domingo, 28 de maio de 2017

Forte da Graça em Elvas e a Barrilada

Forte da Graça em Elvas e foto da chamada "Barrilada".
https://blogueforanadaevaotres.blogspot.pt/2012/11/guine-6374-p10734-memoria-dos-lugares.html
“Segundo me foi dito esta foto foi feita com "máquina oculta" entre as pernas do fotógrafo, um cabo enfermeiro, cujo nome não me disseram.
Ao que parece existem 4 fotos deste tipo, estando, pelo menos uma, na posse de uma loja de fotografia que há em Elvas”.

sábado, 27 de maio de 2017

Forte e Presídio militar de Elvas

Forte de Elvas e mensagens pintadas
As mensagens bonitas não conseguem fazer esquecer a prática desumana.
1 – Preso político - José António Pinho
“Em 1963, por motivos políticos, cumpriu prisão na Casa de Reclusão Militar de Viseu. Dado como indesejável ao Exército Fascista de Salazar, foi enviado para o Presídio Militar do Forte da Graça, em Elvas, onde foi duramente punido ao trabalho forçado do barril. Em 1967, foi novamente preso pela PIDE, pela sua intervenção no movimento associativo”. Livros publicados: " A Estátua - A tortura preferida pela PIDE" e " Caminhos de Liberdade".
2 - A Barrilada. A tortura do barril
António José Pereira da Costa - Coronel
“O Forte não tinha água canalizada e estava colocado num sítio para onde era difícil transportá-la. Assim, os reclusos tinham de ir à fonte que fica já em terreno plano e transportá-la em barris meio-cheios que, embora pesando menos, eram mais difíceis de transportar por desequilibrarem o aguadeiro”. “Há quem comece a dizer que não foi assim, mas as "fotos" não mentem”
Esta prática de tortura terá acabado em 1967/1968 ou mesmo em 1972.
Quando visitei o Forte da Graça pela primeira vez em 1971 não me recordo se tal prática ainda estava em uso.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Rotunda da Dorna: O surreal ponto 16 da Reunião do Executivo

Foto: Rádio F
A discussão do ponto 16 da Orem de Trabalhos da reunião do Executivo Camarário sobre a ornamentação da Rotunda da Dorna terá sido surreal.
Vamos tentar narrar:
1 – A maioria do executivo aprovou o projecto para o “miolo” da rotunda da Dorna para a colocação de uma escultura por 98 500 Euros.
2 – Os Vereadores do PS votaram contra porque desconheciam o “objecto escultórico” que como dizia a memória descritiva já tinha sido projectado e realizado por um escultor.
3 – Os vereadores do PS pediram informação sobre o valor pago, porque sendo valores inferiores a 75 mil Euros não é necessário concurso.
4 – Os Vereadores voltaram a não concordar com os custos de uma rotunda, 500 mil Euros é muito dinheiro
5 – Os Vereadores do PS insurgiram-se contra a regra dos 85% pagos pela Europa e os 15% pagos pela Câmara por não terem documentos sobre as candidaturas à CCDRC nem nada que prove que a candidatura foi aprovada.
6 – A reunião acabou.
7 - O Presidente saiu e voltou logo a seguir com muitas novidades.
8 – O Presidente trazia na mão a memória descritiva e disse que na próxima reunião teria que ser anulada a decisão de aprovação do ponto 16 da OT.
9 – O Presidente ficou incrédulo quando dissera que a escultura já estava feita. Ainda não tinha dado ordens para se fazer nada.
10 – O Presidente disse que a rotunda ainda não estava feita. E logo a seguir disse que nem sequer estava aprovada.
11 – O Presidente viu a maquete e achou-a muito bonita, mas ainda não sabe se há financiamento.
12 – O Presidente mandou recado para o Departamento de Obras pois “houve aqui um caminhar depressa de mais por parte do Departamento no sentido de se levar a concurso”
13 – E para finalizar como Fernando Pessa, “e esta hem!?!”. Só contaram para você e acredite quem quiser. Desta vez a Comunicação social, alguma, contou bem o caso.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O Quarteirão das Artes

Com muita pompa e alguma circunstância foi apresentado o projecto do anteprojecto das ideias que existem para o chamado “Quarteirão da Artes” a que queriam chamar outra coisa mas “Ele” não deixou.
Foi anunciado que esta coisa iria estar em discussão pública por 30 dia, às terças-feiras no museu e constava essencialmente de remodelar o edifício, com ou a associação Centro Cultural da Guarda, não mexendo no espaço do chamado “Futuro Museu de Arte Sacra” e a construção de um edifício moderno, talvez de vidro e ferro, no pátio das traseiras do edifício e que também se julga uma parte poder pertencer à Diocese da Guarda, para albergar o futuro “Museu de Arte Contemporânea” e para o qual ainda não há dinheiro.
Entretanto é anunciado:
1 - Pelo Presidente da Câmara
“Na sequência de uma proposta apresentada na Assembleia da República pelo deputado socialista Paulo Pisco, a Câmara da Guarda pretende criar na cidade o Museu Nacional da Emigração, integrado no chamado “Quarteirão das Artes”.
2 – Pelo Director do Museu
“Há um novo museu a nascer no Museu da Guarda!”. “Estamos a remodelar totalmente a secção de Arqueologia, da Pré-História ao Período Romano. Uma intervenção que já integrará o "Quarteirão das Artes - Musarum"
Perante estas declarações será que volta tudo à estaca zero e a discussão pública deixa de fazer sentido?
Porquê iniciar a remodelação sem começar a discussão?
Quando vão reformular o projecto para conseguirem encaixar tudo no mesmo espaço?
Com tantos municípios a batalhar para ter o Museu da Emigração, que armas apresenta a Guarda para ganhar?

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Feira de Antiguidades da Guarda – Comunicado

Considerando:
1 – Que os estaleiros de obras da Praça Velha e Rua do Comércio continuam caóticos
2 – Que as obras podem prolongar-se para lá do mês de Setembro
3 – Que não queremos importunar os Munícipes com muitas alterações de trânsito
4 – Que poderia haver outros locais mais interessantes para a realização da feira
5 – Que a 1 de Outubro é dia de eleições autárquicas
Decidimos:
1 – Não realizar a feira no dia 1 de Outubro
2 – Desterrar a feira para a Alameda de Santo André e dinamizar aquela zona tão carenciada.
3 – Pedimos desculpa pelos incómodos.

terça-feira, 23 de maio de 2017

O MUPI Eletrónico do Jardim

Consegue ver a diferença?
Também teria ido no entulho das obras do jardim?

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Iluminações cénicas

A Guarda, os seus Munícipes, pagaram umas centenas de milhares de euros na chamada iluminação cénica em vários pontos da cidade.
Jardim Frei Pedro, que as imagens mostram, Torre dos Ferreiros, Sé, Muralha Nascente, Muralha Norte, Encosta Norte, Portas do Castelo e outras que há por aí, já tiveram iluminação cénica.
Dezenas de holofotes, ou talvez a maioria deles, não funcionam.
Quem quer fazer da Guarda uma cidade virada para o turismo e não se dá conta deste abandono absoluto da iluminação, não apresentando propostas para novo sistema, é porque pensa que isto é uma coisa menor ou então só quer na Guarda turistas diurnos, que não precisam da luz para nada.