Ministro diz que passe de
Mobilidade Nacional poderá ser realidade até final do ano Onde? Tinha de ser Lisboa e Porto E o Interior? Onde há falta de
transportes? No Interior. Onde há gente com mais idade? Interior. Onde há mais
isolamento? Interior. E continua a investir-se no
litoral. E os Autarcas e os Deputados têm interesse por isto? Não. DN/Lusa - 15 julho 2026 Miguel Pinto Luz, ministro das
Infraestruturas e da Habitação, admite que se trata de um processo “que não tem
sido fácil”. O Passe de Mobilidade Nacional
poderá ser uma realidade até ao final do ano, de acordo com o ministro das
Infraestruturas e da Habitação, que lembrou que se trata de um processo “que
não tem sido fácil”. “Como tinha dito a última vez,
continuamos a trabalhar com as duas áreas metropolitanas” para que o primeiro
passe seja “um passe intermetropolitano, e isso quase que abrange 80% da oferta
nacional” “trata-se de um processo que “não
tem sido fácil”, devido às várias especificidades, nomeadamente diferentes
tarifários, “softwares diferentes, regras diferentes”, porque nas áreas
metropolitanas de Lisboa e do Porto há “muitos operadores, os quais têm de ser
ressarcidos por parte das receitas”. O ministro adiantou que o Governo
está a falar com as autarquias, com as comunidades intermunicipais, áreas
metropolitanas e que “todas as forças políticas, todos os autarcas, [estão]
alinhados”. “Acham que é útil caminharmos nesse
sentido e, portanto, eu acredito, convictamente, que podemos chegar a bom porto
até ao final deste ano. Ter um primeiro passe com um novo título, com as duas
áreas metropolitanas interligadas”.
“A Quinta da Maúnça, recebe, no Domingo, o o “II XCO Cidade
da Guarda”, que engloba o Campeonato Regional XCO [Cross-Country Olímpico]”, a
primeira etapa da Taça Regional XCO e o 4º Encontro Regional de Escolas da
Associação de Ciclismo da Beira Interior (ACBI).” A Quinta da Maunça ainda existe? Quinta Pedagógica da Maúnça ainda
existe O projeto do anteprojeto que Câmara
Municipal da Guarda aprovou para transformar a Quinta Pedagógica da Maúnça num
grande Parque Biológico, já foi para o processo “gaveta das promessas?” Em junho de 2026 Câmara da Guarda decidiu
atribuir um apoio financeiro à ACRIGUARDA – Associação de Criadores de
Ruminantes e de Produtores Florestais do Concelho da Guarda para a elaboração
do projeto do futuro parque de leilão de gado. Está feito ou também está no
processo “gaveta dos anúncios?”
O Secretário de Estado do Turismo
aproveitou a “Festa do Vinho” na Guarda para anunciar as novidades sobre a requalificação
do Hotel Turismo Serão boas? Para já é um passo em
frente. Anunciou que foi adjudicado ao “Grupo
Lince Hotels” a obra do hotel turismo Por agora temos: Passo 1: Assinado o despacho de
adjudicação Passo 2: Aprovação pelo Ministro das
Finanças para avançar. Passo 3: “Logo que possível, o novo
concessionário vai submeter o projeto à Câmara Municipal” Aguardemos então pelo andamento. “O grupo The Lince Hotels é a
cadeia hoteleira do Grupo Arliz, A marca tem estado em forte expansão, operando
unidades de luxo e bem-estar como o The Lince Santa Clara Historic Hotel em
Vila do Conde e o The Lince Braga, The Lince Ecorkhotel Évora”
Poderemos dizer que o SIAC –
Simpósio Internacional de Arte Contemporânea deu muita visibilidade a esta arte
na Guarda, quer com artistas locais quer com estrangeiros. Publico quatro fotos, a da esquerda
são do SIAC deste ano e as da direta julgo ser do primeiro SIAC. A primeiro fotografia do lado
esquerdo, é do autor assim como a obra, Miles (Aparício), cica junto a
biblioteca municipal, com um bom enquadramento e leva-nos a questionar o livro
e a sua importância A segunda foto, do lado esquerdo encontra-se
na encosta norte em frente ao hotel e quando a vi perguntei, será uma raposa, um
esquilo, um castor, que será isto e o que faz aqui, Será esta urbana que
enriquece a cidade? As fotos da direita, é para
questionar: O que faremos com estas situações de degradação? Chamamos o autor e
repintar? Pintamos a parede e chamamos novo artista? Ou, como é o caso deixamos
degradar e um dia teremos a cidade cheia de pinturas degradadas?
Para comemorar, vou abrir o meu
barrico de vinho fino Barrico de carvalho Feito durante10 anos com aguardente
especial de engaço de uvas Nos últimos anos tem estagiado
vinho fino O barrico continua a beber mais que
o dono, mas espero uma coisa bebível.
Para saber onde os turistas estão,
alguém inventou umas letras com o nome da terra e que rapidamente se espalharam
pelo país. Quase sempre iguais, algumas vezes com pequenas alterações. Em Oviedo foram mais criativos.
Letras e números com arbustos naturais, informam onde estamos e quando lá
esteve. Entre um e outro, escolha
O mês de junho foi o mês de muitas
vitórias. Anúncios de avanços, anúncios de recomeços e anúncios que não foram
anunciados. Anunciaram-se E à cabeça está o PDM finalmente em
vigor O tribunal de contas deu o aval e a
Variante pode avançar O Tribunal de contas também deu
consentimento pra o empréstimo de 12 milhões e vamos ter dinheiro para as obras Suponho que o “Hospital privado”
deu início às obras no terreno Terá sido apresentada a proposta
ganhadora para a reabilitação do hotel turismo Non Bairro da fraternidade a providência
cautelar foi chumbada e esperemos que o processo-crime não seja um obstáculo. O Porto Seco estará pronto no
verão. Verão ou veremos? As geminações viram-se para as
Américas do Sul, na Argentina, queremos mais. Foi lançado novo concurso para o
centro tecnológico do mercado municipal, no último, não apareceram
interessados. A Avenida de S. Miguel, vai ser
desta que vai passar de obra a previsão de obra Ainda não é desta que a estrada da
Pocariça vai passar a ser Avenida Tiago Gonçalves. Posses administrativas ou o
quê? O Museu de arte contemporânea vai
estar à espera de nova contemporaneidade. O Museu dos sabores ninguém lhe pega.
Vai acontecer novo concurso? O Edifício para o Museu dos
Bombeiros já está vedado para obras. Agosto é o aniversário. O órgão da Sé saiu do discurso.
Será mesmo no dia 27 de novembro? Do apagão, ainda nada e a página
oficial continua fraquinha. Provavelmente devido ao apagão, voltou
a aparecer bum pedido de inquérito ao bosque da cidade na encosta norte.
A Guarda afirma-se como capital
nacional dos desportos moirizados Este fim de semana, 3 e 4 de julho,
vai ser uma festa variada para muitos gostos. No “Bosque da cidade temos os “Dias
de Corrida” organizado para os amigos do “Escape Livre” No “Parque Urbano do Rio Diz” temos
o “tuning cidade da Guarda” organizado por “Egitunning clube” Na pita de rádio modelismo de
Maçainhas, “Warmuo Euro” organizado pela associação “Os Beirões de Maçainhas” Divirtam-se se o calor deixar
Momento 1 – Parque Urbano do Rio
Diz Momento 2 – “Rotundona” no Bairro
Nossa Senhora de Fátima, (Foto rapinada do Facebook de uma pessoa amiga, sem pedido
de autorização) (Será que vou receber ordem de
expulsão da Guarda?)
Foi convocada uma conferência de
imprensa para anunciar a entrada em vigor do PDM do concelho da Guarda. Muito
bem Mas o Presidente esteve mal. Ao desprezar
aquela equipa que há 32 anos viu ser aprovado o primeiro, e até ontem o único,
PDM aprovado. E o que disse o presente? Transcrevo
o que está escrito na página oficial da câmara: “Em conferência de imprensa
anunciámos que o novo PDM entrou em vigor e, com ele, desbloqueámos o potencial
que nos foi negado durante mais de 3 décadas. 1000 hectares para criar emprego,
atrair investimento, proporcionar expansão urbanística e fixar as nossas
famílias na cidade, nas nossas aldeias e Vila” Recordo: “O primeiro Plano Diretor Municipal
(PDM) da Guarda foi aprovado pela Assembleia Municipal a 17 de março de 1994. A
sua ratificação foi publicada através da Resolução do Conselho de Ministros n.º
55/94 no Diário da República a 20 de julho de 1994.” O que nos diz o presidente é que o
PDM estava ultrapassado quando foi aprovado. Os documentos da época não é isso
que nos dizem. E também diziam: “As primeiras edições dos Planos
Diretores Municipais (Primeira Geração de PDM) não tinham um prazo de vigência
rígido ou limite de validade pré-definido na lei. O Decreto-Lei n.º 69/90
estipulava apenas que estes instrumentos de gestão territorial se destinavam a
vigorar por tempo indeterminado, com uma recomendação teórica de revisão a cada
10 anos.” E também é de recordar que o
presidente já vai no 13º ano consecutivo de governação.
Futurismo: Assim vai ficar a
envolvente do Jardim José de Lemos, quando “requalificarem os buracos” dos
passeios. As placas poderão dizer: “Inauguração da requalificação do
buraco número 1,2,3,4,5 …n, pelo presidente da câmara.” Ou então apenas isto: “E se é para dizer mal da Guarda
ponham-se daqui para fora”. “Não precisamos deles”
E contra a “moção de censura” bajular,
bajular, bajular… e o Presidente da câmara a distribuir arroz pela assembleia,
bem acolitado pelo outro presidente. Avassalador nas obras que não fez,
que vai fazer, que projecta fazer, com o dinheiro que vai aparecer. E quando diz que 12 milhões de euros
foi o maior investimento feito nas freguesias é porque nasceu em 1976 e,
portanto, não conhecia o concelho da Guarda. Dê uma vista de olhos ao passado e
pergunte a quem está vivo como era isto.
Temos assistido um grande movimento
de realizações nacionais, regionais e internacionais, com a câmara na primeira
linha de apoio. Com dinheiro, logístico, brindes e o mais que adivinhamos É para apoiar a economia local,
dizem-nos. Ciclismo, futebol dos sacerdotes e
outras mais, e uma surpresa, o “CORNHOLE” Sito a página da câmara “A popularidade do Cornhole, jogo
de lançamento de sacos para uma plataforma, é cada vez maior em Portugal, à
semelhança do que acontece noutros países, e é praticado por atletas de todas
as idades.” O que consegui apurar pela IA, é um
jogo “A feijões”. o jogo resume-se a encher uns saquinhos com feijões e tentar
acertar num buraco feito numa tábua. Será inovador? Os Jogos Tradicionais da
Guarda não têm algo mais interessante. Mas aproveitando a onda, sugiro aos
“agricultores do Mondego” que realizem os campeonatos nacionais de “embaraçar
cebolas” e de “torneirar cabaças”, muito mais interessantes e rentáveis. Com a Câmara aberta a estas movimentações,
fica a sugestão.
Hoje é dia da primeira feira anual
da cidade, feira de S. João. A segunda será em outubro e é a feira de S.
Francisco. Há muitos anos que os funcionários públicos
da administração local lhes é dada a possibilidade de fazerem compras nestas
feiras durante duas horas, dentro do horário normal de serviço. Há uns anos atrás, também algumas
empresas privadas davam facilidades para os seus empregados irem às feiras, Se esta decisão tem implicações no
desenvolvimento da economia e do comércio da cidade, sugiro: 1 – Que estas medidas sejam extensivas
às feiras quinzenais 2 – Que todos os munícipes tenham
direito a duas horas semanais para as compras no comércio local. A justificação
das ausências, será feita contra a entrega do talão de compras. A câmara
comparticipará nos danos provocados pelas ausências, se as houver. Pelo desenvolvimento no nosso
concelho Por uma Guarda maior Determino e mando publicar
Este belíssimo vaso de flores, colocado
há semanas, recebe os turistas que entram na “cidade medieval” pela porta da
Torre dos Ferreiros. É o arranque da candidatura, em
preparação, para” Guarda Património Mundial da UNESCO” Curiosidade turística primeiros 4
meses de 2026: Os responsáveis do “Turismo do
Centro” anunciam grande sucesso para a região. Os números não dizem isso: As receitas em Portugal cresceram
5,3% - 1607 milhões de euros A zona Centro perdeu 1,4% - 85,5
milhões de euros
A oposição ao executivo da Guarda
infiltrou-se no Tribunal de Contas Quem o diz sou eu, apoiado nas
declarações do presidente da câmara à rádio F. “O presidente atualizou o ponto de
situação relativo à construção da Variante da Ti Jaquina, também conhecida como
Variante dos F incluída no plano de Regeneração Urbana do Vale do Cabroeiro. “Apesar de a obra já estar
adjudicada e o financiamento assegurado, o projeto enfrenta um impasse
burocrático no Tribunal de Contas” “Segundo o autarca, o município já
submeteu a sua terceira resposta a este Tribunal de Contas, aguardando ainda o
visto necessário para iniciar os trabalhos na sua plenitude” E acabou a declaração, pela “enésima”
vez “O autarca atribuiu a
responsabilidade deste atraso à oposição no mandato anterior, cujos chumbos
terão condicionado o cronograma do processo.” Estão a ver, três respostas ao
Tribunal de Cantas e nenhuma serviu. Aqui há mãozinha.