Se os “Institutos Politécnicos” passam
a ser designados por “Universidades Politécnica” as “Escolas Profissionais” vão
designar-se por “Escolas Profissionais Politécnicas” com direito a formar licenciados?
Perante a oferta e a procura da formação ministrada no IPG, a atitude mais sensata era mesmo o encerramento. Basta ver as notas dos candidatos para se perceber que quem vem cá tirar um curso só vem porque não conseguiu entrar em mais lado nenhum.
A diferença é simples: uma Universidade Politécnica resulta de décadas de investimento em qualidade, investigação, docentes doutorados e avaliação externa. Não é uma mudança cosmética. Comparar isso a uma Escola Profissional passar a dar licenciaturas é comparar realidades que nada têm em comum. É preciso ter conhecimento do que se fala. Uma escola não é só feita de alunos.
1323 Uma especulação teórica pode incomodar. Uma escola profissional, assim como o ensino secundário, tem licenciados, mestrados e doutorados. As escolas profissionais, algumas, já fazem investigação e até costumam mostrar nas televisões e há empresas que aproveitam o que faze,. Os alunos deveriam ser o mais importante e por isso há doutores que o mais importante são os doutores e continuam a debitar ciência como se fossem papagaios. Ainda há disto A Oliveira
É verdade que a atual Universidade Politécnica da Guarda não ocupa os melhores rankings, mas a nossa função em vez de criticar será ajudar a crescer e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e assim da notoriedade da instituição e da região.. Assim, vamos lá gente da Guarda, apresentem 3 propostas que ajudem a atual liderança da UPG para que num futuro próximo tenhamos mais alunos e melhor reputação. Aqui vão as minhas: Contratar por meritocracia, não Boys & girls, aumentar a praticidade dos cursos, reduzir a % de professores em regime de exclusividade para menos de 50%, desta forma teríamos professores com o saber da teoria e do saber fazer e com experiência prática.
Mas só agora acordaram para a vida? Há quanto tempo aí estão? Têm participado na vida ativa da cidade? Contribuído para o desenvolvimento da cidade? Eu não!!)!!! Professores invisíveis e agora querem ajuda? Puxem pela cabecita e lutem pelo vosso ganha pão...conhecem a figura de extinção de posto de trabalho? Durmam à sobra da bananeira e depois não se queixem...
10:47 / 13:23 / 16:21 / 21:16 Será que só têm energias negativas, criticar é fácil, mudar de assunto tb, valorizar de forma abstrata tb, apresentem soluções práticas para valorizar a nossa Universidade Politécnica da Guarda.
Eu critiquei? Constatei dois factos! Um em que é estranho o Sr.º Presidente não ter comparecido pois estava sempre presente mesmo que fosse uma festa insignificante e depois os 20 são factos! Onde está a critica?
Os alunos que vão para o ipg são maus os professores não fazem milagres! Nos anos 90 eram ainda piores e a dificuldade era ainda maior. Alguns nem 10 conseguiam a matemática e português, isso é muito limitativo. Não adianta fingir que o o problema é outro. Alunos muito fracos fazem professores menos conprometidos . Alguns bem piores iam para as privadas fingir que vão aprender em 3 anos o que nunca aprenderam em 12 anos. Basta estar atento para perceber isto.
Com certeza não andou no ipg nos anos 90 para dizer isso. As notas eram boas e as médias de entrada em alguns cursos até consideradas altas. O problema é que a qualidade dos alunos descresceu brutalmente pela importação e os professores simplesmente deixaram de se preocupar.
17:29 Nos anos 90 nem todos tinham dinheiro para estudar na Universidade de Coimbra ou de Porto... e pasme-se, saindo do IPG criaram carreiras de sucesso não por serem menos como pessoas mas por saberem aproveitar as poucas oportunidades que a vida (e não o dinheiro dos pais) lhes deu.
Nos anos 90 o IPG era um bluff ... Os alunos entravam com notas baixas e os professores acomodaram-se ao que é mau. O IPG ao ter professores licenciados no IPG acabou por matar a instituição. Sem conhecimento do mundo restou a presporrencias. Milagres nunca houve o IPG tem alunos à sua medida. O passado foi muita fumaça e pouco ensino. Há escolas profissionais muito boas, mas não são a mesma coisa, podem ter é as mesmas presporrencias e técnicas de marketing. O fracasso do ipg será o fracasso da Guarda sr.s políticos.
Os alunos ficavam no ipg porque nao sabiam mais ou porque os pais nao tinham condições económicas para ir para os grandes centros lisboa, porto, aveiro, braga e coimvra era preciso dinheiro para pagar quarto e livros
Aparências, tudo se traduz em aparências, é uma característica endógena, ou se preferirem, é autóctone. É um concelho que vive disso, como de pão para a boca. Portanto, esta alteração é mais uma dessas aparências, o que o Sr. Presidente da Câmara anuncia ou inaugura é aparência (até agora em nada contribuiu para dar valor ao território), o que a oposição fala só aparenta.
A solução é evidente, fechar portas a tudo e manter apenas a escola de saúde, criando uma fusão com a escola de saúde da UBI. Mais à frente ter cursos que sirvam a região, nomeadamente o cluster automóvel, que por sinal continua a aumentar. O gabinete de relações públicas da CMG já tem mais de 20 pessoas, não é preciso continuar a formar licenciados em comunicação que, vai-se a ver, não sabem juntar três letras. Acaba-se também com os empregos (sim, empregos e não trabalhos) a alguns militantes do PSD e do PS, que se armam professores mas depois de dois dedos de conversa fica a impressão que nunca pisaram uma sala de aula. É tão simples quanto isto mas falar mal do patético politécnico é crime nesta terra. Não falem mal da Guarda. Perdoe-me o tom Oliveira mas é esta a minha opinião sincera.
Oh o Sr Oliveira desde que concorde pode usar o tom que quiser que ele aprova o comentário. Aqui já não há a tal "educação" e "harmonia" que deve prevalecer neste blogue.
Está claramente equivocado. A escola de saúde deve ser das primeiras a fechar dado o seu fraquíssimo corpo docente que vai deixar de cumprir os requisitos da agência que faz a acreditarão do ensino superior
Eu fui aluno do politécnico e quando terminei o curso arranjei emprego. Estou a trabalhar de fresador e pintor numa empresa da Guarda. Fazemos muitos biscates.
E muito bem. Porque os politecnicos servem para formar bons técnicos. Mas quiseram ser doutores e engenheiros de segunda classe e arrumaram com a melhor ideia de desenvolvimento industrial.
Um sinal da qualidade do ensino da Ensiguarda é verificar as notas que tiveram os seus alunos nos Exames Nacionais. A maioria dos alunos externos que estão nas pautas afixadas nas escolas secundárias da cidade são dessa instituição. Procurem quantas notas positivas (100) encontram.
A ensiguarda faz um curso de preparação para os exames e bem. Já ensinar/aprender isso já é outra coisa. Não confundir preparação para exames com conhecimento. Não confundir as notas de licenciados do IPG com licenciados da Universidade de Coimbra. Quem não percebe ou tem azia recomendo mais visitas ao soldaguarda.
Para os politécnicos nos anos 90 iam os piores alunos e para a Universidade politecnica vão ser os piores alunos; se conseguirem nota com este (des)governo da educacao
Os alunos de um politécnico nunca deveriam ser professores do ensino superior. Muito menos nesse politécnico. Podem ser bons técnicos mas professores do ensino superior claramente não(ou alguma coisa está mal). A endogamia e os favores todos nós compreendemos em qualuqer instituição. Por mudar o nome vai continuar a definhar. Faltam professores formados em universidades crediveis. Se existir saber os alunos aparecem.
Concordo em parte. Não é por mudarem o nome que o conhecimento vai aparecer ou melhorar. Apenas vai servir para ministrar mais um nível de ensino (doutoramentos) e com as suas propinas ajudar a pagar os ordenados aos inúmeros e fraquinhos docentes do IPG
Essa ideia parte de um preconceito e não de um argumento. A qualidade de um professor não é determinada pelo facto de ter estudado num politécnico ou numa universidade, mas pelo seu conhecimento, competência, experiência, capacidade de investigação e mérito.
Se um diplomado de um politécnico prossegue estudos, obtém mestrado, doutoramento, desenvolve investigação e reúne os requisitos exigidos para a carreira docente, porque razão seria menos qualificado do que alguém que fez a licenciatura numa universidade? O ensino superior deve valorizar o mérito, não a origem do diploma.
Além disso, sugerir que todos os docentes formados em politécnicos são inferiores é ignorar a realidade. Existem excelentes professores oriundos de politécnicos e maus professores oriundos de universidades. A instituição onde alguém iniciou a sua formação não garante, por si só, competência nem excelência.
Quanto à endogamia, esse é um problema que pode existir tanto em universidades como em politécnicos. É uma questão de recrutamento e transparência, não do tipo de instituição.
Se o objetivo é melhorar a qualidade do ensino superior, a discussão deve centrar-se na exigência dos concursos, na produção científica, na qualidade pedagógica e na avaliação dos docentes. Defender que um diplomado de um politécnico é, por definição, incapaz de ser professor do ensino superior não é uma posição fundamentada; é apenas um preconceito.
Oh das 09:44 estranho que alguém que optou por ser um técnico venha a ser professor do ensino superior. Desculpe camarada mas é a minha opinião! Acho muito estranho e então que tenha boas notas em mestrados e doutoramentos em Universidades que mal se sabe pronunciar o nome. Desculpa mas estranho. Faz-me lembrar o engenheiro da independente que acabou por fechar a galinha dos diplomas de ouro. É a minha opinião.
Ao anónimo das 18:53 O que me causa estranheza não é alguém com formação num politécnico chegar a professor do ensino superior. O que me causa estranheza é ainda haver quem avalie competências pelo nome da instituição e não pelo mérito, pelo trabalho e pelos resultados. Felizmente, um diploma não define o valor de uma pessoa, e o preconceito académico diz mais sobre quem o expressa do que sobre quem é alvo dele. Ah, e já agora, convém distinguir "oh" de "ó" antes de dar lições sobre ensino superior.
Jogar no Benfica ou no Sabugal é a mesma coisa...por isso é que as universidades ou politécnicos são a mesma coisa em termos de currículos. Joguei só Sabugal e fui campeão...joguei no Benfica e fiquei em terceiro.. parabéns ao jogador do Sabugal esse craque? Ter juízo é bom?
21:43 Essas são as boas práticas, para ter sucesso os Professores do Politécnico devem ser formados em outras Universidades, por forma a trazerem coisas diferentes e aumentarem o nível de conhecimento, caso contrário será uma seleção Negativa!
Adoro esta azia académica. Alguns comportam-se como se o mercado de trabalho distribuísse empregos por pedigree universitário... depois chega a entrevista e estraga-lhes a teoria. 😅
Concordo com tudo. Entrei no IPG, por dificuldades económicas dos meus pais não pude ir estudar para fora, nos anos 90 com média de 15. É mentira que havia alunos pouco inteligentes. Professores é que eram uma desgraça, valeu-nos naquela altura os professores que vinham de Coimbra e da UBI que ao sábado nos davam aulas. De resto a maioria eram uma camada de incompetência... Como explicar que com os de Coimbra eu tirava notas altíssimas? Assim como os da Covilhã que vinham da UBI? Com os que lá estavam, meros licenciados, acabados de terminar o curso, as minhas notas eram uma desgraça, não sabiam explicar não tinham qualquer competência pedagógica. No mundo do trabalho safa-se que tem competências pessoais porque profissionais são hoje transversais. Deixem-se de egos e ajudem a Guarda a equiparar-se a Viseu e à Covilhã. Já não peço mais... Deixem de olhar apenas para os vossos umbigos, façam alguma coisa pela Guarda, pelos vossos e nossos filhos... Pela sociedade.... Pelo nosso País Só uma curiosidade? Quantos de vocês fazem reciclagem? Aposto que nem isso... Depois não se queixem...
O que está a acontecer é que alguns cursos não estão a colocar alunos recém licenciados no mercado de trabalho como era esperado. Assim arranja-se um lugar de monitor para simular ocupaçao para as estatisticas , um emprego ocupado. Professores do tik-tok que nunca tiveram outras exteriencias academicas vêm ensinar com.base no google porque não têm experiencia profissional e academica de relevo. Algus trabalharam numa loja a vender computadores. Outro exemplo é.a saúde onde faltam professores com experiência académica e profissional. No meu caso presisava quem me ensinasse a trabalhar com as aplicacoes do SNS. Já nao falo de mecanica e civil onde já morreram os cursos e gá laboratorios que não fazem uma investigacao de nome é tudo a fingir. Fico contente pelos doutoramentos mas ainda nem fuz mestrado. Espero ir.à ubi fazer ou ainda a outra universidade de mais prestigio.
Afinal faltam bons técnicos mas também faltam professores com experiência profissional em empresas de renome para ensinar esses técnicos. Temos que exigir que os técnicos do politécnico ou universidade politécnica, a mim dá-me igual ao litros, sejam os técnicos de excelência deste país. Isso sim! Técnicos de excelência não doutores de segunda classe. Exijo que se formem técnicos de excelência e que sejam Homens de excelência e que tentem acabar com esta guarda moribunda. Gostei das festas ontem.
Perante a oferta e a procura da formação ministrada no IPG, a atitude mais sensata era mesmo o encerramento. Basta ver as notas dos candidatos para se perceber que quem vem cá tirar um curso só vem porque não conseguiu entrar em mais lado nenhum.
ResponderEliminarA diferença é simples: uma Universidade Politécnica resulta de décadas de investimento em qualidade, investigação, docentes doutorados e avaliação externa. Não é uma mudança cosmética. Comparar isso a uma Escola Profissional passar a dar licenciaturas é comparar realidades que nada têm em comum. É preciso ter conhecimento do que se fala. Uma escola não é só feita de alunos.
ResponderEliminar1323
EliminarUma especulação teórica pode incomodar. Uma escola profissional, assim como o ensino secundário, tem licenciados, mestrados e doutorados. As escolas profissionais, algumas, já fazem investigação e até costumam mostrar nas televisões e há empresas que aproveitam o que faze,. Os alunos deveriam ser o mais importante e por isso há doutores que o mais importante são os doutores e continuam a debitar ciência como se fossem papagaios. Ainda há disto
A Oliveira
O politécnico é uma mentira montada para enganar os jovens.
ResponderEliminarÉ verdade que a atual Universidade Politécnica da Guarda não ocupa os melhores rankings, mas a nossa função em vez de criticar será ajudar a crescer e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e assim da notoriedade da instituição e da região.. Assim, vamos lá gente da Guarda, apresentem 3 propostas que ajudem a atual liderança da UPG para que num futuro próximo tenhamos mais alunos e melhor reputação. Aqui vão as minhas: Contratar por meritocracia, não Boys & girls, aumentar a praticidade dos cursos, reduzir a % de professores em regime de exclusividade para menos de 50%, desta forma teríamos professores com o saber da teoria e do saber fazer e com experiência prática.
ResponderEliminarMas só agora acordaram para a vida? Há quanto tempo aí estão? Têm participado na vida ativa da cidade? Contribuído para o desenvolvimento da cidade? Eu não!!)!!! Professores invisíveis e agora querem ajuda? Puxem pela cabecita e lutem pelo vosso ganha pão...conhecem a figura de extinção de posto de trabalho? Durmam à sobra da bananeira e depois não se queixem...
EliminarOff topic Dois dias de festival da Cestaria e o Presidente não apareceu! Será que se chateou? Nos concursos da Apal voltaram as provas com 20 valores.
ResponderEliminarEste comentário foi removido por um gestor do blogue.
Eliminar10:47 / 13:23 / 16:21 / 21:16
ResponderEliminarSerá que só têm energias negativas, criticar é fácil, mudar de assunto tb, valorizar de forma abstrata tb, apresentem soluções práticas para valorizar a nossa Universidade Politécnica da Guarda.
Eu critiquei? Constatei dois factos! Um em que é estranho o Sr.º Presidente não ter comparecido pois estava sempre presente mesmo que fosse uma festa insignificante e depois os 20 são factos! Onde está a critica?
EliminarOs alunos que vão para o ipg são maus os professores não fazem milagres!
ResponderEliminarNos anos 90 eram ainda piores e a dificuldade era ainda maior. Alguns nem 10 conseguiam a matemática e português, isso é muito limitativo.
Não adianta fingir que o o problema é outro. Alunos muito fracos fazem professores menos conprometidos .
Alguns bem piores iam para as privadas fingir que vão aprender em 3 anos o que nunca aprenderam em 12 anos. Basta estar atento para perceber isto.
Com certeza não andou no ipg nos anos 90 para dizer isso. As notas eram boas e as médias de entrada em alguns cursos até consideradas altas. O problema é que a qualidade dos alunos descresceu brutalmente pela importação e os professores simplesmente deixaram de se preocupar.
EliminarNos anos 90 todos preferiam estudar no IPG do que na Universidade de Coimbra ou do Porto...
EliminarPresunção e água benta cada um toma a que quer…
Eliminar17:29 Nos anos 90 nem todos tinham dinheiro para estudar na Universidade de Coimbra ou de Porto... e pasme-se, saindo do IPG criaram carreiras de sucesso não por serem menos como pessoas mas por saberem aproveitar as poucas oportunidades que a vida (e não o dinheiro dos pais) lhes deu.
EliminarNos anos 90 o IPG era um bluff ...
EliminarOs alunos entravam com notas baixas e os professores acomodaram-se ao que é mau. O IPG ao ter professores licenciados no IPG acabou por matar a instituição. Sem conhecimento do mundo restou a presporrencias.
Milagres nunca houve o IPG tem alunos à sua medida.
O passado foi muita fumaça e pouco ensino. Há escolas profissionais muito boas, mas não são a mesma coisa, podem ter é as mesmas presporrencias e técnicas de marketing. O fracasso do ipg será o fracasso da Guarda sr.s políticos.
Os alunos ficavam no ipg porque nao sabiam mais ou porque os pais nao tinham condições económicas para ir para os grandes centros lisboa, porto, aveiro, braga e coimvra era preciso dinheiro para pagar quarto e livros
EliminarAparências, tudo se traduz em aparências, é uma característica endógena, ou se preferirem, é autóctone. É um concelho que vive disso, como de pão para a boca. Portanto, esta alteração é mais uma dessas aparências, o que o Sr. Presidente da Câmara anuncia ou inaugura é aparência (até agora em nada contribuiu para dar valor ao território), o que a oposição fala só aparenta.
ResponderEliminarLamento tanto, como guardense, ter que concordar, é uma idiossincrasia da Guarda.
EliminarA solução é evidente, fechar portas a tudo e manter apenas a escola de saúde, criando uma fusão com a escola de saúde da UBI.
ResponderEliminarMais à frente ter cursos que sirvam a região, nomeadamente o cluster automóvel, que por sinal continua a aumentar.
O gabinete de relações públicas da CMG já tem mais de 20 pessoas, não é preciso continuar a formar licenciados em comunicação que, vai-se a ver, não sabem juntar três letras.
Acaba-se também com os empregos (sim, empregos e não trabalhos) a alguns militantes do PSD e do PS, que se armam professores mas depois de dois dedos de conversa fica a impressão que nunca pisaram uma sala de aula.
É tão simples quanto isto mas falar mal do patético politécnico é crime nesta terra. Não falem mal da Guarda.
Perdoe-me o tom Oliveira mas é esta a minha opinião sincera.
Oh o Sr Oliveira desde que concorde pode usar o tom que quiser que ele aprova o comentário. Aqui já não há a tal "educação" e "harmonia" que deve prevalecer neste blogue.
EliminarEstá claramente equivocado. A escola de saúde deve ser das primeiras a fechar dado o seu fraquíssimo corpo docente que vai deixar de cumprir os requisitos da agência que faz a acreditarão do ensino superior
EliminarEu fui aluno do politécnico e quando terminei o curso arranjei emprego. Estou a trabalhar de fresador e pintor numa empresa da Guarda. Fazemos muitos biscates.
ResponderEliminarE muito bem. Porque os politecnicos servem para formar bons técnicos. Mas quiseram ser doutores e engenheiros de segunda classe e arrumaram com a melhor ideia de desenvolvimento industrial.
Eliminar1336
ResponderEliminarUm cluster só com A COFICAB é suficiente para ser cluster automovel? A DURA ainda conta?
A Oliveira
Um sinal da qualidade do ensino da Ensiguarda é verificar as notas que tiveram os seus alunos nos Exames Nacionais. A maioria dos alunos externos que estão nas pautas afixadas nas escolas secundárias da cidade são dessa instituição. Procurem quantas notas positivas (100) encontram.
ResponderEliminarA ensiguarda faz um curso de preparação para os exames e bem. Já ensinar/aprender isso já é outra coisa. Não confundir preparação para exames com conhecimento. Não confundir as notas de licenciados do IPG com licenciados da Universidade de Coimbra. Quem não percebe ou tem azia recomendo mais visitas ao soldaguarda.
EliminarPara os politécnicos nos anos 90 iam os piores alunos e para a Universidade politecnica vão ser os piores alunos; se conseguirem nota com este (des)governo da educacao
EliminarOs alunos de um politécnico nunca deveriam ser professores do ensino superior. Muito menos nesse politécnico. Podem ser bons técnicos mas professores do ensino superior claramente não(ou alguma coisa está mal). A endogamia e os favores todos nós compreendemos em qualuqer instituição. Por mudar o nome vai continuar a definhar. Faltam professores formados em universidades crediveis. Se existir saber os alunos aparecem.
ResponderEliminarConcordo em parte. Não é por mudarem o nome que o conhecimento vai aparecer ou melhorar. Apenas vai servir para ministrar mais um nível de ensino (doutoramentos) e com as suas propinas ajudar a pagar os ordenados aos inúmeros e fraquinhos docentes do IPG
EliminarEssa ideia parte de um preconceito e não de um argumento. A qualidade de um professor não é determinada pelo facto de ter estudado num politécnico ou numa universidade, mas pelo seu conhecimento, competência, experiência, capacidade de investigação e mérito.
EliminarSe um diplomado de um politécnico prossegue estudos, obtém mestrado, doutoramento, desenvolve investigação e reúne os requisitos exigidos para a carreira docente, porque razão seria menos qualificado do que alguém que fez a licenciatura numa universidade? O ensino superior deve valorizar o mérito, não a origem do diploma.
Além disso, sugerir que todos os docentes formados em politécnicos são inferiores é ignorar a realidade. Existem excelentes professores oriundos de politécnicos e maus professores oriundos de universidades. A instituição onde alguém iniciou a sua formação não garante, por si só, competência nem excelência.
Quanto à endogamia, esse é um problema que pode existir tanto em universidades como em politécnicos. É uma questão de recrutamento e transparência, não do tipo de instituição.
Se o objetivo é melhorar a qualidade do ensino superior, a discussão deve centrar-se na exigência dos concursos, na produção científica, na qualidade pedagógica e na avaliação dos docentes. Defender que um diplomado de um politécnico é, por definição, incapaz de ser professor do ensino superior não é uma posição fundamentada; é apenas um preconceito.
Oh das 09:44 estranho que alguém que optou por ser um técnico venha a ser professor do ensino superior. Desculpe camarada mas é a minha opinião! Acho muito estranho e então que tenha boas notas em mestrados e doutoramentos em Universidades que mal se sabe pronunciar o nome. Desculpa mas estranho. Faz-me lembrar o engenheiro da independente que acabou por fechar a galinha dos diplomas de ouro. É a minha opinião.
EliminarAo anónimo das 18:53
EliminarO que me causa estranheza não é alguém com formação num politécnico chegar a professor do ensino superior. O que me causa estranheza é ainda haver quem avalie competências pelo nome da instituição e não pelo mérito, pelo trabalho e pelos resultados. Felizmente, um diploma não define o valor de uma pessoa, e o preconceito académico diz mais sobre quem o expressa do que sobre quem é alvo dele.
Ah, e já agora, convém distinguir "oh" de "ó" antes de dar lições sobre ensino superior.
Jogar no Benfica ou no Sabugal é a mesma coisa...por isso é que as universidades ou politécnicos são a mesma coisa em termos de currículos. Joguei só Sabugal e fui campeão...joguei no Benfica e fiquei em terceiro.. parabéns ao jogador do Sabugal esse craque?
EliminarTer juízo é bom?
21:43 Essas são as boas práticas, para ter sucesso os Professores do Politécnico devem ser formados em outras Universidades, por forma a trazerem coisas diferentes e aumentarem o nível de conhecimento, caso contrário será uma seleção Negativa!
ResponderEliminarTanta azia de velhos universitários com alunos de politécnicos... Têm medo que lhes roubem os empregos?
ResponderEliminarSe viver na Guarda e for PG é possível.
EliminarAdoro esta azia académica. Alguns comportam-se como se o mercado de trabalho distribuísse empregos por pedigree universitário... depois chega a entrevista e estraga-lhes a teoria. 😅
EliminarConcordo com tudo. Entrei no IPG, por dificuldades económicas dos meus pais não pude ir estudar para fora, nos anos 90 com média de 15. É mentira que havia alunos pouco inteligentes. Professores é que eram uma desgraça, valeu-nos naquela altura os professores que vinham de Coimbra e da UBI que ao sábado nos davam aulas. De resto a maioria eram uma camada de incompetência... Como explicar que com os de Coimbra eu tirava notas altíssimas? Assim como os da Covilhã que vinham da UBI? Com os que lá estavam, meros licenciados, acabados de terminar o curso, as minhas notas eram uma desgraça, não sabiam explicar não tinham qualquer competência pedagógica. No mundo do trabalho safa-se que tem competências pessoais porque profissionais são hoje transversais. Deixem-se de egos e ajudem a Guarda a equiparar-se a Viseu e à Covilhã. Já não peço mais... Deixem de olhar apenas para os vossos umbigos, façam alguma coisa pela Guarda, pelos vossos e nossos filhos... Pela sociedade.... Pelo nosso País Só uma curiosidade? Quantos de vocês fazem reciclagem? Aposto que nem isso... Depois não se queixem...
ResponderEliminarPensei que se safava quem tinha cunhas ou era do PG. Ando enganada
EliminarO que está a acontecer é que alguns cursos não estão a colocar alunos recém licenciados no mercado de trabalho como era esperado. Assim arranja-se um lugar de monitor para simular ocupaçao para as estatisticas , um emprego ocupado.
ResponderEliminarProfessores do tik-tok que nunca tiveram outras exteriencias academicas vêm ensinar com.base no google porque não têm experiencia profissional e academica de relevo. Algus trabalharam numa loja a vender computadores.
Outro exemplo é.a saúde onde faltam professores com experiência académica e profissional. No meu caso presisava quem me ensinasse a trabalhar com as aplicacoes do SNS. Já nao falo de mecanica e civil onde já morreram os cursos e gá laboratorios que não fazem uma investigacao de nome é tudo a fingir.
Fico contente pelos doutoramentos mas ainda nem fuz mestrado.
Espero ir.à ubi fazer ou ainda a outra universidade de mais prestigio.
Afinal faltam bons técnicos mas também faltam professores com experiência profissional em empresas de renome para ensinar esses técnicos. Temos que exigir que os técnicos do politécnico ou universidade politécnica, a mim dá-me igual ao litros, sejam os técnicos de excelência deste país.
ResponderEliminarIsso sim! Técnicos de excelência não doutores de segunda classe.
Exijo que se formem técnicos de excelência e que sejam Homens de excelência e que tentem acabar com esta guarda moribunda.
Gostei das festas ontem.