sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Património imobiliário da Câmara

Suponho que a câmara da Guarda possuiu, na cidade, um bom património imobiliário.
Suponho que tenha apartamentos, lojas, escolas antigas, garagens e os muitos edifícios devolutos comprados nos últimos anos.
Não estranha, por isso, que que queira dar uso aos que estão sem uso.
Uma das modalidades escolhida é o comodato, não entendo os critérios de atribuição de uso.
Último exemplo: “Foi inaugurada, dia 31 de janeiro, a nova sede do Grupo Motard Lobos do Asfalto. O espaço, cedido através de um contrato de comodato entre o Município e o Grupo Motard, está localizado Praceta Amélia Rey Colaço, no Bairro do Pinheiro.”
(Nota: Mandem pintar de outra cor o lancil do passeio, porque, uma borda de passeio (ou meio-fio/lancil) pintada de amarelo no chão indica uma proibição ou restrição de estacionamento e/ou paragem naquele local e alterem a posição do sinal de trânsito)
Será que também é para vender que o presidente reuniu com p presidente da “ESTAMO”?
“O presidente da Câmara Municipal e o presidente do Conselho de Administração da ESTAMO – Participações Imobiliárias SA, reuniram recentemente nas instalações da ESTAMO com o objetivo de definir uma estratégia local de valorização do património público na Guarda.”
A ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A. é uma empresa de capital público em Portugal, tem a missão de gerir, valorizar, arrendar e vender o património imobiliário não estratégico do Estado e institutos públicos. Atua como gestora integrada de ativos públicos, promovendo a reabilitação e a rentabilização de imóveis, incluindo a colaboração em políticas de habitação acessível.
Funções Principais: Identificar, cadastrar e valorizar imóveis do Estado, incluindo a sua venda ou arrendamento.
O “Hotel Turismo” está metido ao barulho? Vai ser entregue à ESTAMO?
O prazo das decisões já acabou. Vai restar a ruína.

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