
Foto: Suposto palácio dos Condes da Guarda. Ano 2011
A câmara da Guarda continua a comprar imóveis no centro da Guarda,
agora a prestações a proposta foi aprovada em reunião do executivo
Transcrições do que se passou na reunião:
“Câmara da Guarda aprova, com os votos contra do PSD, a
compra de três imóveis no centro histórico, num valor a rondar 1,5 milhões de
euro
“Uma dessas propostas engloba dois prédios urbanos, um dos
quais na Rua de São Vicente, pelo valor global de 670 mil euros, a serem pagos
em 24 meses. A outra proposta contempla um edifício no Largo do Paço do Biu,
pelo valor de 870 mil euros, a pagar em quatro anos, que originou alguma
polémica, uma vez que se trata de um imóvel pertencente ao grupo empresarial
detentor de dois órgãos de comunicação social regional.”
“O assunto fez parte da ordem de trabalhos da reunião do
executivo. O presidente do Município, justificou o investimento com a
necessidade de revitalizar aquela zona da cidade com a instalação de serviços
públicos e mais habitação. Uma das casas adquiridas é a chamada Casa dos Condes
da Guarda, localizada no Paço do Biu.”
“O vereador do PS votou a favor deste ponto da ordem de
trabalhos, uma vez que em reuniões anteriores, tem defendido medidas para
revitalizar o centro histórico.”
“Já os vereadores do PSD votaram contra e disseram que a
Câmara adquire imóveis sem qualquer tipo de justificação.”“Vereador do PSD
adiantou que o imóvel no Paço do Biu é propriedade de uma empresa que detém
dois órgãos de comunicação social na cidade. O social democrata considera que
há aqui um conflito de interesses que fere a liberdade de imprensa na Guarda. O
edifício, de acordo com o vereador, tem um custo de 800 mil euros e a Câmara
vai pagar durante 4 anos, 18 mil euros por mês.”
“Na resposta, o presidente da Câmara da Guarda, lamentou as
declarações e frisou que a comunicação social é idónea e independente.”
Comentários
1 – Comprar a prestações? Com juros ou sem juros?
2 – Comprar a investidores? Qual o valor estimado a preços
da Guarda?
3 – Porque não investiu este dinheiro na “Praça Velha” e na “Casa
da Legião”. Para que quer estes edifícios?
4 – Um edifício será para serviços públicos da câmara. Será o
“Polo VII da câmara”? E se a Câmara precisa do “Polo VII”, porque não na “Praça
Velha”?
5 – E os investidores imobiliários ficarão contentes com
esta concorrência? Os estarão completamente desinteressados do Centro Histórico?
Quem vier que se desenrasque, avenida a crédito e carência, compras de casas a prestações.
ResponderEliminarAfinal o que é que ele paga com o nosso dinheiro?
Alguém terá de pagar isto tudo mais a dívida das águas.
Será uma forma encapotada de financiar a comunicação social obediente, má e jornaleira?
ResponderEliminarA comunicação social é “Má e jornaleira” quando nos contraria; “séria e independente” quando nos dá razão. Este é um critério jornalístico que já tem barbas brancas.
Eliminar20:43
EliminarNão. A comunicação social é má e jornaleira não quando nos contraria, mas quando se torna a voz de quem a financia e lhe paga para esconder as notícias que não interessam a quem deveria ter vergonha, respeito, ética, idoneidade, utilidade.
Isso de que a comunicação social só é boa "quando nos dá razão" é conversa de quem a vê como tal, porque aos cidadãos não lhe im porta que lhes dê razão, ou não, importa-lhes que ela seja verdadeira, isenta, factual e não seja dominada por caciques e esbirros.
Não quero que a comunicação social me dê razão, não ando a fazer propaganda, em campanha e a enganar os munícipes, só quero jornalistas dignos do nome, da profissão e que, realmente, informem de toda a verdade, de toda a mentira, sem trelas condicionamentos.
Uma câmara em pré-falência a pagar 870.000€ ao dono de um jornal e de uma rádio para ter muitas entrevistas e só notícias boas.
ResponderEliminarA vantagem é que se for o dono do centro historico da Guarda só temos que chamar a atenção de um propietário.
ResponderEliminarSeja o que for não vai ser nada de especial como tudo o resto.
Alguém foi aquela coisa que fizeram no TMG com a acção social? O reflexo deste executivo - deprimente. Uma passarelle para eles e os seus apoiantes que só com estes favores conseguem ter reconhecimento.
https://www.altitude.fm/ficha-tecnica/
ResponderEliminarQuem é este José Luís Carrilho Agostinho de Almeida???
Segundo o GPT:
José Luís Carrilho Agostinho de Almeida é um empresário ligado à Guarda, pertencente à família fundadora da antiga transportadora Joalto.
No final da década de 1980, assumiu a gestão executiva da empresa, que se tornou um dos maiores grupos portugueses de transporte rodoviário de passageiros. O Grupo Joalto associou-se à Transdev em 2008, tendo esta adquirido a totalidade do capital em 2010.
É filho do empresário Laurentino Almeida e neto de José de Almeida, conhecido como «Tonico», fundador da empresa que deu origem à Joalto.
Posteriormente, manteve atividade empresarial em áreas como:
investimento imobiliário;
hotelaria;
É sócio-gerente e detentor de 100% da empresa proprietária da Rádio Altitude. Surge também associado à sociedade editora do jornal O INTERIOR, onde é sócio-gerente e detentor de 75% da empresa.
Em 2014, recebeu da Câmara Municipal da Guarda a Medalha Municipal de Mérito, grau prata, sendo Álvaro Amaro presidente da Câmara.
Vive ou passa a maior parte do tempo em Lisboa, onde tem concentrada a sua atividade empresarial. Várias sociedades às quais está ligado têm sede na Avenida Conde de Valbom, em Lisboa: Carrilho de Almeida – Investimentos Imobiliários, Lda.; IMZ – Investimentos Imobiliários, Lda.; Ekmar – Hotelaria e Turismo, Lda.; APMZ – Restauração e Bebidas, Lda.; Rarade – Hotelaria e Turismo, Lda.
A Câmara está bem financeiramente…. Até pagam os espetáculos em duplicado e a Chefe da Financeira não dá conta!!!! O que estará lá a fazer??
ResponderEliminarEstaria bem o presidente se muitos dos chefes tivessem os conhecimentos e a experiência da chefe da financeira.
EliminarE porque razão terá enviado a chefe da cultura o mesmo espetáculo a pagamento por duas vezes? A divisão financeira paga centenas de recibos, cabe a cada divisão fazer a gestão certeira daquilo que deve. Quem já conhecia a pseudo chefe cultural já sabia que coisas destas iam acontecer.
EliminarOntem na AM o presidente da Câmara disse que não enterra a cabeça na areia e sabe que há problemas e que as coisas funcionam mal na divisão da cultura.
EliminarEntão a solução é fazer uma alteração orgânica e arranjar 3 chefes menores para compensarem a inaptidão da chefe maior.
Adapta-se o quadro à pessoa, mas não se afasta a pessoa, mesmo reconhecendo-se aquilo que toda a gente vê.
Que coisas de gravidade saberá a pessoa?
Que coisas saberá a pessoa?!
EliminarElementar, meu caro Watson...
O pagamento em duplicado das Contradanças terá sido mesmo um "lapso"? As coisas não seguem um circuito hierárquico?
Feita a pergunta de outra forma: manter responsáveis que não dominam os assuntos e que facilmente podem ser acusados de cometer erros é uma desvantagem, uma vantagem ou assim-assim?
Não estou a dizer que sim ou que não, mas uma auditoria aos pagamentos de danças, músicas e arraiais talvez tirasse muitas dúvidas.
As pessoas não se dão conta, mas esta é área, a seguir às obras, que mais contratos movimenta.
Fica a dica.
O ministério público tem que investigar estes negócios. Uma câmara endividada, proprietária de diversos edifícios em ruínas, que não sabe o que fazer com e dos mesmos, alguns expostos de forma vergonhosa. Essa mesma câmara compra ao proprietário de dois órgãos de informação locais o seu silêncio por um milhão e meio de euros. Esses são os preços de Lisboa. Isto objetivamente e criminoso. O proprietário vende melhor estes edifícios na Guarda do que os prédios dos altos dos moinhos em Lisboa. Ganda bacano este Sérgio costa. Esclarecer que os vereadores do PSD votaram contra e deram muito luta. O miúdo Francisco robalo deu luta e mostrou estar bem preparado. Deu me muito gozo ouvi-lo.
ResponderEliminarNão terá sido bom negócio para ninguém.
ResponderEliminarBarato para o vendedor e caro para o comprador.
Apesar de ser um grande edifício, a situação é tão dramática no centro histórico que ninguém comprava.
Um milhão e meio de euros para uma câmara que ainda nem saneamento tem feito em várias freguesias é um abuso.
Mas se há dinheiro para todas as festas e arremedo de cultura também pode haver para quem tem muitos milhões.
Só não percebo uma coisa, o dono do altitude tem muitos prédios na cidade, vende um milhão e meio, porque é que tem o altitude , á pala num edifício público?
Até pode chamar a comunicação social de idónea e independente, mas não pode chamá-la de competente. Chamá-la de comunicação social, por si só, já é esticado.
ResponderEliminarOs jornais e rádios da Guarda não passam de meros boletins informativos que regurgitam o que lhes chega às redações. O departamento de comunicação da Câmara envia um press release, eles fazem copy paste; um evento qualquer acontece, acompanhado de press release da organização, a rádio/jornal informa do acontecimento. A desportiva da Guarda ganhou um jogo por 3-0? Informe-se, mas fiquemos por aí.
Não existe um rasgo de inovação, de ideas, de nada. Não existe uma entrevista (sem ser, claro, ao presidente da câmara ou ao presidente da APAL). Não existe investigação jornalística. Tópicos da ordem do dia político são ignorados.
O resultado desta incompetência e falta de bom serviço é a economia a funcionar: menos leitores, menos publicidade... menos receita. Portanto de algum lado tem de vir, ou fecham-se portas. Não sei se esta compra é um financiamento encapotado ou não. Sei que se o for, provavelmente dará muito jeito pois é um gigantesco balão de oxigénio. Mas o problema não começa com esta compra, começa com a degradação da própria comunicação social e em como se deixou chegar a este ponto.
P.S. A Rádio F e o Jornal do Padre PG, que foram sempre indefectíveis e estiveram com Sérgio Costa desde a primeira hora, seguramente não gostaram de ver a concorrência a "receber" este dinheiro. Portanto vamos aguardar os próximos episódios, pois é provável que o Presidente tenha de arranjar uma forma de os manter satisfeitos.
É curioso exigir rigor e investigação à comunicação social, enquanto o próprio texto vive de generalizações, opiniões e “provavelmente”.
EliminarNão há investigação? Não há inovação? Não há entrevistas? Tudo afirmado, pouco ou nada demonstrado.
Sobre o alegado “financiamento encapotado”, não se sabe se existe, mas já se sabe que seria um “gigantesco balão de oxigénio”. E que o Presidente teria de “manter satisfeitos” os outros — provavelmente, claro.
Critica-se o copy-paste dos jornalistas, mas faz-se copy-paste de suspeitas e opiniões e chama-se-lhe análise.
Enfim, há conclusões que parecem chegar sempre um pouco antes dos factos.
E eu que pensava que a rádio e o jornal eram do Baptista-Martins e de uma cooperativa de radialistas e escribas remediados, por isso sempre vi com simpatia e compreensão os lamentos pela falta de meios e os apelos para salvar a RA e manter O Interior com sacrifício nos quiosques...
Eliminar...Afinal, a rádio e o jornal têm um só dono e é ainda por cima um dono rico e que vai ficar mais rico com este quase milhão que o Sérgio Costa lhe transfere dos nossos impostos e do nosso IMI...
Porque será que me sinto enganado?
11:51 generalizações, opiniões e provavelmente mas é o que as pessoas conseguem sentir. Pouca gente ouve as rádios locais e ainda menos compram os jornais. Quanto aos jornais, dou de barato, é uma tendência nacional. Agora, as rádios podemos ouvi-las todas, e fica ao nosso critério escolher o que ouvimos aqui na Guarda. Porque é que não ouvimos? Porque não têm interesse nenhum.
EliminarQuanto ao resto, sou livre de dar a minha opinião e de fazer a minha análise ao que foi noticiado. Se acha que estou a chegar a conclusões erradas, esclareça-me com ditos factos ou então faça o favor de os noticiar (se o senhor for jornalista, claro).
11:51 o segredo da rádio e jornal são o reflexo imperfeito dos poucos anónimos que vêm aqui defendê-la
Eliminar11:51
EliminarTambém há quem faça cpy e paste de opiniões alheias, tentando fazê-las passar por pessoais, na mira de mais algum ajuste direto, nomeação, emprego, subida na hierarquia. É muito fácil ser-se caixa de ressonância e voz dos donos.
Ai este negócio que vai ainda dar tanto mas tanto que falar......
ResponderEliminarNos anos 90 houve um que ficou a ouvir o grasnar da gralha enquanto via a paisagem aos quadradinhos....
Oxalá a história não se repita só que em vez do canto de gralha serão discos pedidos....
Peço desculpa mas mais grave do que haver um possível confilto de interesses é mesmo o valor pago pelas propriedades
ResponderEliminarQuanto já se gastou em imóveis desde o inicio do primeiro mandato?
Qual foi o proveito? Quantas habitações ou espaços comerciais surgiram daí?
Só se consegue explicar isto se o edificio da camara estiver a rebentar pelas costuras e precisarem de por lá recem contratados funcionários que andaram a fazer campanha pelo PG
Compreendo a compra, compreendo as compras, politicamente será uma forma de reabilitar o centro histórico.
ResponderEliminarOs investidores da Guarda, os investidores do regime não investem no centro histórico.
Ninguém investe no centro histórico, se tivesse dinheiro também lá não investia.
O Presidente compra tudo porque vai haver dinheiro com fartura para habitação a preços controlados.
Assim algumas pessoas serão depois obrigadas pela câmara a viver lá ou não terão acesso á mesma habitação.
Simples, complicados são os preços pagos a determinadas pessoas.
Ao comum do cidadão compra barato , mas aos investidores apoiantes do regime, resgatam os investimentos com uma admirável rentabilidade.
Acresce dizer que feitas as compras até hoje nem uma obra, na praça velha há casas compradas faz 12 anos.
Complicado também é dilatar no tempo os encargos da câmara com as aquisições.
Vai fazer a avenida sem pagar um tostão , empréstimo com dilação, só haverá encargos no próximo mandato e muitos anos a seguir.
Agora compra a prestações?
Este homem compra casas como muita gente compra panelas
Os donos e pagantes de jornaleiros defendem aqui os seus assalariados e cúmplices, com unhas e dentes, o problema é que a mentira e a hipocrisia são tão fáceis de identifica, para quem não ande a "dormir".
ResponderEliminarEstes edificios é para colocar lá os funcionários da camara que já nao cabem no edificio o desporto e a xultura acao social e mais tachos e compadrios
ResponderEliminarTurismo passou ao lado da Guarda
Inovacao nao existe
Tecnologia nunca aqui esteve
Nada...
Pequenos emprego e idosos
Uma cidase cada vez mais pequena
https://www.ointerior.pt/fio-da-navalha/fio-da-navalha-a-descer-francisco-robalo/?fbclid=IwVERTSAUX92VwZG9mBWV4dG4DYWVtAjEwAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHkpbNBhWkXJsa6lamYWG4gCNoG7ILXjRlaek3w49lp5m5Y_Q1p8XJ_4Vik6B_aem_Loe4OlAANl8GBxZeoEnmCw&sfnsn=mo
ResponderEliminarQuando se perdeu tudo...até a vergonha na cara...
Devia estar a subir? Para quem gostava tanto da Guarda e aguerrido a defender os seus interesses bastou uma eleiçãozinha para a CPC da JSD para não se ouvir nem ver mais nada
EliminarEssa publicação do Jornal O Interior só vem dar razão a todos os comentários que se ouvem de que esse órgão de comunicação social e a Rádio Altitude estão completamente a mando de alguns. Se a empresa que gere estes órgãos foi alvo de comentários falaciosos por parte do Francisco Robalo, que emita um comunicado em que o contrarie e que apresenta provas claras e evidentes de que é tudo mentira. Agora, colocar a pessoa no “Fio da Navalha” a descer é de muito má conduta jornalística. Para já, quem aplica os critérios a essa rubrica? Quem decide o que é merecedor de subir ou descer? Outra coisa, quando se coloca o nome de uma pessoa ligada à política, a descer, isso tem apenas uma é única leitura: utilizar o meio de comunicação para a denegrir. Terá isso sido feito a mando de alguém? Já houve várias notícias dadas pelo JOI e pela RA que se notava perfeitamente estarem a ser feitas com intenções por trás. O que vale é que quem tem acompanhado os últimos anos destes meios de comunicação sabe que estão completamente describilizados. O facto de tratar desta maneira um vereador em substituição diz mais do editor do Jornal do que o político em causa. Se alguém tinha alguma réstia de dúvida relativamente à verticalidade do editor, com este caso, arrasa-a.
Eliminarhttps://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid02bW8TDhsXEdGHmPaZ9RNSA6NPyMSWZEtVMCnSEARQSV8oTru8RB8kwETnBAKmdR8pl&id=100056712444631
EliminarDevem pensar que o Robalo vive no fio da espinha...
Enganaram-se
Fiquemos pelos factos. O sócio maioritário e gerente da empresa que vende um dos imóveis à Câmara por 870 mil euros também detém 91% e é gerente da empresa proprietária da rádio e detém 75% e é gerente da empresa proprietária do jornal. Informação pública, disponível no Portal da Transparência da ERC e na base de dados pública dos atos societários.
EliminarAlertámos para esta situação por entendermos que pode suscitar dúvidas quanto a um eventual conflito de interesses e dar lugar a leituras sobre um possível condicionamento dos órgãos de comunicação social. Dúvidas desta natureza causam-nos, naturalmente, desconforto quando somos chamados a participar numa decisão pública.
(Francisco Robalo no FB)
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Então o dono das casas compradas pela Câmara sempre é dono da rádio e do jornal?
EliminarNão.
Por 870 mil euros, indirectamente agora é a Câmara de Sérgio Costa que passa a ser dona da rádio e do jornal.
Tem razão o Baptista a dizer que é vil, ignóbil e desonesto referir que a rádio e o jornal são da empresa.
Na realidade são agora do Sérgio Costa, por 870 mil euros dos nossos impostos.
Mais rigor sff miúdo Robalo!!!
Nos restantes 9% do capital de uma das empresas encontra-se uma pessoa agora ligada ao Centro de Competências do Dr. Júlio. O Robalo pode ter agitado muitos interesses instalados.
EliminarQue extraordinário exercício de lógica: para acusar um jornal de estar “a mando de alguém”, bastam rumores, suspeitas e o omnipresente “ouve-se por aí”. Para o jornal, exigem-se “provas claras e evidentes”.
EliminarOu seja: provas para os outros, convicções para nós.
E há ainda a tese de que um político descer numa rubrica significa automaticamente perseguição. Nesse caso, talvez a liberdade editorial só seja aceitável quando o resultado é do agrado do visado.
No fundo, a regra parece ser: se sobe, é jornalismo; se desce, é conspiração. E quando faltam argumentos, resta sempre a velha e conveniente pergunta: “Quem mandou?”
Provas? Nenhuma. Mas indignação, essa vem devidamente fundamentada.
O Francisco Robalo apresentou provas e já foram citadas acima. A título de exemplo de aqueles meios de comunicação obedecerem a interesses pessoais, lembro, por exemplo, uma capa que foi feita com uma grande fotografia da atual presidente do conselho de administração do hospital e adivinhe lá quem entrou para o gabinete de relações públicas do hospital, já com este conselho de administração?
Eliminar19:25 já lhe disse que o seu reflexo imperfeito permite perceber o seu comentário pouco anónimo!
Eliminar19:25
EliminarO problema não é o sobe e desce, em si, o probçema é se sobe quem deveria descer e se desce quem deveria subir, graças ao serviço à jorna, por isso, jornaleiro.
Por mais que se esfalfe a sua intenção e propósito não enganam ninguèm, quanto ao lado que defende e não é a informação isenta, deontológica e responsável.
Ninguém de forma séria e no seu perfeito juízo pode concordar com esta compra. Vamos por partes: a câmara , está câmara já comprou diversos edifícios na zona histórica e não recuperou nenhum. Exemplo disso e a desgraça que se encontra na praça velha. A câmara da Guarda está em falência técnica e anda a hipotecar o futuro com empréstimos bancários, deixando para as futuras gerações o ónus do pós pagamentos. A câmara da Guarda nem categoria tem para manter a zona histórica limpa, onde os transeuntes mijam e fazem todo o tipo de necessidades. O que estão a fazer a Guarda já não é só incompetência: é um acto pérfido e criminoso.
ResponderEliminarAfinal parece que a verdade custa a ouvir.
ResponderEliminarO Robalo disse o que todos pensam.
Eu só não percebo é porque o dono do altitude não se põe fora daquilo, o problema não é dinheiro, mas quanto mais se tem....
Não exiba tanto, nas intervenções na Assembleia, o seu novo relógio de 18 mil euros...
ResponderEliminar18 mil euros?
EliminarIsso não é o valor de uma prestação??
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Vai dos 11.000 aos 20.000
Bom gosto
Esses dois órgãos rádio altitude e o interior são a voz do dono. A rádio altitude já nada tem a ver com aquela radio do sanatório. Hoje não passa dum espaço radioeletrico que intoxica o ambiente. O município compra edifícios na zona histórica? Com que meios? O que vai fazer com esses imóveis? Quem ganha dinheiro com estes negócios? A câmara nada em dinheiro para o ter empatado em edifícios em ruínas. É isso que faz falta a Guarda? O município está a fazer concorrência às imobiliárias.
ResponderEliminarhttps://www.publico.pt/2022/07/19/politica/noticia/radio-altitude-enfrenta-nova-ordem-despejo-2013646
ResponderEliminarhttps://www.esquerda.net/opiniao/na-altitude-temos-um-panorama/87111
https://www.publico.pt/2024/05/27/sociedade/noticia/jornal-radio-guarda-investigados-fraude-obtencao-subsidio-2089381
De certeza que este caso já está na mira do José António Cerejo, dado o histórico.
Mas a pergunta que se coloca é: se o dono da Rádio Altitude e do jornal O Interior tem imóveis e consegue tão bom retorno financeiro com ele, por que razão a rádio e o jornal continuam a ocupar de forma irregular um edifício do Estado?
Vive numa casa do Estado Central, mas tem casas próprias que vende a bom preço ao Estado Local e não desocupa a casa que o Estado Central lhe emprestou?
E se uma família fizesse isto?
Estamos a falar de empresas privadas.
Esta situação não causa estranheza a ninguém?
Ao Cerejo causará.
A seguir ao Cerejo virá quem de Direito.