terça-feira, 19 de junho de 2018

Casa a cair aos bocados com perigo


Guarda abandonada
Rua Mestre de Avis

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A caixa no passeio


A Guarda abandonada
O que se passará com este “monumento” que está a ocupar a via pública na Rua Vasco Borges?

domingo, 17 de junho de 2018

Invista em SIACs, melhor que no Banco

Foto: SIAC2 – Um bonito e caro banco de jardim, como alguém disse

Há um novo produto para investidores
Melhor do que os fundos, melhor que contas a prazo, melhor que acções, melhor que tudo
Rentabilidade 10 vezes o investido
E é fácil. Segundo informações oficiais ebem dois anos, o SIAC – Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda, gastou menos de cem mil Euros e ficou com obras, para o futuro museu, com valor superior a 1 milhão de euros.
Estão a ver, 15 + 15 dias de trabalho, mais de 900 mil euros de mais-valias
Senhores investidores, toca a fazer SIACs, isto é dinheiro em caixa.
Nota: Este ano, SIAC – 3, vai render muito mais. Por uma questão de condições de trabalho estão a recolher o “pó de esculpir” e vão vender. A apresentação foi o dia 13 na Praça Velha.

sábado, 16 de junho de 2018

A Quinta da Maúnça vai passar a ser Companhia de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR

Foto: Jornal O Interior

A Guarda está abandonada
A Quinta da Maúnça já teve um projecto de educação ambiental muito interessante e inovador.
Foi praticamente abandonada
Vai ter uma vida nova de abandono e fim do projecto
Segundo a Rádio Altitude, vai ser assim no futuro:
“Comando do GIPS da Beira Interior vai ficar na Quinta da Maúnça”
“ O comando para os distritos da Guarda e de Castelo Branco da Companhia de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR vai ficar sediado na Guarda. Mas as instalações na helipista junto ao hospital não oferecem condições para o funcionamento em permanência. A Câmara vai, por isso, disponibilizar um espaço provisório na Quinta da Maúnça, onde será construído um hangar para helicópteros e ficarão baseadas as viaturas de socorro, bem como as equipas de intervenção”.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Edifício do CDOS, suponho que…


A Guarda está abandonada
(CDOS - Comando Distrital de Operações de Socorro da Guarda, Rua António Sérgio)
Suponho que o edifício foi mandado fazer pela Fundação Gulbenkian
Suponho que o edifício era uma residência feminina de estudantes necessitados
Suponho que quando deixou de ter função residencial passou para a câmara
Suponho que depois de muitas hipóteses de ocupação chegou às mão do CDOS
Suponho que pelo que se vê a parte exterior do edifício está muito degradado.
Suponho que vendo a cara vejo o coração por dentro também pode estar degradado
Suponho que não há dinheiro para o restaurar.
Suponho que um dia que pode ser breve começará a cair de podre
Suponho que depois toda a gente dirá mal de toda a gente porque ninguém deitou a mão áquilo.
Suponho que depois aparecerá um projecto a fundos europeus que pagará a recuperação, ou na melhor das hipóteses, aparecerá um empresário que compra aquilo, porá uma acção de despelo e transformará o edifício em unidade de alojamento local.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Parque de Campismo da Guarda


A Guarda está abandonada.
Na página oficial da Câmara o Parque de Campismo consta como local de alojamento
Nas várias páginas da Internet o Parque de Campismo é anunciado como aberto.
Quem conhece sabe que há muitos meses que não são abertos os portões.
Ainda lá indicam o Parque de Campismo de Valhelhas como alternativa, mas há dias tive que indicar o Parque Urbano do rio Diz como tendo apoio ao caravanismo.
É favor colocar a indicação.
Nota de última hora: Nova baixa no Centro Histórico. A Agência da Caixa Geral de Depósitos na Rua do Comércio vai fechar dentro em breve.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Estacionamento caótico


A Guarda é cada vez mais uma cidade abandonada.
A decadência e o deixa andar da zona central é gritante.
Em termos de estacionamento, a única decisão tomada até agora foi instalar parcómetros em volta do Jardim José de Lemos. Mais estacionamento pago.
Na Guarda estaciona-se onde dá jeito, abandonam-se os carros por aí e se nas zonas centrais é o que se vê, nas zonas periféricas deve ser mais grave.
Os carros estão indefinidamente estacionados nos mesmos locais. Contra todas as regras. A Brigada Ambiental da GNR deveria verificar se a erva cumpre os regulamentos anti-incêndio.
E quando não se cumprem as regras, cada qual cria as suas e assim, por vezes, é o caos.