Percursos das EN 17 e 18
Aqui há uns anos fizeram-se umas
festas para a inauguração dos percursos turísticos nas estradas nacionais EN 17
e EN 18.
Tentativa para copiar o que foi
feito na EN 2
Passados mais de meia dúzia de anos
que resultados foram obtidos?
Quantos passeantes foram registados?
Alguém conseguiu apanhar as canas?
Pelo menos, serviu para que a N17 não morresse em Trancoso e fosse esticada, à pressão, até Marialva. Terá sido para fazer o favor a algum menino dos popós?
ResponderEliminarEsses meninos dos popós são muito unidos, especialmente quando vestem as mesmas cores partidárias. Ainda havemos de ver "o outro" fazer partre da cavalaria, se é que já não faz parte. Se não faz, deveria fazer, para dar "charme" ao desfile das "chiquesas".
EliminarE a linha do Douro? Lembram-se de quem a desativou? Sabem quem, agora, é proprietário de uma ou mais estações? Eles não dão ponto sem nó, como na Lusoponte, por exemplo.
EliminarEstas festas e inaugurações turísticas, mal amanhadas, só servem para haver umas almoçaradas, jantaradas, bem regadas e uns quantos estarolas se aproveitarem, se mostrarem e favorecerem amigos e conhecidos, especialemnte se forem do mesmo partido. É assim que se dispersa e dividem o recursos públicos e europeus, eventualmente, em Portugal.
ResponderEliminarEles apoiam-se, uns aos outros, aplaudem-se uns aos outros e cuidam, uns dos outros, gozam dos seus momentos de fama, gozam connosco, eles são estrelas. Mas esquecem-se de que são cadentes, efémeras, sujeitas a cair, a qualquer momento.
O senhor engenheiro está sempre a criticar o dr. Sérgio Costa. Alguns doutores nem comem chichorros com o povo. São muito finos. O dr. Sérgio costa é um folgazão como nós. As vezes não tem tempo para a câmara mas o trabalho não azeda. Ainda havemos de fazer uma corrida de carrinhos como na Madeira na nacional 18 entre as santa cruz e a vela. Cultura popular.
ResponderEliminarSenhor Oliveira: a minha madrinha a D. Miquelina vem no carnaval a visitar a terrinha. Diz-,me que lhe apetecem os chichorros, mas na Dominga Feia, já não temos essa tradição. Diga-me:onde poderei levar a madrinha? Podíamos começar com os chichorros na nacional 18 na Dominga Feia e terminavamos no peixe do rio na vela. A madrinha tbem gosta de peixe do rio e truta em molho de escabeche. Amigo Oliveira: você que anda lá com o presidente da câmara marque lá este festival. Obrigado
ResponderEliminarA Guarda vai ajudar a minorizar os danos da calamidade que se abateu no distrito de Leiria. Gesto nobre, de um município nobre e altruísta!
ResponderEliminarSenhor Oliveira: este presidente só investe nas aldeias grandes como vila Mendo onde come o bom Chichorro. Aqui na Dominga Feia e serra da borge nem os bueiros manda tapar. Só cá vem pedir o voto.
ResponderEliminarA Guarda já foi uma cidade onde a cultura era uma marca. Américo Rodrigues, era o mentor, pessoa que conheço muito bem e que serviu a guarda como ninguém. maria do Carmo Borges e Virgílio Bento apoiaram sempre as iniciativas do Américo. O Américo está numa missão de caráter nacional e a Guarda tem iniciativas que apelidam de culturais mas muito pobres. As entradas são distribuídas pelos votos e assim esgotam cedo. Confesso que não estou tentado assistir a nenhum desses espetáculos que dizem culturais e organizados pelo município. São mesmo muito pobres.
ResponderEliminarNo tempo do Américo Rodrigues estávamos no topo dos municípios onde a cultura acontecia. O Américo é mesmo um talento. Uma pérola que os políticos do PSD de Álvaro Amaro a Sérgio costa destrataram e enquanto não se viram livres dele não descansaram. Assim e como diz o povo, vão - se os gatos descansam os ratos, com a saída do Rodrigues a cultura na Guarda deixou de existir. Lamentável. Agora temos umas macacadas a que chamam cultura, uns espetáculos que nem por convite lá ponho os pés. Tristes. O Américo lá anda por Lisboa numa direção nacional. Se fosse ele a definir a nossa agenda cultural... Agora temos um tal Valbom como cicerone para as artes, acolitado por um padre que veste Boss e um arquiteto que vai vendendo umas esculturas à autarquia. Assim vai o país e o mundo...
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