

    Voltando à variante da Ti Jaquina, o que vai acontecer se um dia for criada? Assim a olho, o trânsito que hoje se divide, nos acessos à VICEG, entre o Bairro do Pinheiro, Bairro da N. S. dos Remédios, Bonfim e até rotunda do G, vai em grande parte concentrar-se aqui, usando depois para chegar ao centro a Rua António Sérgio e a Av. Cidade de Safed. Será que vão ter capacidade para escoar todo o trânsito? Ou vamos passar a ter dois problemas graves para resolver um que não existe actualmente?

    Mas isto sou eu a ver a olho. Em primeiro lugar, que se façam estudos sérios e que sejam divulgados e discutidos. Em segundo lugar, com base nesses estudos, que se discuta o resultado desse estudo tendo em conta o custo da obra.

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  13. Quase 12.000 euros?
    Dívida alegadamente acumulada da RA em energia e água fornecida pela ULSG desde Fevereiro de 2024 e cujas facturas estão por pagar?
    A ULSG terá notificado a RA na semana passada e o documento já circulará por toda a parte no Hospital e em grupos de WhatsApp?
    11.347,11€ no total, começando nas FA 84000508 de 21/02/2024 de 21,39€ (água) e FA 84001246 de 07/03/2024 de 1.013,56€ (energia)?
    Já não é segredo?
    Mas é um mistério?
    Então a ULSG continua a fornecer? Factura mas não recebe? Não corta a água e a luz?
    Alguém consegue explicar?
    Quem está a fazer um favor a quem?
    O Conselho de Administração sabe?

    Eng. Oliveira permita que estas perguntas que são só perguntas sejam aqui colocadas, pode ser que alguém responda.



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    1. Uma empresa privada deixou de pagar quando a AD chegou ao governo e nomeou novos responsáveis para a ULS.
      E andam os inspetores da IGAS a perseguir o presidente do INEM porque fez uma soneca no sofá do gabinete.

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    2. Mas a rádio e o interior publicitaram bem a senhora. Por mim a rádio não deve nada. 70% dos pseudo comentadores são da Uls a meu ver é a Uls que deve à Radio

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    3. Revista Sábado de hoje, página 47. Rita Figueiredo no radar. Se a revista descobre este financiamento ilegal de uma rádio e de um jornal privado - contra a ordem do TAF de Viseu - torna-se figura nacional.
      Dra Rita, cumpra o disposto na providência cautelar. Eles não pagaram, não um mês mas quase dois anos. Corte o fornecimento ou vão cortá-la a si e pedaços.
      Lembre-se que o CA que agora preside está obrigado a cumprir o parecer jurídico que a Dra fez quando só era jurista.

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    4. Pois existe sempre dois pesos e duas medidas para esta senhora. Não existirá somente um radar sobre ela, muito cuidado sra.dra!!

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  14. Vai ser aberta uma avenida, paga integralmente pelos nossos impostos.
    Obrigado SC por gastar o nosso dinheiro.
    Mas será precisa, importante imprescindível para o futuro da Guarda?
    Não é por acaso que os fundos comunitários não financiam este tipo de obra.
    Tinha de ser tão cara?
    Os proprietários confinantes vêm o valor dos seus terrenos multiplicado muitas vezes, pagam alguma coisa?
    Parece que ainda receberam.
    A cidade cresce para ali, mais se afastará da cidade antiga e do centro histórico .
    Mas pronto, muitos ganham dinheiro com a coisa e fica uma avenida, cara, larga , eventualmente bonita, vão os dedos e os anéis.

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