segunda-feira, 1 de junho de 2026

As reuniões do presidente

Fotos: Google Maps e Rádio F

Encontrei esta bela preciosidade a informação da Rádio F, 31 de maio 2026
“O presidente da Câmara da Guarda reuniu, recentemente, com o embaixador de Israel em Portugal”
“Um dos temas do encontro foi a criação, no centro histórico da Guarda, do Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal.”
“O autarca, Sérgio Costa, entende que se trata de um projeto âncora para a revitalização daquela zona da cidade, bem como para o aumento do turismo cultural.”
E eu acrescento:
A página oficial da câmara não faz publicidade a esta reunião?
Agora que Israel “capturou” a fortaleza de Beaufort no Líbano, dei-lhe os parabéns e pediu empréstimo para o “Centro Interpretativo das Judiarias de Portugal”
“Embaixador israelita diz que Portugal passará a ser considerado extremista se defender suspensão de acordo UE com Israel” Perguntou-lhe se os guardenses ficam também neste grupo?

16 comentários:

  1. Em plena guerra um presidente de uma Câmara ir reunir com o embaixador de uma das partes beligerantes é ter uma enorme noção e saber estar.

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  2. Hoje, Dia da Criança, os alunos das escolas do concelho da Guarda participaram em atividades proporcionada pela Câmara Municipal da Guarda, no Parque da cidade.
    Lamentavelmente, nem uma garrafa de água houve para oferecer às crianças, enfim, não há despesismo que não dê em poupança enada como poupar nos mais pequenos, que ainda não votam.
    Se fosse uma festa para adultos, será que havia vinho a rodos?

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    1. Ofereceram almoço com tudo incluído.
      A água levam de casa.
      Que gente medíocre que quer arranjar problemas onde não há.

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    2. Podiam ter uma banca da APAL-SIM a fornecer água da torneira aos miúdos com bebedouros. Problema resolvido!

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    3. Fizeram muito bem em não dar água engarrafada. Já chega de plástico.
      Já que os adultos não o fazem, tem de se ensinar as crianças a respeitar o planeta.
      Colocaram lá muitas torneiras onde as crianças podem beber água.

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    4. Realmente, há gente pior que medíocre a querer mascarar o sol com uma peneira. Desde sempre, o município oferecia águas às crianças, mas isso era no tempo em que não se desperdiçava tanto em ajustes diretos, negociatas, compras de casas a certas pessoas, festarolas, gincanas, vinho, comesainas, gincanas, torneios medievais, tendas, obras desnecessárias, para amigos - as necessárias não há. Com tantos empregos e votos a comprar nem uma água houve para oferecer às crianças. O almoço destinou.se a uma pequena parte das crianças e tinha tudo incluído, até mesmo discussões, mau feitio, arrogância, etc.
      Era Dia da Criança, ficava assim tão caro oferecer-lhes uma água, no local, para que pudessem andar com as mãos livres a celebrar o seu Dia?
      A mediocriadade anda quase sempre agarrada à mentira e à tacanhez.

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    5. Nas comemorações do Dia Mundial do Ambiente que vão ter lugar no dia 5 de junho, e terminam no Caldeirão, com Beira de honra, as pessoas também vão ter de levar, de casa, uma(s) garrafa(s) de vinho, de cerveja, água, sumos – o que quiserem beber? E a honra? Leva cada um a sua, se a tiver, ou distribuem lá honras e honrarias?

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    6. É claro que há problemas: as necessidades financeiras assim o exigem e o almoço só foi para alguns. portanto...

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    7. No fim de semana vi uns bebedouros da Apal. Podiam ter levado para lá

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  3. A imagem da direita era só um sopro...

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  4. Então queriam que não houvesse reunião com esse objetivo para n avançar a obra para poderem criticar… enfim

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  5. !!!Muito importante ler este comentário até ao fim!!!

    !!!Serviço público!!!

    Estão abertos os concursos para a as chefias de divisão.

    Eis aqui a título de exemplo os critérios do concurso para Chefe de Divisão da Cultura e Turismo.
    https://www.mun-guarda.pt/Docs/RH/Atas/DCT_Ata01.pdf

    Dizem que está feito à medida da actual chefe e que isto é só um proforma.

    Eu diria exactamente o contrário: está feito para de forma limpa se verem livres de um problema.

    Vejamos.

    A nota final será por ponderação de 40% de avaliação curricular e 60% de entrevista.

    Nos 40% curriculares rapidamente é desclassificada por ausência de qualificação e experiência relevante.

    Ah e tal para isso é que a entrevista vale 60%!! Então a perceber mal a situação...

    Vamos às competências que a entrevista vai avaliar e analisemos com rigor e objectividade cada item.
    A - Liderança e gestão de pessoas: já provou que é ZERO
    B - Visão estratégica e orientação para o serviço público: já provou que é ZERO
    C - Orientação para resultados e tolerância à pressão e contrariedades: já provou que é ZERO (neste item devia ser ZERO MENOS 20 porque anda de cabeça perdida)
    D - Otimização de recursos: já provou que é ZERO (devia ser ZERO MENOS 10 porque promove a fuga de recursos)
    E - Comunicação e relacionamento interpessoal: já provou que é ZERO (neste item devia ser ZERO MENOS 20 porque os serviços andam à deriva)

    Resultado de uma entrevista justa à candidata para quem dizer que está feita "à medida": ZERO (porque não é possível MENOS 50).

    Técnicos Superiores das áreas da Cultura e Turismo com mais de 4 anos de funções, dentro e fora da Câmara, ou antigos e antigas chefes que queiram voltar, este concurso é para qualquer um de vós e Sérgio Costa agradecerá, porque realmente necessita.

    O salário é de 2.928,92€ (14x/ano) + 218,26€ para despesas (apenas 12x/ano). Isto dá na verdade 3.116€ (14x/ano).

    Sim, é um salário menor que o de um técnico superior na fase madura da carreira.

    Sim, para os mais experientes não compensa a responsabilidade.

    Mas por este meio a Guarda faz um apelo aos/às seus/suas melhores: concorram e ajudem a salvar serviços em declínio!

    Um apelo que é também de Sérgio Costa, só que não pode dizer. Mas mandou fazer aquelas grelhas de análise por alguma razão....

    É provável que se aplique também a outras divisões, mas nesta é por demais evidente. Até tem um critério valorativo de exercício anterior daquelas funções de chefia da Cultura e Turismo... Tem o lugar prometido a alguém que seja chefe noutro organismo ou está a falhar-nos alguma coisa relacionada com abstenções e não votos??

    Sol da Guarda, como sempre devia fazer um post autónomo sobre os concursos e respectivos critérios que já se encontram publicitados no site precário da Câmara.

    Fica este comentário como início de debate.

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    1. Na otimização de recursos devia ser 0 MENOS 100. MENOS 20 por cada recurso que sai, o que já soma 40. Os outros MENOS 60 por cada funcionário que anda completamente desmotivado e à deriva e está a pensar sair. E mesmo assim seria pouco, porque funcionários desmotivados é o que não falta. Claro que há os outros que graças à incapacidade da chefia tiveram a oportunidade de mandar mais e por isso até acham piada à situação.

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  6. Depois de ter socorrido a marinha grande nas cheias, tomou lhe o gosto e vamos vê-lo a recrutar soldados para irem para a frente de batalha no Líbano em defesa do sionismo.Conhecem o soldado Popov? Muito po.

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  7. O cartaz do TMG agora é muito feito de adiamentos ou cancelamentos.
    Mais dois esta semana, outra vez sem qualquer explicação plausível.
    TMG já não significa Teatro Municipal da Guarda... agora significa: Tudo Mal Gerido.
    Mas desta vez consta que a responsável foi humilde.
    A comunidade do Sol da Guarda teve acesso ao comunicado que aqui publica em primeira mão:

    ---
    🏛️ COMUNICADO OFICIAL: Esclarecimento aos Espetadores
    Assunto: Nova Linha Programática e Atualização de Identidade

    Caros munícipes e amantes da cultura (ou do que resta dela),

    Face aos recentes e sucessivos fenómenos de força maior que têm afetado a nossa agenda cultural, o Teatro Municipal da Guarda vem por este meio assumir uma postura de total transparência e autocrítica.
    Para alinhar as expectativas do público com a nossa real capacidade de abrir as portas, anunciamos que a sigla TMG passa, a partir de hoje, a significar oficialmente:
    ## Tentei, Mas Galhei.
    Pedimos que encarem esta transição não como uma falha de gestão, mas sim como uma performance de vanguarda. O nosso compromisso contínuo com a cidade assenta agora em três pilares fundamentais:
    1. A Cultura do Desapego: Queremos treinar os guardenses na arte de comprar o bilhete e aceitar o vazio existencial de regressar a casa mais cedo.
    2. Programação Surpresa: O verdadeiro espetáculo deixa de ser a peça de teatro e passa a ser a fila para o reembolso do bilhete.
    3. Esforço Abnegado: Garantimos que a nossa equipa tenta sempre. Se tudo galha logo a seguir, a culpa é do destino, nunca do planeamento.

    Agradecemos a vossa compreensão e convidamos todos a visitar o nosso átrio para ver a nova sinalética, onde se lê orgulhosamente: "TMG: Onde a intenção é tudo, e o espetáculo é opcional."

    Com os meus sinceros sentimentos de "quase lá",

    A Responsável Máxima

    ---

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    1. O Tonico do Barracão3 de junho de 2026 às 10:24

      Curiosa essa indignação seletiva.

      O comunicado satírico até tem graça, mas assenta num pressuposto que o comentário convenientemente omite: os dois casos referidos não resultam da mesma situação nem parecem decorrer de qualquer decisão do TMG.

      No caso da exposição "From Waste to Wow", o próprio comunicado do Teatro Municipal da Guarda explica que o adiamento se deveu a impossibilidades profissionais do criador João Gama.

      No caso de "Um pouco de Macbeth", foi o responsável pelo projeto, Daniel Rocha, quem informou publicamente que o cancelamento resultou de motivos de força maior internos ao grupo de alunos da Escola Secundária da Sé.

      Perante isto, talvez a sigla mais adequada não seja TMG, mas sim FMI: Falta de Mais Informação.

      É legítimo criticar uma instituição pública quando existem falhas de gestão. O que já é mais difícil é transformar qualquer adiamento ou cancelamento num escândalo administrativo, ignorando as explicações que foram efetivamente dadas e que estão acessíveis a quem as quiser ler.

      Mas reconheço que isso estragava um pouco a narrativa. E sem narrativa não havia comunicado satírico, nem "furo jornalístico" do Sol da Guarda.

      Fica para a próxima. Talvez com menos ficção e mais factos.

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