sábado, 26 de setembro de 2026

Aquisição de edifícios no Centro Histórico

Edifícios comprados pela câmara no centro histórico
Pela importância do tema, transcrevo o que escreveu o Rádio F
Na última Assembleia Municipal “O Presidente da Câmara da Guarda fez o balanço das aquisições imóveis desde 2010 e garantiu rigor nos processos de aquisições do Património Municipal”
“Durante a intervenção na Assembleia Municipal, Sérgio Costa, apresentou um detalhado histórico e balanço sobre as aquisições de património imobiliário realizadas pelo município desde 2010 até ao atual mandato. O autarca aproveitou a ocasião para rejeitar categoricamente críticas anónimas relativas à legalidade dos procedimentos, garantindo que todas as operações são efetuadas com absoluto rigor, transparência e em cumprimento estrito da lei. Segundo o edil, a estratégia de aquisição do passado e do presente visa dotar a autarquia de edifícios vitais para a revitalização do centro histórico e para a preparação do futuro do concelho. O Presidente da Câmara reforçou a legalidade de todo o processo de gestão patrimonial, lamentando as acusações “sem rosto” dirigidas à autarquia.”
 
“Na sua exposição cronológica, o presidente da autarquia começou por recuar ao mandato do Partido Socialista (2009–2013), recordando a aquisição de um imóvel em 2011. O autarca assinalou que, nesse caso, decorreram sete anos entre a compra e o início das obras em 2018 na Rua dos Cavaleiros, num investimento de 365 mil euros destinado a casas de função do município.”
 
“Relativamente ao período entre 2017 e 2021, o município investiu cerca de 1 milhão 331 mil e 500 euros na compra de edifícios. Sérgio Costa sublinhou que estas aquisições foram realizadas exclusivamente com capitais próprios da autarquia, uma vez que a maioria dos fundos comunitários não cobria despesas de aquisição. O autarca destacou que este investimento permitiu criar infraestruturas essenciais como a Proteção Civil, o projeto do Museu dos Sabores e habitação no centro histórico.”
 
“Entre os edifícios adquiridos no mandato transato, destacou-se a compra da antiga Associação Comercial em 2021 por 318 mil euros, a qual permitiu alavancar um projeto de renovação de cerca de 830 mil no âmbito do plano de revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela. O município adquiriu ainda um imóvel na Rua do Amparo/Rua de São Vicente por 60 mil euros, integrado no “master plan” do Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal.”
 
“Foi igualmente referida a aquisição de um conjunto de edifícios em 2017 por 693 mil euros, destinados ao Museu dos Sabores da Serra da Estrela e a serviços da Comunidade Intermunicipal (CIM), cuja empreitada total ascende a 2,803 milhões de euros com início de obra previsto entre o final do corrente ano e o início do próximo.”
 
“Já na Rua 31 de Janeiro foram adquiridos edifícios destinados ao Museu do Bombeiro, no valor de 340 mil euros e na Rua do Torreão por 57 mil e 500 euros. A par deste investimento, o autarca aprovou a compra de mais dois edifícios: um no valor de 670 mil euros (a ser pago em 24 prestações) e outro de 870 mil euros (pago em 48 prestações). Ambas as infraestruturas estão destinadas à instalação de serviços públicos municipais ou de outras entidades, bem como a eventual oferta habitacional.”
 
“No atual mandato, Sérgio Costa salientou a rapidez e eficácia no aproveitamento de fundos comunitários. Em 2023, o município adquiriu quatro edifícios pelo montante global de 150 mil euros, totalmente financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Esta aquisição permitiu alavancar um investimento total de 1.226 milhões de euros em habitação, cujas obras se encontram em fase adiantada e com conclusão prevista para este ano com financiamento a 100% pelo PRR.”
 
Suponho que poderão faltar alguns edifícios:
Casa da Legião
Garagem em S. Vicente
Casas na Rua Sacadura Cabral
E a quinta do “Solar do Vinho”?
E no Torreão, quantas compraram? E haverá mais?
E por último: Quantos estão requalificados e a ser utilizados?

3 comentários:

  1. O Museu ruiu. Sérgio Costa acabou com ele. Não bastava o TMG e BMEL, agora foi o único equipamento cultural que funcionava.

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  2. Ele são tantas compras que já não sabem exatamente número exato de edifícios. Os ricos perdem um pouco a noção do património que possuem. Ele é só edifícios fantasma adquiridos com o nosso dinheiro

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  3. O que aconteceu no Museu?!

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