domingo, 27 de setembro de 2026

E com o poder absoluto veio a censura

Que se passa na Guarda? O PPM terá saudades da monarquia absoluta?
Três casos muito, muito resumidos e só para lembrar que existem e pode ser um princípio.
1 – “Câmara da Guarda cancela publicação do livro sobre os 50 anos do poder local que teve o contributo de 50 personalidades”. Já estava pronto para impressão. Quem deu a ordem para cancelar? Porquê? (Talvez volte aí tema)
2 – Caros alunos, caros pais e encarregados de educação, e demais interessados: “Projeto De Teatro Na Escola” foi cancelado porque a câmara não tem verbas para 2027. Entrou em insolvência cultural, agora e para o futuro.
3 – Texto da “Morte do Galo” foi à censura por dever contratual. (E não digo mais)
 
E será que o Museu está a ser abalado por mais um terramoto, um maremoto ou costamoto?
(Redes sociais ativas- Obrigado “Todas as Beiras”)

57 comentários:

  1. Para não variar, só a JSD é que se lembrou de atempadamente abordar este tema

    https://www.facebook.com/reel/1099162142475135

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  2. Os miúdos da JSD rapidamente fizeram um vídeo inteligentemente arrasador, como se esperava, acompanhado por um comunicado que diz coisas acertadamente sérias, como também se esperava.

    Destaco este trecho:
    A censura raramente se apresenta como censura. Os censores nunca anunciam que censuraram. Escudar-se-ão em «constrangimentos financeiros», numa «redefinição da estratégia editorial», em «novas prioridades culturais», em «razões de oportunidade» ou num qualquer «equívoco de comunicação». Talvez, se a polémica crescer, recuem, acabem por publicar o livro e encontrem alguém, suficientemente abaixo na hierarquia, a quem atribuir as culpas, dizendo que «a obra não estava completa». Provavelmente ainda sairá daqui mais «um inquérito rigoroso para apurar responsabilidades»…

    E o que disse, algum tempo depois, o Município:
    - A Câmara Municipal insistiu na conclusão da obra
    - A versão atual ainda não inclui o testemunho escrito de protagonistas essenciais desta história.
    - A Câmara Municipal lamenta que uma obra desta importância tenha padecido de alguns mal-entendidos que serão rapidamente esclarecidos.

    A JSD acertou nas desculpas:
    - a obra não está completa
    - houve um problema de comunicação
    - sai um inquérito para culpar alguém

    Gosto também desta parte do comunicado da JSD:
    Um livro com 50 contributos solicitados, recebidos, revistos e já paginados não é cancelado nesta fase por uma simples alteração de agenda. Quando o poder político trava uma publicação depois de conhecer o seu conteúdo, somos livres de pensar que o fez por não gostar do que leu, por se sentir incomodado com algumas opiniões ou por não conseguir conviver com a pluralidade.
    Isso tem um nome: censura.

    Nem é preciso fazer verificação de factos. Todos percebemos que foi isto que se passou.

    É obrigatório ver o vídeo da JSD aqui: https://www.facebook.com/reel/1099162142475135

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  3. O coordenador do Museu bateu com a porta e enviou a cada um dos 50 autores o seguinte email:

    «Fui informado na passada terça-feira de que o livro que se encontrava em preparação e que, como alguns dos 50 colaboradores puderam já verificar, se encontrava inclusivamente paginado, foi superiormente cancelado.

    Compreendo perfeitamente a legítima expectativa criada junto de todos aqueles que aceitaram colaborar neste projeto e lamento profundamente que o mesmo não venha a concretizar-se.

    Perante esta situação, cabe-me apresentar as minhas sinceras desculpas a todos aqueles que contactei, em nome do Município, pelo transtorno e pela eventual frustração que o cancelamento desta publicação possa causar, bem como agradecer a confiança que depositaram no projeto e a disponibilidade que demonstraram para nele participar.

    Naturalmente, ficam inteiramente livres para dar outro destino aos textos e às obras gráficas que disponibilizaram, podendo integrá-los, se assim o entenderem, noutros projetos editoriais.

    Lamento igualmente que esta decisão tenha colocado em causa a credibilidade e a confiança associadas ao meu compromisso enquanto mediador e organizador desta publicação.

    Quero, contudo, deixar claro que o cancelamento do projeto me é completamente alheio e que dele apenas tomei conhecimento quando a decisão já havia sido tomada.

    Em face do exposto, reitero as minhas desculpas pelo incómodo, pela desilusão e pelos constrangimentos que esta situação possa ter causado, lamentando sinceramente não poder dar continuidade a um projeto no qual todos depositámos tempo, disponibilidade e confiança.»

    Os autores receberam as comunicações entre Quarta-feira e Quinta-feira.

    A Câmara só reagiu depois de o Todas as Beiras e a JSD terem falado do assunto este Domingo. Confiavam em que o assunto continuasse "no recato".

    As explicações apressadas da Câmara são uma ofensa à inteligência das pessoas.

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    1. O comunicado da Câmara é ChatGPT.
      Não se sabe por isso o que na realidade a Câmara pensa.
      Isto é mais um sinal do descontrolo em que vive Sérgio Costa.
      Fez escolhas incompetentes e não tem ninguém ao lado que lhe diga que está a ir por mau caminho.
      Vendem-lhe ideias milagrosas na mira de calar todos, e isto vai ser a desgraça dele.
      Em breve saber-se-á de outra decisão/negociação que é de bradar aos céus e será o princípio do fim.
      Já não se percebe que Sérgio Costa é este. Parece alguém perdido.
      Vive numa ilusão criada pela muralha de bajuladores que veem ali ganho facil

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    2. 2052
      Como tudo o que tem feito. O discurso do Sérgio na Costa na assinatura do contrato do Hotel Turismo também foi todo feito pelo ChatGPT

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    3. “Fica sempre bem sairmos pelo próprio pé do que sermos mandados” E assim “fui eu que sai” (não me mandaram)

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  4. Acreditem que não sei exatamente o que se está a passar com essa história livro e como tal acho que não devo comentar. Conheço muito bem o Thierry: um cavalheiro, alguém que recebeu uma boa forma ao cultural e cívica em França. Professor universitário na universidade da madeira nestas áreas culturais, trocou essa carreira académica pelo museu da Guarda. Cavalheiro, educado a guarda deveria ter orgulho no Thierry, pelo seu trabalho e dedicação. Em contrapartida o Sérgio costa mais virado para a cultura do copo de vinho e entremeada, defende os valores do 25 de abril com as peças do saraiva arquiteto a preços sempre superiores aos 100000 euros. Estás duas visões de cultura não podem conviver. A melhor pessoa para o museu é o arquiteto saraiva. Quem perde é a guarda quem ganha votos é o SC. Grande abraço amigo Thierry. Acredite que está desautoriza ao boçal, só o valoriza. Obrigado pelo trabalho desenvolvido.

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  5. Não há problema.
    O videirinho trata também do livro e garantirá que será outrossim uma obrazinha bem comportadinha.

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  6. E a vereadora da Cultura, existe?

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    1. Nem vereadora nem chefe de divisão nem cultura

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  7. Precisava de consultar atas da Assembleia Municipal da Guarda relativas aos anos de 2023 e 2024 e, por azar, elas não estão lá. Entre 5 de Março de 2021 e 27 de janeiro de 2025 não há nada. Porquê?
    Elas contêm algo que merece censura? Os cidadãos não têm direito a todas as atas?
    Não houve assembleias? Ninguém fez a ata? Houve algum tipo de apagão?
    Preguiça de as colocar?
    Alguém as levou para casa? Para esconder? Queimar? Emoldurar?
    Querem impedir os munícipes de aceder a uma informação a que têm direito e deveria estar disponível?
    Esta Guarda já foi.
    Ninguém sente vergonha? Ou sentem orgulho?

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  8. O Thierry estudou na Guarda fez estudos e formação superior em França sempre na área da cultura. Foi professor na universidade da madeira e o amor a Guarda, trouxe o de novo para a sua cidade. Estava a desenvolver um trabalho excelente no museu. Conheço os dois e posso mesmo dizer que o Thierry nada fica a dever ao Américo Rodrigues. Decididamente os políticos na Guarda não se dão com os talentos. Grande abraço Thierry. A última vez que tínhamos falado foi na exposição do Jerónimo brigas. Um outro guardense que você soube muito bem homenagear

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  9. Conheço o Thierry desde a nossa juventude, nos anos 80. Primeiro na secundária de Trancoso e já depois no liceu da Guarda, onde estudamos juntos. Recordo a elevada educação e respeito pelos outros. Já naquela altura era sempre pela verdade e amigo do amigo. Lembro as nossas tertúlias culturais na Guarda. No Monteneve, no Mondego, na Madrilena, no Centro Cultural. Que saudades meu amigo! Quando voltar à Guarda tomamos um café. Um abraço Thierry.

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  10. Como é possível que um indivíduo com o voto popular se julgue legitimado para desrespeitar tudo e todos e passar sobre toda a folha.? Lamentavelmente não temos oposição séria e honesta. O PSD, é como ente e nada diz. Só tem tempo para criticar os seus vereadores. O chega tem votos mas na Guarda não tem quadros e massa cinzenta para organizar oposição. Resta nos o PS, que dividido pelos interesses não faz oposição. Salva se a Diana que com os poucos meios vai fazendo oposição. A guarda está a pedir um levantamento popular, uma revolta de cidadania.

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  11. Conhecer a lista de autores do livro ajuda a perceber a decisão de cancelamento.

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  12. Habituem-se - é a vida! foram avisados ou não quiseram ver os sinais. Ps: apoiante de Joao Prata

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  13. O presidente da Câmara não gostou do que leu, especialmente de 6 dos 50 autores, mas muito concretamente de 2.

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    1. Quem são os 2? Um jornalista e um eleito local? E quem são os outros 4?

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    2. Ui! Mas quem é o jornalista e quem é o eleito local?? O que escreveram que tanto enfureceu o censor?

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  14. Oliveira, foi um dos 50 sortudos? Se fosse eu mandar o sr também seria autor de um texto. Longa vida a si que não censura ninguém neste blog

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    1. Censurar censura, mas está no seu direito, pois o blog é seu e censura o que não lhe agrada e quem não gosta.

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    2. 1855
      Pois é isso mesmo. O blog é meu, é com o meu tempo e com o meu dinheiro e censuro anónimos e seguir deduza o que quiser. O chefe não vai saber quem é este anónimo.
      A Oliveira

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  15. Isto sim é jornalismo. Parabéns ao Todas as Beiras. Os outros estão mais preocupados em empandeirar o envidraçado portanto mais vale estarem caladinhos. O que seria desta terra se não tivesse um Gustavo Brás.

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  16. fui ver o que se dizia na altitude

    Ouça o noticiário desta segunda-feira, 28 de fevereiro
    O Presidente da Federação Portuguesa de Atletismo recebeu na sede da instituição, em Lisboa, o Vereador do Desporto da Câmara da Guarda, Rui Melo, para dar seguimento a uma ambição antiga, a construção de um Centro Desportivo de Alto Rendimento na cidade guardense. O dirigente fala também na importância da recuperação da pista de atletismo do Estádio Municipal.A Ministra da Cultura, Juventude e Desporto anunciou, esta semana, no 5.º Fórum Cultura, que decorreu no Museu do Côa, a criação da “Rede Portuguesa Saber Fazer”, um novo impulso na cooperação e articulação institucional e territorial destinada à salvaguarda, transmissão, valorização e desenvolvimento sustentável das artes e ofícios tradicionais.O Governo aprovou a criação de uma Linha de Crédito (com bonificação até 75%) no valor global de 110 milhões de euros destinado a reforçar a liquidez das cooperativas e empresas do setor vitivinícola. A medida pretende assegurar que os produtores recebam atempadamente os valores relativos à entrega de uvas das campanhas de 2025 e 2026, permitindo simultaneamente a reestruturação de financiamentos anteriormente contraídos para a campanha de 2024. A menor procura de vinho nos mercados nacional e internacional tem contribuído para o aumento das existências em armazém e para uma maior pressão financeira sobre cooperativas e adegas.


    no pasa nada

    até os garotos do liceu faziam melhor com a rádio ou com o blog de expressão. quanta miséria.

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  17. Com SC ninguém brinca.
    Se me desse todos os anos o dinheiro dos meus impostos seria um bom presidente.
    Se me devolvesse o dinheiro eu sempre o gastaria em algo útil.
    Ele gasta-o todo em inutilidades, fazer alguma coisa útil é contra os seus princípios
    Bem o que paga de vencimentos aos apaniguados sempre é útil para os próprios.
    Isto é o populismo elevado á máxima potência

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  18. Com autorização dos seus autores, podemos reunir as crônicas, encontrar uma editora e fazer a publicação. Se necessário for fazemos uma subscrição publica. Título da públicaçao : crônicas que o Sérgio costa censurou. Abraço

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  19. Só há duas estruturas políticas na Guarda: a concelhia da JSD e a concelhia do PS.

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    1. A concelhia do PS???? Onde???

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    2. O comentário da 1708 foi escrito por um “camarada” do PS que ainda não recuperou das eleições internas. Aproveitem a sorte de ter o quadro que têm à frente. Nem sabem a sorte que têm

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  20. https://www.facebook.com/covilhamunicipio/posts/pfbid02paQskRzYxt5N3PY28tbDZMB9qcxR2TZG4pEwAbQ5H7W6xYbjm2LzAXi47Mbjgv8l

    Carlos Condesso e Rui Ventura na comissão de honra da candidatura da Covilhã a Capital Portuguesa da Cultura 2028

    Que grande corneto na testa de Sérgio Costa

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  21. https://www.cm-covilha.pt/?cix=noticia179824

    Carlos Condesso e Rui Ventura na Comissão de Honra da Covilhã. Agora já não é engano.

    Por cá, a Câmara anda entretida a censurar livros.

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  22. Tem razão um comentário algures por aqui.
    Sérgio Costa já está em fase de descontrolo e ausência.
    Faltou à reunião de Câmara que se adivinhava quente.

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    1. Continua em passeio pelos países do ártico

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    2. Mas agora no ártico do continente prometido.

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  23. Há que dizer as coisas sem rodriguinhos. A história do cancelamento do livro, assim como o Teatro na Escola que não se faz, assim como um contrato que deixou ir a cláusula da validação prévia do texto e tantas outras situações, algumas cómicas, mas todas trágicas, confluem num mesmo diagnóstico: a desordem, o caos, a falta de coordenação e de respostas, numa palavra a incompetência que se instalou no topo da divisão da cultura. Não podemos continuar a fingir ou a ter pena. Isto é o que se passa, e não foi por falta de aviso. Foi preciso chegarem ao caso do livro cancelado para finalmente tirarem a cabeça da areia? Se tivesse havido acompanhamento da edição, se tivesse havido coordenação, se tivesse havido um mínimo de interesse ou conhecimento, todas as questões relacionadas com o livro teriam sido colocadas, revistas e resolvidas em devido tempo. Só que não. Em nada, em área nenhuma à responsabilidade de uma pessoa inapta. Agora vão pedir responsabilidades a quem é competente e tem trabalho que fala por si. E a incompetência é premiada com três chefias menores para trabalharem por ela. Foram rápidos a fazer uma alteração orgânica para mascarar o caos. São lerdos a perceber que o problema é só um. Até quando? Quantos mais problemas graves como o cancelamento de um livro vão ter de acontecer?

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    1. O mais realista e assertivo diagnóstico acerca do que se está a passar.
      Sérgio Costa não vê ou é obrigado a fingir que não vê?
      O que o compromete?

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    2. O comentário das 20:12 podia ter sido escrito (e se calhar foi) por qualquer elemento do executivo, por qualquer eleito PG ou por qualquer dos mentores. Já muitos disseram isso e muito pior nas costas da visada, porque reconhecem o problema e sabem que as áreas que lhe entregaram estão em desmantelamento por todas as razões referidas. Mas pela frente nada fazem e nada dizem (até dizem o contrário) por duas razões: porque Sérgio Costa nunca se engana e raramente tem dúvidas; e porque não querem contribuir para que a agora vereadora da oposição Alexandra suba mais degraus no pódio. É só isto. Nunca haverá mudanças e se os problemas se agravarem faz-se outra alteração ao quadro e em vez de três nomeia-se uma dúzia de chefes menores, subchefes, ajudantes de chefe, pró chefes ou contrachefes, até que a desorganização fique minimamente mascarada. Repararam que a legião de dependentes/defensores/inquisidores nas redes sociais esteve em completo silêncio sobre este assunto do cancelamento do livro. Porquê? Precisamente porque um deles podia ter escrito o comentário acima, e porque todos já o pensaram.

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    3. Tudo dito com clareza e como realmente é.
      Gostei da imagem da legião de chefes auxiliares para disfarçar a inaptidão da chefe principal.
      Faz lembrar aqueles cantores sem voz que enchem o palco de coristas e instrumentistas para se sobrepor à falta de jeito para cantar.
      Nunca vão admitir que o espetáculo é de má qualidade.
      Por falar em palcos, a última vez em que o PG teve alguém do meio artístico, ao menos essa soube sair pelo próprio pé e a tempo de prosseguir com uma profissão.

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    4. Transfira-a para a Antártida (alguém aqui confundiu com Ártico, deve ter sido um PG invejoso que não sabe geografia)

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  24. Sérgio, podias ter censurado as cartas do Condesso e do Ventura a apoiar a Covilhã

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  25. A Diana obrigou o vereador Monteirinho a mostrar trabalho e a provar que está ali para fazer oposição.
    Homem obediente.

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    1. Realmente, com aquela percentagem de votos, vai ser uma oposição fortíssima!

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    2. E nas próximas ainda vai ser pior

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  26. Já enquanto vereador o atual presidente manifestava um profundo desprezo por tudo o que tinha a ver com cultura.
    Na altura o campeonato dele era tentar enrolar os parceiros de executivo no sentido de levar o máximo de dinheiro para estragar nas obrinhas dele.
    As obras eram insignificantes mas eram caras.

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  27. Amanhã acaba o prazo para a gratuitidade do registo Bupi.
    Parece que há concelhos que já anunciaram a prorrogação desse prazo, mas, na Guarda, nada foi anunciado, pelo que deduzoi que Sérgio Costa se prepara para começar a faturar, para poder gastar à farta em comezainas bem regadas, em festivais do vinho, gincanas, comprar casas a quem importa manter manso e alinhado, fazer os habituais ajustes diretos, adjudicações, para pagar os salários a quem empregou na Câmara, na APAL, pagando os votos e outros serviços.
    Se a Câmara esteve dois meses sem computadores, o mínimo a fazer é dar uma prorrogação, por igual período de tempo, do prazo para o Bupi.
    Veremos se existe alguma centelha de nobreza em quem se juntou ao PPM e de respeito pelos munícipes, agricultores e proprietários.

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    1. O BUPi é Nacional e já está Prorrogado.
      Dizer que o Presidente da Câmara "se prepara para faturar" à custa do BUPi revela desconhecimento ou pura má-fé política. A gratuitidade do registo do BUPi não é decidida na Guarda nem em concelho nenhum; é regulada pelo Governo central. De resto, o Decreto-Lei n.º 87/2026 já estendeu oficialmente o prazo de gratuitidade dos atos do BUPi, de forma geral, até 30 de setembro de 2026. Não há "faturação" municipal em curso porque a lei protege os proprietários, independentemente de anúncios locais. O Investimento no Concelho não é "Comezaina".
      Rotular festivais de vinho, gincanas e eventos culturais como "comezainas bem regadas" é o clássico discurso populista que ataca a economia local para fazer ruído político. Esses eventos não servem o "interesse pessoal" do autarca; servem os agricultores, os produtores locais, a hotelaria e o comércio da Guarda, injetando dinamismo num concelho que precisa de atração turística. Confundir orçamentos de promoção territorial com despesismo pessoal é desonestidade intelectual. O Ajuste Direto e as Contratações são Instrumentos Legais.
      A acusação generalizada de "ajustes diretos para pagar votos" ignora as regras estritas da contratação pública vigentes em Portugal. Os ajustes diretos e as adjudicações são ferramentas legais que garantem a rapidez administrativa que a Guarda exige. Insinuar que o emprego público na Câmara ou na APAL constitui "compra de favores" é insultar os trabalhadores municipais e os técnicos que asseguram o funcionamento diário das instituições da nossa terra. Ataques à Coligação são Frustração Eleitoral.
      O ataque direto à coligação (composta pelo movimento independente, PPM e outros parceiros) não passa de ressentimento político. Quem se candidata e governa ao abrigo de uma coligação democrática, validada pelo voto maioritário dos munícipes da Guarda, merece respeito institucional. Tentar colar a "falta de nobreza" a uma paragem técnica de computadores, um imprevisto logístico infeliz e que é transversal a qualquer organização moderna,?é oportunismo político de quem não tem propostas sérias e prefere viver do bota-abaixo.

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    2. afinal compensa pagar a mensalidade do chat-gpt,

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    3. 23:22

      Oportunismo político é aproveitar-se o facto de se ter sido eleito para adotar atitudes ditatoriais, censurar o que não agrada, não contribui para a narrativa ou pode destruí-la, e afirmar que comum munícipe que nunca fez parte de nenhum partido nem se apresentou a eleições é oportunista políotico. Vocês é que não perdem uma oportunidade para expelirem o vosso fel. Pensam que toda a gente que aqui escreve tem motivações políticas? Vocês reduzem tudo a isso? Há vida para além da política, embora os políticos gostassem que toda a vida dependesse da política, especialmente da sua política.
      Feliz, ou infelizmente, há quem já tenha vivido tempo suficiente e tenha a independência necessária para reconhecer as tretas e as razões por detrás de uma tão urgente resposta a uma opinião que é igual à de muitos munícipes que vêm a Guarda cada vez mais no abismo e uma coutada de pessoas com tiques de autoritarismo, decisões erradas, contra o interesse municipal e contra a ética republicana e democrática. Não podemos andar a dormir nem ser anjinhos ou crianças que acreditam no Pai Natal.

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    4. 23:22

      Os munícipes não tiveram culpa do apagão ou ataque informático, portanto o prazo deverá ser prorrogado pelo mesmo período de tempo que o serviço não existiu, é da mais elementar justiça e compreensão, isto para quem pensa democraticamente e no bem dos concidadãos.
      A câmara não teve culpa do ataque informático? Se não teve, pelo menos, poderia ter uma proteção adequada, mas, se investisse numa proteção forte do seu sistema informático, não faltaria para as comezainas, festivais etílicos, entremeadas, concertinas, tendas, ajustes diretos, consultas prévias, adjudicações... e para os salários de vendedores de votos, que entraram para os centro de emprego municipais?

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    5. 23:22

      Do boa-abaixo vivem vocês: bota abaixo mais um copo, uma sardinha, uma entremeada; bota abaixo alguém para arranjar um lugar para o amigo ou compadre.

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    6. O apagao informático foi só uma desculpa mal amanhada
      A oposição continua distraída

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  28. Musica, estaria certo se os abnegados novos trabalhadores que entram, por mera casualidade, não tivessem todos participado no circo que foi a campanha.
    Ajustes diretos para quê e a quem?
    Deveriam ser investigados, tudo vai dar ao circo.
    É parecido em todas as câmaras, mas nesta é um abuso.
    Os festivais todos vão dar a vinho e carne de porco.
    Obras a sério não há.
    Vai haver a avenida, um abuso de carestia e também cheira a circo.

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  29. Obrigado Shatgpt! Falas bem mas não convences.

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  30. Os ajustes têm previsão legal não como regra mas como exceção.
    Os ajustes demonstram a falta de planeamento ou outra coisa mais grave.

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