Património imobiliário da Câmara

Suponho que a câmara da Guarda
possuiu, na cidade, um bom património imobiliário.
Suponho que tenha apartamentos, lojas,
escolas antigas, garagens e os muitos edifícios devolutos comprados nos últimos
anos.
Não estranha, por isso, que que
queira dar uso aos que estão sem uso.
Uma das modalidades escolhida é o
comodato, não entendo os critérios de atribuição de uso.
Último exemplo: “Foi inaugurada,
dia 31 de janeiro, a nova sede do Grupo Motard Lobos do Asfalto. O espaço,
cedido através de um contrato de comodato entre o Município e o Grupo Motard,
está localizado Praceta Amélia Rey Colaço, no Bairro do Pinheiro.”
(Nota: Mandem pintar de outra cor o
lancil do passeio, porque, uma borda de passeio (ou meio-fio/lancil) pintada de
amarelo no chão indica uma proibição ou restrição de estacionamento e/ou
paragem naquele local e alterem a posição do sinal de trânsito)
Será que também é para vender que o
presidente reuniu com p presidente da “ESTAMO”?
“O presidente da Câmara Municipal e
o presidente do Conselho de Administração da ESTAMO – Participações
Imobiliárias SA, reuniram recentemente nas instalações da ESTAMO com o objetivo
de definir uma estratégia local de valorização do património público na Guarda.”
A ESTAMO – Participações
Imobiliárias, S.A. é uma empresa de capital público em Portugal, tem a missão
de gerir, valorizar, arrendar e vender o património imobiliário não estratégico
do Estado e institutos públicos. Atua como gestora integrada de ativos
públicos, promovendo a reabilitação e a rentabilização de imóveis, incluindo a
colaboração em políticas de habitação acessível.
Funções Principais: Identificar,
cadastrar e valorizar imóveis do Estado, incluindo a sua venda ou arrendamento.
O “Hotel Turismo” está metido ao
barulho? Vai ser entregue à ESTAMO?
O prazo das decisões já acabou. Vai
restar a ruína.
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