A candidatura da Guarda a “Capital Europeia da Cultura” não
foi escolhida. (Évora, Ponta Delgada, Aveiro e Braga passaram à fase seguinte) E quem leu as declarações do “pai” Amaro ao jornal “O
Interior” e publicadas já depois de serem anunciadas as candidaturas que
avançam para a segunda fase, estava implícito que a Guarda não era ganhadora. Mas adiante, para quem quiser analisar. Ao Munícipes importa perguntar o que ficou o que vai avançar
do “milhão” investido. Rebuscando o fundo do baú, isto é, os anúncios de compras de
programas e realizações, adjudicadas a entidades externas à Guarda, perguntamos: Quando está disponível no sítio da Câmara o programa
apresentado? Qual a situação da “Orquestra Sinfónica”? Quando poderemos ver a “Carta de Paisagem”? Quando é apresentada a “Programação Promoção Arte Urbana”? Quando é apresentada a “Programação na área da Arquitectura”? Quando é apresentada a “Programação na Área da Literatura”? Quando é apresentada a “Programação na Área do Teatro”? Quando é apresentada a “Programação para as iniciativas
culturais ecológicas” E ainda: Que reuniões já foram feitas com as Associações para pôr no
terreno os grandes projectos de envolvimento associativo? Será que vai avançar o “Museu dos Jogos Tradicionais” E qual vai ser o papel da CIMBSE e das Câmaras que,
disseram, apoiaram a candidatura? Que esta “invitória” seja aproveitada em prol do
desenvolvimento da Guarda.
Primeiro deviam cuidar do património da cidade e do centro histórico como a judiaria e depois preservar tudo e não adulteração, como fizeram com os estendais....e só depois pensavam numa candidatura mas a património da UNESCO. Isso sim perdurava e atraia turismo e desenvolvimento.
O inventor da candidatura, vem agora, com lágrimas de crocodilo, culpar os outros, o actual edil lava as mãos como Pilatos. A culpa foi do edil intermédio que contra ventos e marés tinha de ganhar a candidatura, parece que também é o culpado de Coimbra e Leiria ficarem pelo caminho. As eleições já passaram, não seria a altura de trabalhar? Qualquer dia vêm outras sem o trabalho começar! Ainda vem longe mas a campanha ou ainda não terminou ou já começou. Olhando em redor, o que perdura na Guarda dos eleitos em 2013? De todos eles incluindo o então e o atual presidente . Perdura um clima de ódio e intriga, muito dinheiro esbanjado e sobretudo a arte de passar culpas, ilusionismo eleitoral e um culto de narcisismo exarcebado de teor autocrático.
Ponta Delgada passou à fase seguinte. Faro também ficou pelo caminho
ResponderEliminar1722
ResponderEliminarTem razão desculpas pelo lapso
A Oliveira
Primeiro deviam cuidar do património da cidade e do centro histórico como a judiaria e depois preservar tudo e não adulteração, como fizeram com os estendais....e só depois pensavam numa candidatura mas a património da UNESCO. Isso sim perdurava e atraia turismo e desenvolvimento.
ResponderEliminarO inventor da candidatura, vem agora, com lágrimas de crocodilo, culpar os outros, o actual edil lava as mãos como Pilatos.
ResponderEliminarA culpa foi do edil intermédio que contra ventos e marés tinha de ganhar a candidatura, parece que também é o culpado de Coimbra e Leiria ficarem pelo caminho.
As eleições já passaram, não seria a altura de trabalhar? Qualquer dia vêm outras sem o trabalho começar! Ainda vem longe mas a campanha ou ainda não terminou ou já começou.
Olhando em redor, o que perdura na Guarda dos eleitos em 2013? De todos eles incluindo o então e o atual presidente .
Perdura um clima de ódio e intriga, muito dinheiro esbanjado e sobretudo a arte de passar culpas, ilusionismo eleitoral e um culto de narcisismo exarcebado de teor autocrático.