Na apresentação da lista e candidatos e apresentação do programa diz não conhecer a situação financeira da autarquia
Quer fazer:
Criar o CEI 2, Conselho Estratégico do Investimento, composto por homens e mulheres, alguns residentes no estrangeiro.
Criar Bolsa anual de 50 estágios para jovens até aos 30 anos;
Criar uma "via verde" para licenciamento de obras de reabilitação e para projetos que tenham "impacto na criação de emprego".
Defende a modernização e reabertura da linha da Beira Baixa, entre a Guarda e a Covilhã; Promete resolver o problema do estacionamento no centro histórico da cidade e também o dos TIR a que só falta pagar a segurança
Cobrir a rua do Comércio e "dar-lhe um cunho europeu".
No plano cultural, anunciou a alteração do nome do Teatro Municipal da Guarda para Teatro Nacional da Guarda,
Vai fazer a primeira feira Ibérica do Turismo, para "captar para a Guarda o turismo da Europa" Criar Esquema para que os turistas europeus sejam ressarcidos dos valores pagos em portagem até à cidade "desde que durmam uma noite na Guarda".
Vai adquirir o Hotel de Turismo e fazer da Guarda "uma referência importante em termos bioclimáticos", do ar, da saúde e em termos ambientais.
Apoio a famílias carenciadas na aquisição de medicamentos
Vai fazer as Estradas VICEG/Sra. dos Remédios, VICEG/Bairro da Luz, VICEG/Sequeira
Reabrir a Pousada da Juventude
A Guarda vai ter a sede da Comunidade Intermunicipal
Fazer a Academia/Centro de Estágio de Altitude
Comentário curto:
Desde a demagogia do Hotel Turismo, (será que o vai receber em troca com a venta do Teatro Municipal da Guarda que quer que seja Teatro Nacional?) passando pelo Centro de Estágio Altitude (provado que não serve para nada por ser a menos de 2500 metros de altitude), e da cobertura da Rua do Comércio até à sede da Comunidade Intermunicipal (que só agora defende) não aparece uma ideia verdadeiramente nova para a cidade.
Para as obras que diz importantes não deve haver dinheiro, para as outras é só boa vontade.