terça-feira, 7 de abril de 2026

Bairro da Fraternidade: Crime ou castigo?

A notícia apareceu, como a vou transcrever:
“Foi aprovado prazo de prorrogação da construção dos 51 fogos no Bairro da Fraternidade.”
“O assunto fez parte das propostas levadas à reunião do executivo”
“O presidente da Câmara da Guarda afirmou que a obra está atrasada”
“Voltou a dizer que há processos-crime em tribunal.”
E assim são publicadas as notícias, secas, sem questionar o que se passa.
Atrasado porquê? Quanto tempo de atraso? Como vai ficar sem PRR?
Crime? Que crime? Está em segredo de justiça ou o recato dos gabinetes?
Quem avançou com a queixa?
Foi o ofendido que foi vítima de qualquer coisa? Que é? Entidade ou individuo?
Foi um cidadão que viu o que não deveria ter visto?
Foram as entidades policiais tiveram conhecimento do caso? Qual caso?
Fora funcionários públicos que tiveram conhecimento do crime no exercício das suas funções?
Foi o executivo camarário para encontrar pretextos para o atraso?
Quantos anos vai demorar o inquérito?
As obras estão paradas ou a andar (ou como se diz “a andar paradas”)?
É só mais uma obra, num rol, de obras com atrasos.

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