Se os “Institutos Politécnicos” passam
a ser designados por “Universidades Politécnica” as “Escolas Profissionais” vão
designar-se por “Escolas Profissionais Politécnicas” com direito a formar licenciados?
Perante a oferta e a procura da formação ministrada no IPG, a atitude mais sensata era mesmo o encerramento. Basta ver as notas dos candidatos para se perceber que quem vem cá tirar um curso só vem porque não conseguiu entrar em mais lado nenhum.
A diferença é simples: uma Universidade Politécnica resulta de décadas de investimento em qualidade, investigação, docentes doutorados e avaliação externa. Não é uma mudança cosmética. Comparar isso a uma Escola Profissional passar a dar licenciaturas é comparar realidades que nada têm em comum. É preciso ter conhecimento do que se fala. Uma escola não é só feita de alunos.
1323 Uma especulação teórica pode incomodar. Uma escola profissional, assim como o ensino secundário, tem licenciados, mestrados e doutorados. As escolas profissionais, algumas, já fazem investigação e até costumam mostrar nas televisões e há empresas que aproveitam o que faze,. Os alunos deveriam ser o mais importante e por isso há doutores que o mais importante são os doutores e continuam a debitar ciência como se fossem papagaios. Ainda há disto A Oliveira
É verdade que a atual Universidade Politécnica da Guarda não ocupa os melhores rankings, mas a nossa função em vez de criticar será ajudar a crescer e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e assim da notoriedade da instituição e da região.. Assim, vamos lá gente da Guarda, apresentem 3 propostas que ajudem a atual liderança da UPG para que num futuro próximo tenhamos mais alunos e melhor reputação. Aqui vão as minhas: Contratar por meritocracia, não Boys & girls, aumentar a praticidade dos cursos, reduzir a % de professores em regime de exclusividade para menos de 50%, desta forma teríamos professores com o saber da teoria e do saber fazer e com experiência prática.
Perante a oferta e a procura da formação ministrada no IPG, a atitude mais sensata era mesmo o encerramento. Basta ver as notas dos candidatos para se perceber que quem vem cá tirar um curso só vem porque não conseguiu entrar em mais lado nenhum.
ResponderEliminarA diferença é simples: uma Universidade Politécnica resulta de décadas de investimento em qualidade, investigação, docentes doutorados e avaliação externa. Não é uma mudança cosmética. Comparar isso a uma Escola Profissional passar a dar licenciaturas é comparar realidades que nada têm em comum. É preciso ter conhecimento do que se fala. Uma escola não é só feita de alunos.
ResponderEliminar1323
EliminarUma especulação teórica pode incomodar. Uma escola profissional, assim como o ensino secundário, tem licenciados, mestrados e doutorados. As escolas profissionais, algumas, já fazem investigação e até costumam mostrar nas televisões e há empresas que aproveitam o que faze,. Os alunos deveriam ser o mais importante e por isso há doutores que o mais importante são os doutores e continuam a debitar ciência como se fossem papagaios. Ainda há disto
A Oliveira
O politécnico é uma mentira montada para enganar os jovens.
ResponderEliminarÉ verdade que a atual Universidade Politécnica da Guarda não ocupa os melhores rankings, mas a nossa função em vez de criticar será ajudar a crescer e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e assim da notoriedade da instituição e da região.. Assim, vamos lá gente da Guarda, apresentem 3 propostas que ajudem a atual liderança da UPG para que num futuro próximo tenhamos mais alunos e melhor reputação. Aqui vão as minhas: Contratar por meritocracia, não Boys & girls, aumentar a praticidade dos cursos, reduzir a % de professores em regime de exclusividade para menos de 50%, desta forma teríamos professores com o saber da teoria e do saber fazer e com experiência prática.
ResponderEliminarOff topic Dois dias de festival da Cestaria e o Presidente não apareceu! Será que se chateou? Nos concursos da Apal voltaram as provas com 20 valores.
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