Bairro da Fraternidade: Crime ou castigo?

A notícia apareceu, como a vou transcrever:
“Foi aprovado prazo de prorrogação
da construção dos 51 fogos no Bairro da Fraternidade.”
“O assunto fez parte das propostas
levadas à reunião do executivo”
“O presidente da Câmara da Guarda
afirmou que a obra está atrasada”
“Voltou a dizer que há processos-crime
em tribunal.”
E assim são publicadas as notícias,
secas, sem questionar o que se passa.
Atrasado porquê? Quanto tempo de
atraso? Como vai ficar sem PRR?
Crime? Que crime? Está em segredo
de justiça ou o recato dos gabinetes?
Quem avançou com a queixa?
Foi o ofendido que foi vítima de
qualquer coisa? Que é? Entidade ou individuo?
Foi um cidadão que viu o que não
deveria ter visto?
Foram as entidades policiais tiveram
conhecimento do caso? Qual caso?
Fora funcionários públicos que tiveram
conhecimento do crime no exercício das suas funções?
Foi o executivo camarário para
encontrar pretextos para o atraso?
Quantos anos vai demorar o inquérito?
As obras estão paradas ou a andar (ou
como se diz “a andar paradas”)?
É só mais uma obra, num rol, de
obras com atrasos.
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