segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Aí está o Cabroeiro

Sem pompa e sem foguetes aí está a assinatura do “Vale do Cabroeiro”
O dinheiro está no banco, as máquinas estão no terreno, as obras vão começar
Quando? É estar atento, as escavadoras vão” barulhar” e toda a cidade vai ficar a saber.
Tal como sabe da “clinica privada”, “do hotel”, da “avenida s. Miguel”, a “avenida Tiago Gonçalves”, o “bairro da fraternidade”, etc.
Entretanto aqui ficam as palavras do presidente após assinar o papel.
“Na cerimónia que decorreu junto à Viceg, na rotunda das Piscinas Municipais, o presidente da câmara da Guarda referiu que «não há mais etapas administrativas. Não há mais perdas de tempo. Há máquinas e há trabalho» e sublinhou que «trinta anos de espera terminaram com a assinatura de uma caneta. Agora, resolvem-se com a força de uma escavadora e as mãos dos trabalhadores da Guarda».”
“O autarca guardense realçou também que «há trinta anos que a Guarda espera por este momento. Trinta anos de promessas feitas e promessas guardadas na gaveta. Trinta anos em que este vale foi o retrato vivo daquilo que faltava fazer na Guarda». A intervenção engloba um quilómetro de novo acesso, dentro de mais de três quilómetros de vias de coesão entre bairros. «São 500 novos fogos habitacionais que esta obra vem tornar possíveis. É uma nova frente de crescimento urbano para a cidade. Hoje deixou de ser um sonho. É mais do que um projeto. A partir de hoje, arranca o estaleiro», salientou.” Foi assinado esta sexta-feira, dia 4 de setembro

21 comentários:

  1. E o Museu dos Sabores? A requalificação da Praça Velha também vai esperar mais 30 anos ou é promessa para outro mandato?

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  2. De quem são esses terrenos onde vão ser construídos os 600 fogos? O vale do Cabroeiro não era do sogro de um empreiteiro do regime?

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    1. 2243
      O vale era/é de muita gente. Uma parte agora é da Câmara e outra de particulares
      A Oliveira

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    2. Una muito mais proprietários que outros. Um Euromilhões à nossa escala.

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  3. Uma visão sobre o tema que vale a pena reflectir
    https://www.facebook.com/rui.isidro.9/posts/pfbid0yB2Pbqym3GBiTuEKMj3W6QSqK6Up69aQVees5iGgc7jy4ZE97meXuNS6iMnYGTorl

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    1. Haverá sempre Velhos do Restelo.

      E atenção: eu não sou, de todo, apoiante do atual Presidente da Câmara. Mas há uma coisa que me faz alguma confusão neste tipo de textos: quando alguém tem tantas certezas sobre o que está mal, sobre o que devia ser feito, onde se devia investir e até sobre o que é ou não estratégico para a Guarda, fico sempre a pensar porque não se candidata ele próprio.

      É que, se acha que faria melhor, talvez fosse mais interessante apresentar diretamente essas ideias aos guardenses e sujeitá-las ao voto, em vez de as defender por interposta pessoa.

      Discordar da obra é legítimo. Questionar o investimento também. Agora, escrever como se houvesse uma única visão esclarecida de um lado e do outro estivesse toda uma cidade ingénua e deslumbrada já é outra coisa.

      Nem todos os que não concordam com esta análise são “Velhos do Restelo”. E nem todos os que concordam com a obra são incapazes de pensar pela própria cabeça.

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    2. Se as democracias acertassem sempre, nem idade média teríamos tido!
      Fora os velhos do Restelo! Viva o bombo!
      A ambição da Guarda é ser a maior aldeia de Portugal. Está no bom caminho e a maioria aprova.
      Os outros só têm de se exilar em climas mais amenos.

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    3. Vá lá escrever-lhe isso no post

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    4. Quem é a interposta pessoa que lhe defende as ideias?

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    5. 18:48 a escrever em anónimo não vale, tem de ir lá fazer esse comentário, sob pena de ser cobarde

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    6. 18:48

      Mas também há sempre, e cada vez mais, ss "novos do forrobodó", " novos da pirataria", novos de S. Bento", "novos do ajuste direto", "novos da negociata", "novos da "ignorância de leis", "novos compadres", "novos ricos e empregados" da partidocracia, "novos aldrabões e oportunistas", "novos parasitas" que, para além de deverem muito a quem chamam "velhos do Restelo", são bem mais perigosos, porque são velozes especialistas a desbaratar o património e riqueza criada, sendo completamente incapazes de contribuir para outra riqueza que não seja a própria, com algibeira e contas bancárias, por cá, e noutras paragens, especialemnte paraísis fiscais, bem recheadas, sem nada mais terem feito do que pertencer a um partido ou amigos do chefe e vendedores de votos. Os "novos da pilhagem" sabem-na toda.

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  4. Será a única grande obra que a câmara da Guarda fará , para recuperar as contas andaremos mais de uma dúzia de anos.
    É a obra do regime, feita esta ficaremos a esticar a mão á caridade dos governos para fazer qualquer coisinha.
    Custa a compreender que uma extensão tão pequena custe tanto dinheiro.
    Não seria possível fazer uma obra mais modesta e deixar uma faixa de salvaguarda para futuro alargamento.
    Possível seria certamente, mas assim os grandes proprietários dos terrenos adjacentes não ganhariam nada no imediato.
    Pronto, teremos uma avenida!
    Não teremos multiusus e continuaremos a gastar uma fortuna em tendas.
    Se o investimento fosse no multiusos, em meia dúzia de anos seria compensado com a poupança das tendas.
    Qualquer outra obra viária ficará comprometida.
    Tudo isto num concelho que tem freguesias de 470 eleitores sem um metro de saneamento.
    A Guarda nem as infraestruturas básicas tem mas vamos esturricar muitos milhões numa avenida.
    Se eu fosse dono dos terrenos onde ela vai passar também queria a avenida.
    Mas também podia ter comprado lá qualquer coisa, os que compraram sabiam mais que a população em geral.

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  5. Mudando de tema, porque é que estava o recém tachado Director da APAL a discursar na sessão de Boas-vindas à COMUNIDADE EDUCATIVA DO CONCELHO?? A fazer publicidade??

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    1. Verdadeiramente caricato!

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    2. Professores não vão pagar água que não consomem apenas aquela que beberem!! Foi isso que foi anunciado
      Medida para captar novos docentes. O IPG vai avançar com medida similar para captar alunos mas em cerveja

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    3. Também não se percebe bem o porque de a Câmara "apoiar" uma Escola privada

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  6. Já dizia Lao Tzu: Aquele que sabe não fala, aquele que fala não sabe.

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  7. O MAI não tem dinheiro para contratar o amigo empreiteiro para fazer obras também na GNR da Guarda? Porque tem de ser a autarquia a suportar as obras se a GNR não pertence à administração local (Câmara)?
    https://www.facebook.com/photo/?fbid=1566562775501975&set=a.451148557043408

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  8. O dinheiro na câmara é todo para estragar, festas, subsídios a IPSS que não necessitam, associações que nada de útil fazem, ajustes diretos e contratações de pessoal entre os apaniguados.
    Útil apoio aos bombeiros.
    Nem saneamento básico faz nas localidades onde não há, a Santa Ana tem 450 eleitores, três lares grandes, um restaurante, bombas gasolina e zero metros de saneamento, nem um único metro.
    Andamos a pagar impostos caros para isto, podia baixar o IMI e a participação no IRS, como fazem outros concelhos, mas precisa de dinheiro para estragar em autopromoção.

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  9. A malta ainda vai encher a barriga de SC e políticos inaptos. Neste momento enchem a barriga de barriguinha de porco vulgo, entremeada com vinho em copo de plástico. Água ao domicílio? Vão ver os resultados eleitorais em santa Ana da azinha e constatarão que o povo não sabe votar, ou que vota contra os seus interesses. E como diz o povo: quem vê o seu povo vê o mundo todo. Continuem.

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  10. A gestão da câmara explica-se numa palavra "festa" daqui a 8 anos os "parolos" pagam a conta.
    O meu partido está no poder e os seus dirigentes andam sempre tristes. Tantos lugares para distribuir vão sempre para os mesmos meninos.
    No PS tiveram o pior resultado autárquico do PS a nível nacional, de sempre, e na história da democracia andam sempre contentes. O povo disse que eram muito maus para a política entende-se. Que não servem que fossem embora. Contentes e sorridentes andam por aí.
    Os do PSD sempre tristes nem festas fazem de reentre...nada . Quase sem atividade política partidária.
    Explique lá o engenheiro sempre atento a este fenômeno?

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