O início da destruição de um vale?
A notícia – Na foto do lado
esquerdo
A empresa de supermercados LIDL vai
construir um novo espaço, junto à rotunda da mão, abandonando as instalações que
tem junto à Capela de Mileu.
O espaço futuro com uma área de 11 500
metros quadrados
A minha especulação - 1
O negócio foi feito por 150 mil
euros
A área em causa ficará toda
impermeabilizada
O investimento será de 5 milhões de
euros
Criará 20 postos de trabalho, que
resultarão da transferência do “Lidl velho” para o “Lidl novo”
A minha especulação -2 – Na foto do
lado direito
Os terrenos, no lado direito da
foto, pertencem à câmara
De quem é a nova estrada que liga a
parte esquerda à parte direita?
Para que estão a transferir terras
dos terrenos (da câmara) para o lado esquerdo?
A Câmara está a dar, emprestar ou
dar a terra?
O que será feito ali no futuro?
Tudo se confunde em troca de favores e dinheiro. As eleições ganham se com votos e campanha paga por alguém. Adoro dinheiro fresco e do cheiro do dinheiro
ResponderEliminarÉ a "economia circular" de dinheiros, influências, favores, "negócios", adjudicações, compras, vendas, ajustes... o habitual, e a Guarda cada vez mais pobre, mesquinha, atrifiada, despovoada, sem valor e capacidade de atrair investimento, riqueza e moradores, com exceção dos que frequentam o IPG.
EliminarAs campanhas eleitorais autárquicas 2017 foram fiscalizadas no terreno .
ResponderEliminarO sr. ia ver tudo.
Chegou SC gasta uma fortuna, não houve fiscalização.
Quem manda, manda.
Quanto é que os donos do terreno onde vai ser feito o Lidl deram para a campanha de SC?
EliminarQuanto é que o dono do terreno onde funciona o atual Lidl deu para a campanha?
Fervorosos apoiantes foram até com participação no circo.
O que vai ser feito no futuro? Se a assembleia municipal continuar com os olhos tapados será mais uma alteração ao Plano do rio diz, mais uma negociata. Como é possível, pessoas que deviam zelar pelos interesses da cidade deixar passar tal alteração?
ResponderEliminarParece que está a ser adotada na Guarda uma nova moda de planeamento urbanístico - à La Carte - na qual são os proprietários dos terrenos e os seus clientes que escolhem o que pretendem construir e onde o pretendem fazer.
ResponderEliminarhttps://www.facebook.com/MunicipiodaGuarda/photos/delibera%C3%A7%C3%B5es-aprovada-altera%C3%A7%C3%A3o-ao-plano-de-pormenor-do-parque-urbano-do-rio-diz/1201789155312674/
Não interessa a forma como a cidade se desenvolve nem interessam os erros que se cometem, sempre com a justificação do superior interesse dos investidores.
Acresce que as obras complementares que estão atualmente a ser efetuadas (não as do LIDL, mas todas as restantes) parecem colidir com solos da reserva ecológica nacional (REN) e da reserva agrícola nacional (RAN).
Seria imperioso que as diversas entidades com tutela nestas matérias fizessem a devida avaliação legal dos trabalhos em curso.
PS - Alguém pode infomar se a revisão do PDM da Guarda, publicada em dezembro, já entrou em vigor, em face do que é referido no art.º 131.º do regulamento?
https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/aviso/30765-2025-989547939
É de facto uma situação inusitada que devia ser investigada.
EliminarAs terras para construção do futuro Lidl vão de um lado para o outro numa dança de interesses, faz lembrar a colecção Piné. Está tudo interligado.
ResponderEliminarDiz o Sr Oliveira que o negócio foi feito por 150 mil euros, 11.500 metros quadrados de terreno naquele local? Isso não é valor que se ofereça nem para uma campanha autárquica.
O Sr. Dr. Valbom, na assembleia municipal EXTRAORDINÁRIA do dia 30.07.2025, que aprovou a alteração ao plano que permite construir o Ldl, disse o seguinte:
ResponderEliminar-“As pessoas que acreditam numa democracia liberal deixam às entidades promotoras, às empresas o local o tempo e a utilidade. Normalmente as economias condicionadas dizem que efectivamente os investimentos têm que ir para o sítio x, não é a metodologia que nós adoptamos… “
Afirmar que as Câmaras Municipais devem subordinar-se aos interesses das empresas é uma prova evidente de ignorância sobre a verdadeira função da administração pública na defesa do bem comum
Não Sr. Dr Valbom, a democracia liberal valoriza a participação e a voz dos cidadãos e não confia cegamente nas entidades promotoras e nas empresas para decidirem sobre o uso do espaço urbano. Na perspectiva liberal, Sr. Dr, a interacção entre empresas que desejam construir no espaço urbano e as Câmaras Municipais não deve ser entendida como um simples "ir a reboque".
Quando forem ao novo Lidl, lembrem-se do Dr. Valbom, sugiro até que substituam a mão da rotunda pelo seu busto, assim homenageamos o médico, estadista e crítico de arte.
Atento a esta noticia do jornal que não paga rendes e vive à custa dos doentes contribuintes.
ResponderEliminar"PS estranha demora em Manuel Fonseca integrar Conselho de Administração da ULS".
Claramente um exemplo de que o CA da ULS não fazem nada.
Nunca cobraram as rendas do espaçonda radio que lá circunda e agora até teve um inquilino novo que é um jornaleco pnde escrevem ps politicoa que malndabem escrever. Alguns tiraram um curso nocturno numa loja outros nunca trabalharam em lado nenhum.
Nunca leiam mas onee andam as autoridades para cobrar a renda.
Os CAs já tiveram varias saídas e funcionam igual sem gente o que demonstram que os elementos nao faziam nada.
Fáça lá um protocolo com a camara de fornos para arranjar um emprego ap homem ... e ponha a camara da Guarda a pagar como fazia o AA.
Para mom a demissao deste CA e colocar lá gestores profissionais era o minimo.
Cobrem as rendas...
Rendas são sei que são devidas e/ou pagas a quem, mas a ULS é credora do fornecimento de água e electricidade à Rádio Altitude e indirectamente ao jornal O Interior, que diz que não funciona lá mas funciona.
EliminarRecentemente circulou dentro da ULS e não só (uma casual "fuga") uma cópia do extracto e do pedido de pagamento, que acumulava um calote de 12.000 euros de Janeiro de 2024 a Agosto de 2025.
Nem a Rádio Altitude pagou uma factura sequer nem o CA da Dra Rita faz questão de cobrar.
Actualmente a conta já passa dos 15.000 euros e na ULS toda a gente fala disso como o "pequeno pormenor" que vai criar o grande problema que acabará por afastar a Dra Rita, porque é mais fácil e factual.
Ao manter o fornecimento de eletricidade e água a uma empresa privada que não paga, a Dra Rita está a:
1) desobedecer à IGAS
2) desobedecer ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu, que aceitou uma providência cautelar do caloteiro mas ressalvou que a ULS teria o direito e o dever de cortar o fornecimento a partir do momento em que falasse 1 mês que fosse
3) Desobedecer ao seu próprio parecer enquanto Directora do Departamento Jurídico e de Contencioso, onde recomendava ao anterior CA que o não pagamento accionaria obrigatoriamente o corte de fornecimento, considerando-se a RA avisada. Esse parecer tornou-se deliberação, a Dra Rita só tem que cumprir o que escreveu.
Prova do aqui referido:
1) Processo 70/24.6BEVIS, decisão de 1 de Junho de 2024:
a) Indefiro a providência cautelar de proibição da suspensão da eficácia da deliberação do Conselho de Administração da Entidade Requerida, datada de 19.12.2023, que ordena a suspensão do fornecimento de energia eléctrica ao edifício onde se encontra instalada a Requerente;
b) Decreto a providência cautelar de proibição da Entidade Requerida de proceder ao corte do fornecimento de água e electricidade ao edifício referido na alínea d) do probatório enquanto a Requerente não conseguir celebrar contratos de fornecimento próprios;
c) A concessão da providência fica sujeita à condição da Requerente proceder ao pagamento das facturas que a Entidade Requerida emitir por conta desses fornecimentos no prazo de trinta dias a contar da respectiva recepção.
Quando estes detalhes circulam livremente é sinal que o CA em funções já está na linha de saída no que a sigilo e controlo de documentos respeita.
EliminarSobre a alínea c) as perguntas que se impõem. A ULS envia as faturas ou a RA recebe-as? Basta isso não acontecer para não existir prazo de pagamento. A relação de faturas que a ULS tem é lista de faturas efetivamente remetidas com pedido de pagamento? Na contabilidade há muitas formas de alimentar a conta de incobráveis.
EliminarNa alínea a) significa que o conselho de administração no final de 2023 queria cortar a luz à Rádio Altitude?
E alguém explica porque é que a alínea b) diz que a Rádio Altitude não contratou eletricidade a um fornecedor como faz qualquer empresa?
Pelo menos uma virtude tem esta gente, fazem quase tudo às claras, nem se dão ao trabalho de esconder, é tudo por direito divino.
ResponderEliminarEsse senhor faz um grande sacrifício com a sua exemplar dedicação á causa pública.
Na verdade tendo em conta o valor do minuto que aufere, vejam quanto dinheiro perde em cada assembleia, em cada ida ao rádio, em cada ida as instituições de que faz parte.
Mas o amor ao próximo a tanto obriga, obrigado Sr. Dr.
Amigo Oliveira, queremos a sua análise à guerra no psd da guarda, precisamos de entretém político enquanto não chega a assembleia de amanhã...
ResponderEliminarAcho que a Guarda já se habituou a assistir a estas negociatas. toquem o bombo e bebam uma pinga que isso passa.
ResponderEliminarNas autárquicas vota-se em pessoas.
EliminarMas as pessoas, usam os votos que lhe demos com outras finalidades, procurar lugares.
Já assim foi na câmara quando o presidente nos mandou às ortigas e descobriu Bruxelas.
Parece que agora é na junta da Guarda.
Vou deixar de votar, não serei mais enganado.
É um desprezo olímpico pelo voto.
Ter sido presidente de câmara dá habilitação para tudo.
ResponderEliminarO senhor depois de ter acabado o mandato na câmara ficou doente, tem estado de baixa, não foi trabalhar no lugar de origem.
Será que se fôr nomeado para o ca fica logo bom?
Paga povo.
Na assembleia municipal, com carácter de urgência, foi aprovada, por maioria e com dois votos contra, a alteração ao plano que permite a construção do Lidl. O Sr. Presidente da Câmara afirmou: «O que estava previsto nesta zona eram espaços comerciais mais pequenos, alguma habitação, pouca, mas era...».
ResponderEliminarA área destinada ao novo estabelecimento Lidl, objecto da alteração, ocupa uma superfície de 10.300 m². O anterior Plano de Pormenor do Parque Urbano do Rio Diz previa apenas uma parcela para habitação com 3.741 m², localizada em terreno contíguo ao caminho perpendicular à Avenida do Rio Diz, com uma área de implantação máxima de 1.000 m², uma área de construção máxima de 2.000 m², cércea de 7 metros, permitindo um máximo de 16 fogos. Portanto, previa dois edifícios de três pisos distantes da rotunda da mão.
O que o Sr. Presidente omitiu foi que a restante área, 6.559 m², consistia em solos rústicos, que poderiam potenciar o aproveitamento dos recursos naturais existentes. A implantação da superfície comercial colide até com a área da RAN (Reserva Agrícola Nacional), que teve que ser excluída. Ou seja, o local estava especialmente vocacionado para ampliar o parque urbano do Rio Diz, preservando a promoção dos valores ambientais e paisagísticos existentes, um espaço mais desejado pela população da Guarda do que um comércio que, afinal, já temos e não se justifica.
A construção comprometerá a vista sobre a cidade, e as traseiras, destinadas a cargas e descargas, o estacionamento da superfície comercial, terão um grande impacto agravando a degradação da qualidade urbana naquele local.
Para que todos tenham conhecimento, a CCDR, nos Planos e nas suas alterações, convoca as entidades competentes em função da matéria e do território para uma reunião (conferência procedimental) da qual resulta um parecer conjunto que, por lei, deve ser publicado. Alguém o conhece? Pois, ficou no “recato”.
EliminarAlguém se deu conta da consulta pública para que nos pronunciássemos sobre a alteração do Plano? Pois, também ficou no “recato”. O site da Câmara é exímio em publicitar as festas, mas os assuntos importantes para a cidade estão “escondidos”, não vá alguém levantar problemas.
Peço desculpa pelo erro e corrijo,
EliminarOs dois edificos habitacionais previstos no Plano de Pormenor do Parque Urbano do Rio Diz, em parte da área que agora foi destinada à construção do Lidl, teriam 2 pisos e não três como referi.
Uma novidade para quem ainda não sabe.
ResponderEliminarO apagão informático vai servir de desculpa para arranjar problemas técnicos que inviabilizem a transmissão online da Assembleia Municipal amanhã.
É só para avisar que estão a cozinhar isso.
Pode ser que este alerta no Sol da Guarda permita acelerar a resolução dos "problemas informáticos" nesta parte.
De qualquer maneira os líderes de bancada não se deixem enganar, tirando aquele que vai colaborar no engano.
Neste mandato vão fazer tudo para acabar com a transmissão online.
Os técnicos subcontratados estão todos na BTL - não há condições para fazer cumprir o contrato de prestação de serviços no valor superior a 70mil€...
Eliminarora bolas!!!
Ninguém quer ouvir a assembleia municipal não dizem nada de jeito nem ps nem PSD e muito menos os alinhados do PG monárquico cidadãos
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