quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Indiana Apal – Em busca da rotura perdida


Os investigadores da APAL andam pela vila procurando roturas de água.
A pressão nas torneiras varia conforme as horas dia.
É provável, passado o mês de agosto, os os turistas e residentes ocasionais foram à sua vida, as coisas melhoraram, diminuiu o consumo.
A investigação continua, as festas também.
E na escolha do investimento, ou despesa, entre a água e as festas, a escolha de muitas câmaras tem sido comum: As festas são prioritárias. Movimenta a economia, os bairros sobem ao centro e divertem-se. As tascas podem substituir a água.
Boa sorte na investigação.
 
E o investimento na leitura de jornais? Isso é lá com os outros, de Lisboa, esses é que sabem. Aqui, os jornais diários chegavam por volta das 10 horas, agora, com o novo subsídio à distribuição, já chega ao meio-dia, é preciso poupar nas rotas.
As vendas estão a baixar e não tarda muito que nem cheguem. E depois aparecem os políticos todos a queixarem-se que Lisboa abandonou o interior. O desprezo pela informação sempre foi a praia de muitos políticos. Acabem com ela que temos os Facebook pessoais onde informamos o que deve saber, o resto são cantigas.
Cantemos, então

2 comentários:

  1. Hoje estive na praça velha. Um local abandonado, excelente cenário para fazer filmes de terror. Podem aproveitar essa vertente,: coboiadas no natal, ano novo e carnaval e terror o resto do ano. Vão por mim. Também podem apostar no negócio da prostituição a noite. A guarda no bom caminho.

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  2. Quantos exemplares vendem por mês os jornais regionais?

    Quantos assinantes têm?

    Quanto recebem, directa ou indirectamente, do orçamento municipal?

    Para que servem? Para ser a voz do "dono"???

    É poucochinho!

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