Foi feita a adjudicação do projecto “Incremento do modo
suave no acesso ao Parque Industrial da Guarda - Projecto Piloto”, que julgo
ser a “famosa”, “badalada” e “controversa” “Ciclovia da VICEG”. Eu ainda tenho algumas dúvidas se será, a ciclovia porque “isto”
já deu tantas voltas e alterações que pode não ser. Além disso é um projecto-piloto
que custa quase 2 milhões de euros? O contrato não explica e os planos é preciso procurar muito
e está tudo muito ocupado. Data de publicação no
BASE: 04-01-2021 Incremento do modo suave no acesso ao Parque Industrial da
Guarda - Projecto Piloto Entidade
adjudicatária: OPUALTE – CONSTRUÇÕES e António Saraiva & Filhos Data de celebração do
contrato 30-12-2020 Preço contratual 1.571.300,00 € mais IVA Prazo de execução 480 dias Concorrentes: Edibeiras - Edifícios e Obras Públicas das Beiras OPUALTE - CONSTRUÇÕES, S.A. António Saraiva & Filhos Lda João Tomé Saraiva - Sociedade de Construções Samuel Augusto, Lda Biosfera Construções Unipessoal, Lda. ADRIANO LUZ DUARTE BALAIA, LDA.
O projecto deverá ser este: https://drive.google.com/drive/folders/1j8yHNRR3U9bOFnzw32ocs1_fjh_b3JWD?usp=sharing
Para já deve ser só o lote 1.
Já conheço o projecto há alguns anos e está de uma forma geral bem feito, aproveitando ao máximo o que já existe para construir a ciclovia.
Mas são 1,5 milhões gastos na mobilidade automóvel e não numa suposta mobilidade sustentável.
Se o objectivo fosse apostar na mobilidade sustentável, esta obra podia custar uma fracção do custo. Bastava reservar uma ou duas vias da VICEG para bicicletas e peões. As restantes são mais que suficientes para o trânsito automóvel existente.
Mas como é preciso defender o rei automóvel a todo o custo, vai-se gastar 1,5 milhões de uma forma inútil.
É uma obra que poderia fazer sentido há alguns anos, mas não em 2021.
O projecto deverá ser este:
ResponderEliminarhttps://drive.google.com/drive/folders/1j8yHNRR3U9bOFnzw32ocs1_fjh_b3JWD?usp=sharing
Para já deve ser só o lote 1.
Já conheço o projecto há alguns anos e está de uma forma geral bem feito, aproveitando ao máximo o que já existe para construir a ciclovia.
Mas são 1,5 milhões gastos na mobilidade automóvel e não numa suposta mobilidade sustentável.
Se o objectivo fosse apostar na mobilidade sustentável, esta obra podia custar uma fracção do custo. Bastava reservar uma ou duas vias da VICEG para bicicletas e peões. As restantes são mais que suficientes para o trânsito automóvel existente.
Mas como é preciso defender o rei automóvel a todo o custo, vai-se gastar 1,5 milhões de uma forma inútil.
É uma obra que poderia fazer sentido há alguns anos, mas não em 2021.
Caro Rui Sousa
ResponderEliminarObrigado pelas informações e pela sua participação
A Oliveira