A minha oferta do folar da Páscoa
Dizem que a “Bola Parda” é o bolo
da Guarda. Engano. O folar de azeite ou doce, representam a Guarda e o País,
nesta época festiva. Mesmo não sendo padrinho vou oferecer três bolos.
Primeiro: Folar doce com muito
açúcar
Vai para o “Departamento do
Ambiente” pela competência e simpatia, na programação e recolha de resíduos
verdes. Muita eficiência.
Segundo: Folar doce
As clientes do “Mercado Municipal”
também conhecido por praça, que às quartas-feiras e sobretudo ao sábado, se
abastecem por aqui, que a praça da cidade, é a “melhor” em termos de compras,
comparando com Fundão, Covilhã, Sabugal e Trancoso. Isto na voz de vendedores
do Sabugal, Belmonte, Covilhã, que se deslocam à Guarda com os seus produtos e
que fazem bons negócios.
Terceiro: Folar azedo
Aos gestores do “PURD” que o estão
a deixar em estado lastimável. Devem começar a prever mais um milhão, sobretudo
para a recuperação dos passadiços e bancos que rodeiam o lago
https://observador.pt/especiais/autarca-apontado-para-diretor-distrital-da-seguranca-social-trabalhou-enquanto-recebia-subsidio-de-desemprego/
ResponderEliminarSe fosse do Chega o título seria: “Autarca do Chega…” como é do PSD o título só omite o facto! A proteção dada aos do PSD e PS
Retirado de observador
ResponderEliminarCarlos Monteiro representou cliente enquanto recebia subsídio desemprego, como provam documentos enviados a entidades públicas. Como inscrição na OA estava suspensa, ato pode ser procuradoria ilícita.
06 abr. 2026, 08:46
O atual presidente da junta de freguesia da Guarda, eleito pelo PSD, está na calha para ser nomeado pelo Governo como diretor da Segurança Social naquele distrito, como assumiram ao Observador fontes conhecedoras do processo e já tinha noticiado a imprensa local. A esperada nomeação está a provocar indignação dentro da própria estrutura porque Carlos Chaves Monteiro exerceu funções como advogado enquanto recebia o subsídio de desemprego total. Além desse ato — que, no limite, poderá configurar burla à Segurança Social — o autarca tinha a inscrição suspensa na Ordem dos Advogados, o que torna os serviços que prestou num caso de procuradoria ilícita.
O email e o “cliente”
A história começa quando Carlos Chaves Monteiro perdeu a presidência da Câmara da Guarda, em 2021. O advogado tinha assumido a liderança de município em 2019 — em substituição de Álvaro Amaro, que foi nessa altura eleito eurodeputado pelo PSD — mas acabou por perder as eleições contra o atual presidente da autarquia, Sérgio Costa. Depois da derrota eleitoral, Carlos Chaves Monteiro acabou por assumir a vereação sem pelouro (sem remuneração fixa) e pediu o subsídio de desemprego total, que recebeu entre novembro de 2021 cont
btenção de toda a documentação.”
ResponderEliminarMesmo sem estar na Câmara em regime de permanência, o autarca do PSD optava por não voltar a exercer imediatamente a sua atividade profissional e manteve suspensa a sua inscrição na Ordem dos Advogados. No entanto, o Observador teve acesso a documentos referentes a um caso em que Carlos Chaves Monteiro se apresentou como advogado e exerceu atos jurídicos, incorrendo numa prática de procuradoria ilícita, de acordo com vários advogados ouvidos pelo Observador.
A 9 de junho de 2022, o agora presidente da junta de freguesia da Guarda enviou um email, através do seu endereço como vereador municipal, ao diretor clínico dos cuidados hospitalares da ULS Guarda para pedir a cópia de um processo clínico. A mensagem reiterava um pedido anterior, enviado dois dias antes, em que se reclamava a cópia do processo clínico do pai de Carlos Sacadura, a quem Carlos Monteiro Chaves se refere como o seu “cliente“.
Antes de assinar o email como “o advogado”, avisou ainda: “Caso tal não aconteça nos próximos 10 dias intentarei o processo administrativo para intimação e obtenção de toda a documentação.”
Advogados sem dúvidas sobre procuradoria ilícita
A opinião dos juristas ouvidos pelo Observador sobre este caso é consensual. O advogado Miguel Matias, comentando o caso em abstrato, defende que os factos configuram crimes de procuradoria ilícita e eventualmente usurpação de funções. “Ele pode dizer que é advogado, não pode dizer é que está em representação de fulano tal, porque isso já são atos próprios dos advogados.” O jurista considera inclusivamente que a ULS Guarda deveria denunciar o sucedido à Ordem dos Advogados e ao Ministério Público.
Eu não disse que isto de anunciar á mais de duas semanas na junta de freguesia que se ia embora para a segurança social ia dar asneira.
EliminarAi os telhados de vidro
EliminarAnda tudo doido nos laranjas ou é o PS a proteger o que lá têm!
EliminarIsto cheira-me a ensaio de malta só IEFP .. ou das da ULS? Os políticos que pedem o subsídio de desemprego e trabalham são os próximos... Aguardar!
EliminarEu bem num outro post escrevi- TIC TAC TIC TAC e acho que ainda há mais. BUUMMMMMMMMM
ResponderEliminarCarlos Chaves recebe cá um folar da Páscoa dado pela Madrinha. E eu que me queixei que a Madrinha não me deu nada. prefiro assim.
ResponderEliminarA oferta do subsídio de desemprego ?
ResponderEliminarQuero ver o que vão dizer agora as virgens ofendidas.
Não sou militante de partido nenhum, mas, pelo que vejo pela Guarda ser militante do PSD dá boas vantagens. A vários níveis.
ResponderEliminarTambém quero.
Tenham calma que o cliente era amigo por isso é pro bono. Quando necessitar de um advogado já sei a quem recorrer. Chaves eu sou teu amigo.
ResponderEliminarA defesa;
ResponderEliminarUm favor a um amigo de infância
Carlos Chaves Monteiro explica ao Observador que aquele que identificou como seu cliente era, na verdade, um “amigo de infância”, cujo pai faleceu num hospital da Guarda em “condições algo duvidosas”. Como o amigo Carlos Sacadura vivia longe da cidade, o autarca do PSD ofereceu-se para enviar o email à ULS. Assim, defende que agiu como um “mero veículo transmissor” ao enviar uma procuração assinada por Sacadura, em que este se intitulava filho do falecido e pedia acesso ao seu processo médico e clínico do pai.
O presidente da junta de freguesia da Guarda rejeita que tenha praticado procuradoria ilícita. “Ponderei isso, mas, no meu entendimento, entendi que não estava a prevaricar. Nunca seria um crime porque não estou a praticar nenhum ato jurídico, estou a praticar um ato que qualquer um pode praticar.” Além disso, desvaloriza o facto de se ter apresentado como advogado em representação de um cliente, dizendo que “a entrega de um documento por email não é um ato próprio de advogado”.
Também desvaloriza a ameaça que fez à ULS Guarda, sobre intentar num processo administrativo para intimação e obtenção do processo clínico do pai do amigo. O autarca lembra que “qualquer cidadão pode recorrer à Comissão de Admissão de Documentos Administrativos” — ainda que isso não corresponda a intentar num processo administrativo, que é um ato próprio de advogado. Justifica ainda que não disse que seria ele a fazê-lo, sugerindo que poderia ter sido outro advogado que tivesse a inscrição ativa. Carlos Chaves Monteiro conta que não foi necessário prosseguir essa via, porque a documentação foi facultada dentro do prazo sugerido.
Luís Martins o Jornal e a Rádio estão de férias ou andas a instruir o noticiado.
ResponderEliminarAcho que anunciaram hoje que vai chover foi a única noticia que foram autorizados a dar. ( também são amigos de infância)
EliminarEsposa de Carlos Chaves em reação à noticia escreve o seguinte no seu facebook :“ Quando eles descem ao nível mais baixo, nós subimos ao nível mais alto”
ResponderEliminarMichel Obama
Existem dias que temos de sair da nossa zona de conforto e dizer o que nos vai na alma.
Nada de mal com o desabafo, agora o que me deixa a pensar é o "LIKE" do atual DIRETOR DA SEGURANÇA SOCIAL . O que significará este like? mais tempo, já tinha tudo para me ir embora e estragaste-me as férias? Não sei não serão verdade aquelas escalas alternadas de 15 dias que já abordaram neste blogue.
Carlos Chaves tem uma solução, apresenta que requereu o subsidio de desemprego parcial que permite trabalhar e tem uma parte resolvida, agora com a ordem as quotas deviam estar pagas para poder trabalhar. Acho que se meteu num imbróglio escusadamente. Fazer as coisas gratuitamente fica sempre bem nas declarações mas a realidade pode não ser essa.
EliminarDesculpe, mas Carlos Chaves disse expressamente que não tinha a cédula ativa pelo que não vejo qualquer embroglio
EliminarComo dizia o padre Antônio Vieira quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem. É o que temos…
ResponderEliminarEu gostava de colocar aqui algumas questões: Porquê este timming para a publicação de tal factualidade( sim, porque não passam de factos sem qualquer relevo criminal para qualquer jurista que se preze), regressámos à política caciquista da era Abílio Curto.
ResponderEliminarQual seria a necessidade de um indivíduo com uma vida profissional estável promover tais práticas? Será que a população local não faz juízos interiores sobre o fundamento de tal notícia? Se não faz, eu cá farei. Rita Figueiredo sem surpreender apresenta-se ilegalmente na uls Guarda para fugir aos poderes soberanos de Sérgio Costa, já que sabia que se não fosse por via da ilegalidade já mais teria o protagonismo que hoje apresenta ter, a amiga Dulcineia continua a tentar dominar qualquer pessoa que pense diferente dela e, por isso faz seus aliados Júlio Santos e Rita Figueiredo. Será que estes estão a ver o poder a fugir por entre as mãos? Perderam a concelhia, será que vão perder as eleições para a jsd? Sim, porque apesar de serem seniores continuam a instrumentalizar os soldadinhos de chumbo que se apresentarão como alternativa nas eleições internas para os jotinhas. Será que não têm mais com que se preocupar? Sr. Deputada peço que se preocupe com aquilo que são os valores a serem defendidos no distrito e se deixe de caciquismos políticos. Quanto à presidente da ulsg melhores dias estarão por vir.
O que é que a ULS tem haver com o assunto? A situação prende-se única exclusivamente se abusou de uma retribuição de que eventualmente não teria direito por ter estado a trabalhar. Para mim isso é uma ilegalidade caso tenha acontecido até que me provem o contrario. E Já agora, se vier a ser diretor da da SS e existir a denuncia é ele próprio que vai fazer o despacho sobre o seu próprio caso. Se a Segurança Social pagou indevidamente deve reclamar o dinheiro dado ter instrumentos para averiguar fruto dos dados o que já vieram a publico. Mesmo que seja nomeado ( que acredito que não pois a verdade já foi escrutinada por quem tem o poder para nomear)já vai ferido para não dizer outra coisa. Mas isto é simples os Laranjas tem que defender os seus.
EliminarPor acaso o senhor é juiz ou procurador? Creio que o tribunal é que deverá averiguar ilegalidades e não a opinião pública, caso assim fosse voltaríamos ao século passado e à história pidesca. Claramente que está em causa uma denúncia caluniosa sem qualquer fundamento jurídico para qualquer pessoa que perceba o minimo de direito.
EliminarAnonimo das 16:56 não sou juíza nem procuradora nem aspiro a isso, apenas o que se tem que dizer, é que não recebeu subsidio após ter iniciado funções no início de 2023 é isso que está em causa. Se a denuncia é caluniosa o mais fácil para a desmontar é informar sobre essa situação. Eu pelo menos sei ver um extrato bancário e perceber se recebi alguma coisa indevidamente.
Eliminarhttps://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/isto-e-uma-tentativa-de-assassinato-politico-autarca-da-guarda-envolto-em-polemica
ResponderEliminarcitando o livro do mestre
EliminarCalma "Keep cool" partidos tem mecanismos para averiguar estas coisas e o Dr, Carlos Chaves já foi interpelado e conforme já disse ficou tudo esclarecido.
ResponderEliminarCarlos Chaves solicita a constituição de arguido. Cuidado com o que se deseja.
EliminarBem prega Frei Tomás, fazei o que ele diz, mas não o que ele faz.
EliminarDeixem o Sr. Abílio Curto descansado.
ResponderEliminarJá meteu mais funcionários na câmara o atual presidente em 4 anos que o Sr. Abílio no tempo todo.
Não tivesse acontecido ao Sr. o que aconteceu e a Guarda estaria muito melhor.
Copiado do FB
ResponderEliminar𝗘𝘀𝗰𝗹𝗮𝗿𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗺 𝗽𝗲𝗱𝗶𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗹𝗶́𝗻𝗶𝗰𝗼 𝗮̀ 𝗨𝗟𝗦 𝗱𝗮 𝗚𝘂𝗮𝗿𝗱𝗮, 𝗲𝗺 𝗷𝘂𝗻𝗵𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟮
Face a notícias recentemente publicadas, importa esclarecer os factos com verdade e enquadrá-los com rigor.
Em junho de 2022, a pedido de um amigo de infância, residente fora da Guarda, cujo pai falecera no Hospital Sousa Martins, prestei-lhe apoio técnico na formalização de um requerimento de acesso ao respetivo processo clínico.
Fi-lo num momento particularmente difícil e doloroso para esse amigo e para a sua família, com o único propósito de o auxiliar num procedimento a que, enquanto herdeiro legítimo, tinha pleno direito.
Tratou-se de um gesto pontual de solidariedade pessoal, em contexto de luto, sem natureza profissional ou institucional e, muito menos, qualquer intuito remuneratório.
Refuto, de forma inequívoca, qualquer alegação de procuradoria ilícita ou de exercício indevido da advocacia.
O ato em causa, a solicitação de cópia de processo clínico, não constitui ato próprio e exclusivo de advogado, podendo ser praticado por qualquer cidadão.
Não existiu mandato nem procuração. O requerente foi o próprio herdeiro, devidamente identificado, que instruiu o pedido com a respetiva habilitação de herdeiros, tendo a unidade hospitalar respondido diretamente ao interessado.
A intervenção foi integralmente prestada a título de amizade, sem qualquer honorário ou benefício, o que afasta, por definição, a sua qualificação como exercício profissional.
A menção à qualidade de “Advogado” na assinatura do email correspondeu a um lapso formal, decorrente de um automatismo de uso, sem qualquer correspondência com o contexto concreto da intervenção.
De resto, os serviços da ULS seguiram os trâmites correntes, tendo a documentação sido remetida diretamente ao requerente.
Durante o período em que beneficiei de subsídio de desemprego, nunca exerci qualquer atividade profissional remunerada. O apoio ocasional e gratuito a um amigo em situação de luto não configura trabalho, sendo manifestamente abusivo qualificá-lo como tal.
Lamento que um ato de natureza humanitária, ocorrido há quase quatro anos e então regularmente tramitado pelos serviços competentes, esteja agora a ser descontextualizado e instrumentalizado no espaço público.
Retomei o exercício da advocacia no início de 2023, sempre no estrito cumprimento das normas legais e deontológicas.
Reitero, por isso, o meu compromisso inabalável com a legalidade, a ética e a transparência, marcas que deixei e mantenho em todas as funções públicas e privadas que exerci e exerço.
Guarda, 7 de abril de 2026
Carlos Chaves Monteiro
Carlos Chaves.” Retomei o exercício da advocacia no início de 2023, ” Acredito no que ele diz e tenho a certeza que não haverá pagamentos de subsídio de Desemprego após essa data. Averigúe-se e ilibe-se o homem pois a situação é fácil de esclarecer pois hoje online temos os mesmos extratos de tudo o que foi pago. Pelo menos eu tenho que já estive nessa situação.
ResponderEliminarConcordo, eu consigo tirar os pagamentos que tive de subsidio na SSD pois já tive que apresentar esse documento por causa de uma isenção de Tx moderadoras. Se iniciou atividade em 2023 é só tirar o extrato e acaba com o assunto.
EliminarPara mim ética é fácil de provar. Recebeu ou não recebeu o subsídio após início de funções? Clarifique
ResponderEliminarFilhas de alguém ligam para muitos alguns para por likes usando uma base de dados de campanha. Assim não!
EliminarDeve pedir um extrato à segurança social dos pagamentos que lhe fizeram. Eu também estive nessa situação e obrigaram-me a devolver o dinheiro de dois meses por ter começado a trabalhar e não ter comunicado. Não é nehum crime porque eu paguei a prestações sem problema.. Pelo que me disseram o pagamento é automático mas passados uns meses detetam e enviam carta. Para mim foi isso que aconteceu
ResponderEliminarPSD Nacional verá a situação ao detalhe e informação e contra informação têm eles. Acresce que também verificam os dados e tem acesso a informação que nós não temos. Aguardemos
ResponderEliminarO que existe é uma revolta dos não massons da ULS contra amaçoanaria que quer nomear dos PSD como nomeou no PS...
ResponderEliminarNo PSD nâo deixamos....
Tomem nota!
Tomem jota.
Quem manda são os companheiros.
Os militantes não mandam nada nos partidos na Guarda, são a loja de maçõns que manda. Os escolhidos são sempre da maçonaria. Nem têm experiencia profissional, nem habilitações académicas, nem frequentaram universidades de prestigio.nada!
EliminarOs aventais escrevem nos jornais
Os aventais vão a programas de rádio
As rádios filtram a verdade
Os jornais só escrevem caca
A opinião politoca na Guarda dá vómito, ou é.desconectada da realidade e são filosofias da treta ou é partidarite do empreguinho santo
Este blogue ainda vai pondo os pontoa noa íiiiiis e vai substituindo o dever de informar pelo informar deviam os senhores jornalistas
Que o gabinete de comunicação da camara e uls já está muito cheio
A verdade é que Carlos Monteiro teve agora tantas manifestações de solidariedade como de repulsa teve a deputada quando votou a favor das portagens.
ResponderEliminarQuem lhe quis infligir uma tentativa de assassinato político devia refletir sobre isto.
Quanto à presidente da ULS, no lugar dela não dormiria descansada.