Ciclismo: Uma decisão e três noticias

A Câmara da Guarda aprovou comprar
à Federação Portuguesa de Ciclismo três etapas da “Volta a Portugal” uma por cada
ano de 2027, 2028 e 20293 e um campeonato nacional de estrada
Três jornais da Guarda fizeram a
noticia
“Todas as Beiras”
O executivo municipal da Guarda
aprovou esta tarde, por unanimidade, a proposta para a aquisição de serviços à
Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) para a realização do Campeonato Nacional
de Ciclismo de Estrada 2026 e das etapas da Volta a Portugal em Bicicleta nos
anos de 2027, 2028 e 2029. Os quatro eventos vão custar à autarquia 355 mil
euros (acrescidos de IVA)… sendo que 110 mil euros serão para suportar a prova
do Campeonato.
No que respeita à Volta a Portugal
em Bicicleta, que passará a estar a cargo da FPC, terá no próximo ano e também
em 2029 uma chegada na Guarda, tendo o município de pagar por cada uma 95 mil
euros (mais IVA).
Em 2028, será uma partida, estando
previsto que o programa “Há Volta” seja feito a partir da Guarda. Neste caso, o
evento custará à autarquia 55 mil euros (mais IVA).
Jornal “O Interior”interior
A Câmara da Guarda aprovou na
reunião do executivo, o contrato-programa a celebrar com a Federação Portuguesa
de Ciclismo.
No âmbito deste acordo, a Guarda
vai garantir uma chegada de etapa da Volta a Portugal em 2027, uma partida em
2028 e novamente uma chegada em 2029.
No total, o município vai pagar
cerca de meio milhão de euros, dos quais 435 mil euros para a Volta e 115 mil
euros para os Nacionais de Ciclismo.
Jornal “A Guarda”
O executivo municipal da Guarda
aprovou, esta segunda-feira, 8 de Junho, por unanimidade a aquisição de
serviços à Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) para a realização do
Campeonato Nacional de Ciclismo de Estrada de 2026 e das etapas da Volta a Portugal
em Bicicleta nos anos de 2027, 2028 e 2029.
A decisão representa um
investimento global de 355 mil euros, acrescidos de IVA. Do montante agora
aprovado, 110 mil euros destinam-se à organização do Campeonato Nacional de
Ciclismo de Estrada.
Em 2027 e 2029, a Guarda acolherá
uma chegada de etapa, já em 2028, a cidade receberá uma partida da Volta,
estando igualmente previsto que o programa de animação “Há Volta” seja
realizado na Guarda, num investimento de 55 mil euros (mais IVA).
A queimar dinheiro assim, não admira que não baixe o IMI e o preço da água e todas as taxas associadas estejam sempre em crescendo. Depois não se queixem que não há dinheiro para a obras necessárias, só para requalificações das requalificações, para os ajustes diretos que importa, para pagar os empregos na Câmara, Apal e noutros poisos.
ResponderEliminarMas não há problema: como estão em maioria, já podem pedir os empréstimos que quiserem, quando quiserem e para quem quiserem, menos para desenvolver, enri
... menos para desenvolver, enriquecer e tornar a trativa a Guarda para repovoamento e trabalho, em vez de a endividar e empobrecerem constantemente, em todos os aspetos.
ResponderEliminar“Quando a Nomeação Substitui o Mérito e a partir daí a Economia Social fica no fundo da gaveta”.
ResponderEliminarHá instituições que sobrevivem.
Há instituições que inspiram.
Difícil é compreender como, em pleno século XXI, a sociedade acata que cargos de elevada responsabilidade em instituições públicas possam ser atribuídos com base em critérios políticos, em vez de competência demonstrada, experiência relevante e mérito profissional.
Infelizmente, quem acompanha a realidade do centro protocolar de formação sedeado na Guarda tem razões para questionar se cumpre a sua missão.
O centro continua a funcionar, mas funcionar não pode ser o objetivo final de uma instituição pública. O objetivo deve ser criar valor, liderar mudanças e fazer a diferença na vida das pessoas.
Quando uma organização deixa de ter ambição, deixa também de ter impacto.
É por isso que importa discutir uma questão que muitas vezes é evitada: a forma como escolhemos quem lidera as nossas instituições.
Durante demasiado tempo, habituámo-nos a aceitar uma cultura em que a proximidade política ou relacional parece ter mais peso do que a competência demonstrada. A atribuição da expressão "job for the boys", neste caso é a melhor que se enquadra, cargos atribuídos porque alguém conhece as pessoas certas, e não necessariamente porque ser a pessoa mais preparada para a função.
Não afirmo que essa seja a realidade de todos os casos.
Quando uma nomeação não é acompanhada por resultados, inovação, liderança ou visão estratégica, a pergunta surge inevitavelmente.
As organizações públicas não existem para garantir lugares. Existem para servir cidadãos.
A comunidade que financia esta instituição através dos seus impostos tem o direito de exigir mais do que uma gestão rotineira. Tem o direito de exigir visão. Tem o direito de exigir inovação. Tem o direito de exigir líderes escolhidos pela sua capacidade de transformar organizações e não apenas pela sua capacidade de ocupar cargos.
A questão não é uma pessoa.
A questão é um modelo.
Um modelo que demasiadas vezes confunde lealdade com competência, nomeação com mérito e permanência com sucesso.
Enquanto não tivermos coragem para discutir esta realidade, continuaremos a desperdiçar o potencial de instituições que poderiam ser verdadeiros motores de desenvolvimento das suas comunidades.
Primeiro deveria analisar a necessidade da existência de determinadas organizações.
ResponderEliminarÉ que essa organização é completamente desnecessária, na verdade foi criada para certas pessoas terem um lugar.
Formação para IPSS já era ministrada por várias organizações e continua a ser ministrada sem necessidade desta.
Enquanto que, Castelo Branco, Fundão, Covilhã,crescem,fixam empresas,edificam hospitais, hotéis,criam estruturas,promovem o comércio e a cultura,geram riqueza,bem -estar e desenvolvimento: a Guarda assa sardinhas,bebe vinho de pacote e fica a ver....passar os ciclistas.
ResponderEliminarExmº Senhor anónimo das 11:22, não poderia estar mais de acordo nem acrescentar uma única virgula ao que descreveu e, não falamos só na realidade da Guarda, mas sim em todo o País. Nomeia-se qualquer pessoa para gerir os dinheiros públicos, a vida das pessoas e o seu nem estar, a sua formação, sem que tenha conhecimento daquilo que vai gerir, sabe gerir os interesses próprios, pois os euros falam mais alto, mas gerir a coisa de maneira que a sociedade esteja melhor, bem isso é outra coisa.
ResponderEliminarContinuo a pensar que gerir deve ser um ato feito por um Gestor com conhecimento daquilo que vai gerir. Um gestor na segurança social, no centro de competências para a economia social, para a ULS da Guarda entre tantos outros.
Não queremos que vá gerir politicamente, mas sim quem vá gerir para o bem estar da população e desenvolvimento do Distrito.