segunda-feira, 10 de agosto de 2026
sábado, 8 de agosto de 2026
Reparações especializadas na via pública
Começo a pensar que a câmara tem
equipas especializadas para as diversas reparações na via pública.
As três fotografias distam uma das
outras cerca de 50 metros, ficando a que tem sinalização verde no meio.
Então o que temos?
Uma equipa de meia dúzia de três ou
quatro trabalhadores repararam, e parece bem, os paralelos do início da
passadeira.
Cerva de 20 metros acima temos a
rua de alcatrão esburacada. Passaram e andaram sem ver.
Uns 20 metros abaixo, passaram por
uma passadeira que já tem um longo historial de más reparações.
Esperemos, então, que venha a
equipa de alcatrão e depois a equipa de passadeiras.
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
“Outdoors”
A Guarda e muitas outras urbes
estão “enxameadas” do que se chama “outdoors”. Enormes painéis publicitários.
Políticos e comerciais.
Agora na Guarda há outra qualidade
Os ““outdoors” MUPIS (Mobiliário
Urbano para Informação)
Parafraseando Vitorino “Anda a semear
mupis no caminho”
Já deve ser a 10º geração disto. Os
armazéns da câmara devem estar cheios destas coisas.
Como e onde estão a ser colocados
parece que é onde der jeito, Cada vez mais respeitam menos os passantes.
E quanto à “Prevenção Rodoviária
Portuguesa” não tem nada a dizer? Será que não é mais um motivo de distração
dos condutores
E por falar em prevenção: Será que
50 km/hora no interior da cidade é uma boa velocidade para controlar?
Cada vez há mais cidades europeias
e limitar a circularão a 30 km/hora, com muitos ganhos em rapidez de deslocação.
Que eu saiba, há apenas duas ruas
com transito de 20 Km7hora, mas ninguém respeita: Rua Lopo de Carvalho e Rua
dos Bombeiros Egitanienses.
Transito partilhado há zero.
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
“inauguração tanques comunitários em AVELÃS DA RIBEIRA”
Informação aos munícipes
“Foram inaugurados, no dia 4 de
agosto, os Tanques Comunitários da freguesia de Avelãs da Ribeira, uma
intervenção realizada no âmbito do Contrato Interadministrativo celebrado entre
o Município da Guarda e a Junta de Freguesia. A obra teve como principal
objetivo a requalificação deste espaço, contribuindo para a valorização do
património local e para a melhoria das condições de utilização por parte da
população.”
Um telheiro vazio, não se vislumbra
tanque nem canalização de água, foi inaugurado com pompa pelo presidente da
câmara e sua vereação, todos os êxtas, com a obra imprescindível para a
freguesia e uma das formas mais baratas de combater a coscuvilhice
faceboquiana.
E que tal instalar uma máquina de
lavar industrial?
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Entrevistas políticas
Segundo o jornal público o
primeiro-ministro Montenegro não dá entrevistas há 378 dias. Não gosta de
perguntas jornalísticas, prefere perguntar e responder, assim pode trabalhar sem
ser “maçado”.
Segundo eu, o presidente da câmara
da Guarda não segue o exemplo do primeiro-ministro.
Desdobra-se em entrevistas pelos
muitos e vários órgãos de comunicação social da Guarda, apresentando as grandes
promessas do mandato.
Como é normal fez o balanço dos 100
dias, dos 180 dias e dos 270 dias, além das entrevistas temáticas de carnaval,
do dia da cidade, da feira farta e a próxima será do órgão.
Este fim de semana, cumpriu-se mais
uma promessa: as grandes festas da cidade, mais de 20 mil pessoas segundo o
presidente da Câmara Municipal, nada mau para seis dias de espetáculos
Esperam-se novas entrevistas com as
novas conclusões.
Notas de contexto
(O ministro das finanças já
autorizou disponibilizar o dinheiro para a requalificação o hotel turismo?)
(Face aos acontecimentos das
últimas semanas começo a pesar que em Belém vamos ter uma rainha de Inglaterra)
sábado, 1 de agosto de 2026
Montenegro junta-se a Barreiros
Se o dia 31 de julho é o melhor dia
para casar então agora há, mas um motivo a juntar ao entra agosto.
O primeiro-ministro decretou que o dia
31 de julho é também o dia nacional do vinho.
É um bom casamento: sexo e vinho.
Pode ser que alguma câmara
aproveite a ideia para fazer uma grande festa, dinamizando a economia local,
que se dedica aos eventos casamenteiros.
Também pode ser lançado um vinho
alusivo ao tema.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Catástrofes ambientais
Catástrofe 1 – Manteigas - APAL –
primeiro grande teste e falhou
O colapso total do asfalto na EN
232 ocorreu na tarde de terça-feira, 3 de março de 2026.No entanto, o processo
desenvolveu-se em várias fases devido à forte precipitação:Início de fevereiro
de 2026: Registaram-se os primeiros deslizamentos significativos na Mata da
Carvalheira, o que levou ao encerramento preventivo da estrada a 22 de
fevereiro.3 de março de 2026: A instabilidade da encosta agravou-se e o
"cotovelo" da estrada ruiu por completo.
Consequências? Muitas e entre elas afetou
as nascentes que abastecem cerca de 30% de Manteigas desde os reservatórios da
carvalheira. Neste momento a água é cortada durante a noite com tendência para agravar.
E o que fez a APAL? Não foi ainda
explicado
Catástrofe 2 – Incêndio desta
semana no concelho da Guarda
E o que disse o presidente da
Câmara da Guarda?
“O sistema de combate aos incêndios
faliu, continua a não funcionar”
“Mostrou-se desagradado durante o
dia desta terça-feira pela demora em dominar o incêndio que começou no Rochoso,
concelho da Guarda, e se alastrou aos concelhos vizinhos de Almeida, Sabugal e
Pinhel.”
“a verdadeira frustração foi
sentida quando o edil analisou as estatísticas, com «tantas pessoas
mobilizadas, mas depois vamos para o terreno e não as vemos ou estão
completamente fragmentadas ou a caminhar cada um por si». «há gente demais a
fazer de menos?», “como é que há forças que são acionadas demasiado tarde para
fazer frente ao fogo; não percebo como é que a UEPS da GNR só foi chamada ontem
à hora de almoço e não no dia anterior à noite; não percebo como é que o ICNF
não está no fogo quando sabemos que havia máquinas paradas na Guarda e
trabalhadores à espera de ser chamados».
“conclui que «o sistema faliu,
continua a não funcionar, continua a acontecer tudo exatamente da mesma forma e
ninguém faz nada para melhorar o estado da arte».
Então quando foram apresentados os
meios com muito aparato, foi só aparato?
Então os meios que foram distribuídos
pelas juntas de freguesia não servem?
Então e os caminhos alcatroados não
ajudaram? E os caminhos rurais não alcatroados porque não foram limpos?
E tudo o mais que não foi feito e
que deveria ter sido?
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