segunda-feira, 11 de maio de 2026

Centro histórico da Guarda a Património Mundial da UNESCO

Preparar a candidatura do centro histórico da Guarda, depois de reabilitado, a Património Mundial da UNESCO é que se está a discutir-se na reunião do executivo da câmara
“Constituição de duas equipas de projecto, uma das quais na área do património, que, ao que o jornal “Todas as Beiras” apurou, será coordenada por Hugo Teixeira”.
“A outra equipa, que terá em vista a preparação do processo de candidatura, será coordenada por Hélder Sequeira”
“Os coordenadores deverão assegurar a direção técnica e a articulação funcional entre todos os membros da equipa e dos respectivos serviços, bem como o acompanhamento da execução dos objectivos definidos”
Estes grupos de trabalho vão ser constituídos por funcionários da autarquia?

54 comentários:

  1. Lá arranjaram que fazer ao Helder Sequeira.
    Mas o homem não vai reformar-se no final do ano?
    Se calhar estão a confundir o concurso da Unesco com o concurso da boneca do bairro.

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  2. É a versão "fábrica da Tesla" a que o Amaro disse que a Guarda ia concorrer.
    Sérgio Costa não pára de imitar o pai.
    Para a Tesla o comissário era Jean Pina.
    Para a UNESCO o comissário é Hélder Sequeira.
    Duas boas pessoas.

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  3. Só pode ser piada. Já antes foi a candidatura a capital europeia da cultura. É só estoirar dinheiro em boys e tachos.

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    1. A candidatura também deu 'boys for de jobs" por isso na altura ninguém piou!!!
      Até os socialistas mandaram à fartazana não fizeram foi nada!!! Piores que nós

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  4. Foi aprovada por maioria, com a abstenção da oposição, a constituição do conselho de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal “Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”. O vereador socialista absteve-se por considerar que a informação é escassa. Idêntico argumento serviu de base para a decisão do vereador da coligação PSD/CDS/IL João Prata, que sustentou ainda que devia estar actualizado o estudo económico-financeiro. Por seu lado, a vereadora também da mesma coligação, Alexandra Isidro, não votou esta proposta por ser funcionária da autarquia, havendo por isso conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e vice-presidente do município.

    Na proposta hoje aprovada surge como presidente do conselho de administração o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do município. Para 1º vogal é proposto António Fernandes, actual vice-presidente da autarquia......

    A notícia não esclarece: Sérgio Costa e António Fernandes também invocaram conflito de interesses ou votaram neles próprios? Se votaram, fizeram-no ilegalmente e a decisão é juridicamente nula. Qualquer sentido de voto dos restantes vereadores aliás está também ferido de falta de eficácia por terem deixado que os interessados diretos na deliberação fossem parte deliberante. Pelos vistos só a vereadora da oposição percebeu que havia conflito de interesses e arranjou maneira de se proteger.

    Se o presidente e o vice-presidente votaram, este conselho de administração morreu antes de nascer e esta empresa ainda vai ser muito falada.

    A carga simbólica de ter o diretor da cadeia a presidir à assembleia geral também podia ter sido evitada.

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    1. Questão muito pertinente aqui colocada.

      Vamos analisar com rigor e isenção.

      - Da participação do presidente e do vice-presidente:
      Nos termos do Código do Procedimento Administrativo (CPA) e das normas de gestão autárquica, os eleitos locais estão impedidos de participar em deliberações que envolvam o seu interesse pessoal.
      Quando uma proposta tem como objetivo nomear membros do executivo (como o presidente ou vice-presidente) para o conselho de administração de uma empresa local (empresa municipal/intermunicipal), existe um interesse direto do visado na decisão.
      Os eleitos em questão devem declarar-se impedidos e ser substituídos no exercício das suas funções durante a votação dessa proposta específica.
      O não cumprimento desta norma (votar na própria nomeação) pode tornar a deliberação inválida ou nula.
      Há decisões do Tribunal de Contas neste sentido, como as proferidas pelo relator Conselheiro Paulo Dá Mesquita em 2017 e 2018.
      Em resumo, esta votação é nula e tem tudo para suscitar a intervenção do próprio Ministério Público.

      - Da participação dos restantes vereadores, com ou sem pelouros:
      Aparentemente e com base apenas nos elementos da notícia do jornal "Todas as Beiras" não só o presidente e o vice-presidente não se ausentaram da votação como todos os restantes (à exceção da vereadora Alexandra Isidro, da coligação PSD/CDS/IL) votaram a favor ou abstiveram-se.
      O maior risco para os restantes vereadores (especialmente os que votam a favor) não é a "nulidade" do seu voto, mas sim a responsabilidade solidária. Se a nomeação ilegal causar prejuízos financeiros ao município (ex: pagamentos indevidos na empresa municipal), o Tribunal de Contas pode condenar todos os que votaram a favor a repor o dinheiro.
      Quem se absteve está, em princípio, salvaguardado de responsabilidade financeira e jurídica direta pela decisão ilegal, mas a sua posição é igualmente frágil.
      Os eleitos locais têm o dever de zelar pela legalidade. Se a ilegalidade era evidente (como o presidente e o vice-presidente votar em si próprios), a abstenção pode ser interpretada politicamente (ou até juridicamente em casos de negligência grave) como uma omissão do dever de fiscalização.
      Portanto, o Tribunal de Contas e o Ministério Público a todos poderá chamar à responsabilidade, incorrendo por igual no risco de perda de mandato.

      - Da posição assumida pela vereadora Alexandra Isidro:
      Como funcionária municipal, a vereadora está numa posição de subordinação perante o presidente e o vice-presidente. Votar a nomeação dos seus "chefes" para um cargo adicional fere o princípio da imparcialidade. A vereadora devia invocar, como fez, o conflito de interesses, para salvaguardar a transparência, a imparcialidade e a integridade das suas funções, como vereadora e como funcionária.
      Enquanto o presidente e o vice-presidente ignoraram o impedimento direto de votarem na sua própria nomeação (o que é uma proibição absoluta no CPA), a vereadora aplicou o princípio da escusa. Este mecanismo serve precisamente para situações em que "exista circunstância pela qual se possa com razoabilidade duvidar seriamente da imparcialidade da sua conduta".

      É assim tecnicamente correto afirmar que a vereadora Alexandra Isidro foi a única que atuou em plena conformidade com as garantias de imparcialidade exigidas a um titular de cargo público.
      Evitou também ser incluída em eventuais processos de perda de mandato ou sanções financeiras do Tribunal de Contas por participação em deliberações ilegais.

      Este processo revela que, tirando a referida vereadora, a Câmara tem um executivo que no caso em análise expôs a sua impreparação política, secundado por serviços técnicos incapazes de travar uma ilegalidade administrativa primária.

      Este tema merece um post autónomo.

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    2. Se esta empresa tem órgãos ilegais, faz ainda mais sentido que o presidente da assembleia geral seja aquele que estiver em melhor posição de conseguir reunir rapidamente os seus membros.

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    3. Ai Sérgio Costa, ai António da Arrifana...
      Em que sarilho se foram meter...

      "O procedimento administrativo de criação de empresa municipal (EM) em que,
      simultaneamente, se opta por consagrar uma solução estatutária segundo a qual, em regra, o presidente do conselho de administração da EM será a pessoa titular do cargo de presidente de CM e se procede à concreta designação desse cidadão como
      presidente do conselho de administração da nova EM compreende uma decisão em
      que o titular do cargo de presidente da CM tem interesse pessoal, pelo que estava
      impedido de participar na mesma e devia ter sido substituído no exercício do
      respetivo cargo de eleito local nas várias etapas relevantes para essa designação,
      nos termos do disposto pelos artigos 69.º, n.º 1, alínea a), 70.º, n.os 1, 2 e 5, do
      Código de Procedimento Administrativo e artigo 4.º, alínea iv), do Estatuto dos
      Eleitos Locais.
      As intervenções em etapas determinantes de procedimento administrativo de pessoa abrangida por impedimento legal constitui uma mácula que atinge a decisão final, o que determina a anulabilidade dos atos praticados, nos termos do disposto pelos artigos 76º, n.º 1, e 163.º, n.º 2, do CPA" [Acórdão do Tribunal de Contas]

      Só não percebo uma coisa: o outro vogal nomeado para o CA da empresa não é tido (ou tem-se) como o maior especialista disto tudo e de tudo o mais a norte do Mondego e aquém e além? Não vos avisou?

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  5. Então a ver se nos entendemos: é criada uma empresa municipal que vai fazer gestão imobiliária e dos parques industriais com dois empresários com interesses pessoais e económicos nas decisões e ninguém questiona?!!

    Mas que oposição é esta? Tenham vergonha!

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    1. Esta oposição é muito fraca
      Prata muito mais fraco que o Chaves
      Monteirinho muito mais fraco que o Couto
      A vereadora diz que "tem conflito de interesses". Se tem não deveria ter sido candidata

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  6. Isto é obra para a nova empresa Municipal /PG/PSD/PS. Guarda VIVA e VIVAM os vira casacas.

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  7. Para o criador filho deste senhor vai tudo tudo tudo.
    Os ajustes directos sucedem-se e consultando a Base.gov vê-se que o prestador nem precisa de ter nais clientes, orienta-se com a cultura dos de cá.
    Para o criador do eMostra é que não vai nada nada nada para além do cancelamento.
    Por acaso também é de cá para um percurso internacional que o precede.
    Esta história da eMostra está prestes a mostrar muita coisa.
    Muita muita muita coisa que se calhar nem o presidente da Câmara sabe.
    Pode ser que assim abra os olhos e deixe de proteger a incompetência.

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    1. Não pressionem tanto quem está em período de adaptação às funções. Tudo se há-de resolver. Na primeira semana de Maio foram mais de 30 asneiras mas na semana passada só se contabilizaram 17. Está a melhorar!! Parece que têm má vontade e encontram defeitos em tudo, bolas!!

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    2. 12:31 está atrasado na contagem, só esta semana em dia e meio já vão 9 argoladas e algumas bem grossas, a continuar neste ritmo rebenta a escala. Pelos vistos o livrinho das anotações já não é tão secreto... Só não se sabe se é de comédia ou de tragédia.

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    3. Essa contagem é só por sub-sector, certo? Porque no global triplica ou quadruplica. Aplica-se aquela máxima de ficar em casa quieta sem fazer nada como forma preventiva de não causar danos nem dar prejuízo para além do salário. E não é a única entre os novos "crânios" dirigentes.

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    4. Manter-se em funções ao fim de meses de desordem e ter o desplante de continuar a dar ordens é um caso notável de autoconfiança e autoestima. A ciência tem aqui um diamante.

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    5. O comentário não têm suporte nos dados públicos disponíveis e assentam em inferências sem base factual.
      Os contratos associados ao NIF 516597540 (Criador da aMostra) estão integralmente publicados no portal BASE e são de acesso livre:
      https://www.base.gov.pt/Base4/pt/pesquisa/?type=contratos&texto=516597540

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  8. Muitos tachos esta câmara cria e ainda faltam outros tantos.

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    1. Pastilhas "renie" para os defensores do Calheiros no PSD. Tantos "likes" que puseram quando foi nomeado para o tacho de lisboa e agora não põem "likes" nesta fabulosa nomeação. Sejam coerentes.

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    2. Que se passa gente do PSD. Noticia de Calheiros para nomeação da empresa Municipal não tem likes da rapaziada da laranja. Será que os que "likearam" e publicitaram a primeira noticia com tanto orgulho e empenho estão agora envergonhados. ( pensavam que a deputada não tinha razão mas agora tem o teste do algodão)

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  9. Acho muito bem. Quando homem sonha, o mundo pula e avança.

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  10. Clarificando o leitor já que a notícia foi refeita para parecerem bons samaritanos.

    Sérgio Costa diz que o CA não é remunerado. Óbvio que ele o Vice não podem ser remunerados pois decorre da lei visto as funções que têm na autartquia.Apenas podem receber senhas de presença em reuniões.Qualquer outro elemento tem direito à remuneração que foi estipulada no estatutos.
    Eu não como gelados com a testa……

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    1. É um CA poupadinho. Só o do PSD ( dizem que é do PSD mas nunca o vi em nenhuma inciativa daquele partido)e os outros do PS é que recebem. Naturalmente estão estipuladas as senhas de presença para o Sr. Presidente e Vice Presidente e fruto da pressão deste blogue vão dizer que as vão doar aos bombeiros da Guarda ou à Cruz Vermelha. ( esperem para ver)

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  11. Mais uma vez a oposição não faz oposição.
    Votando contra não passava.
    A Guarda precisa desta empresa para quê?
    Em tempos todas as empresas foram extintas e os funcionários integrados.
    Agora este cria empresas a granel, quantas são já?
    A grande missão desta autarquia é derreter os dinheiros dos nossos impostos.
    Bem olhando a coisa pela positiva, será que SC, na câmara faz 16 anos, irá agora reabilitar as casas da Praça Velha?
    Será que a pessoa que entrou tendo chumbado nos psicotécnicos irá para alguma empresa?

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    1. Votando contra não passava? Qual dos NC/PPM já se mudou para a oposição?

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  12. Os juristas do Sol da Guarda são mil vezes melhores que os juristas da Câmara da Guarda. Isso é um facto indesmentível.
    O Engenheiro António Oliveira devia ser nomeado Provedor do Munícipe. A trabalhar com esta sua equipa, teríamos uma Guarda mais clarividente, mais informada e mais exigente.

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  13. 1555
    1555
    O Sol da Guarda não tem juristas. Quem aqui escreve é de livre vontade e não conheço que escreve enquanto anónimos.
    A Oliveira

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  14. Questões pertinentes e preocupantes que devem ser emendadas antes de actos de gestão possam ocorrer. Quem avisa amigo é. Calheiros tu não recebas ainda o dinheiro que senão tens que o devolver.

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  15. Ainda vão acabar por anular todo o processo devido ao alerta suscitado pelo pedido de escusa da vereadora do PSD, sobre uma situação que provavelmente nem faziam ideia que se colocava...
    Se isso acontecer, pode-se dizer que a Alexandra Isidro salvou o mandato de todos. Diferente é saber se eles merecem que o fizesse ou se isso é sequer bom para a Guarda...

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    1. A Alexandra é fina e bem assessorada.
      Docilmente caía numa falha administrativa dessas… muitos anos na administração pública.
      Estranho é dois empresários que se dizem ser o topo local se darem a estes papéis.
      O pedantismo afinal existe para além da função pública e da política
      Com muitos defeitos que tem não imagino o pedro Tavares quando foi presidente do NERGA a prestar-se a estes papéis.

      Assim se descredibiliza-los percursos profissionais de gestão e liderança

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    2. é ver o antes e o depois do nerga com o tavares para se ver o que é descredibilização

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    3. A diferença é que com Tavares o NERGA era a associação dos indústriais e grandes empresa do distrito (vá procurar os corpos sociais dessa época); havia medidas concretas para as empresas; organização de eventos que rentabilizavam o espaço do NERGA e muita formação.
      Com faísca há muitas atividades inconsequentes com as autarquias (deve ser o novo entendimento de empresas) e com ipss como alias se viu muito bem no seu aniversário; medidas absurdas para o pequeno comércio ( vejam os órgãos sociais) como bairros digitais que são essencialmente um perfil no Facebook apoiado por fundos comunitários; e a formação deixou de existir, bem tirando os negócios com a nova sbe!
      Não é por ele fazer favores ou até ser bom gestor na empresa que passa a ser bom dirigente de uma associação como o NERGA
      Tire as palas e veja para lá do que pintam

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  16. https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid02UUGSjSE9fBK3rBDV9dx3LC7ZyPaKuTKqV6KDySR34BEMKkveyqLHuCuuCHETCkHzl&id=61550604534749

    🟦 Empresa Municipal Guarda Viva
    Relativamente à constituição dos órgãos sociais da empresa municipal Guarda Viva, questionámos a urgência da apresentação desta proposta, introduzida à última hora na agenda de trabalhos.
    Recordámos que nos encontramos numa fase já muito avançada do PRR e questionámos, por isso, a oportunidade destas nomeações, tendo em conta que a empresa foi criada em 2023 e que muitas das suas atribuições continuam a ser asseguradas diretamente pela Câmara Municipal, concretamente nas candidaturas a fundos comunitários.
    Sublinhámos que o documento apresentado contém falhas de informação e que não foi disponibilizado um estudo de viabilidade económico-financeira atualizado, sendo o único existente datado de 2023.
    No que respeita às remunerações, assinalámos a contradição entre a afirmação do Executivo de que os cargos do Conselho de Administração não seriam remunerados e o que consta da proposta, dos Estatutos da empresa municipal e da própria Lei n.º 50/2012, questão que ficou sem esclarecimento.
    Questionámos igualmente qual seria o mapa de pessoal da empresa e se o cargo de gestor executivo ou diretor-geral previsto nos Estatutos seria provido, não tendo sido dada uma resposta clara.
    Alertámos ainda para a necessidade de observância do disposto no regime do exercício de funções por titulares de cargos políticos, por poderem existir incompatibilidades relativamente a membros propostos para os órgãos sociais.
    Chamámos também a atenção para o facto de o Presidente e o Vice-Presidente da Câmara poderem estar impedidos de participar na discussão e votação da proposta, por serem eles próprios indicados para os cargos de Presidente e 1.º Vogal do Conselho de Administração da empresa municipal.

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  17. Que bela aula prática de cidadania que o Prof Luciano tem dado!
    Aprendam!

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  18. 8:14 Para os parques industriais o melhor será ter Doutores de Direito, Comunicação ou Psicologia! Eles dominam a temática das empresas.

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    1. Não é melhor... mas deve convir que sobre estes dois cai uma desconfiança justa: representam os interesses de todos ou os seus?
      E outra questão pertinente: estão nomeados a título pessoal; em representação das empresas ou em representação de outras entidades.
      É que uma coisa é o Orlando; outra coisa é a Floresta e outra ainda bem diferente o NERGA.
      Lembro aqui que o NERGA já esteve na gestão da PLIE e não seria de estranhar, mas isso implica que mudando o presidente no NERGA também muda o nomeado da empresa.

      Esta empresa já estava ferida e continua ferida de legalidade, de transparência e de coerência.

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    2. Estão a título dos vídeos de apoio ao Sérgio Costa na campanha.

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  19. "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...."
    De facto tudo muda;
    Aquilo que outrora era, falta de carácter, oportunismo, traição, logro, tachismo, pelos vistos agora é cidadania!!
    Ainda atual, relativamente a,transportadores de pastas, aduladores de serpentes e demais meretrizes, Sá de Miranda-
    " Homem de um só parecer, dum só rosto, de uma só fé
    D'antes quebrar que torcer
    Muita coisa pode ser
    Mas da corte homem não é."

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  20. Capa do jornal Interior além da notícia desactualizada sobre a empresa municipal: "Guarda prepara candidatura do centro histórico a Património da UNESCO. Até lá, Alexandra Isidro da coligação PSD/CDS/IL sugeriu que a autarquia apresente uma candidatura da Guarda a Capital Portuguesa da Cultura 2028, cujo prazo está a decorrer até 30 de setembro"

    Contra todas as reservas tenho que reconhecer que a senhora surpreende pela positiva.

    Escolher entre o irrealismo para animar os fiéis ou os pés assentes na terra para o que é viável e está em fase de concurso. Muito bem.

    O problema é que Câmara neste momento não tem capacidade nem para o irreal nem sequer para o viável. Mas a ver vamos como diz o cego.

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    1. Supõe-se que é incumbência da chefe de divisão preparar a candidatura a Capital Portuguesa da Cultura. Sendo assim podemos ir a jogo e ficar confiantes. Vamos ganhar limpinho limpinho com método e mérito.

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    2. O presidente da comissão da candidatura da Guarda à UNESCO, professor e historiador Hélder Sequeira, pode começar por organizar a candidatura a Capital Portuguesa da Cultura uma vez que decorre o prazo até 30 de Setembro e não prejudica a candidatura maior. Se for bem sucedida poderá transformar-se num argumento positivo para a candidatura na UNESCO. Não vejo porque é que se fazem piadas só porque existe uma chefe cuja capacidade para um empreendimento destes seria questionável. Tudo na área da cultura é para levar com seriedade e em bom rigor tornou-se nos últimos meses evidente que os sectores já se adaptaram a funcionar e a executar sem dependerem de uma omissa ou inoperante dirigente. Não olhem a quem propôs e esqueçam quem não consegue fazer, e tomem a ideia como fazível antes que todas as cidades próximas se adiantem. Pelo menos pomos a Guarda no Campeonato Nacional. Ganhando, melhor posicionados ficaremos para passar ao Mundial, vulgo UNESCO. A Dra. Alexandra fez uma proposta realista e deve conhecer melhor do que qualquer um de nós os recursos da Câmara e o enquadramento, quem é válido e como se pode executar. Não ia falar do tema só por falar. O nosso problema muitas vezes é que antes de ouvirmos uma ideia pintamos logo a cara da pessoa da cor A ou B. E se olhássemos menos a cores e déssemos mais vezes as mãos?

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    3. Por acaso gostava de ver a divisão da cultura a organizar uma candidatura destas. Ia ganhar o prémio da comédia isso ia.
      No executivo não terão mesmo a noção do que se passa?

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  21. https://web.facebook.com/alexandra.isidro.39/posts/pfbid0PxGqivoBcDwe99mNBt8P2BcJcUxodt1aWHnDRWu7ENMwRf5tawhXJWtt2ysTuQGPl
    Isto foi escrito para levar a sério ou para provocar? Já desenhou um logotipo que tem tudo a ver com a Guarda LoL

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    1. O logótipo é o da Capital Portuguesa da Cultura 2028 onde quer que aconteça. É do Ministério da Cultura. Criaturazinha ígnara que nem isso sabe.

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    2. Quem deu origem a esta reação deve saber que a hipotética candidatura a Capital Portuguesa da Cultura trata-se de uma iniciativa promovida pelo Governo de Portugal através do GEPAC (Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais) e que o objetivo central é promover a coesão territorial, o desenvolvimento sustentável e a projeção de diferentes cidades através do investimento nas suas estratégias e eventos. A primeira cidade a ostentar este título no formato atual foi Aveiro (2024), seguida por Braga (2025) e Ponta Delgada (2026). A marca e a identidade gráfica foram concebidas sob a tutela institucional do Ministério da Cultura mas desenvolvidas para o ecossistema de comunicação do GEPAC e que o grafismo do logótipo adota uma geometria minimalista baseada em círculos e formas abstratas, reinterpretando de forma contemporânea os tons cromáticos tradicionais da identidade institucional e da bandeira nacional de Portugal. Confesso que esperava uma reação mais “iluminada” de uma potencial mentora da futura comissão da candidatura à CPC2028!

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  22. https://www.facebook.com/share/p/1FsK66ZedV/
    Uma proposta politicamente inteligente e que reduz o impacto que o PG queria ter dado à irreal candidatura do decrépito centro histórico da Guarda a património mundial.
    Perante esta fundamentação a Câmara não tem como não decidir concorrer a um concurso que está aberto. Seria um tiro no pé não o fazer e um rebuçado oferecido ao PSD.
    A troca de comentários acima sobre símbolos é por si só um desenho do efeito que a proposta já teve internamente.
    Não sabem como fazer, só sabem que vão ter que fazer.
    O PS que na Assembleia Municipal se reclamou dono da verdade cultural também foi ultrapassado a toda a velocidade.

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    1. Isto não passa de uma estratégia de política e comunicação e não mais do que isso, a senhora goza de recursos que outros não têm: https://www.facebook.com/share/p/1aYo8URc8i/

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    2. Sérgio Costa em resposta à proposta do PSD sobre um tema Capital Portuguesa da Cultura que o apanhou completamente de surpresa: «Como podem imaginar, os serviços técnicos do município estão a analisar tudo isso com cabeça, tronco e membros»...

      AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

      Bem, numa coisa ele tem razão: os serviços técnicos da cultura ultimamente têm tratado de tudo com os pés, por falta de cabeça.

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  23. Só há um vereador na maioria que está a mostrar trabalho, chama-se Rui Melo.
    Terem-lhe tirado o Turismo foi um erro.

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    1. Menos.....muito menos!!!

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    2. Menos? É ver quem faz e quem não faz. Rui Melo faz mesmo e faz muito. No desporto, no ambiente, nas infraestruturas etc etc. Teve já a lucidez de mandar arrancar as inúteis paragens de autocarro que o Sérgio Costa comprou no mandato passado, por outras com iluminação solar e carregadores de telemóvel. São correntes em qualquer cidade, mas à Guarda só chegam em 2026 por boa iniciativa do vereador Rui Melo.
      Mas há dúvidas sobre o erro que foi terem-lhe retirado o pelouro do Turismo?
      Ainda por cima a decisão não teve nada de lógico, o turismo perdeu chefia na orgânica e passou para uma nova divisão de "Cultura e Turismo" na alçada de uma inoperante mas teve de ser assim porque a vereadora não se sentia à vontade sem ser neste regime de peão e baraça em que as amigas se amparam mutuamente nas inseguranças. Mas isto é uma câmara municipal ou um centro de terapias? Rui Melo é o único que está à altura do desafio. António da Arrifana é bom homem e esforçado mas já não cabe nos fatos, com visíveis marcas no rosto das responsabilidades de representação oficial que a função obriga. Portanto sim, só há um que trabalha.

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    3. A par dos vereadores do PSD e em especial da vereadora que tem muitos anos da administração pública e de dirigente da Câmara, Rui Melo é de facto o único vereador do PG com experiência na gestão pública.
      Partidos ou movimentos à parte, o executivo de 7 tem 2 ou 3 pessoas com bastante experiência e qualificação e os restantes que são aprendizes.
      Mesmo o presidente é um discípulo do mestre. Álvaro Amaro nunca ia cometer um erro tão grande como o de votar nele próprio para uma empresa municipal.

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  24. 1224 Querem ver que o Rui Melo é que é o Presidente e ainda ninguém deu conta?! Com tanta vitalidade manda mais que o Sérgio Costa! Quererá sentar-se na cadeira mor?

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    1. Mais um ponto a favor do vereador Rui Melo: as placas de indicação das zonas de estacionamento na cidade, que foram colocadas nos últimos dias. Uma pequena concretização de algo que estava por fazer há anos. Nas pequenas e grandes ideias vai, de facto, continuando a fazer diferença.

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