segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Prenda de Natal: E o Hotel Turismo recuou 12 anos?

A fotografia mostra os intervenientes na festa da assinatura do protocolo da requalificação do “Hotel Turismo”
Grande festa, disseram. É agora repetiram em coro
O Senhor “B”, não conheço, mas sei que é. E outros quem serão? Que papel tiveram na assinatura?
O “Senhor B” já veio descartar-se e dizer que já sabia o que ia acontecer, mas nada fez.
Transcrição do que disse o “Senhor B” na semana passada:
“Garante que há grupos hoteleiros interessados no Hotel Turismo”
“Diz conhecer e manter contacto com grupos do setor da hotelaria «interessados pelo Hotel Turismo”. “Recordou palavras que tinha dito anteriormente, de que «o processo com a ENATUR não ia ter futuro, porque ninguém vai fazer obras no montante de 10 milhões de euros quando o contrato de concessão está no fim”.
“Sabia que o acordo com a Enatur não ia dar em nada”.
“A solução agora adoptada era uma das que tinha sido defendida pelo município. Isto é, a colocação do imóvel no mercado para reabilitação e requalificação e subsequente utilização como estabelecimento hoteleiro”.
“Não desvenda quem são os interessados nem promete datas para novidades, mas diz que «é preciso dar tempo ao tempo para que processo decorra e o Hotel Turismo, ao fim de 15 anos, tenha uma luz ao fundo do túnel”.
Já estão a ver a farsa. Há 12 anos que tem hoteleiros interessados e nenhum aparece.
E continua no segredo de quem” Deste “Grupo dos Cinco”?

5 comentários:

  1. Se a Guarda tivesse uma oferta turística sistematizada, incluindo tudo o que de melhor o concelho tem para mostrar, com boa organização, com bons profissionais - não sejam os que entram para a Câmara às toneladas - sem discriminações, favorecimentos e vendas de gato por lebre, como no museu do Meios, estaríamos mais perto de ter mais visitantes durante todo o ano, não apenas na Páscoa e no Natal.
    Para verem a Sé, a Torre dos ferreiros, a Misericórdia... podem fazê-lo num só dia e vão para outros locais com melhor oferta turística e hoteleira.
    Quem é que pega no Hotel de Turismo para lá gastar dinheiro que dificilmente recuerará?

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  2. Tão sorridentoes que eles estão. No entanto, parece-me que há ali muito amarelo.
    Será da AI?

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  3. Começamos a perceber que à Guarda já nada resta! Os candidatos presidenciais que aqui veem apenas vistam a rádio altitude. Já nem a Sé é alvo de visita. Acho que teremos uma nova centralidade no panorama turístico quando for inaugurado os 78 ou 240 mini museus que Sergio costa anuncia. Guarda cidade Museu…….

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  4. A criação de museus também é uma forma de criar empregos para aqueles(as) que estão à espera e tocar bombo. Mais uma alternativa ao centro de emprego em que se tornou a Câmara e a APAL, onde não podem caber todos.

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  5. A compra na 31 de janeiro é obra.
    Ninguém comprava aquilo, muito menos pelas importâncias em causa.
    O que está a dar é comprar e vender à câmara.
    Esta história dos museus começa a ser o novo normal, já só falta o museu da batata.
    É melhor não dar ideias!
    Mas museus pequenos, para funcionar também precisam de funcionários, será que concluídos todos os museus a câmara tem possibilidades de os manter abertos?
    Ou adapta-se aquilo a tasca?
    Pela positiva, poderá contratar mais umas fornadas de competentes batedores de bombo.
    Porque não o museu do bombo? Ou dos bobos que pagam o desvario.

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