quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O arvoredo do PURD

Mais uma menos uma, qual o problema?

15 comentários:

  1. boa tarde senhor oliveira sabe para quando a reabertura do cinema que existia por baixo do hotel turismo. Agora sem concorrência torna se economicamente mais rentável

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    1. 1615
      Segundo penso saber será 90 dias após a Câmara tomar posse do hotel.
      Agora a sério, Há cinema no TMG do cineclube. Poderá haver uma programação com outros objetivos. Ou talvez no Café Concerto.
      A Oliveira

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  2. Na rua da treija hoje foram mais umas poucas. Obras sem necessidade, refazer passeios que já estavam feitos. Há a necessidade de fazer circular o dinheiro.

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    1. Aqui está a prova:
      https://www.facebook.com/ruimssousa/posts/pfbid0FXVJK6bTGNSFbBekkeg2EuYnEuYpEyUQYj4W94KXgim2yAWquuMrCYYKdVRRPojWl

      A seguir vão as da Avenida de São Miguel.
      Todas as árvores desde o Mini Preço até Millennium BCP vão ser arrasadas, sem justificação válida.

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  3. Então agora os horários da câmara é das 10h às 16h30? Que maravilha

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    1. Assim poupa-se em luz e aquecimento. Ao fim ao cabo já está tudo feito na Guarda para que é que precisam tanto tempo de trabalho.

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    2. Como aquilo não se trata de trabalhos, são empregos, até podia ser um horário das16h às 16h 30, apenas, e fazerem semana de 4 dias, ou menos. Por outro lado, como os empregados são tantos, também podem fazer escalas de 1h diária, a cada um, por exemplo!
      Qualquer dia, estão a meter mais umas fornadas ou os que lá foram metidos, à pressão, vão ter de recorrer a horas extraordinárias, para fazerem o que não fazem, em horário normal!

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  4. A agenda cultural do 1T guardada na gaveta, foi finalmente apresentada no que é mais uma conquista da pressão do Sol da Guarda. Limparam a ficha técnica para parecer novidade e não sabermos quem programou. A única iniciativa dos novos tempos é uma conversa sobre a colecção Piné, descreve-se nos seguintes termos: "Os intervenientes são o Arq.º Barreiros, o Arq.º António Saraiva e o Cónego Henrique Santos, sob a moderação do Dr. Valbom." A linguagem de taberna também na agenda cultural, de maneira ao povo PG compreender.

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    1. pressão do sol da guarda? ahahahahahahahah voces acham se com demasiada importância ahahhahahah

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    2. tanta que já não passa sem vir aqui e tem medo do que digam de si

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    3. Um riso gordo, alarve e arrogante...

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    4. Vamos imaginar que um visitante consulte a agenda cultural e lê este evento com os nomes dos intervenientes apresentados desta maneira. Gente pequenina e sem experiência a sem mundo a tomar conta da agenda faz da programação uma coisa menor para um grupo de conhecidos. Outra curiosidade é o padre da estação a fazer conferências segundo as más línguas não é só pelos comícios pró PG nas missas

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    5. Ah, finalmente! A mítica agenda cultural do 1.º trimestre saiu da gaveta — aquela mesma, em madeira maciça, com fechadura e tudo, onde repousam as grandes “novidades” requentadas. Uma vitória histórica da pressão do Sol da Guarda, que conseguiu o impossível: fazer com que algo já feito há meses fosse apresentado como se tivesse acabado de sair do forno.

      Entretanto, numa manobra de ilusionismo administrativo digna de aplauso, limpou-se a ficha técnica. Afinal, para quê saber quem programou, quando o verdadeiro espírito dos “novos tempos” passa por fingir que ninguém esteve lá antes? Transparência é tão século XX.

      Quanto a iniciativas verdadeiramente inovadoras, temos então… uma conversa. Sim, uma conversa. Sobre a colecção Piné. Com o Arq.º Barreiros, o Arq.º António Saraiva e o Cónego Henrique Santos, moderados pelo Dr. Valbom. Um alinhamento explosivo, quase punk, que grita ruptura, arrojo e risco artístico — ou pelo menos cochicha educadamente.

      A cereja no topo do bolo é a linguagem da agenda: direta, popular, de taberna mesmo, para que o “povo PG” possa compreender. Nada como simplificar até à caricatura, não vá alguém confundir cultura com pensamento crítico.

      Convém apenas lembrar um pequeno detalhe técnico, quase irrelevante: a programação cultural de um trimestre começa a ser preparada com, no mínimo, seis meses de antecedência. Ou seja, quem estava responsável pela programação antes é, obviamente, quem responde pelas propostas agora apresentadas para o primeiro trimestre. Mas isso são pormenores. O importante é o espetáculo — mesmo que seja de sombras chinesas.

      Bravo.

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  5. Há aqui malta mesmo pequenina, mostra o quão provincianos são e que nuca saíram daqui.
    Quase na totalidade tudo o que aqui serve de tema, às vezes ridículo, é transversal ao país inteiro.
    Há muita gente ressabiada também.
    Às vezes mais que apontar problemas devem de ser apontadas soluções.
    É como na minha, na vossa vida se a tiverem…

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  6. Álvaro Amaro e Sérgio Costa,na Guarda, substituíram os 5Fs por 5Ps: pequena,pobre,parada,paciente e patega.

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