Reparações especializadas na via pública
Começo a pensar que a câmara tem
equipas especializadas para as diversas reparações na via pública.
As três fotografias distam uma das
outras cerca de 50 metros, ficando a que tem sinalização verde no meio.
Então o que temos?
Uma equipa de meia dúzia de três ou
quatro trabalhadores repararam, e parece bem, os paralelos do início da
passadeira.
Cerva de 20 metros acima temos a
rua de alcatrão esburacada. Passaram e andaram sem ver.
Uns 20 metros abaixo, passaram por
uma passadeira que já tem um longo historial de más reparações.
Esperemos, então, que venha a
equipa de alcatrão e depois a equipa de passadeiras.
Eles vão dar sumiço ao dinheiro,mas a manutenção da cidade- serviços minimos- é completamente abandonada. Se lá meterem uma boa brasa com carne entremeada, vem todos a encher o odre . Na França a carne entremeada chamam lhe poitrine. Aquilo da para lamber os dedos. A massa e a pedra não podes lamber os dedos.Eu gosto é quando aquela gordura pinga no pão . Oh amigo Oliveira: mande fod... Os buracos.
ResponderEliminarA câmara tem muitos engenheiros e equipas especializadas para.............. trabalhar?!
ResponderEliminarDeputada do PS do distrito e Presidente da ULS não se dignaram a comparecer nos 150 anos dos bombeiros e vinha cá o Presidente da Républica todos os restantes deputados compareceram e Instituicçoes compareceram
ResponderEliminarE foram convidadas! Falta saber! Acho se tivessem sido convidadas compareciam. É certo que estava lá o do chega e a do PSD bem como outras instituições públicas e religiosas representadas.
EliminarQue aniversário mais fraquinho
EliminarVeio o pres da república por favor e os outros por obrigação
Uma organização amadora sem prestígio qualquer
Indesculpável
O PS e a ULS já tem representantes suficientes nos Bombeiros!
EliminarDeviam era investigar os conflitos de interesses entre ULS e Bombeiros.
Mas como falo do PS não vai ser publicado…
🫣
Houve algumas espécies que foram para a foto apenas para darem nas vistas.
EliminarPodia ter sido de outra forma podia. Mas a anterior gestão deixou aquilo pior que um chapéu de um pobre, e um entulho em dividas.
EliminarOliveira, apagou comentários?
ResponderEliminar1415
EliminarSim. Apago comentários que na minha opinião não respeitam terceiros e que não podem defender-se porque são anónimos?
A Oliveira
Era uma forma de sensibilizar essa terceira pessoa sobre a maneira de se apresentar em público numa cerimónia solene presidida pelo PR. Mas olhando para as fotografias houve um presente, dizem que director de agrupamento de escolas mas não sei, que se apresentou com pior indumentária.
EliminarHá pessoas que têm vagar para tudo!
ResponderEliminarTrabalham em 50 lados mas lá estão em todos os eventos
Os médicos tem medicamentos para multiplicar o tempo
EliminarBem, o tempo sempre faltará para alguma coisa.
ResponderEliminarTrabalhar é uma força de expressão , digamos antes receber, corresponde mais á verdade.
Notícias dos "procedimentos concursais" para novos, velhos ou velhos novos dirigentes da Câmara:
ResponderEliminar- Quando não interessa decidir, os concorrentes são indesejados ou há mais do que um concorrente prometido para um só lugar: anula-se o concurso. Assim aconteceu para chefe de divisão da educação, para chefe de secção de atendimento e para chefe de secção de contratação.
- Quando se querem ver livres de uma chefe provisória, e o outro concorrente a quem podiam fazer o favor não reúne as condições legais: arrasta-se o concurso e adia-se o mais possível a publicação da Ata nº 2 para ele não ser oficialmente admitida. Assim acontece para chefe de divisão de cultura e turismo.
E agora em primeira mão no Sol da Guarda: a chefe provisória da cultura vai passar a chefe provisória da educação, onde não há chefe mas confiam que o serviço corra por si e seja indiferente à existência ou não de chefe; o que se segue na lista PG à Câmara vai ser o novo chefe provisório da cultura e do turismo, evita atravessar a serra diariamente e tem cv de diretor de escola de turismo (que teve zero entradas mas isso foi da conjuntura). No final do ano abrem-se novos "procedimentos concursais".
Só por causa desta fuga de informação no Sol da Guarda o homem vai ser chefe, mas à última hora é nomeado para a educação e não para a cultura, só para não terem que dar inteira razão ao blogue.
EliminarMais um paraquedista para fazer o que lhe mandam
EliminarAssim torna-se fácil organizar refeições de família
EliminarE assim se ganham eleições.
EliminarUma imagem de académico que se perde para se misturar nestes nestes meandro. Uma tribo de mão estendida.
ResponderEliminarAfinal sempre vão anular o concurso para a divisão da cultura? Mas é para cortar o mal pela raiz antes que haja mais danos ou para perpetuar aquele inqualificável flop?
ResponderEliminarRealmente este concurso é o único quem nem anda para a frente nem é deitado abaixo.
EliminarJá perceberam que têm um problema mas não sabem como resolvê-lo, e como têm medo que alguém se fique a rir, preferem continuar com o problema.
Vai ficar barato vai, com o vencimento que o Senhor tem no Politécnico!
ResponderEliminarCertamente ficará com o vencimento do lugar de origem.
Paga Zé.
É uma alegria, nunca conheci ninguém tão desprendido do dinheiro como este presidente, só que o dinheiro é nosso.
A possibilidade de escolha está expressamente prevista no Artigo 31.º, n.º 3 da Lei n.º 2/2004 (Estatuto do Pessoal Dirigente, aplicável à Administração Local por força da Lei n.º 49/2012). O normativo dita que o pessoal dirigente pode, mediante autorização expressa no respetivo despacho de designação, optar pelo vencimento ou retribuição base da sua função, cargo ou categoria de origem.
EliminarA opção pelo salário de origem seria a decisão financeiramente mais lógica, dado que a tabela dos cargos dirigentes municipais é inferior ao seu vencimento atual:
Salário de Chefe de Divisão (Direção Intermédia de 2.º Grau): O vencimento fixo bruto para este cargo na Administração Pública ronda os 2.880 €.
Salário de Origem (Professor Adjunto no IPG): O seu ordenado base bruto situa-se entre os 3.851,68 € e os 4.126,80 €.
Despesas de Representação: Mantém o direito a receber o suplemento de despesas de representação atribuído ao cargo de Chefe de Divisão (cerca de 212 € mensais pagos pelo município).
A questão da justiça e equidade na opção pelo salário de origem é um tema central de debate na Administração Pública portuguesa, pois cria uma óbvia disparidade salarial entre pessoas que exercem exatamente as mesmas funções.
Violação do Princípio "Trabalho Igual, Salário Igual": Dois chefes de divisão na mesma Câmara Municipal, com o mesmo nível de responsabilidade, assinaturas e stresse diário, podem ter salários líquidos muito diferentes. Um chefe de carreira municipal receberá cerca de 2.880 € brutos, enquanto o chefe vindo do ensino superior (com opção de origem) pode auferir mais de 4.000 €.
Impacto no Orçamento Municipal: É o orçamento do próprio Município que suporta o encargo integral desse salário mais elevado, retirando fundos que poderiam ser alocados a outras necessidades da autarquia.
Desmotivação Interna: Pode criar fricção ou sentimentos de injustiça nas equipas e entre os restantes dirigentes da autarquia, que veem um colega com as mesmas obrigações legais a auferir uma remuneração substancialmente superior.
A célebre telenovela Roque Santeiro serve como uma sátira profunda das más práticas de administração pública, clientelismo e corrupção sistémica. A cidade fictícia de Asa Branca funciona como um espelho dos abusos de poder, onde os recursos públicos e a fé cívica são instrumentalizados em benefício de elites locais e interesses privados.
ResponderEliminarLembrei-me disto já nem sei a propósito de quê.
Oliveira, é do tempo do Roque Santeiro?
1702
ResponderEliminarSou do tempo do Roque Santeiro, do Roque e da amiga e o Roque do Xadrez, entre outros roques.
A Oliveira
Agora é o tempo dos irmãos Roque. Juntam-se a várias famílias que fizeram o juramento de bandeira e entram para a reserva de disponibilidade, ou seja, receber para nada fazer até à próxima guerra
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