sábado, 20 de junho de 2026

Cochichando aqui e ali

Na noite de São João, que filão
Todos querem abrir o bico
A comer o caldinho de grão
E em volta do “manjerico”
 
Olhem os cochichos que se fartam de cochichar
Blablabá Blablabá sem nunca desafinar
É na porta e no torniquete e também a manducar
É rapaziada quem é que quer cochichar
Blablabá Blablabá não podes desafinar
Blablabá Blablabá podes continuar
Blablabá Blablabá também já podes soprar
 
«Olha a entremeada coradinha, boa para o carvão!
"Bifaaaaaanas! Fresquinhas no pão, quem é que quer? Uma ou duas, acabadinhas de fazer!
"Ó que rica sardinha, é grande e gordinha!"

6 comentários:

  1. https://todasasbeiras.pt/2026/06/22/proposta-para-a-realizacao-das-festas-da-cidade-da-guarda-alvo-de-polemica/

    Portanto, a Câmara fez um ajuste directo a uma empresa para organizar as Festas da Cidade no que parece ser um regime de chave na mão. Pode ser ilegal.

    Supostamente essa empresa tem a exclusividade do fornecimento do que a Câmara quer para as Festas da Cidade. Esta é para rir.

    Levantada a questão pelos vereadores do PSD, o Presidente disse que estava tudo "devidamente balizado pelos serviços da contratação pública e pelos serviços jurídicos, o que nos dá, naturalmente, aqui uma garantia, um conforto de que estamos a ir ao encontro daquilo que está plasmado na lei".

    Mas depois pensou melhor e já não estava assim tão bem e duas reuniões de Câmara depois pediu para aprovarem "peças complementares".

    Entre os "complementos" estava o convite que devia ter sido feito à empresa antes da escolha da mesma e que não foi feito. Um caso flagrante de "antes de o ser já o era" em que aparentemente nem souberam fazer as coisas.

    Outro "complemento" terá sido corrigir a ficha da despesa. Em vez dos quase 300 mil das Festas de 2026, tinham lá posto 30 mil para o Carnaval de 2023. Quem vai ligar a esses pormenores num processo tão "devidamente balizado"?

    A vereadora Alexandra Isidro da oposição PSD-CDS-IL disse que todo o processo "continua a ter erros graves e falhas" e propôs "a anulação da deliberação anterior e a submissão à reunião uma proposta devidamente instruída com todos os documentos corrigidos, garantindo-se assim uma total legalidade do processo".

    O presidente respondeu "a senhora vereadora está a querer criar um caso".

    A vereadora replicou: "Não, eu não estou a criar um caso político. Eu estou apenas a alertar para um processo que pode levantar dúvidas a nível jurídico pela escolha do tipo de procedimento e pela interpretação demasiado ampla daquilo que é uma excepcionalidade prevista no artigo 24º do CCP, que é a adjudicação directa a uma empresa independentemente do valor". Podemos dizer que isto é chinês para os do "devidamente balizado"?

    «Enquanto vereadoras da oposição não poderíamos ficar ligadas a este tipo de procedimento, quando demos conta de que não estava bem instruído», e as vereadoras Alexandra Isidro e Helena Saraiva abstiveram-se. Pelos vistos, tal como fez João Prata anteriormente, só não votaram contra para não oferecem ao presidente "o caso": ele ia dizer que a oposição era contra as festas.

    O que vai acontecer a seguir?
    Outra reunião extraordinária como aquela que após o "caso político" criado pelos vereadores do PSD também corrigiu o processo "devidamente balizado" da nomeação do conselho de administração da empresa municipal?

    Se assim não fizerem com medo de darem o braço a torcer, lembrem-se que a Câmara da Guarda já está debaixo do "radar". É melhor mesmo anularem tudo.

    Na mesma reunião foi corrigido outro processo "devidamente balizado": os Campeonatos Nacionais de Estrada 2026 e as etapas da Volta de 2027, 2028 e 2029», no valor 355 mil euros.

    A vereadora Alexandra Isidro referiu que, «se tivesse sido feito um ajuste directo, o Município teria que pagar 85 mil euros de IVA, não recuperável». «Ainda bem que se deu conta que estas actividades poderiam ser feitas com o recurso jurídico a um contrato-programa com a Federação Portuguesa de Ciclismo, porque é uma instituição com estatuto de utilidade pública e que está isenta de IVA».

    Uma dúvida que não está respondida na notícia: qual foi a posição do vereador do PS? Não viu problemas e votou a favor?


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    Respostas
    1. A oposição não berra mas já demonstrou que é tecnicamente bem preparada.
      O poder berra muito mas já demonstrou que é tecnicamente mal preparado.
      A postura tem dado resultados. O poder fica a berrar sozinho e a oposição obriga-o a reconhecer que há decisões tecnicamente mal tomadas.
      Por oposição entenda-se os vereadores e vereadoras do PSD.
      Em resposta à última pergunta do comentário anterior, o PS no executivo é uma coisa em forma de assim. Não tem substância técnica nem política, vota a favor de tudo com deferência e quando dá conta dos erros pendura-se nos argumentos do PSD sem perceber nada daquilo nem do seu contrário.

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    2. Uma oposição diferente da anterior e parabéns. A anterior berrava e pouco acertava como se está a ver. Esta de pantufas está a fazer vir ao de cima mais asneiras do que algum dia se conseguiu no anterior mandato que era única exclusivamente a visão de ego de um perdedor que nunca aceitou a derrota que teve nas urnas, quando lhe entregaram uma câmara de mão beijada. Parabéns aos vereadores do PSD e que continuem assim a trabalhar. Detectam as asneiras o executivo do poder finge que não existem e depois tem que emendar.

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    3. 14.53 sejamos intelectualmente honestos, o PS é sempre o primeiro partido a intervir e a votar.

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  2. Para Sérgio Costa a vida é uma festa;para a Guarda a realidade é uma ressaca.

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  3. É uma alegria, é tudo feito às claras.
    Se o poder autárquico é isto, melhor será acabar, os impostos custam a pagar.

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