segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Protocolo com a Fundação de Serralves

O Presidente da Câmara convida para assistir à assinatura de um protocolo com a Fundação de Serralves. Dia 25 dde Janeiro pelas 16h30, no Paço da Cultura.
Deve ser aquele protocolo que foi anunciado como sendo o primeiro no País entre uma Câmara e Serralves
Neste momento já se conhecem dezenas de protocolos assinados e por isso seria interessante que estivesse disponível para consulta na página oficial da Câmara.
Os Municípios devem ter descoberto a mina de ovos de ouro nas Autarquias. Se todas pagarem 100 mil Euros em quatro anos seria 30 milhões de Euros em quatro anos, e parece que é tão fácil convencer os nossos autarcas com estas propostas de interesse cultural. 

domingo, 22 de janeiro de 2017

Que candidatos?

A Rádio Altitude, no seu programa “Argumentário” está a entrevistar gente da política, excluindo o Sr. Bispo da Guarda entrevistado na época do Natalícia.
Pelas figuras já entrevistadas quase se pode dizer que serão os futuros governantes do Concelho da Guarda, talvez do Distrito, ou mesmo da CIMBSE.
As grandes entrevistas em “Argumentário”, ordenadas por semana
1ª - António Saraiva – PS - Presidente da Comissão Política Distrital
2ª - Álvaro Amaro – PSD - Presidente da Câmara da Guarda
3ª - Esmeraldo Carvalhinho – PS - Candidato a Presidente da Câmara de Manteigas
4ª - João Prata – PSD - Presidente da Freguesia da Guarda
5ª - António Robalo – PSD - Presidente da Câmara do Sabugal
6ª - Henrique Monteiro – CDS - Presidente da Comissão Politica Distrital
7ª - Manuel Felício – Bispo da Guarda
8ª – Intervalo
9ª – Joaquim Carreira – PS - Vereador da Câmara da Guarda
10ª – Carlos Pinto – PSD – Ex-Presidente da Câmara da Covilhã
Pergunta da semana - ??????????? Quem será o próximo candidato a entrevistado? E será o Candidato a qualquer coisa?

sábado, 21 de janeiro de 2017

Hotel Turismo da Guarda

Sobre a situação do Hotel Turismo da Guarda, finalmente o PS da Guarda acordou e emitiu um comunicado:
“A concelhia do PS da Guarda emitiu um comunicado para contestar o facto do presidente da Câmara não ter exigido ao anterior Governo, liderado por Pedro Passos Coelho, a reabertura do Hotel Turismo, com o projecto inicial que tinha sido assinado entre a Câmara e o Governo. Os socialistas reagem assim às declarações de Álvaro Amaro que, na semana passada, afirmou que ou o Governo faz o projeto inicial (Hotel de Charme e Hotel Escola) ou abre uma terceira hasta-pública”.
“Esta semana, no Ponto por Ponto da Rádio F, o comentador residente João Pedro Borges, que também é presidente da concelhia do PS, referiu que Álvaro Amaro nunca defendeu que o Hotel Turismo fosse transformado num Hotel Escola. João Pedro Borges acrescenta que o presidente da Câmara anda a tentar confundir as pessoas, quando afirma que o Partido Socialista está a fazer bloqueio em relação à reabertura do Hotel. O líder da concelhia do PS defende a criação do Hotel escola e é da opinião de que ao Governo não lhe interessa ter um imóvel fechado”.
“Os socialistas da Guarda, emitiram um comunicado para contestar o estado em que ainda se encontra o Hotel Turismo e criticam a postura do presidente da Câmara da Guarda, por não saber resolver o processo, nem ter exercido poder de influência quando o Governo era liderado por Pedro Passos Coelho”.
(In Radio F, on-line)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A Comunicação Social já foi “O Quarto Poder”

A Comunicação Social já foi “O Quarto Poder” e agora o que é? Além de muitas coisas dizem que “Dorme com o Poder”
Respigos do Congresso dos Jornalistas:
“A precariedade no jornalismo, a qualidade da informação na era do imediatismo e o contra-senso de haver uma audiência cada vez maior e que cada vez menos valoriza o trabalho dos jornalistas foram alguns dos temas em debate no segundo dia do 4.º Congresso dos Jornalistas, que decorre até domingo em Lisboa”
“A afirmação e a pergunta que titulam este artigo foram proferidas pela presidente do Sindicato dos Jornalistas. No fim de uma série de comunicações que antecedeu o primeiro painel de debate do 4.º Congresso dos Jornalistas, vários membros da direção do Sindicato subiram ao palco para dar voz ao testemunho de 11 jornalistas que, por temerem represálias, preferiram não assumir publicamente, perante os colegas de profissão, os problemas que enfrentaram. "Hoje, há medo nas redações. Ou alguém tem dúvidas?”
“Para trás ficava o relato de quem cedeu a chantagens de chefes, de quem foi despedido por ter um vínculo precário e não querer esconder-se de uma inspeção da ACT na redação, de quem tem funções de chefia há dez anos e é pago a recibos verdes, de quem se viu forçado a desistir da profissão por não conseguir sobreviver com um ordenado de 500 euros, de quem é estagiário anos e anos”.
Nota final: Aprovada uma moção para que se boicotem as conferências de imprensa sem perguntas. Chegaram a este ponto de subserviência ou de medo da chefia e não vai ser fácil libertarem-se. Veremos a primeira conferência, para ajuizar.
Nota 1: O que deve fazer um órgão de Comunicação Social quando o Presidente de um órgão público democraticamente eleito lhe diz: Se disseres bem de mim e da cidade coloco publicidade no teu órgão, se não, acabou-se a publicidade. Deve ir ao beija-mão e fazer meia culpa? Deve seguir a sua linha editorial, se a tiver? Queixa-se aos diversos órgãos de soberania e regulação? Dá uma no cravo e outra na ferradura, até passar a tempestade?
Nota 2: Sou leitor do jornal o Público desde o primeiro número. Via-se alguma degradação a cada ano que passava, com altos e baixos. Entrou novo director e as coisas parece que o jornal vai perder qualidade, e os jornalistas à esquerda do director estão a ser dispensados. Ordens do Dono ou ordens do director?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Diálogos “rotundeiros” e locomotores

Locomotiva 1505 que a CP vai alugar aos Munícipes da Guarda
O que se transcreve está escrito na Comunicação Social e refere-se à locomotiva que irá ornamentar a rotunda do Parque Urbano, a ordem das declarações foi feita a meu gosto.
(AA - Presidente da Câmara. JC - Vereador da Oposição)
AA – A locomotiva faz jus à história do passado da Guarda e para que continue a ter uma história com futuro
JC - Há aqui um rasto que anda muito próximo dos 1,5 milhões de euros em arranjos urbanísticos de rotundas e estátuas.
AA - Como se pode votar contra um projeto que ajuda a requalificar uma zona importante da cidade e que a torna mais atrativa?
JC - Gostaríamos de ver este dinheiro investido num pavilhão multiusos ou numa ciclovia
AA - O voto contra da oposição deixa-me de boca aberta e perplexo
JC - Esta não é a prioridade da Guarda.
AA - A locomotiva virá para Guarda através de um contrato de cedência por parte da CP. Primeiramente durante 10 anos e depois renovável a cada cinco
JC - Não será um processo barato nem simples, 438 mil euros serão só para colocar a máquina no local
AA – Nós vamos fazer um seguro para a máquina, responsabilizar-se por eventuais despesas de manutenção e assegurar o transporte desde o Barreiro, onde se encontra a locomotiva.
JC - Uma loucura completa
AA - Garanto que o município já tem quase garantido 85 por cento de financiamento.
JC - Continuo a não entender os gastos de um executivo em recuperação económica e que usa sempre o argumento de que a Câmara só gasta 15 por cento.
AA – Há lá melhor coisa do que estacionar naquela grande rotunda uma grande locomotiva com financiamento quase garantido?
JC – Melhor para uma cidade que perde investimento e não sabe captar investimento?
AA – E vota-se contra isto?
JC - Com esta serão seis rotundas ornamentadas, apetece perguntar qual será a próxima rotunda?
AA – Prometemos ornamentar sete rotundas, falta uma, talvez a da Dorna.
AO, que sou eu – Será que a CCDRC está a aprovar ornamentos para rotundas, ou com o argumento que se requalifica uma zona requalificada, coloca-se o ornamento? 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Centro Educativo Do Mondego

A classe política da Guarda, e a Comunicação social também, acordaram com a notícia de que o Centro Educativo do Mondego (antigamente conhecido como reformatório) vai fechar em breve.
Moções, artigos de opinião, conferências de imprensa, tudo serviu para chamar a atenção do Centro que ia fechar.
Argumentos mais usados, o despovoamento do interior e mais um serviço que acaba.
Por não estar dentro do assunto só venho lembrar umas coisinhas.
1 – O Centro Educativo do Mondego sempre foi mal amado. Os jovens, mesmo estando em reabilitação, viviam quase num gueto.
2 – As relações com a cidade eram sempre pelo pior quando os rapazes saiam do centro e desapareciam, era o terror na cidade e arredores
3 – Muito poucas associações colaboravam com o Centro e raramente eles conviviam.
4 – Tive oportunidade de jogar andebol e fazer algumas marchas, com os rapazes da instituição, mas as relações eram sempre distantes e com os vigilantes em permanente atenção.
5 – Não sei como são agora as relações com as aldeias junto ao Centro, na altura também muito más.
6 – Não faço ideia se o convívio com a sociedade em liberdade se alteraram profundamente pois apenas me recordo de haver uma exposição de fotografia no Paço da Cultura.
7 – A mim agrada-me o projecto de requalificar o Centro e a quinta onde está inserido, numa prisão aberta, sobretudo para maiores de 65 anos, que estão nas prisões comuns e que não têm possibilidade de ter regime aberto e inclusive trabalhar no exterior.
8 – Não sei se toda esta agitação tem a ver com o futuro dos funcionários actuais e que poderão não ser no futuro.
9 – Ou a campanha para as eleições autárquicas já começou?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A História através da toponímia

No deambular pela aldeia histórica de Castelo Mendo deparei-me com a Rua do Corro a desembocar no Largo da Praça.
Se Largo da Praça pode ser de fácil interpretação já para Rua do Corro, o meu vocabulário não era suficiente para fazer a interpretação.
O recurso aos dicionários deu isto:
Corro: Reunião de pessoas em círculo. Corrilho. Arena. Circo.
Praça: Espaço circular destinado a espectáculos. Mercado público.
Dá para uma interpretação imediata, mas para interpretar com rigor, era necessário fazer perguntas. Mas a quem? A terra está sem gente e é uma pena. 10 casas habitadas, ouvi dizer.
Nota 1: Andou em discussão e votação pública os projectos das novas placas toponímicas para a Guarda. Quem sabe os resultados?
Se aprovado, este projecto levará à retirada de todas as placas actuais, independentemente do seu valor histórico, ora isso poderá ser um atentado à história da Guarda.
Nota 2: Outro atentado é retirar da toponímia da cidade os nomes primitivos, colocando apenas os actuais. Muita história se irá perder. Quem se lembrará, daqui a uns anos, que existia um largo dos correios, um largo do cinema ou um largo das camionetas, entre muitos outros?