quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Salas de cinema: Ministra cria grupo de reflexão


 “Na sequência do fim da exibição de filmes em vários espaços, a ministra da Cultura, anunciou a criação de um grupo de trabalho para refletir sobre a exibição de cinema e o encerramento de salas no país.”
“Esse grupo de trabalho, que integra a IGAC e o ICA, compromete-se a "olhar para o histórico dos últimos três anos" sobre pedidos de desafetação e a tirar conclusões no primeiro trimestre deste ano.”
“A explicar este encerramento de salas não é alheio a quebra de público e de receitas. No ano passado, as salas de cinemas nacionais registaram 10,9 milhões de espectadores, uma quebra de 8,2% face a 2024, naquele que é o pior número desde 1996.”
“No que toca às receitas, o valor atingido no ano passado foi de 70,5 milhões de euros, uma redução de 3,9% em comparação a 2024.”
“A contrariar a tendência de quebra estão, curiosamente, as salas de cinema independentes que vivem um período de crescimento, com especial destaque para o Cinema Trindade, no Porto e o o Cinema Medeia Nimas, em Lisboa.  Este último registou mesmo, ano de 2025, 88.512 espectadores um crescimento de 31,5% face a 2024.”

10 comentários:

  1. Na Guarda é normal as pessoas não frequentarem as salas de cinema. Eu prefiro triatro dos grupos da Guarda. Sempre tivemos fama de sermos muito bons no triatro, com o Aquilo que tem.um.forte apoio do.municipio. Eu costumo assistir ao teatro em Pousade com a prata da casa. Com os de cá.

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    1. Há uma equipa na Guarda de triatlo (NDS), mas é uma modalidade que requer muita dedicação. Comece a treinar…

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  2. Exija muito de si e quase nada dos outros, assim evitará muitas decepções

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  3. um grupo de trabalho para refletir
    ok, depois digam qualquer coisa

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    1. O grupo de trabalho vai refletir(-se) num espelho e acham-se tão belos(as), magnificientes, etéreos... que ficarão embasbacados consigo próprios e não dirão nada ou, pelo menos, nada de jeito, tal como é timbre de todos os grupos de "trabalho", cheios de partidcracia e incompetência. Pelo menos, serão bem pagos, claro, ese será a principal função desses grupos de "trabalho", ou será emprego e tacho?

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  4. O que se passa é que ir ao cinema é coisa de classe média, famílias e jovens com rendimento disponível
    E a Guarda é uma terra tão pobre e envelhecida que as salas de cinema ficam vazias
    O teatro enche porque os bilhetes são dados mas espetáculos acima dos 7€ não são para os pés rapados

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  5. Mesmo nos fascistas anos sessenta, o velho cinema da Guarda estava quase sempre cheio porque havia muita gente, na Guarda e arredores.
    Como tem sido dada ao abandono e as pessoas não ganham dinheiro com tendas, festivais do vinho, gincanas e tantas outras formas de estoirar, sem criar emprego e riqueza, é natural que nem para o cinema haja dinheiro. Um estrondodo sinal da miséria cultural, económica e populacional em que vivemos, porque o investimento é feito sempre nos mesmos bolsos e não há forma de se criarem condições de oferta de trabalho, nem se quer a fabricar cerveja, com um município tão agradado do álcool e da festança oca e parola.

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  6. Claro, claro. Na Guarda a cultura só funciona quando vem com etiqueta “oferta”. Cinema é luxo burguês, coisa de classe média com rendimentos e pipocas. Teatro? Só enche porque os bilhetes são dados, senão ficavam todos a ver a novela. Espetáculos acima dos 7€ então já entram na categoria de investimento financeiro. Afinal, numa terra pobre e envelhecida, cultura paga é elitismo, cultura gratuita é serviço público. A oferta cultural da Guarda não é fraca… é mesmo dada.

    Companhia Nacional de Bailado
    Os Maias
    Teatro Municipal do Porto (12, 13 e 14 de fevereiro) - Bilhete 12 euros
    Teatro Municipal da Guarda (28 de março) - Bilhete de 7,5 a 10 euros

    O Barbeiro de Sevilha | Orquestra Filarmónica Portuguesa
    Europarque (7 fevereiro) - Bilhetes de 10 a 15 euros
    Teatro Municipal da Guarda (12 fevereiro) - Bilhetes de 7,5 a 10 euros

    Fantasia Sem Abrigo
    Uma Trilogia Cómico-Musical
    Tiago Mateus
    Teatro São Luiz (de 10 a 18 janeiro) - Bilhete de 12 a 15 euros
    Teatro Municipal da Guarda (28 fevereiro) - Bilhete de 7,5 a 10 euros

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    1. Pronto o que é importante é haver dinheiro para todas as festarolas incluindo o tmg.
      Quem quer ver espetáculos devia pagar o custo dos mesmos.
      No tempo do Valente , veio uma ópera que custou uma nota preta, não é justo que quem não vai pague para aqueles que até podem não perceber nada, mas que vão porque é fino.
      A cultura é importante, mas mais importante é que todos possam ter uma vida digna com habitação, instrução, saúde e alimentação.

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    2. imagina quando tivermos um programa a sério com espetáculo que efetivamente encham por eles. E deixarem quem quer alugar a sala, o faça. Sem borlas

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