Montenegro junta-se a Barreiros
Se o dia 31 de julho é o melhor dia
para casar então agora há, mas um motivo a juntar ao entra agosto.
O primeiro-ministro decretou que o dia
31 de julho é também o dia nacional do vinho.
É um bom casamento: sexo e vinho.
Pode ser que alguma câmara
aproveite a ideia para fazer uma grande festa, dinamizando a economia local,
que se dedica aos eventos casamenteiros.
Também pode ser lançado um vinho
alusivo ao tema.
Oliveira, já limparam tudo o que se refere a concursos para dirigentes.
ResponderEliminarhttps://www.mun-guarda.pt/municipio/recursos-humanos/procedimentos-concursais/
Página em branco.
Apostamos que todos os concursos vão ser anulados?
Apagaram mesmo toda a informação, os concursos abertos, as listas de candidatos admitidos e excluídos, as actas dos júris...
EliminarOutro "ataque informático" ou alguém excluído berrou tanto que vão anular tudo?
Já foi colocado tudo online outra vez.
EliminarSol da Guarda, sempre!
Os candidatos não interessavam, apareceram pessoas que não era suposto e é dificil justificar que chefes de divisão sem nenhuma experiência na área fiquem á frente dos que têm a conhecimento e vasta experiência. Mas a questão prende se que os que abanaram a bandeira do PG é que têm de ganhar os concursos nao se trata de competencia trata se de pagar favores. Enfim... mais do mesmo
EliminarNão são só os licenciados dos politécnicos que são fracos olhem para isto
ResponderEliminarhttps://sapo.pt/artigo/igec-admite-anular-matriculas-de-52-alunos-da-universidade-fernando-pessoa
Outra bronca.
ResponderEliminarhttps://www.base.gov.pt/Base4/pt/detalhe/?type=contratos&id=15364469
A Câmara da Guarda paga 18.000 euros por dois meses de serviço aos rapazes da Covilhã para fazerem a candidatura da Guarda a Capital Portuguesa da Cultura.
Dois meses porque o prazo de apresentação da candidatura é Setembro e o contrato é do final de Julho.
Que empresa é esta, denominada INCIPIT - PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS, LDA?
Tem como fundador, sócio e gerente RUI MIGUEL PASCOAL ALMEIDA ESPINHO.
Qual o problema?
O problema é que este senhor parece jogar em dois tabuleiros, porque ao mesmo tempo que vende serviços para a candidatura da Guarda encontra-se a trabalhar já na candidatura rival da Covilhã.
À primeira vista não se nota, mas a IA dá uma ajuda:
«…………….
Quem é Rui Miguel Pascoal Almeida Espinho e qual a sua relação com as iniciativas culturais da Covilhã?
Rui Miguel Pascoal Almeida Espinho é um colaborador regular da ASTA Teatro, trabalhando diretamente com o diretor artístico Rui Pires em várias das suas criações artísticas na Covilhã.
A ligação entre ambos divide-se principalmente em dois eixos:
1. Colaboração Artística na ASTA
Rui Espinho desempenha funções técnicas e criativas de suporte às produções encenadas ou dirigidas por Rui Pires:
• Fotografia e Vídeo: É o responsável pelo registo visual e de vídeo em peças da companhia.
• Tradução: Colaborou na tradução de textos para espetáculos internacionais e coproduções da estrutura, como a peça Different Pulses.
2. Ligação Académica (UBI)
Ambos partilham o mesmo espaço profissional e docente na Universidade da Beira Interior (UBI):
• No Departamento de Letras da UBI, Rui Miguel Pascoal Almeida Espinho e Rui José Rolo Esteves Pires (nome completo de Rui Pires) exercem funções em paralelo como Assistentes Convidados.
• Esta proximidade académica reflete-se frequentemente nas coproduções regulares que a ASTA desenvolve.
A ASTA está a preparar a candidatura da Covilhã a Capital Nacional da Cultura?
Embora não como entidade organizadora oficial, a ASTA tem papel central de definiçãop artística.
O processo para a Covilhã se candidatar a Capital Portuguesa da Cultura em 2028 está a ser liderado de forma interna e oficial pelo executivo da Câmara Municipal da Covilhã, com os seus próprios serviços municipais.
Mas a ASTA está presente diretamente com esta ambição territorial através dos seguintes pontos:
• Base do Projeto Cultural: O dossiê de candidatura do município apoia-se fortemente no ecossistema cultural já existente. Como uma das estruturas profissionais mais ativas da região, a ASTA (e os seus festivais, como o Portas do Sol) funciona como um dos principais pilares de programação que justificam e dão força à candidatura da cidade.
• Processo Participativo: Embora a responsabilidade formal de submissão ao Ministério da Cultura caiba à autarquia, a ASTA e toda a sua equipa são parceiros estratégicos ativos no desenho e na execução das atividades planeadas para o concurso.
(continua no próximo comentário)
(continuação do comentário anterior)
ResponderEliminarSe o mesmo Rui Miguel Pascoal Almeida Espinho estiver envolvido em candidatura semelhante na Guarda?
O contrato público do Portal BASE (ID 15364469) confirma que Rui Miguel Pascoal Almeida Espinho está formalmente envolvido na candidatura da Guarda a Capital Portuguesa da Cultura 2028.
Isto levanta claramente um conflito de interesses regional: Sendo Rui Espinho um colaborador ativo da ASTA, um envolvimento simultâneo na candidatura rival da Guarda gera uma incompatibilidade institucional e artística óbvia.
Também significa que, enquanto a ASTA permanece ligada ao pulsar cultural da Covilhã e à candidatura daquela cidade, os seus colaboradores individuais operam de forma independente no mercado de consultoria e produção pública regional.
Isto pode ser motivo para ambas as Câmaras levantarem questões ou reverem os contratos?
Não necessariamente de um ponto de vista legal ou contratual direto, mas a situação pode levantar questões do ponto de vista político, estratégico e de confidencialidade de dados.
A nível municipal, a principal questão que pode ser levantada é a do potencial conflito de interesses na partilha de estratégias de candidatura. Cada município quer que a sua proposta seja a mais inovadora e surpreendente para o júri do Ministério da Cultura.
Para que qualquer uma das Câmaras Municipais decida rever ou avançar para uma rescisão de contrato, teria de se verificar uma destas situações:
• Cláusula de Exclusividade: Se o contrato da Guarda ou o vínculo à estrutura que apoia a Covilhã contiver explicitamente uma cláusula de exclusividade ou de não-concorrência para projetos idênticos.
• Quebra de Confidencialidade: Se for provado que dados sensíveis, ideias de programação originais ou estratégias exclusivas de um município foram transferidos ou replicados no projeto concorrente.
Em suma, embora não signifique uma ilegalidade automática, a presença do mesmo profissional técnico em dinâmicas de candidaturas rivais pode gerar desconforto institucional e escrutínio político acrescido para ambas as partes.
…………….»
É preciso dizer mais alguma coisa?
Mais um caso que vai dar que falar e que, como tantos, nasceu no Sol da Guarda.
Mas alguém acredita que o SC quer mesmo ganhar ou foi apenas um golpe palaciano para não o acusarem que a Guarda nem sequer concorreu?
EliminarCitando Andrea Taiyoo :O ego não tem essência,vive de aparências,precisa mostrar sempre que é importante,que tem valor,que é isso ou aquilo.
EliminarBronca mesmo.
ResponderEliminarAs amigas não há maneira de acertarem uma?
Isto é mau demais para ser verdade.
Somos ridicularizados naquilo em que tínhamos potencial próprio.
Deve ser o motorista de fim de semana que dá a estratégia. Tem connects na Serra e mais influência que os colegas vereadores
Eliminar20:54 refere-se ao que já chamam 5° vereador?
EliminarHá quem não saiba estar mas há quem critique nas costas e não seja capaz de chamar a atenção pela frente, assim se vê o espírito de equipa
Chamam-lhe outra coisa, na verdade...
Eliminarhttps://web.facebook.com/photo/?fbid=1531867845638135&set=pcb.1531868065638113
EliminarRealmente é preciso não ter noção...
Rescisão do contrato com efeitos imediatos.
ResponderEliminarÉ o mínimo.
Responsabilização de quem escolheu esta empresa sem verificar que estava a contratar um cavalo de troia.
Se não há capacidade para ir a jogo sem fazer tristes figuras, mais vale não ir.
Bastou a candidatura a Capital Europeia da Cultura que era mais da Covilhã do que da Guarda. O arquitecto coordenador e uma parte da equipa também vieram de lá.
Cometer o mesmo erro duas vezes não pode ser só azar, já cheira a esquema em que Sérgio Costa se deixou enredar mesmo falando tão mal da outra candidatura.
Quem lhe vendeu este prestador de serviços? Interesses instalados?
A Guarda precisa de respostas.
Que culpa tem o homem para agora lhe cancelarem o contrato? Viu no vazio uma oportunidade e aproveitou, faz pela vida.
EliminarO presidente agora só faz discursos de ChatGPT, incluindo aquele em que justificou a candidatura a capital da Cultura
ResponderEliminarPodia ter usado a mesma ferramenta para o efeito de serviço público que o anónimo das 19:37 nos ofereceu
Contrato mal explicado. Ou Sérgio Costa sabia ou prestador de serviços mentiu. Esclarecimentos são necessários.
ResponderEliminarDepois de se tornar numa Universisade a primeira medida é apostar no ensino profissional em Trancoso
ResponderEliminarhttps://www.altitude.fm/actualidade/universidade-politecnica-da-guarda-lanca-em-trancoso-primeiros-ctesp/
Assim não!!!
Isto é para dar umas horas aos professores das Escolas de Trancoso
Honestamente, ganham os comentadores que equiparam o politécnico a uma escola profissional
Nao sabe estar o politécnico
Andou mal a universidade,
Maus professores sem experiência profissional em instituiçoes de relevo
Faltam bons técnicos
Excelentes especialistas
Profissionais com brio
Mas não juntem tudo
Porque sai tudo mal
Esta foi uma triste figura
Dar tachos em Trancoso a professores locais, mal..mal como primeira iniciativa
O único Espinho que o grosso da população conhece é o Buba, e mesmo esse não ia salvar as Festas da Cidade.
ResponderEliminarA candidatura a Capital Portuguesa da Cultura provou que o planeamento é realizado a olhar para os pés, aos empurrões e fruto de "graças a Deus".
Nota sobre as festas da cidade.
Finalmente, depois dos erros de localização na Praça Velha, estacionamento do CC de transportes/mercado, o Parque Urbano do Rio Diz prova que tem a versatilidade suficiente para quase tudo e foi, de longe, a melhor intervenção urbanística das últimas décadas.
Só uma Praça da Liberdade bem pensada pode a prazo levar as festas novamente para o centro da cidade.
O pagamento dos valores dos concertos é adequada.
O valor "chave na mão" para produção, palcos, artistas..., que se encontra no portal base, com o cartaz que teve, não parece inflacionado.
O melhor das festas da cidade é que elas eram de 27 de julho a 2 de agosto, mas dia 2 de agosto já nem a roullote das farturas lá estava....
Eliminarhttps://www.facebook.com/photo?fbid=1521357153355871&set=pcb.1521357236689196
ResponderEliminarDa esquerda para a direita:
- o gestor do contrato, identificado no Portal Base como técnico do Gabinete de Participações Sociais da Câmara Municipal da Guarda
- a vereadora da Câmara Municipal da Guarda, a tentar convecer(-se) que domina o assunto
- os homens da Covilhã, que controlam o que se passa e ainda cobram 18.000 + IVA
Numa série de comentários acima aborda-se uma situação que é falada há meses nos corredores da Câmara mas que, como também se assinala, ninguém tem a coragem de resolver.
ResponderEliminarUm membro do executivo só pode utilizar carros de serviço para fins estritamente institucionais, e quando conduzidos por si ou por pessoa devidamente autorizada, necessariamente funcionário do município.
Os carros de serviço não podem ser utilizados para fins pessoais, como deslocações para casa, idas ao supermercado, etc. Isso configura a prática de crime de peculato de uso.
Os carros de serviço não podem ser conduzidos, mesmo em serviço, por pessoa alheia ao município, designadamente cônjuge ou familiar. A condução de veículos oficiais também viola a lei, além de exonerar as seguradoras de responsabilidades em caso de acidente.
Apenas em condições muito excecionais e súbitas, relacionadas com a saúde ou a segurança do titular, um cônjuge ou outro familiar pode conduzir a viatura. Mas nesses casos o município tem obrigatoriamente de emitir despacho de ratificação, devidamente fundamentado, que reconheça a excecionalidade da situação e abranja retroativamente o período em que a viagem ocorreu.
É ilegal a existência de eventual despacho de autorização para condução de veículo por não funcionário ou não eleito local.
Do mesmo modo, sempre que o eleito local se faça acompanhar de cônjuge ou familiar em deslocação oficial, a presença não pode gerar despesas extra para a autarquia (como faturas de hotel mais caras ou refeições pagas pelo erário público). Esta situação configurará também a prática de crime de peculato de uso.
São já várias as condenações, com perda de mandato, por situações semelhantes:
Eduardo Vítor Rodrigues (Vila Nova de Gaia). Perda de mandato pelo crime de peculato de uso devido à utilização particular e em proveito próprio de um veículo empresa municipal, que inclusivamente seria conduzido pela esposa.
Rui Ventura (Pinhel). Perda de mandato pelo crime de peculato de uso, utilizou o identificador da Via Verde de um veículo do município para realizar viagens de interesse estritamente pessoal.
António Correia Pinto (Matosinhos). Perda de mandato por peculato de uso, por ter utilizado enquanto vereador viaturas municipais para fins pessoais, fazendo-se transportar a si e outras pessoas, entre os quais familiares.
José António Jesus (Tondela). Idem, idem.
Narciso Mota (Pombal). Idem, idem.
Toda a gente fala de uma situação que estará a ocorrer por cá, mas ninguém parece interessado em resolvê-la. Pelo contrário, o padrão de divulgação das presenças (nomeadamente nas fotografias publicadas pelo município) evidencia uma estratégia de "fogo amigo" para queimar a pessoa eleita visada. Querem ver-se livres dela?
Fica aqui um aviso amigo sem aspas.
Se depois disto prosseguir a conduta, já é com ela. Será o próprio deslumbramento a queimá-la. Mas conte com perda de mandato efetiva e prisão suspensa nunca inferior a 3 anos, além de multas e reposição de dinheiro. Tem sido essa a receita nos casos citados. Quer apostar que algum "amigo" ou "amiga" já relatou o caso no portal das queixas anónimas ao MP? Na política não há amigos, como há um ano lhe explicou uma "amiga" no rufar dos bombos.
Eng. Oliveira, perceberá a premência de serviço público da publicação deste comentário.
.Desde 2013 que os carros do município sempre foram utilizados para fins particulares.
EliminarUma pessoa tinha uma viatura distribuída, até comprou outra igual, marca modelo e cor.
E identificar com fotos?
ResponderEliminar1405
EliminarÉ ilegal
A Oliveira