quarta-feira, 11 de março de 2026

As obras vão começar na residência para estudantes?

Resenha
29 de abril de 2025
Câmara da Guarda adjudica residência de estudantes por 4,5 milhões de euros
A Câmara da Guarda adjudicou esta segunda-feira a construção de uma residência de estudantes com 128 camas, por 4,5 milhões de euros, a disponibilizar aos alunos do Instituto Politécnico local.
O empreendimento vai ser financiado em 85% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o restante sairá “dos cofres do município”, disse o presidente da Câmara, Sérgio Costa, à agência Lusa.
“Veremos de que forma, porque o empréstimo que queríamos contratualizar há alguns meses era para pagar, designadamente esta empreitada, e sabemos o que a oposição fez, chumbou”, acrescentou o autarca independente.
O empreendimento consiste na remodelação da antiga residência feminina da Gulbenkian, situada na Rua António Sérgio, que acolhe atualmente o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela.
O edifício vai ficar disponível, no outono, com a transferência deste organismo para as antigas instalações da Associação Comercial da Guarda, no centro histórico, que estão a ser remodeladas para o efeito pela autarquia.
O autarca revelou que a empreitada foi adjudicada, por unanimidade, “a uma empresa da Guarda, a Isidro Pires da Silva Construções”.
26 de setembro de 2025
Residência Universitária: 20 anos depois, a Guarda volta a dar futuro!
Cerca de 20 anos depois do encerramento da antiga residência feminina da Rua António Sérgio, este edifício emblemático vai voltar a ter vida e juventude.
Graças a uma candidatura ao PRR, conseguimos 4,5 milhões de euros para instalar aqui 128 novas camas de residência estudantil.
11 de março de 2026
Começaram a montar a grua
Como obra do PRR terá que ser acabada até ao final do mês ce agosto de 2026 e as contas fechadas até ao final do ano de 2026
11 de março de 2026
A fotografia mostra o estado em que se encontra uma obra para o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela. Que deveria ficar disponível, no outono de 2025

3 comentários:

  1. Andam mas é preocupados com as novas chefias. Ele é com cada decisão... Sofrem um ataque e põe a chefiar o serviço uma senhora que nem deve saber o que é um cabo de rede quanto mais um ramsware.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pois parece que foi a bomba do dia. Andam lá pessoas tão válidas a trabalhar horas a fio e depois fazem isto. Se eu fosse a eles trabalhava as horas que lhes compete e a chefe que fosse para lá fazer horas extra. É uma falta de consideração enorme. Mas daquele vereador pouco se pode esperar

      Eliminar
  2. 2021 Há mais decisões como essa. Nem a lei sabem ou então pensam que todos comem gelados com a testa. Não sabia que para se ser vereadora durante 24 anos numa câmara pertinho da Guarda era exigível uma licenciatura e que isso cumpria os 4 anos obrigatórios na carreira, cargos ou funções previstos na lei. É que a senhora foi nomeada dirigente de 3 grau a seguir às eleições e agora foi nomeada dirigente intermédio de 2 grau. Lei 2/2004, artigo 20. Leiam porque a senhora arrisca-se a ter que repor o dinheiro que já recebeu e que vai receber. É o quero, posso e faço porque ninguém se levanta.... Mas não pode!

    ResponderEliminar