domingo, 4 de janeiro de 2026

Guarda – Câmara quer rever regulamento da Plataforma Logística e quer criar “Empresa Municipal – a Guarda Viva”

Continuamos no queremos. Se querem porque não fazem se é de graça?
O presidente “recordou que a proposta de criar uma nova empresa municipal, a Guarda Viva, que concentraria a gestão habitacional e empresarial, foi chumbada no anterior mandato, lembrando que a oposição teve responsabilidade nesse desfecho.”
Ao fim de 12 anos de governação o presidente da câmara “voltou a expor fragilidades na gestão da Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) e dos restantes parques industriais do concelho”
“A proposta de alienação de um lote no novo Polo Industrial acabou por desencadear um debate mais alargado sobre a necessidade urgente de actualizar o regulamento da PLIE, considerado desajustado face à realidade actual.”
“O regulamento em vigor tem duas décadas e que a sua última revisão ocorreu há 10 anos.”
“O município enfrenta actualmente pedidos de reversão de oito lotes, em litígio judicial há dois anos, sem decisão conhecida. “É preciso adoptar novos modelos de gestão e olhar para práticas seguidas por outros municípios comparáveis, alguns dos quais passaram da venda directa para a hasta pública.”
“O presidente afirmou que o município terá de retomar o debate sobre este modelo de gestão, numa altura em que se prevê “muita habitação pública”, apoiada pelo Banco Europeu de Investimento e pela reprogramação do Portugal 2030, que volta a contemplar habitação social e acessível.”
“O vereador do PS, insistiu que o regulamento da PLIE deve ser revisto com prioridade. Alertou para empresas que adquirem terrenos, mas não cumprem os prazos e obrigações previstos, o que leva a Câmara a recorrer aos tribunais e bloqueia o desenvolvimento económico da cidade. Defendeu a introdução de uma gestão profissional, afirmando que existem na cidade pessoas com competência para assumir essa função e atrair investimento.”
“O vereador do PSD concordou com a necessidade de revisão, que deve ter em conta todos espaços empresariais: a Plataforma Logística, o Parque Industrial e a área empresarial da Arrifana. Sublinhou que há vários lotes em incumprimento, sem utilização, impedindo novos investidores de avançar. Criticou também a demora na resolução judicial dos oito lotes em litígio e referiu problemas operacionais reportados pelos empresários instalados, como ruturas frequentes na rede de água e falhas na rede eléctrica.”

8 comentários:

  1. Alguém sabe quando abre esta fábrica?
    https://radiof.gmpress.pt/uma-empresa-brasileira-do-ramo-agroalimentar-vai-instalar-se-na-plie-da-guarda-e-criar-ate-de-160-novos-postos-de-trabalho-diretos/

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    1. Lá para 2040, ou 2050 ou 2060, ou no dia de São Nunca...

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  2. E a cerveja? É este ano?

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  3. E quem será o gestor dessa empresa municipal? Será alguém que tanto anbiciona chegar ao poder?

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    1. Aposto todas as minhas fichas no António Saraiva.

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  4. Sugiro uma imagem de marca: um bombo bem desenhado. Só serão admitidos aqueles que tocarem bombo.

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    1. Para essa empresa, palpita-me que vai uma mulher, exímia tocadora de bombo, como demonstram as fotos.
      Não havendo outro lugar, esse permite optar pelo vencimento do lugar de origem.

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  5. Com Câmara a abarrotar, tal como a APAL, há que criar mais lugares de tachos para os amigos, compadres, vendedores de voto e clientelas.

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