Prenda de Natal: E o Hotel Turismo recuou 12 anos?

A fotografia mostra os
intervenientes na festa da assinatura do protocolo da requalificação do “Hotel
Turismo”
Grande festa, disseram. É agora
repetiram em coro
O Senhor “B”, não conheço, mas sei
que é. E outros quem serão? Que papel tiveram na assinatura?
O “Senhor B” já veio descartar-se e
dizer que já sabia o que ia acontecer, mas nada fez.
Transcrição do que disse o “Senhor
B” na semana passada:
“Garante que há grupos hoteleiros
interessados no Hotel Turismo”
“Diz conhecer e manter contacto com
grupos do setor da hotelaria «interessados pelo Hotel Turismo”. “Recordou
palavras que tinha dito anteriormente, de que «o processo com a ENATUR não ia
ter futuro, porque ninguém vai fazer obras no montante de 10 milhões de euros
quando o contrato de concessão está no fim”.
“Sabia que o acordo com a Enatur
não ia dar em nada”.
“A solução agora adoptada era uma
das que tinha sido defendida pelo município. Isto é, a colocação do imóvel no
mercado para reabilitação e requalificação e subsequente utilização como
estabelecimento hoteleiro”.
“Não desvenda quem são os
interessados nem promete datas para novidades, mas diz que «é preciso dar tempo
ao tempo para que processo decorra e o Hotel Turismo, ao fim de 15 anos, tenha
uma luz ao fundo do túnel”.
Já estão a ver a farsa. Há 12 anos
que tem hoteleiros interessados e nenhum aparece.
E continua no segredo de quem” Deste
“Grupo dos Cinco”?
Se a Guarda tivesse uma oferta turística sistematizada, incluindo tudo o que de melhor o concelho tem para mostrar, com boa organização, com bons profissionais - não sejam os que entram para a Câmara às toneladas - sem discriminações, favorecimentos e vendas de gato por lebre, como no museu do Meios, estaríamos mais perto de ter mais visitantes durante todo o ano, não apenas na Páscoa e no Natal.
ResponderEliminarPara verem a Sé, a Torre dos ferreiros, a Misericórdia... podem fazê-lo num só dia e vão para outros locais com melhor oferta turística e hoteleira.
Quem é que pega no Hotel de Turismo para lá gastar dinheiro que dificilmente recuerará?
Tão sorridentoes que eles estão. No entanto, parece-me que há ali muito amarelo.
ResponderEliminarSerá da AI?
Começamos a perceber que à Guarda já nada resta! Os candidatos presidenciais que aqui veem apenas vistam a rádio altitude. Já nem a Sé é alvo de visita. Acho que teremos uma nova centralidade no panorama turístico quando for inaugurado os 78 ou 240 mini museus que Sergio costa anuncia. Guarda cidade Museu…….
ResponderEliminarA criação de museus também é uma forma de criar empregos para aqueles(as) que estão à espera e tocar bombo. Mais uma alternativa ao centro de emprego em que se tornou a Câmara e a APAL, onde não podem caber todos.
ResponderEliminarA compra na 31 de janeiro é obra.
ResponderEliminarNinguém comprava aquilo, muito menos pelas importâncias em causa.
O que está a dar é comprar e vender à câmara.
Esta história dos museus começa a ser o novo normal, já só falta o museu da batata.
É melhor não dar ideias!
Mas museus pequenos, para funcionar também precisam de funcionários, será que concluídos todos os museus a câmara tem possibilidades de os manter abertos?
Ou adapta-se aquilo a tasca?
Pela positiva, poderá contratar mais umas fornadas de competentes batedores de bombo.
Porque não o museu do bombo? Ou dos bobos que pagam o desvario.