Indiana Apal – Em busca da rotura perdida

Os investigadores da APAL andam
pela vila procurando roturas de água.
A pressão nas torneiras varia
conforme as horas dia.
É provável, passado o mês de
agosto, os os turistas e residentes ocasionais foram à sua vida, as coisas
melhoraram, diminuiu o consumo.
A investigação continua, as festas
também.
E na escolha do investimento, ou
despesa, entre a água e as festas, a escolha de muitas câmaras tem sido comum:
As festas são prioritárias. Movimenta a economia, os bairros sobem ao centro e
divertem-se. As tascas podem substituir a água.
Boa sorte na investigação.
E o investimento na leitura de
jornais? Isso é lá com os outros, de Lisboa, esses é que sabem. Aqui, os
jornais diários chegavam por volta das 10 horas, agora, com o novo subsídio à
distribuição, já chega ao meio-dia, é preciso poupar nas rotas.
As vendas estão a baixar e não
tarda muito que nem cheguem. E depois aparecem os políticos todos a
queixarem-se que Lisboa abandonou o interior. O desprezo pela informação sempre
foi a praia de muitos políticos. Acabem com ela que temos os Facebook pessoais
onde informamos o que deve saber, o resto são cantigas.
Cantemos, então
Hoje estive na praça velha. Um local abandonado, excelente cenário para fazer filmes de terror. Podem aproveitar essa vertente,: coboiadas no natal, ano novo e carnaval e terror o resto do ano. Vão por mim. Também podem apostar no negócio da prostituição a noite. A guarda no bom caminho.
ResponderEliminarQuantos exemplares vendem por mês os jornais regionais?
ResponderEliminarQuantos assinantes têm?
Quanto recebem, directa ou indirectamente, do orçamento municipal?
Para que servem? Para ser a voz do "dono"???
É poucochinho!