Aquisição de edifícios no Centro Histórico

Edifícios comprados pela câmara no centro histórico
Pela importância do tema, transcrevo o que escreveu o Rádio
F
Na última Assembleia Municipal “O Presidente da Câmara da
Guarda fez o balanço das aquisições imóveis desde 2010 e garantiu rigor nos
processos de aquisições do Património Municipal”
“Durante a intervenção na Assembleia Municipal, Sérgio
Costa, apresentou um detalhado histórico e balanço sobre as aquisições de
património imobiliário realizadas pelo município desde 2010 até ao atual
mandato. O autarca aproveitou a ocasião para rejeitar categoricamente críticas
anónimas relativas à legalidade dos procedimentos, garantindo que todas as
operações são efetuadas com absoluto rigor, transparência e em cumprimento
estrito da lei. Segundo o edil, a estratégia de aquisição do passado e do presente
visa dotar a autarquia de edifícios vitais para a revitalização do centro
histórico e para a preparação do futuro do concelho. O Presidente da Câmara
reforçou a legalidade de todo o processo de gestão patrimonial, lamentando as
acusações “sem rosto” dirigidas à autarquia.”
“Na sua exposição cronológica, o presidente da autarquia
começou por recuar ao mandato do Partido Socialista (2009–2013), recordando a
aquisição de um imóvel em 2011. O autarca assinalou que, nesse caso, decorreram
sete anos entre a compra e o início das obras em 2018 na Rua dos Cavaleiros,
num investimento de 365 mil euros destinado a casas de função do município.”
“Relativamente ao período entre 2017 e 2021, o município
investiu cerca de 1 milhão 331 mil e 500 euros na compra de edifícios. Sérgio
Costa sublinhou que estas aquisições foram realizadas exclusivamente com
capitais próprios da autarquia, uma vez que a maioria dos fundos comunitários
não cobria despesas de aquisição. O autarca destacou que este investimento
permitiu criar infraestruturas essenciais como a Proteção Civil, o projeto do
Museu dos Sabores e habitação no centro histórico.”
“Entre os edifícios adquiridos no mandato transato,
destacou-se a compra da antiga Associação Comercial em 2021 por 318 mil euros,
a qual permitiu alavancar um projeto de renovação de cerca de 830 mil no âmbito
do plano de revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela. O município
adquiriu ainda um imóvel na Rua do Amparo/Rua de São Vicente por 60 mil euros,
integrado no “master plan” do Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal.”
“Foi igualmente referida a aquisição de um conjunto de
edifícios em 2017 por 693 mil euros, destinados ao Museu dos Sabores da Serra
da Estrela e a serviços da Comunidade Intermunicipal (CIM), cuja empreitada
total ascende a 2,803 milhões de euros com início de obra previsto entre o
final do corrente ano e o início do próximo.”
“Já na Rua 31 de Janeiro foram adquiridos edifícios
destinados ao Museu do Bombeiro, no valor de 340 mil euros e na Rua do Torreão
por 57 mil e 500 euros. A par deste investimento, o autarca aprovou a compra de
mais dois edifícios: um no valor de 670 mil euros (a ser pago em 24 prestações)
e outro de 870 mil euros (pago em 48 prestações). Ambas as infraestruturas
estão destinadas à instalação de serviços públicos municipais ou de outras
entidades, bem como a eventual oferta habitacional.”
“No atual mandato, Sérgio Costa salientou a rapidez e
eficácia no aproveitamento de fundos comunitários. Em 2023, o município
adquiriu quatro edifícios pelo montante global de 150 mil euros, totalmente
financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Esta aquisição
permitiu alavancar um investimento total de 1.226 milhões de euros em
habitação, cujas obras se encontram em fase adiantada e com conclusão prevista
para este ano com financiamento a 100% pelo PRR.”
Suponho que poderão faltar alguns edifícios:
Casa da Legião
Garagem em S. Vicente
Casas na Rua Sacadura Cabral
E a quinta do “Solar do Vinho”?
E no Torreão, quantas compraram? E haverá mais?
E por último: Quantos estão requalificados e a ser
utilizados?
O Museu ruiu. Sérgio Costa acabou com ele. Não bastava o TMG e BMEL, agora foi o único equipamento cultural que funcionava.
ResponderEliminarEle são tantas compras que já não sabem exatamente número exato de edifícios. Os ricos perdem um pouco a noção do património que possuem. Ele é só edifícios fantasma adquiridos com o nosso dinheiro
ResponderEliminarO que aconteceu no Museu?!
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