terça-feira, 12 de maio de 2026

E.M. Guarda Viva

É a discussão do momento: A aprovação dos corpos gerentes da “Guarda Viva” O que se discute? A legalidade da votação. O executivo votou nos seus próprios nomes. Legal? Ilegal?
O resumo da noticia “Todas as Beiras”
“Foram aprovadas esta tarde, por maioria, com a abstenção da oposição, as propostas de constituição do conselho de administração (CA) e da mesa da assembleia geral (AG) da empresa municipal “Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A.”.
O documento mereceu a abstenção do vereador do PS, e da coligação PSD/CDS/IL. Uma vereadora da mesma coligação, não votou estas propostas por ser funcionária da autarquia, havendo por isso conflito de interesses, dado constarem daqueles órgãos sociais o presidente e vice-presidente do município.”
E quem são os eleitos?
Presidente do conselho de administração surge o nome de Sérgio Costa, que é também o presidente do município.
1º vogal é proposto António Fernandes, actual vice-presidente da autarquia
2º vogal Luciano Calheiros, professor e ex-deputado municipal do PSD.
Presidência da mesa da assembleia geral é proposto Luís Couto, director do Estabelecimento Prisional da Guarda
Secretários Orlando Faísca, presidente do Nerga, e João Logrado, administrador da Olano.
Segundo se sabe dos estatutos os cargos da administração poderão ser remunerados enquanto os outros cargos poderão ter senhos de presença.
Haverá próximo capítulo?

4 comentários:

  1. É a discussão do momento porque decorre no Sol da Guarda, que é o que conta.
    Em mais lado nenhum ou meio de comunicação social.
    Pobre a atávica cidade.

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  2. Ainda há muitos à espera de um tacho (mais um, ou dois, ou três... alguns são um poço sem fundo), por isso há que criar empresas e mais empresas porque a Câmara e a APAL já rebentam pelas costuras e quantos mais centros de emprego tiverem, mais votos amigos compram. Há que queimar dinheiro, alguém terá de o pagar!

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  3. Uma recomendação rápida a Sérgio Costa e sus muchachos:
    Reponham o quanto antes a página da Câmara com todas as atas e deliberações disponíveis.
    Com tanto que se diz e escreve e com tanto caso e casinho potencial, a existência desses e doutros documentos (obrigatórios) permitirá a qualquer investigador consultar como o senhor diz no recato.
    Se começa a haver suspeitas sem fornecerem forma de verificação de quem disse e votou o quê, qualquer dia só há uma forma de a PJ, o MP, as Inspeção de Finanças ou a Procuradoria Europeia ter acesso aos documentos, quer interessem quer não: a velha e muito ruidosa busca policial às instalações.
    Ponha lá a página a bombar com tudo o que tinha online (contas, documentos, atas, deliberações, eleitos locais, etc, etc) antes que tenha um aborrecimento.
    Quem avisa amigo é.

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    1. Muito bem observado.
      O ataque informático que ocorreu no preciso dia das buscas da PJ à Câmara por causa de contratos tem sido desculpa para toda a opacidade.
      Estão a dar muito nas vistas, é o que parece.

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