domingo, 19 de julho de 2026

Especulação educativa


Se os “Institutos Politécnicos” passam a ser designados por “Universidades Politécnica” as “Escolas Profissionais” vão designar-se por “Escolas Profissionais Politécnicas” com direito a formar licenciados?

14 comentários:

  1. Perante a oferta e a procura da formação ministrada no IPG, a atitude mais sensata era mesmo o encerramento. Basta ver as notas dos candidatos para se perceber que quem vem cá tirar um curso só vem porque não conseguiu entrar em mais lado nenhum.

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  2. A diferença é simples: uma Universidade Politécnica resulta de décadas de investimento em qualidade, investigação, docentes doutorados e avaliação externa. Não é uma mudança cosmética. Comparar isso a uma Escola Profissional passar a dar licenciaturas é comparar realidades que nada têm em comum. É preciso ter conhecimento do que se fala. Uma escola não é só feita de alunos.

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    1. 1323
      Uma especulação teórica pode incomodar. Uma escola profissional, assim como o ensino secundário, tem licenciados, mestrados e doutorados. As escolas profissionais, algumas, já fazem investigação e até costumam mostrar nas televisões e há empresas que aproveitam o que faze,. Os alunos deveriam ser o mais importante e por isso há doutores que o mais importante são os doutores e continuam a debitar ciência como se fossem papagaios. Ainda há disto
      A Oliveira

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  3. O politécnico é uma mentira montada para enganar os jovens.

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  4. É verdade que a atual Universidade Politécnica da Guarda não ocupa os melhores rankings, mas a nossa função em vez de criticar será ajudar a crescer e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e assim da notoriedade da instituição e da região.. Assim, vamos lá gente da Guarda, apresentem 3 propostas que ajudem a atual liderança da UPG para que num futuro próximo tenhamos mais alunos e melhor reputação. Aqui vão as minhas: Contratar por meritocracia, não Boys & girls, aumentar a praticidade dos cursos, reduzir a % de professores em regime de exclusividade para menos de 50%, desta forma teríamos professores com o saber da teoria e do saber fazer e com experiência prática.

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  5. Off topic Dois dias de festival da Cestaria e o Presidente não apareceu! Será que se chateou? Nos concursos da Apal voltaram as provas com 20 valores.

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    1. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  6. 10:47 / 13:23 / 16:21 / 21:16
    Será que só têm energias negativas, criticar é fácil, mudar de assunto tb, valorizar de forma abstrata tb, apresentem soluções práticas para valorizar a nossa Universidade Politécnica da Guarda.

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  7. Os alunos que vão para o ipg são maus os professores não fazem milagres!
    Nos anos 90 eram ainda piores e a dificuldade era ainda maior. Alguns nem 10 conseguiam a matemática e português, isso é muito limitativo.
    Não adianta fingir que o o problema é outro. Alunos muito fracos fazem professores menos conprometidos .
    Alguns bem piores iam para as privadas fingir que vão aprender em 3 anos o que nunca aprenderam em 12 anos. Basta estar atento para perceber isto.

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    1. Com certeza não andou no ipg nos anos 90 para dizer isso. As notas eram boas e as médias de entrada em alguns cursos até consideradas altas. O problema é que a qualidade dos alunos descresceu brutalmente pela importação e os professores simplesmente deixaram de se preocupar.

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  8. Aparências, tudo se traduz em aparências, é uma característica endógena, ou se preferirem, é autóctone. É um concelho que vive disso, como de pão para a boca. Portanto, esta alteração é mais uma dessas aparências, o que o Sr. Presidente da Câmara anuncia ou inaugura é aparência (até agora em nada contribuiu para dar valor ao território), o que a oposição fala só aparenta.

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  9. A solução é evidente, fechar portas a tudo e manter apenas a escola de saúde, criando uma fusão com a escola de saúde da UBI.
    Mais à frente ter cursos que sirvam a região, nomeadamente o cluster automóvel, que por sinal continua a aumentar.
    O gabinete de relações públicas da CMG já tem mais de 20 pessoas, não é preciso continuar a formar licenciados em comunicação que, vai-se a ver, não sabem juntar três letras.
    Acaba-se também com os empregos (sim, empregos e não trabalhos) a alguns militantes do PSD e do PS, que se armam professores mas depois de dois dedos de conversa fica a impressão que nunca pisaram uma sala de aula.
    É tão simples quanto isto mas falar mal do patético politécnico é crime nesta terra. Não falem mal da Guarda.
    Perdoe-me o tom Oliveira mas é esta a minha opinião sincera.

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  10. Eu fui aluno do politécnico e quando terminei o curso arranjei emprego. Estou a trabalhar de fresador e pintor numa empresa da Guarda. Fazemos muitos biscates.

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  11. 1336
    Um cluster só com A COFICAB é suficiente para ser cluster automovel? A DURA ainda conta?
    A Oliveira

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