E.M. Guarda Viva

É a discussão do momento: A aprovação
dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação.
O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal?
O resumo da noticia “Todas as
Beiras”
“Foram aprovadas esta tarde, por
maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho
de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal
“Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”.
O documento mereceu a abstenção do
vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação,
não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso
conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e
vice-presidente do município.”
E quem são os eleitos?
Presidente do conselho de
administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do
município.
1º vogal é proposto António
Fernandes, actual vice-presidente da autarquia
2º vogal Luciano Calheiros,
professor e ex-deputado municipal do PSD.
Presidência da mesa da assembleia
geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda
Secretários Orlando Faísca,
presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano.
Segundo se sabe dos estatutos os
cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos
poderão ter senhos de presença.
Haverá próximo capítulo?
É a discussão do momento porque decorre no Sol da Guarda, que é o que conta.
ResponderEliminarEm mais lado nenhum ou meio de comunicação social.
Pobre a atávica cidade.
Ainda há muitos à espera de um tacho (mais um, ou dois, ou três... alguns são um poço sem fundo), por isso há que criar empresas e mais empresas porque a Câmara e a APAL já rebentam pelas costuras e quantos mais centros de emprego tiverem, mais votos amigos compram. Há que queimar dinheiro, alguém terá de o pagar!
ResponderEliminarUma recomendação rápida a Sérgio Costa e sus muchachos:
ResponderEliminarReponham o quanto antes a página da Câmara com todas as atas e deliberações disponíveis.
Com tanto que se diz e escreve e com tanto caso e casinho potencial, a existência desses e doutros documentos (obrigatórios) permitirá a qualquer investigador consultar como o senhor diz no recato.
Se começa a haver suspeitas sem fornecerem forma de verificação de quem disse e votou o quê, qualquer dia só há uma forma de a PJ, o MP, as Inspeção de Finanças ou a Procuradoria Europeia ter acesso aos documentos, quer interessem quer não: a velha e muito ruidosa busca policial às instalações.
Ponha lá a página a bombar com tudo o que tinha online (contas, documentos, atas, deliberações, eleitos locais, etc, etc) antes que tenha um aborrecimento.
Quem avisa amigo é.
Muito bem observado.
EliminarO ataque informático que ocorreu no preciso dia das buscas da PJ à Câmara por causa de contratos tem sido desculpa para toda a opacidade.
Estão a dar muito nas vistas, é o que parece.