Um bom ano para todos
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
Nada de Novo - Crónica de António Ferreira
Nada de novo é uma crónica de António Ferreira, cronista do
Jornal “O Interior” e publicada em 24 Dezembro de 2019. Sem autorização do
cronista e do jornal, publico a crónica, porque faz um bom balanço dos três
maiores empregadores públicos da Guarda: Câmara, ULS e IPG. Espero que não me
mandem prender. Vai se aspas.
É altura de balanços e haveria muito sobre que falar. Vou
resumir a análise do ano ao estado a que chegaram as principais instituições da
cidade: a Câmara Municipal, a Unidade Local de Saúde da Guarda e o Instituto
Politécnico da Guarda. Sobre o resto saberemos melhor quando concluirmos, mais
uma vez, que o Orçamento Geral do Estado não acompanhou as boas intenções dos
políticos. Mesmo assim, uma nota: o interior apresenta das mais baixas taxas de
desemprego de sempre, embora à custa da falta de gente em idade ativa.
A Câmara continua a seguir o formato implementado por Álvaro
Amaro. Os acontecimentos sucedem-se, de Feira Farta em Noite Branca em Feira
Internacional de Turismo em madeiro de Natal. Periodicamente acena-se com o
possível e futuro cumprimento de mais uma promessa, mas a rotina segue o seu
curso: ruas cortadas para mais um evento, discursos, tudo na mesma, incluindo a
insistência em dissipar dinheiro em trivialidades quando parece não o haver
para o essencial. Mas houve novidades: do lado bom, algo de mais concreto
quanto aos passadiços do Mondego; do mau, visitas da Polícia Judiciária,
suspeitas de corrupção.
A ULS tem hoje o dobro dos funcionários que tinha no tempo
da administração do meu amigo Fernando Girão. Apesar de ter concluído a
primeira fase da construção do novo hospital e arrancado com a ULS, recebeu
como paga processos judiciais, má imprensa e ataques mesquinhos vindos de todas
as direções. Hoje, com quase dois mil funcionários, muitos vindos dos viveiros
dos partidos, contratados sem qualquer justificação ou necessidade, continuam a
faltar médicos, técnicos e enfermeiros. A segunda fase não foi cumprida a
pretexto da austeridade, mas na realidade iria dar lucro ao Estado, como notou
Girão. A verdadeira razão estará na perda de importância da cidade a favor de
outras paragens, no silêncio das administrações seguintes, dos responsáveis
políticos da região e, já agora, da imprensa.
O IPG continua na mesma. As médias de entrada são baixas, o
que é sintoma da baixa procura dos seus cursos. Há cursos que não chegam a
abrir por falta de alunos. É verdade que foi encontrado um novo nicho de
mercado, em África, e a cidade agradece, pelo movimento e pelo colorido. Os
problemas estruturais, contudo, são os mesmos. Ninguém espera, nem eles, que os
estudantes africanos se fixem na Guarda e façam cá a sua vida. Dirão que o
declínio do IPG é consequência do declínio da região, e é verdade, mas isso não
explica porque estão outros politécnicos do interior em muito melhor situação.
Tudo vem ter aqui: nos casos da Câmara, da ULS, do IPG, há
sempre a desculpa do despovoamento, da crise, do esquecimento dos poderes
centrais, mas devia falar-se mais em má governação.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
O que ofereço aos políticos da Guarda em tempo de Natal: Títulos de livros
No Natal é de bom-tom dar presentes a quem nos rodeia. Como
não tenho dinheiro suficiente apenas posso oferecer títulos ou quanto muito as
badanas de livros. O conteúdo nada tem a ver, o importante é o título, até
porque os políticos habitualmente não têm tempo para ler.
Aqui vão:
1 - Presidente da Câmara Monteiro: “A Guarda Formosa na
Primeira Metade do Século XX” de Jaime Ferreira, edição da Câmara Municipal da
Guarda e também “As minhas escolhas” de Helena Sacadura Cabral
2 - Vereador Costa: “Na sombra da Presidência” de Fernando
Lima
3 - Vereador Amaral: “O cobertor de papa e as campainhas de
bronze de Maçainhas” de Américo Rodrigues
4 - Vereadora Monteiro: “Ainda aqui estou” de Patrícia
Carvalho
5 - Vereadora Amaro: “Que farei quando tudo arde?” De António
Lobo Antunes
6 - Vereadora Correia: “Em nome da Pátria” de João José
Brandão Ferreira
7 - Vereador do X do PS: “Não se Encontra o que se Procura”
de Miguel Sousa Tavares
8 - Ex-presidente Amaro: “O Messias” de Carlos Carvalheira e
ainda “A Última Porta Antes da Noite” de António Lobo Antunes
9 - Ex-vereador Brito: “Cântico Final” de Vergílio Ferreira
e para ter tempo “Isto acaba Aqui” de Colleen Hoover
10 - Ex-Vereador Fonseca: “Um dia, quando for grande, quero
chegar ao céu!” De Bailão Lopes e para completar “O Capador do Toito” de Américo
Rodrigues
11 - Presidente da Assembleia Valbom: “Chegada a hora”, de Jeffrey
Archer
12 - Ex-presidente da distrital PS: “A noite em que o verão acabou”
de João Tordo
13 - Ex-presidente da Concelhia PS: “A última Missão” de José
Manuel Batata Feyo
14 - Militantes do PS:” Convoquem a alma” de Fernando
Carvalho Rodrigues
15 - Militantes do PSD: “Ajuste de contas” de Avelino Cunhal
16 – PS Guarda: “O estado a que isto chegou” de Alberto
Gonçalves
17 – A Guarda e os Guardenses: “Uma beleza que nos pertence”
de José Tolentino de Mendonça
Aceitam-se sugestões de leitura
domingo, 22 de dezembro de 2019
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
O Pastor da Guarda a caminho de Belém
Seguindo o caminho indicado pela Estrela o Pastor da Guarda
já vai a caminho de Belém.
É provável que chegue durante a noite de 24 para 25 de
Dezembro ao meu Presépio
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
A escolha entre o pinoco e a relva
No Parque Urbano do Rio Diz – PURD o civismo impera
Quando o pinoco atrapalha passa-se pela relva
Se a relva atrapalhar, derruba-se o pinoco
Felizmente que isto vai acabar, pois aqui vai nascer o
grandioso Pavilhão multiusos.
Nota de incentivo à transgressão:
Já que neste sítio vão construir o multiusos, façam o favor
de passar à vontade, até estão a ajudar nas obras de destruição
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
E agora sai uma PPP para um multiusos
E a explicação para a pressa na construção do multiusos a
qualquer preço, está explicada pelo Presidente da Câmara
Como não há dinheiro para a sua construção, há o recurso às
PPP.
Os Munícipes dão o terreno
Os particulares, há um interessado, constrói e explora o
espaço
Diz o Presidente que é a custos mínimos.
Façamos uma conta:
O multiusos pode custar 8 milhões de euros
A FIT e a Feira Farta só em tendas custam 500 mil Euros.
Só por estas duas festas o promotor tinha uma renda de pelo
menos 5%
Depois era só vender à Câmara uma festa por mês e tinha o
rendimento garantido.
A Câmara não gastava dinheiro, os Munícipes é que abriam a
bolsa.
E ainda, ou ouvi mal ou compreendi mal, a Câmara poderá pagar uma renda...
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
Se, se, se… Multiusos
E sobre o multiusos:
1 – Se o Presidente da Câmara anunciou que o multiusos seria
construído na antiga fábrica do Rio Diz
2 – Se o Presidente da Câmara diz que os terrenos e a
fábrica são da câmara.
3 – Se a fábrica está cheia de coisas da câmara
4 – Se o Presidente da Câmara diz que ainda não foi feita a escritura
dos terrenos
5 – Se o Presidente da Câmara diz que é preciso ir para
tribunal
Pergunta-se:
1 – Porque não foi feita a escritura se a câmara já tomou
posse daquilo há muito tempo?
2 – Que questões há para ter que ir para tribunal?
Divergências com quem e porquê?
3 – Que razão leva a Câmara a destruir uma das partes mais
emblemáticas do Parque Urbano para construir o multiusos se tinha pelo menos 8
lugares para escolher?
4 – O que está por trás desta decisão de desafetar terrenos
que talvez estejam na reserva ecológica para construir um monstro de betão?
5 – E como votarão os Deputados Municipais, em particular os
do PSD?
sábado, 14 de dezembro de 2019
Pavilhão Multiusos no Parque Urbano do Rio Diz (?)
Vai continuar o trabalho de descaracterização e destruição
do Parque Urbano Do Rio Diz (PURD)
É um trabalho que vem sendo paulatinamente executado para
destruir a memória do passado Guardense.
Desta vez foi decidido em reunião de câmara, que o pavilhão
multiuso seja contruído no PURD em parte nos lugares de estacionamento, outra
parte onde agora está o pavilhão semicoberto e ainda em algumas zonas de
jardim, relva e caminhos.
É quase uma destruição de uma obra emblemática inaugurada em
2007, se não me engano.
A decisão foi tomada com três votos a favor do PSD,
Presidente, e duas Vereadoras. Um voto contra da Vereadora do PS. Não estivaram
na reunião os dois Vereadores do PSD e um Vereador do PS.
Será que os Vereadores do PSD faltaram para não se
comprometerem com esta decisão?
Dos oito lugares possíveis para construir o multiusos foi
escolhido aquele que dá mais mossa no passado. Os custos são coisas secundárias
nesta tomada de decisão.
Quando fizeram a encomenda, já era esperada a decisão.
E quem vai beneficiar com o multiusos naquela zona? Quem
mora cá no alto da cidade, não é de certeza.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
O Mercado Municipal vai reabrir
Se nada acontecer de extraordinário o Mercado Municipal vai
reabrir amanhã, sábado.
Forças vivas, forças quase mortas e forças, políticos de
primeira, segunda e terceira linha, oposição e situação. Todo se dirigirão ao
Mercado, não para fazer compras mas para apanhar as canas cde uma fe4sta que
correu muito mal.
Veremos gente que nunca pôs os pés no mercado para fazer
compras e agora marcam presença para se mostrar.
Os comerciantes, os produtores, os munícipes precisam de
explicações. Quem as vai dar?
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
Lá vem o comboio
![]() |
Foto: Galeria de fotos da CP com a carruagem manipulada
|
Lá vem o Comboio, lá vem a apitar
Lá vem o comboio. Já está a pintar,
Lá vem o comboio. Está quase a chegar
Está quase a chegar
Já passou por Nelas
Quem o encomendou fugiu para Bruxelas
Fugiu para Bruxelas
Não vem à inauguração
Apita o comboio na Estação
Apita o comboio e a máquina 1453
Lá vem pintadinha
E desta é de vez
Apita o comboio e vai ser de vez
Mas que grande regabofe
Em vez da carruagem vamos ter um caixote
Apita o comboio na inauguração
É uma linda rotunda
Que vale um milhão
Nota adicional
A locomotiva tem o número 1453 e é dos anos 60. Vai ser
pintada. Foi feito um contrato de depósito e não foram divulgados custos para
os Munícipes.
A carruagem Schindler que estava previsto acoplar à máquina
já não vem e em seu lugar será “acoplado um elemento estilizado inspirado numa
carruagem.
Bem poderia atrelar uma plataforma com um caixote em
contraplaco a imitar os que traziam o material para a montagem dos carros da
Renault ali ao lado.
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
A Grade solta: Quem paga?
E se alguém tiver um acidente, com carro ou sem o carro,
quem é responsável os estragos, pessoais e materiais?
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Lixo da não “claque”
E se os apoiantes desta “não” claque benfiquista mandassem
limpar os autocolantes que resolveram colar no sinal de trânsito no Centro
Histórico.
E se não forem os da “não” claque, que seja a Casa do Benfica
domingo, 8 de dezembro de 2019
A verdadeira “Feira Farta”
Ontem realizou-se a verdadeira “Feira Farta”.
Não tendo ainda espaço para vender os seus produtos, os
comerciantes e pequenos produtores resolveram colocar os seus “estaminés” na
rua, no parque de estacionamento do mercado municipal.
Anteciparam-se à Câmara, que deveria ter prevista a situação
e ter reservado uma zona do parque para colocar os “estaminés” e a confusão
seria muito menor, mas assim foi mais divertido.
A informação continua a ser desastrosa e contraditória. Nada
consta
E se não fosse o bom senso dos comerciantes, poderia ter
havido sérios problemas no sábado de manhã.
O Presidente acordou com os interessados e anunciou a
abertura para quarta-feira próxima. O Vice-presidente teria acordado com outrem
e anunciou a abertura para a sexta-feira ou sábado passado.
Já estamos a ver, na próxima quarta-feira, duas comitivas da
câmara para fazer a reabertura do mercado.
A comitiva do Presidente e a comitiva do Vice-presidente.
Vão ser duas festas.
É certo que foi feito algum esforço e o mercado vai abrir,
contrariando as previsões iniciais.
Vamos esperar pelas respostas que ainda não foram dadas:
1 – Como começou o incêndio, porquê e o que falhou?
2 – Se o mercado tem vigilância dia e noite o que aconteceu
para não terem dado conta no início do incendio?
3 – Qual o valor dos prejuízos no edifício e dos
comerciantes?
4 – Há seguro dos bens perdidos?
5 – Há necessidade de ajudar os comerciantes que perderam os
seus haveres?
6 – Porque é que a informação não circulou para munícipes,
comerciantes e pequenos produtores?
sábado, 7 de dezembro de 2019
Prova de Vida?
Quem passa frequentemente pela Rua Marquês de Pombal na
Guarda, onde está a Segurança Social dá-se conta das várias ambulâncias que ali
estacionam e delas retiram pessoas em macas.
Será que ainda está em vigor o sistema da prova de vida em
que gente acamada vai ser mostrada que ainda vive?
Acho que isto é desumano e de custos elevados. Custos
materiais e pessoais
Fazer deslocar ambulâncias equipadas é caro.
Expor gente idosa ao fio e ao calor é desumano.
Não seria mas fácil e barato ser a Segurança Social a ir às
residências?
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
No Jardim José de Lemos
Jardim José de Lemos
É visível que a Câmara já desistiu de embelezar os jardins
suspensos sobre sanitários.
O que não pode abdicar é de colocar luz nos ditos.
Será que
não pagou a electricidade e o fornecedor cortou-a?
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
E o incêndio no Mercado Municipal?
A Agência de Propaganda da Câmara anda tão ocupada com as
festas de Natal que não tem tempo de dizer nada sobre o Mercado Municipal.
Já passaram 5 dias e nas páginas oficiais da Câmara apareceu
um único aviso. Nem na porta do Mercado há papéis informativos. Informação zero
e com tanta gente pronta a informar.
E a Comunicação Social on-line? Uma desgraça. Nada de nada.
Não é notícia.
A Câmara, que tando diz defender o comércio local e os
pequenos produtores, não está mal. Informação zero.
Nesta altura ainda há vendedores que não sabem e muitos souberam
por alguém que sabia e que ouviu dizer. Até desconfio que os Presidentes de
Junta não foram envolvidos para difundirem a informação, ao contrário do que é
feito com a Feira Farta.
Depois é o desenrascanço. Carrinhas à porta da praça a
vender.
Hoje está bom tempo, mas no sábado passado, a chover, foi um
descalabro.
Alguém falou em utilizar o piso superior do Mercado
Municipal. E muitos responderam: O quê? Lá? Aquilo está destruído e serve de
armazém de muitas cisas.
Vamos esperar. Os prejuízos são elevadíssimos. A obra vai
ser cara.
Quem vai pagar aos que perderam tudo e já com a mercadoria
de Natal pronta a vender?
Vai ser uma grande disputa.
E por isso apelo daqui. Quando a praça abrir comprem no
mercado local e deixem os supermercados. Os vendedores locais precisam de nós.
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Acidentes, incidentes ou azar na Central de Camionagem?
O motor da cancela do Centro Coordenador de Transportes está
assim, acidentado, há bastante tempo.
Estão à espera do seguro? Não serve para nada e não vão
reparar? As peças estão esgotadas? Então não seria melhor desmontar aquela ruína?
A porta de vidro partiu-se ontem. Como? Não faço ideia.
Partiu-se, disseram-me.
Vai ficar assim até quando? O frio está lá.
domingo, 1 de dezembro de 2019
O Natal na Guarda
O Natal da Guarda, e ao dia de hoje, o que se sabe é que em
contratações directas já vai em 280 300 Euros sem IVA e 344 769 Euros
com IVA, assim adjudicados:
1 - Entidade adjudicatária; Prospiritevents,
Lda.
Conceção, Implementação e Produção do Evento "Guarda, A
Cidade Natal 2019"
Preço contratual - 187.000,00 € e com IVA 230 000,0
Euros
2 - Espectáculo da
banda os quatro e meia no evento alta passagem de ano
Entidade adjudicatária - Primeira Linha, Lda.
Preço contratual - 16.500,00 € e com IVA 20 295 Euros
3 - Entidade
adjudicatária - Lineu Ramos - Produção de Espetáculos
Aquisição de Serviços para Aluguer de Estruturas para os
Espetáculos do Evento "Alta Passagem de Ano"
Preço contratual - 13.800,00 € e com IVA 16 974 Euros
4 - Entidade
adjudicatária - Radar dos Sons
Espetáculo de "Carlão" no Evento "Alto
Passagem de Ano"
Preço contratual - 22.000,00 € e com IVA 27 000 Euros
5 - Entidade
adjudicatária - Audioglobo-Mobiliário, Luz e Som
Aluguer de Equipamentos de Som e Luz para os Espetáculos do
Evento "Alta Passagem de Ano"
Preço contratual - 10.000,00 € e com IVA 12 300 Euros
6 - CONQUISTA ADRENALINA
- ANIMAÇÃO, LDA
Conceção e produção do espectáculo de iluminação de natal de
2019
Preço contratual - 7.000,00 € e com IVA 8 610 Euros
7 - Entidade
adjudicatária - BERNARDINO CASTRO, SERVIÇOS FESTIVOS, LDA
Aquisição de Serviços para Iluminação de Natal 2019
Preço contratual 24.000,00 € e com IVA 29 520 Euros
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