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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Manipulação política e abstenção da comunicação social na apresentação do SIAC

Retrato da Condessa de Verdun vai para o Museu de Arte Antiga

A notícia:
“ O Presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro destaca que o Novo Banco também se associou a esta iniciativa, que ofereceu cinco obras de arte contemporânea, que irão ficar no Museu”.
A verdade:
“O protocolo entre a administração do Novo Banco (NB) e o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, é assinado hoje, às 17.00, no Museu Nacional dos Coches, em Belém, o primeiro a receber um destes depósitos de longa duração - a tela a óleo Entrada Solene, em Lisboa, do Núncio Apostólico Monsenhor Giorgio Cornaro”.
“É o início de um programa de depósito descentralizado da coleção de pintura, colocando à fruição pública 97 obras de relevante valor artístico, em vários museus espalhados pelo território nacional, de acordo com as instituições”
“Os protocolos de cedência com os museus – e o objetivo é ter pinturas em todos os distritos portugueses – será de cinco anos com renovação automática”.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Amigos do Museu da Guarda


Os “Amigos do Museu da Guarda” ainda existem. Vão ter assembleia geral para eleger dos corpos sociais.
Estes são os “Amigos do Museu Nacional da Guarda” ou os “Amigos do Museu Municipal da Guarda”?
Depois de todas as polémicas do ano passado, desejo-lhes boa sorte e boas escolhas.

domingo, 8 de abril de 2018

Programação do TMG - Abril/Maio/Junho/Julho


A Programação do TMG para os meses de Abril, Maio, Junho e Julho parece que obedeceu a critérios de quantidade e não de qualidade, isto com base nas informações que saíram a público.
O editorial do programa diz-nos, logo no início, que vão ser mais de 50 actividades
Um órgão de Comunicação social titula as mais de 60 actividades do TMG
Um outro órgão afirma que que haverá actividades quase todos os dias
De qualidade ou da falta dela nada é dito, pela comunicação social, só quantidade
“Para os próximos quatro meses (122 dias) a programação é intensa, abrangente e diversificada e tem atraído cada vez mais públicos. Vejamos então a quantidade sessões/apresentações/ espectáculos:
Sala de Ensaios
1 Workshop 4 sessões
Café concerto
4 Conferências, 3 Tertúlias. 7 Músicas. 3 Desenho, pintura, fotografia.
Pequeno Auditório
6 Cinemas. 8 Teatro. 1 Tunas. 2 Músicas. 2 Danças. 1 Escolar
Grande Auditório
3 Música. 1 Fórum. 6 Apresentação trabalho de Escolas
Galeria Arte
1 Instalação sonora. 1 Exposição SIAC
Festival Jazz
8 Espectáculos

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A Régie Cooperativa para a cultura


Falou-se muito e continua a falar-se na Régie Cooperativa que substituiria a empresa municipal "Culturguarda" Contratou-se e deve ter-se pago a uma empresa ou especialista em Régie Cooperativa para estudar o assunto e que resultados? Estamos na estaca zero. E será que se continua a pagar ao especialista? Em quanto vamos? E por quanto mais tempo andaremos entretidos com esta conversa? 
E se é um assunto morto porque voltamos a ele? Um pequeno resumo.
2018 - 04-04-2018
Régie-cooperativa" ainda é hipótese para a gestão do Teatro Municipal da Guarda
O debate não está encerrado. O vereador da Cultura da Câmara da Guarda admite que a gestão do Teatro Municipal através de uma "Régie-cooperativa" entre a autarquia, associações e eventuais empresas privadas está em cima da mesa, embora não no topo das prioridades, A discussão do possível modelo de uma entidade pública e privada (ou pública e associativa) foi aberta no anterior mandato, logo após a decisão da Câmara de internalizar os serviços e os funcionários. Chegou a realizar-se uma primeira reunião com colectividades do concelho.
2017 – 03-01-2017
Guarda propõe régie cooperativa ou conselho estratégico para o Teatro Municipal Por O presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, admitiu hoje a possibilidade de constituição de uma régie cooperativa para gerir o Teatro Municipal da Guarda (TMG) ou, em alternativa, a criação de um conselho estratégico. "Se não vier a ser criada nenhuma régie cooperativa, porque nós não queremos impor nenhum modelo (...), se esse não for o caminho, e quero com isso abrir o debate durante o ano de 2017, se isso não for entendido como a melhor via, no mínimo, deve ser criado no âmbito do TMG aquilo que vulgarmente se chama um conselho de opinião ou um conselho estratégico",
2014 - 18-12-2014
Câmara da Guarda admite criar régie cooperativa para Teatro Municipal
O presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, admitiu hoje a possibilidade de constituição de uma régie cooperativa para gerir o Teatro Municipal da Guarda (TMG) após a extinção da empresa municipal que atualmente assume essa responsabilidade.
A intenção do autarca foi manifestada durante a reunião da Assembleia Municipal da Guarda que hoje aprovou, por unanimidade, a proposta da autarquia de extinção das duas atuais empresas municipais Culturguarda
Durante a discussão do tema, o autarca Álvaro Amaro (PSD/CDS-PP) admitiu a possibilidade de, durante o ano de 2015, propor aos agentes culturais e às organizações da cidade a hipótese de ser constituída uma régie cooperativa, “da qual o município fará parte integrante”, para gerir o complexo do TMG.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Guarda, Capital Europeia da Cultura 2027


Está em marcha o grupo de trabalho que vai candidatar a Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027, e dois nomes chamam a atenção pela sua importância. José Amaral Lopes, coordenador e Rui Jacinto representante da Universidade de Coimbra.
José Amaral Lopes é o coordenador executivo da comissão que vai elaborar a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027 e pode dizer-se que começo na Agricultura até chegar à Cultura
Licenciado em Direito Lusíada – 1990. Subsecretário de Estado Adjunto do Ministro da Agricultura 1991. Assessor do Ministro da Agricultura – 1993. Adjunto do Ministro do Mar – 1995. Secretário de Estado da Cultura – 2002
Pós-graduação Estudos Europeus, Católica – 1993. Consultor Jurídico dos Institutos do Livro e das Bibliotecas e das Artes do Espetáculo. Assessor jurídico da Direção do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia. Presidente da Comissão de Fiscalização do Teatro Nacional São João, no Porto, e à Comissão de Gestão do Teatro D. Maria II
Rui Manuel Missa Jacinto, Geógrafo.
Técnico Assessor Principal na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, onde exerce as funções de Secretário Técnico do Programa Operacional Regional do Centro.
Assistente Convidado no Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Investigador no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT).
Fazem ainda parte do grupo de trabalho
Fernando Carmino Marques, representante do Instituto Politécnico da Guarda
André Barata Nascimento, representante da Universidade da Beira Interior
Efrem Yildiz Sadak, representante da Universidade de Salamanca, Espanha
João Mendes Rosa, diretor do Museu da Guarda
Victor Afonso, programador e coordenador do Teatro Municipal da Guarda
Notas:
É importante ter o apoio da Universidade de Coimbra, sabendo que Coimbra também se vai candidatar.
É importante ter o apoio da Comissão de Coordenação da Região Centro
É importante ter o apoio da Universidade de Salamanca
Já é normal que a Universidade da Beira Interior e o Instituto Politécnico da Guarda apoiem a iniciativa.

terça-feira, 27 de março de 2018

O Museu na página oficial do Município


Há coisas que ainda não consegui perceber.
Tendo o Museu da Guarda passado de Nacional para Museu Municipal, quem procura o Museu na página oficial do Município não o encontra. Pelo menos na página da cultura.
Haverá alguma incompatibilidade, má vontade, falta de lembrança, falta de tempo ou falta de técnico?
Ou Museu não é cultura?

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Sábado de Aleluia; A Guarda Capital Europeia da Cultura 2027

A Câmara da Guarda já tem equipa para desenvolver o processo de candidatura a “Capital Europeia da Cultura 2027”.
Um reputado cronista e político polivalente, porta-voz da sociedade civil, escreveu uma excelente crónica sobre o tema. O Original foi Publicado em Jornal O Interior. Este texto que publico está por mim adaptado. Então aqui vai sem aspas:
Guarda vai ser candidata a candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027
Os pressupostos têm a ver com a valorização do património cultural tendo em conta as manifestações culturais, correntes artísticas, cooperação, criação e mobilização. A Guarda consegue satisfazer todos estes pressupostos surpreendendo todas as outras candidaturas, pois tem equipamentos, espaços públicos, salas de espetáculos, passado, presente, motivação cultural, associativismo, acolhimento, cultura popular, rotas históricas, gastronómicas e turísticas que outros gostariam de ter.
Temos mais de dois terços da Serra da Estrela. Temos a maior bacia hidrográfica do país – rio Mondego, rio Zêzere a desaguar no Tejo, Côa a desaguar no Douro. Temos a serra de Malcata, a da Marofa, o riquíssimo ecossistema do rio Águeda, as gravuras rupestres do Côa. Temos as nossas aldeias históricas, pelourinhos, calçadas romanas, monumentos megalíticos. Temos Almeida, Castelo Rodrigo, Celorico, Trancoso, Marialva, Sabugal, Sortelha, Castelo Mendo, Vilar Maior, Linhares, Jarmelo.
Temos a principal fronteira terrestre. Temos a produção de vinho do Porto, Pinhel com o belo tinto. Figueira com apreciado branco. Foz Côa com o melhor do Douro. Gouveia a fornecer os vinhos do Dão.
Temos o pequeno e resistente sector têxtil. Temos o queijo de ovelha o boi jarmelista, a ovelha bordeleira, o cão da serra, a fauna e flora serrana, o mel, azeite, amêndoa, Temos o termalismo em Manteigas, Mêda, Sabugal, Aguiar da Beira, Almeida Temos toda a rica história do nosso ar. Temos o artesanato. As praias fluviais. A catedral. A diversão noturna. A presença judaica. A gastronomia beirã.
Temos duas linhas de caminho-de-ferro e duas autoestradas e é pena que Cavaco não tivesse arriscado um aeroporto na zona centro do país
Para que tudo seja perfeito é urgente a recuperação do degradado centro histórico.
Estando na corrida cidades importantes e interessantes, sinceramente, a nossa com tudo aquilo que possui, com enorme vontade de vencer, onde inquestionavelmente todos devemos puxar para o mesmo lado, esperando todo o apoio dos deputados do círculo eleitoral da Guarda, dos municípios, Assembleias Municipais do distrito e também da CIM, ganhando assim indiscutível vantagem, a palavra-chave é e tem de ser necessariamente esta: Estamos nessa. Força Guarda. Bora lá…

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

“Régie Cooperativa”, “Capital Europeia da Cultura” e “Cobertor de papa”

1 – O Teatro Municipal da Guarda
Em tempos o Presidente da Câmara contratou uma equipa de especialistas para transformar a gestão do Teatro Municipal passando de empresa municipal internalizada para “Régie Cooperativa” com vários acionistas.
Perguntas: Qual o ponto da situação e quais as verbas já gastas nesta operação?
2 – “ Guarda Capital Europeia da Cultura”
Foi contatada uma equipa para elaborar a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura.
Perguntas: Quanto vais ser gasto nesta candidatura e quanto ganha individualmente cada interveniente no programa.
3 - Cobertor da papa
A Câmara tem feito uma forte aposta na divulgação do cobertor de papa. Tenho lido que a “Escola de Artes e ofícios” tem dificuldade em encontrar pessoas para as ensinar e depois dar-lhes emprego.
Perguntas: Quantas centenas de milhar de euros já foram gastos pela Câmara na divulgação? Qual o volume de negócios da Associação? Quantas pessoas estão a trabalhar a tempo inteiro na associação e a fabricar o cobertor e que dependem de uma IPSS?

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Parlatório: Histórias de reclusos em disco de poesia

Diário de Coimbra
"Salão Brazil em Coimbra, acolhe no próximo dia 13 de Janeiro, a partir das 15h00, a sessão de lançamento de “Parlatório” o novo disco de poesia sonora de Américo Rodrigues. A obra é o resultado de um conjunto de sete entrevistas realizadas, há cerca de um ano, a outros tantos presos sobre as suas histórias de vida. «A ideia inicial era escrever um livro com narrações daquelas mulheres e homens que estavam a cumprir pena numa prisão do interior de Portugal», explica o autor, que acabou por optar por um disco de poesia sonora, escrita por si, com base nos vários apontamentos das conversas com os reclusos."

domingo, 18 de junho de 2017

Um Divã para Eduardo Lourenço – SIAC2

Através de um pintor espanhol, o SIAC2 - Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda, homenageou Eduardo Lourenço com uma obra de arte colocada nos jardins da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.
É um divã ao alto e que fiz o favor de colocar na posição correcta, sem recurso ao fotoshop.
Uma bela obra.
A minha ou a dele?
A Eduardo Lourenço já lhe bastava a "sua" biblioteca. Ou era uma coisa mais valiosa ou não valia a pena. E valiosa não quer dizer grandiosa ou cara, bastava ser muito simples, por exemplo um livro.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Felizmente!

Três cães a um osso . SIAC 2017
Do blogue “Ladrar à Lua” e sem pedir autorização, transcrevo a mensagem “Felizmente!”.
As fotos “Três cães a um osso são minhas”
“Publicada por Jorge Carvalheira”
“Digo-o sem dramatismos: a Guarda do rei Sancho Povoador mete pena”.
“Caída nas unhas duns paraquedistas oportunistas e outros istas, serve apenas para eles construírem currículo”.
“O Verão está aí, com os visitantes que traz. Mas o município, repetindo o gesto, entrega o miolo da cidade (ruas, praças e jardins) a uns pseudo-artistas que reeditam o simpósio internacional de arte contemporânea. Enquanto empestam o ambiente com obras, passadeiras coloridas pelas ruas e poeiradas imundas”.
“Vazias e incomodadas, as lojinhas fecham. Felizmente a Sé e o Sancho Povoador lá continuam. E o cu da Guarda também!”

domingo, 11 de junho de 2017

A Guarda está na Moda – SIAC 2

A Guarda já está no Mapa, já está no Radar e agora passou a estar na Moda
O SIAC 1 e o SIAC 2 (Simpósio Internacional de Arte Contemporânea) também está a contribuir.
Agora até nos vieram copiar as cadeiras. Como não tiveram dinheiro para comprar pregos e tinta aplicaram-nas no chão e no estado em que estava, inteiras, partidas, tortas, aos pedaços. 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

SIAC 2017 – 1 – A abertura

Começou o SIAC – Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda
Além das muitas actividades programadas, temos mais de mil metros de passadeira,  com a cor magenta” e que nos leva desde o Museu até ao multibanco, passando pela Praça Velha, Torre de Menagem, Biblioteca entre outros locais.
Não começou bem, mas a culpa não foi da organização. Foi dos faltosos. Faltou o homenageado João Cutileiro por falta de saúde e o Ministro da Cultura por falta de agenda.
A vida continua e lá vamos andando. Este ano ainda ninguém se atreveu a avançar com o orçamento da festa.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Museu de Évora passa a "museu nacional" e ganha novo nome

Foto: Museu de Évora
“O Museu de Évora vai tornar-se o primeiro Museu Nacional a sul do rio Tejo, e ostentará uma outra denominação, disse hoje à agência Lusa fonte do gabinete do ministro da Cultura”.
Segundo a mesma fonte, "a decisão está tomada", falta o parecer do Conselho Nacional de Cultura, que todavia "não é vinculativo".
“A mesma fonte não adiantou qualquer data para a alteração de estatuto, nem o futuro nome do museu, instalado no antigo Paço Episcopal, junto à Sé, no centro histórico da capital alto-alentejana, frente ao templo romano”.
“Com esta classificação a eventual transferência da gestão do Museu da administração central para a câmara municipal, fica totalmente posta de parte, apesar de ser um processo paralelo”.
“A eventual transferência da gestão do Museu de Évora da administração central para a câmara municipal não era vista com bons olhos pelo presidente da autarquia e pela associação de defesa do património”.
Enquanto uns se batem para terem um “Museu Nacional” cá por estas bandas lutou-se para transformar um “Museu Nacional” em “Museu Municipal”.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Ganha corpo o Quarteirão das Artes. Paço da Cultura anexado ao Museu

Assim como não quer a coisa, o Quarteirão das Artes está a ganhar corpo, é o que se pode tirar da leitura do cartaz a anunciar a exposição 20 40 no Paço da Cultura.
É claro o que lá está escrito: “Paço da Cultura do Museu da Guarda”, quando o lógico seria “Museu da Guarda do Paço da Cultura”
Quer dizer que o Museu anexou o Paço da Cultura, ficando por saber se foi com conteúdo, nomeadamente o Centro Cultural, ou se foi apenas as galerias de exposição.
Desconfio outra coisa. O Paço da Cultura está a ser considerado apenas como um edifício morto, com pouca vida e sem utilidade a não ser para umas exposições caseiras e que não são suficientes para contentar o ego dos gestores técnicos e políticos.
Foi só coincidência a presença do Presidente da Câmara a dar posse à nova direcção do Centro Cultural?
Sem propósito: Como estão os Grupos de Amigos do Museu e do Hospital? Foram anexados, dissolvidos ou continuam em banho maria? Ou a politização não resultou?

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Escolher a cor que quiser desde que seja preto

O cliente pode ter carro de qualquer cor desde que seja a preta - Henry Ford
É mais ou menos assim que se vai passar com o protocolo entre as Câmaras Municipais da País e a Fundação Serralves:
Podem escolher as exposições que quiserem deste que sejam aquelas que nó programamos econsta do catálogo.
“As premissas do protocolo são idênticas para várias autarquias que passaram à mesma condição. Mas a liberdade criativa de escolher as actividades culturais é com cada município. A Guarda pode assim escolher colecções temporárias de Serralves ou apresentar criadores locais na sede da fundação, no Porto”. In notícias na Guarda
Mesmo assim há colecções que valem a pena, outras é só para encher. Esperemos que escolham colecções temporárias de qualidade.
Onde poderá ser consultado o protocolo assinado na Guarda?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Protocolo com a Fundação de Serralves

O Presidente da Câmara convida para assistir à assinatura de um protocolo com a Fundação de Serralves. Dia 25 dde Janeiro pelas 16h30, no Paço da Cultura.
Deve ser aquele protocolo que foi anunciado como sendo o primeiro no País entre uma Câmara e Serralves
Neste momento já se conhecem dezenas de protocolos assinados e por isso seria interessante que estivesse disponível para consulta na página oficial da Câmara.
Os Municípios devem ter descoberto a mina de ovos de ouro nas Autarquias. Se todas pagarem 100 mil Euros em quatro anos seria 30 milhões de Euros em quatro anos, e parece que é tão fácil convencer os nossos autarcas com estas propostas de interesse cultural. 

sábado, 10 de dezembro de 2016

Ainda o protocolo com Serralves

Foto de carta da Casa Serralves aos Presidentes de Câmara
Depois de anunciado com pompa o protocolo de cooperação entre a Casa de Serralves e a Câmara Municipal da Guarda, afirmando-se que era único no País, e sem que ninguém questionasse o protocolo, começam a saber-se, o que é isto e o que significa:
Do Jornal Público:
“A Fundação de Serralves vai contar, a partir do próximo ano, com 23 novos fundadores, e entre eles estará, com a categoria de “fundador honorário”, o ex-primeiro-ministro e ex-Presidente Cavaco Silva”.
Esta é “a maior operação de refundação da instituição, desde que ela foi constituída em 1989, com um número inicial de 50 fundadores”, disse Ana Pinho, presidente da administração de Serralves, no final da reunião anual do Conselho de Fundadores realizada ao final da tarde desta terça-feira, no Porto.
“Entre os novos fundadores estão 13 câmaras municipais de todo o país – de Faro (onde Serralves inaugura esta quarta-feira a exposição de pintura e escultura O regresso do objecto: Arte dos anos 1980) a Caminha; de Chaves a Beja; da Guarda à Figueira da Foz –, e empresas como a RTP ou a Águas do Porto”.
“A adesão de todos estes municípios vem confirmar Serralves como um projecto também e verdadeiramente nacional”

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Já lá vai o tempo em que pregar um prego era uma odisseia

Conta-se que nos tempos das vacas gordas, havia um departamento governamental em que tudo era problema para os outros na defesa do património construído
Conta-se um episódio notável na defesa intransigente de imóveis classificados.
Um dia alguém quis pregar um prego de aço na parede exterior de um imóvel sujeito às regras da classificação, tendo para isso enviado um requerimento.
Na resposta foi-lhe dito que era necessário um projecto. Que sim senhor. Lá foi enviado o projecto, contudo descrito ao pormenor.
Mas, havia sempre um mas, nestas questões da defesa do património. O projecto seria devolvido por insuficiência de dados.
Um técnico pedia as características do prego de aço, um outro técnico pedia as características do martelo para pregar o prego, um terceiro queria saber qual a força que aplicaria o pregador de pregos, um quarto queria saber o lugar exacto onde ficaria o prego, um quinto queria saber qual a tinta a aplicar para disfarçar o prego na parede, um sexto queria saber se o buraco a abrir pelo prego teria relevância para o historial do edifício e por último um sétimo pedia a data e hora em que iria ser pregado o prego para ser enviado um técnico para acompanhar a operação.
Depois de tudo enviado, o prejecto seria chumbado porque não foi indicado o aparelho com que se iria medir a força do pregador de pregos.
Concluindo, o prego não foi pregado porque o pendão que iria ser pendurado no prego já estava desactualizado e o edifício já tinha mudado de dono.
Felizmente que agora as coisas estão muito melhores, pode-se pregar, aparafusar, encostar, pendurar, tapar o que se quiser nos edifícios classificados sem que apareçam os técnicos chatos e nos obriguem a desmanchar tudo e pagar uma coima.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Caminho de Santiago no Concelho da Guarda

No “Dia da Cidade” foi aberto o caminho que supostamente os peregrinos devotos de Santiago percorriam pelo interior do País, vindos do Sul, até chegar a Santiago de Compostela, onde repousam os restos mortais do S. Tiago.
O Caminho de Santiago no Concelho da Guarda, para quem vem do Sul, começa no limite do Concelho de Belmonte, seguindo para Valhelas, Famalicão, Fernão Joanes, Meios, Trinta, Corujeira, Maçainhas, Guarda, Ramalhosa, Aldeia Viçosa, seguindo para o Concelho de Celorico da Beira.
A inauguração teve direito a cajado, vieira, botelha, passaporte e ademais adereços, além dos promotores da iniciativa, Câmara e Museu da Guarda, também, marcou presença o Ministro do Ambiente. Quem me pareceu que não marcou presença, foi a Diocese, pelo menos nas fotografias postas à disposição, não reconheci ninguém.
Da validade ou não da iniciativa, não me cabe a mim avaliar, mas parece-me pouco lógico que após a inauguração não haja documentação eletrónicas disponível nos sítios oficiais da Câmara e Museu Também se esgotaram na inauguração os documentos em papel.
Louvo a rapidez com que alteraram a posição de uma indicação do caminho, o que levava a que os peregrinos se perdessem logo a seguir à oficina do peregrino.