Guarda – Câmara quer rever regulamento da Plataforma Logística e quer criar “Empresa Municipal – a Guarda Viva”

Continuamos no queremos. Se querem
porque não fazem se é de graça?
O presidente “recordou que a
proposta de criar uma nova empresa municipal, a Guarda Viva, que concentraria a
gestão habitacional e empresarial, foi chumbada no anterior mandato, lembrando
que a oposição teve responsabilidade nesse desfecho.”
Ao fim de 12 anos de governação o
presidente da câmara “voltou a expor fragilidades na gestão da Plataforma
Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) e dos restantes parques industriais
do concelho”
“A proposta de alienação de um lote
no novo Polo Industrial acabou por desencadear um debate mais alargado sobre a
necessidade urgente de actualizar o regulamento da PLIE, considerado
desajustado face à realidade actual.”
“O regulamento em vigor tem duas
décadas e que a sua última revisão ocorreu há 10 anos.”
“O município enfrenta actualmente
pedidos de reversão de oito lotes, em litígio judicial há dois anos, sem
decisão conhecida. “É preciso adoptar novos modelos de gestão e olhar para
práticas seguidas por outros municípios comparáveis, alguns dos quais passaram
da venda directa para a hasta pública.”
“O presidente afirmou que o
município terá de retomar o debate sobre este modelo de gestão, numa altura em
que se prevê “muita habitação pública”, apoiada pelo Banco Europeu de
Investimento e pela reprogramação do Portugal 2030, que volta a contemplar habitação
social e acessível.”
“O vereador do PS, insistiu que o
regulamento da PLIE deve ser revisto com prioridade. Alertou para empresas que
adquirem terrenos, mas não cumprem os prazos e obrigações previstos, o que leva
a Câmara a recorrer aos tribunais e bloqueia o desenvolvimento económico da
cidade. Defendeu a introdução de uma gestão profissional, afirmando que existem
na cidade pessoas com competência para assumir essa função e atrair
investimento.”
“O vereador do PSD concordou com a
necessidade de revisão, que deve ter em conta todos espaços empresariais: a
Plataforma Logística, o Parque Industrial e a área empresarial da Arrifana.
Sublinhou que há vários lotes em incumprimento, sem utilização, impedindo novos
investidores de avançar. Criticou também a demora na resolução judicial dos
oito lotes em litígio e referiu problemas operacionais reportados pelos
empresários instalados, como ruturas frequentes na rede de água e falhas na
rede eléctrica.”
Alguém sabe quando abre esta fábrica?
ResponderEliminarhttps://radiof.gmpress.pt/uma-empresa-brasileira-do-ramo-agroalimentar-vai-instalar-se-na-plie-da-guarda-e-criar-ate-de-160-novos-postos-de-trabalho-diretos/
Lá para 2040, ou 2050 ou 2060, ou no dia de São Nunca...
EliminarE a cerveja? É este ano?
ResponderEliminarE quem será o gestor dessa empresa municipal? Será alguém que tanto anbiciona chegar ao poder?
ResponderEliminarAposto todas as minhas fichas no António Saraiva.
EliminarSugiro uma imagem de marca: um bombo bem desenhado. Só serão admitidos aqueles que tocarem bombo.
ResponderEliminarPara essa empresa, palpita-me que vai uma mulher, exímia tocadora de bombo, como demonstram as fotos.
EliminarNão havendo outro lugar, esse permite optar pelo vencimento do lugar de origem.
Com Câmara a abarrotar, tal como a APAL, há que criar mais lugares de tachos para os amigos, compadres, vendedores de voto e clientelas.
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