terça-feira, 4 de junho de 2013

Praceta Madre Penha

Senhor Presidente da Câmara, se depois destas obras todas, sobrar um bocadinho de alcatrão não se esqueça que parte da Rua Natália Correia e a Praceta Madre Penha há 20 anos não sabem o que isso é, tirando os pequenos remendos que vão fazendo.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Marília e a gestão de Amaro em Gouveia

 Marília Raimundo deu hoje uma lição aos comentadores próximos do PS e aos candidatos à Câmara da Guarda que disputam o poder contra Álvaro Amaro.
No “Mundo Aqui” a comentadora faz uma abordagem crítica à gestão de Álvaro Amaro nos 12 anos a que presidiu à Câmara de Gouveia.
Apesar das relações entre os dois não serem cordiais, a análise parece séria, podendo ser contestada pelos meios habituais, e quem quiser debater o futuro da Guarda com Amaro deve obrigatoriamente ouvir o programa de hoje.
Recomendada também a jornalistas que fazem entrevistas.

sábado, 1 de junho de 2013

Entrevista de Baltasar e “Quarto Poder” nas rádios

Ontem foi dia grande nas Rádios locais
Uma transmitia uma entrevista com Baltasar Lopes a outra transmitia os comentários de Sarmento versus Santinho.
Neste vai e vai de canais consegui perceber:
1 – Baltasar vai fazer projecto para a Guarda, vai fazer um contrato com as gentes da Guarda.
2 – Bento é o principal inimigo. É amigo de peito de Amaro e telefonam-se todos os Natais. Igreja é um bom advogado. De Martins já se adivinhava, nem uma palavra.
3 – Ainda não tem as assinaturas todas, tem cerca de 1200 e precisa de 2000. Não entende porque lhe fazem sempre esta pergunta e nunca a fizeram a Bento
4 – Ele é o verdadeiro candidato independente, até foi expulso do PSD, e Bento governou a Câmara durante 4 anos.
5 – Sarmento construiu uma narrativa sobre a grande história de Rodrigues e da candidatura de Amaro, repetindo-a pela enésima vez.
6 – Santinho já começou a responder à letra a Sarmento, mas recusa-se a falar da gestão de Amaro na câmara de Gouveia, apesar dos muitos apelos do moderador.
7 – Ficou agendado para próximo programa análise dos indicadores de Gouveia e da Guarda. Não percebo porque não englobam Trancoso.

A Esquerda Portuguesa

Está a decorrer um evento, ou congresso, da Esquerda Portuguesa. Compareceram pessoas de diversos partidos, de movimentos e independentes.
Querem a união da esquerda contra o governo de direita.
É evidente que continua a haver muitos equívocos no meio desta boa vontade.
Se a Esquerda Portuguesa não se une nas pequenas coisas, como seja uma união para concorrer à câmara de Caminha.
Se a Esquerda Portuguesa não se une para as médias coisas, como seja uma união para concorrer às câmaras de Lisboa e Porto.
Se a Esquerda Portuguesa não se põe de acordo sobre as grandes coisas como seja a nossa integração na Europa.
Pergunta: Como é possível unirem-se para formar um Governo em Portugal?
Será mais um congresso com as conclusões a ficarem no arquivo morto à espera de serem desenterrados um dia.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Concelhia PSD da Guarda

Exmos. Srs:
Sendo conhecedores que os blogs e as redes sociais têm dimensões cada vez mais significativas no universo informativo, encaminhamos o mail do Presidente da Mesa da Assembleia de Secção da Guarda do PSD dirigido aos responsáveis distritais e nacionais do PSD.
A CPS

Caros companheiros:
- Secretário-Geral do PSD: Dr. José Matos Rosa
- Coordenador Nacional das Autárquicas e Vice-Presidente do PSD: Eng. Jorge Moreira da Silva
- Presidente da Mesa da Assembleia Distrital do PSD: Dr. Augusto Fernando Andrade
- Presidente da CPD do PSD: Dr. Júlio José Saraiva Sarmento

Exmos. Srs.:
Na qualidade de Presidente da Mesa da Assembleia de Secção da Guarda do Partido Social Democrata, cumpre-me comunicar a V. Excias as deliberações tomadas por este órgão:
1.- Foi dado  deferimento à acta remetida pela CPS da Guarda a este órgão oficializando a demissão da Comissão Política de Secção da Guarda do PSD;
2.- Foi tomada a decisão de demissão por unanimidade da Mesa da Assembleia de Secção da Guarda do PSD, que está em total consonância com a CPS e principalmente devido ao não cumprimento dos Estatutos do Partido Social Democrata e ao definido no plenário de secção.
Como é do V. conhecimento o processo que levou à escolha do candidato do PSD à autarquia da Guarda não respeitou os Estatutos do PSD [artigos 43/2/d); 53/2/f) e 56/2/f) ] nem os órgãos concelhios [CPS e Plenário de Secção, representado pela respectiva Mesa] nas suas deliberações, contrariando tudo quanto se delineou no participado plenário de 30/11/2012; além de que tendo sido alterado todo o procedimento definido pelos órgãos concelhios, nenhuma informação foi transmitida à Mesa do Plenário.
Consideramos assim que se trata de um processo extremamente mal conduzido por parte da CPD do PSD com o agreement da CPN, dado que no decorrer de todo o procedimento de escolha do candidato não foram tidas em conta as estruturas locais, não foi tida em conta a vontade das bases do Partido, bem como não foram respeitados os Estatutos do PSD, tal como já referimos.
Julgamos que mesmo depois da apresentação formal da candidatura o processo continua mal conduzido uma vez que nunca houve uma tentativa de aproximação aos militantes de base ou uma auscultação das estruturas democraticamente eleitas, sendo conhecidos os factos que envolvem a candidatura apenas e só pela comunicação social.
Assim e em nosso entender, não faz qualquer sentido manter em funções órgãos que, apesar de serem estruturas basilares deste Partido no concelho da Guarda (eleitos por votações consideráveis e sem oposição), não foram nem são tidos ou achados para o processo eleitoral que está a decorrer.
Saudações Social Democratas:

Junto se anexa:
- Acta da CPS / PSD Guarda [datada de 19 de Abril de 2013 e remetida à Mesa da Assembleia de Secção a 16 de Maio de 2013]
- Acta da Mesa da Assembleia Secção PSD / Guarda [datada de 27 de Maio de 2013]

Cabeço das Fráguas, sítio em vias de classificação

O anúncio refere que a decisão de abertura do procedimento de classificação «teve por fundamento o elevado interesse científico deste sítio arqueológico, que cedo assumiu papel de destaque na geografia física e religiosa das comunidades proto-históricas da região». «Comprova-o não só a longevidade da sua ocupação, desde os últimos momentos do Bronze Final até ao século I, como também a vitalidade do uso deste espaço no âmbito cultural», acrescenta. No Cabeço das Fráguas, sito na freguesia de Benespera, concelho da Guarda, a 1.015 metros de altitude, existiu um santuário onde se encontra uma inscrição rupestre que descreve a oferenda de vários animais a diversas divindades. «Trata -se de um povoado fortificado com duas linhas de muralha bem definidas, registando-se no recinto da acrópole um espaço presidido por uma inscrição rupestre em língua lusitana, referente à realização de um ato sacrificial a várias divindades indígenas, encontrando-se igualmente documentado a posterior continuidade do culto de uma das divindades indígenas aí mencionadas, já inteiramente de acordo com os cânones romanos», segundo o anúncio publicado em DR. O caráter extraordinário do sítio prende-se «com o facto de colocar em contexto, num espaço frequentado desde o início do século VIII-VII a.C. até final do século I d.C., diversos aspetos da religiosidade indígena que habitualmente se registam apenas de forma isolada», refere. Os elementos relevantes do processo de classificação estão disponíveis nas páginas eletrónicas da Direção Regional de Cultura do Centro (www.culturacentro.pt), Direção-Geral do Património Cultural (www.patrimoniocultural.gov.pt) e Câmara Municipal da Guarda (www.mun-guarda.pt). A vereadora da Câmara da Guarda responsável pelo pelouro do turismo, Elsa Fernandes, reagiu hoje com satisfação à abertura do procedimento de classificação do sítio arqueológico do Cabeço das Fráguas por considerar que o trabalho realizado «em prol do património do concelho da Guarda começa a ter o devido reconhecimento por parte do Estado». «Não podemos deixar de referir que a satisfação é dupla, já que foi o ano passado que assumimos o Cabeço das Fráguas como tema central de uma das visitas encenadas, afirmando-o como mais um ex-libris do concelho», afirmou. Com a classificação daquele sítio arqueológico, a autarquia da Guarda espera que «haja uma segurança do património que ainda está edificado no local e, que desta forma, as entidades responsáveis possam desenvolver a manutenção e a promoção do espaço».
Guarda Digital  
22-05-2013 14:30   
 (Fotos feitas durante a “Visita Encenada ao Cabeço das Fráguas” – 2012-CMG/TMG)

Lenda do cabeço das Fráguas e Fundação da Cidade da Guarda

Existe uma lenda que liga o Cabeço das Fráguas, onde existiu um castro, à fundação da cidade da Guarda.
Quando D. Sancho I decidiu fundar a cidade da Guarda escolheu precisamente o lugar do Cabeço das Fráguas. As obras terão sido mesmo iniciadas, mas, misteriosamente as ferramentas, no fim do dia de trabalho, apareciam no local onde hoje está a cidade, isto aconteceu várias vezes. Então o rei, interpretando o sinal misterioso como um sinal divino que aconselhava que a cidade deveria ser construída no local onde hoje se situa, decidiu transferi-la definitivamente abandonando assim as obras já realizadas no Cabeço das Fráguas

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Comissão de Honra

O Presidente da Comissão de Honra da candidatura de Virgílio Bento é o Professor Eduardo Lourenço, noticiam os jornais on-line “Terras da Beira” e “O Interior”
O jornal “O Interior” Acrescenta ainda: “Além de Eduardo Lourenço, a comissão de honra da candidatura independente vai integrar alguns dos elementos mais destacados do CEI e intelectuais da cidade”.
 Dos chamados intelectuais da cidade, há vários nomes na “baila” dos cafés, uns dizem-se confirmados e outros que são só para baralhar.
Pergunta inocente: O que são, quais são e o que fazem os ditos intelectuais da cidade?

Recrutamento de gestores públicos

A Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (CRESAP), criada para avaliar gestores públicos e dirigentes do Estado, chumbou um gestor proposto pelo Governo, com a seguinte argumentação:
“Houve necessidade de realizar uma entrevista pessoal e um teste de competências comportamentais” “a personalidade em causa não deu provas de possuir traços pessoais e profissionais, nem a postura necessária ao conselho de administração da empresa.
Ter “um percurso profissional, sobretudo a partir de 2003, muito assente na exploração de oportunidades surgidas através da sua rede de contactos pessoais, ao invés de uma decisão pessoal subordinada a uma linha de desenvolvimento da carreira”.
A análise detectou uma “ausência na presença” do critério de “orientação para o cidadão e serviço de interesse público” e que “não há evidência de uma capacidade para gerir processos de complexidade elevada, lidando com resistências e obtendo resultados concretos”.
 “É frequentemente intolerante com as pessoas menos dotadas” e “pode mostrar-se brusco, crítico, dominador e susceptível de desencorajar ou de causar ressentimento em pessoas com maiores motivações sociais”.
Notável e corajosa a informação para sustentar a recusa.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Provérbio Autárquico português

“Não há festas, festinhas, ou festanças onde não vão as Donas Constanças”.

Consequência das políticas salariais

“Os funcionários públicos que são pagos a “amendoins” ficam mais vulneráveis à tentativa de suborno”. Maria José Morgado

Poupanças

Cada vez somos mais vezes matraqueados com as poupanças que Ministros e Secretários de Estado conseguem fazer nos gastos do Estado.
São muitos milhões em poupanças.
São poupanças nas PPP rodoviárias e hospitalares. São poupanças nos Swaps. São poupanças nos Transportes públicos, na RTP/RDP, nos medicamentos. Poupa-se na eletricidade e poupa-se na água. Poupa-se nos carros, na quantidade de ministros, nos chauffeures e nos secretários particulares.
Poupa-se nos vencimentos dos funcionários, poupa-se nas reformas, poupa-se com os desempregados e nos empregados.
Com tanta poupança ainda temos ainda é preciso despedir 100 mil funcionários? Ainda é preciso poupar com os reformados? Ainda é preciso poupar com todos?
É preciso poupar 6 mil milhões? Ora expliquem lá isto muito bem, porque já há muitos Portugueses que não entendem.

terça-feira, 28 de maio de 2013

As Entrevistas que não ouvi

Não sei o que aconteceu ao rádio do meu carro. Recusou sintonizar-se nas horas em que julgava que iriam ser transmitidas as entrevistas com Mário Martins e com Baltasar Lopes, candidatos à Câmara Municipal da Guarda.
É verdade que ninguém me tinha dito que iriam ser transmitidas, mas estava curioso.
Por coincidência o meu carro teve que ir à oficina, logo a seguir ao almoço. Não é que quando o mecânico pegou no carro, deu uma pancadinha no rádio e ele começou logo a sintonizar bem?
Não consegui perceber nem me foi explicado o que se passou. Apenas coincidências, disse-me.
Sendo assim não escrevo sobre aquelas entrevistas.

Armas químicas e armas metálicas

Há cada vez mais gente preocupada com a guerra das armas químicas. Não entendo muito bem porquê e também não percebo a razão por que se proíbem as armas químicas na guerra e não se proíbem outras.
Eu vi a devastação provocada pelo napalm e pelos desfolhantes. É terrível.
Mas vi também a devastação provocada pelas armas metálicas: minas antipessoal, minas anticarro, balas de fragmentação, misseis e uma grande panóplia de objectos para matar.
É por isso que não entendo esta escolha selectiva das armas químicas para protestar quando deveriam protestar contra todas as armas, já não falando nas armas nucleares que isso é outra conversa, mais complexa e perigosa.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

É Para Novos e É Para Velhos

A Agência para a Promoção da Guarda, anda a colocar em vários pontos da cidade, uns “mecanismos” dirigidos aos mais novos, uns, aos mais velhos, outros.
Alguns até são interessantes e não tenho nada a opor, e excepto nos “mecanismos” para os mais velhos terem umas etiquetas com informações em espanhol.
Segundo a lei Portuguesa, os manuais de instruções para “mecanismos” vendidos em Portugal e para Portugueses deverão ter instruções em Português.
Sabemos que todos os Portugueses sabem espanhol, mas não é suficiente.

domingo, 26 de maio de 2013

A Frase da pré-campanha

“Ele parecia um Senador a falar”
Quem disse e de quem se fala?

Comissão Politica Nacional do PS

Os Conselheiros que António José Seguro escolheu no Distrito da Guarda:
José Igreja, Olga Marques, Sotero Ferreira, Santinho Pacheco, Fernando Cabral, Ana Isabel, Cristina Sousa, Sandra Fortuna, Maria do Céu, Luís Reis, Nuno Almeida, Carlos Camelo, Rita Mendes e Carlos Luiz

Investimentos Alemães

Alguns, muitos, Alemães dizem que Portugal é um País pouco atrativo para investir.
Porquê? Porque, dizem, três causas principais e que são:
A pequena dimensão do mercado, a distância em relação à Alemanha e o custo de transporte de mercadorias.
Nada de mão de obra cara, nada de justiça, nada de difíceis despedimentos, nada de impostos. As causas são a pretensa periferia.

sábado, 25 de maio de 2013

Um legado aos vindouros

É usual quando se abrem valas nas cidades, encontrar um pouco de tudo. Há valas que nos mostram um legado valioso e há outras que nos mostram o que vamos legar.
Já vi um pouco de tudo. EDP, TMN, Água, Esgotos, Gás. Na vala de que se mostram duas fotos há plásticos, muitos plásticos. Enterraram tudo, esperando que a terra fizesse o seu trabalho. Cerca de 20 Anos depois estão intactos.

Parlamento Europeu: A Decisão do século

Bons Slogans para as eleições: “Galheteiros na mesa, já”. “Prefira os produtos locais, sempre”
“A Comissão Europeia fez hoje marcha-atrás em relação à intenção de tornar obrigatória em toda a União Europeia a utilização de garrafas invioláveis e não reutilizáveis para o azeite servido nos restaurantes”.
“Bruxelas queria aplicar a toda a União uma prática já adotada em Portugal desde 2006, e cujo arranque não foi isento de polémica, uma medida justificada com a necessidade de combater a fraude, proteger o consumidor e a qualidade do produto”.
“A proposta da Comissão foi longamente discutida pelos governos da União e acabou por recolher o apoio de 15 dos 27 países. Estes, no entanto, não reuniam a chamada maioria qualificada de votos, o que deixava a decisão final nas mãos do Executivo comunitário”.